sábado, outubro 25, 2008

Senhores Bombeiros tenham dignidade.

Os Bombeiros de Mirandela accionaram uma ambulância para o transporte de um cadáver, que se encontrava dentro de uma ambulância do INEM. Somente porque esse instituto público se recusa a transportar o cadáver para a morgue local.

Se não é da função do INEM transportara o cadáver muito menos dos Bombeiros, o INEM que crie veículos para esse tipo de transporte ou que faça acordos com as agências funerárias.


O corpo de um doente que faleça numa ambulância a caminho do hospital pode ter de esperar horas parado numa estrada por um transporte alternativo porque formalmente não pode seguir viagem na mesma viatura·

Aconteceu quinta-feira no distrito de Bragança, quando uma vítima de AVC, vulgarmente conhecido como trombose, faleceu a meio caminho entre Torre de Moncorvo e Bragança, na zona de Caravelas, próximo de Bornes.Segundo várias entidades envolvidas na operação e ouvidas pela Lusa, o corpo da vítima esperou mais de uma hora na estrada nacional 102 até estarem concluídos os procedimentos para ser transportada para a morgue de Bragança.

De acordo com o primeiro-sargento Camilo, da GNR Mirandela, aquela força de segurança foi chamada ao local por volta das 17h20.Segundo contou, uma ambulância do INEM (Instituto Nacional de Emergência Médica) estava a transportar o doente, tendo vindo ao seu encontro a VMER (Viatura Médica de Emergência e Reanimação).

O doente não resistiu a um AVC, acabando por falecer a meio dos cerca de 100 quilómetros que separam Torre de Moncorvo de Bragança, tendo o óbito sido declarado pelo médico da VMER.A partir do momento em que é confirmado o óbito, o INEM cessa a sua função e a ambulância pára, segundo disse Lusa fonte do Instituto sublinhando que «não é missão do INEM transportar cadáveres».Segundo explicou, quando ocorre o óbito é accionada a autoridade mais próxima, neste caso a GNR, que fica no local junto ao corpo até chegar o transporte alternativo.

A finalidade, de acordo com a fonte é «libertar os meios de emergência, nomeadamente as ambulâncias para a sua missão de socorro».Porém neste caso, a VMER ficou imediatamente disponível, mas a ambulância do INEM que transportava o doente falecido manteve-se no local até chegar uma outra ambulância dos bombeiros de Mirandela que fez o transporte para a morgue de Bragança, onde chegou por volta das 19h30.

Os intervenientes admitem que este processo possa parecer «chocante», mas dizem que são as regras, de que discorda o delegado distrital de Saúde de Bragança.

Victor Lourenço defende que «a ambulância em transporte do doente urgente deve seguir para a morgue», e não encontra qualquer justificação de saúde para este procedimento.Para o delegado de saúde, a forma de resolver este tipo de situações e agilizar e libertar realmente os meios de socorro seria licenciar em Portugal os carros de transporte de cadáveres, à semelhança do que já acontece em outros países da União Europeia, nomeadamente na vizinha Espanha.

sexta-feira, outubro 24, 2008

TAS VS TAE parte II

Ser Bombeiro não obriga que sejamos tripulante de ambulância de socorro TAS, obrigatoriamente tem que ser Tripulante de Ambulância de Transporte, mas como é sabido que para ser TAT ou TAS nos Bombeiros portugueses obriga legalmente fazer a formação inicial de bombeiro.

Assim também é verdade se prestar serviço para o INEM não seremos obrigatoriamente TAE, o que realmente é estranho que o INEM chame as seus funcionários com a categoria profissional “TAS” de TAE, somente por esses trabalharem para aquela instituição. Na Agencia Nacional para Qualificação, não exista qualquer referência a TAE, somente TAS, ou será que o INEM também muda os nomes as categoria profissional aos médicos, enfermeiros ou a outras classes profissionais que prestam serviço nesse instituto?

Esse instituto público teve a audácia de mudar o nome dos Tripulantes de Ambulância de Socorro, com formação e competências reconhecidas legalmente e passou-lhe a chamar Técnico de Ambulância de Emergência, somente para tirar algum proveito de imagem perante a opinião pública, e evidenciar-se das outras entidades prestadoras do mesmo serviço em Portugal.

Como foi mais longe, conseguiu publicar em diário da república essa categoria com índices salariais e progressão de carreira, sem especificar formação e competências dessa categoria profissional, porque se fosse publicada a formação e competências colidia certamente com a formação e competências dos TAS, dando a origem a duas categorias profissionais com formação e competências e idênticas, que aos olhos da lei e do ANQ é ilegal.

Assim seria muito correcto e benéfico para todos rever essa situação, porque as categorias profissionais não se definem pelas instituições para qual se trabalha, mas sim pela formação e competências legalmente obtidas, ou somos todos TAE ou somos todos TAS, independente de sermos funcionários públicos, Bombeiros, CVP, ou de empresas particulares, onde exercemos funções de TAS.

Essa é a minha opinião, partilhada por muita gente e criticados muitos outros.

quinta-feira, outubro 23, 2008

Obrigado Sr. Ministro pelo que presenciei…

É desta forma que deixo a minha revolta e indignação.Ontem, Sábado 11/10/2008 cerca das 14:30 horas, através do telemóvel 96416...., alertei o numero 117 de que havia uma cortina de fumo negro saindo da floresta nas Matas Nacionais da Tocha, Concelho de Cantanhede, e de que seria um incêndio que estava a deflagrar, ao qual perguntei se já tinhamconhecimento.
Disseram-me que não.

Frisei e alertei novamente da situação em causa, responderam, "O senhor está a ver mal, as condições atmosféricas não são propicias para incêndios".(...)Qual o numero para que posa alertar em caso a existência de incêndio???

e-mail de um leitor do Blog bombeirosparasempre

Assim funcionam as centrais de socorro portuguesas.

terça-feira, outubro 21, 2008

Oficiais Bombeiros, um problema complexo.

Ainda esta semana um jovem Bombeiro que fez recruta há pouco meses, insurgiu-o contra um chefe alegando que para ano era ele mandava no chefe, e o chefe se pose-se a pau.
O respectivo Bombeiro esta a acabar um curso superior, um curso superior que somente serve para ter canudo, porque na prática nem sabem ser adultos.

Mas o projecto a futuro oficial Bombeiro até tinha razão, a lei assim dita, basta ter um curso superior e mais algumas horas de formação, um reles oficial de 2 classe, que sabe o mesmo que um bombeiros de terceira classe, ficam com poderes superior a uma chefia, como:


Funções
1 - Ao oficial bombeiro incumbem funções de comando, chefia técnica superior, estado -maior e execução, nos termos definidos nos números seguintes.
2 - Ao oficial bombeiro superior compete o desempenho dos cargos da estrutura de comando do corpo de bombeiros e, designadamente:
a) Comandar operações de socorro;
b) Chefiar departamentos e áreas de formação, prevenção, logística
e apoio administrativo;
c) Exercer funções de estado -maior;
d) Ministrar acções de formação técnica;
e) Instruir processos disciplinares.
3 - Ao oficial bombeiro principal compete o desempenho dos cargos da estrutura de comando do corpo de bombeiros e, designadamente:
a) Comandar operações de socorro que envolvam, no máximo, duas companhias ou equivalente;
b) Chefiar departamentos e áreas de formação, prevenção, logísticas apoio administrativo;
c) Exercer funções de estado -maior;
d) Ministrar acções de formação técnica;
e) Instruir processos disciplinares.
4 - Ao oficial bombeiro de 1ª compete o desempenho dos cargos da estrutura de comando do corpo de bombeiros e, designadamente:
a) Comandar operações de socorro que envolvam, no máximo, uma companhia ou equivalente;
b) Chefiar actividades nas áreas de formação, prevenção, logística e apoio administrativo;
c) Exercer funções de estado -maior;
d) Ministrar acções de formação técnica;
e) Instruir processos disciplinares;
f) Participar em actividades de âmbito logístico e administrativo.
5 - Ao oficial bombeiro de 2ª compete o desempenho dos cargos da estrutura de comando do corpo de bombeiros e, designadamente:
a) Comandar operações de socorro que envolvam, no máximo, dois grupos ou equivalente;
b) Exercer as funções de chefe de quartel em secções destacadas;
c) Chefiar acções de prevenção;
d) Executar funções de estado -maior;
e) Ministrar acções de formação inicial;
f) Instruir processos disciplinares;
g) Participar em actividades de âmbito logístico e administrativo.
6 - Ao estagiário cumpre frequentar com aproveitamento o estágio de ingresso na carreira de oficial bombeiro.

Um problema complexo, já não bastava de existir elementos de Comando sem perceber nada de Bombeiros a comandar bombeiros, agora teremos brevemente putos a chefiar homens, Homens que tem dezenas de anos de experiencia como Bombeiros que são postos de parte e por um decreto-lei.

segunda-feira, outubro 13, 2008

Bombeiros, o sucesso e a eficácia do DFCI

São a maior força de combate a incêndios florestais existente em Portugal, constituída por mais 4800 elementos permanentemente, composto por 728 viaturas de combate ECIN a e 439 viaturas de apoio logístico ELAC, espalhadas por todos os distritos do continente, essa é força dos Bombeiros mantêm uma eficácia 100% nas suas missões.

São os primeiros a pisar o campo de batalha e os últimos abandona-lo, conhecem o campo de batalha e as suas armadilhas, uma batalha onde o inimigo não faz reféns, não faz tréguas, uma luta desigual, onde os erros pagam-se com a própria vida. Assim a disciplina, conhecimento e equipamento é a melhor arma que possuem, e os que os une é a arma secreta, que faz avançarem no terreno quando os outros recuam.

São equipas criadas sazonalmente nos quartéis de Bombeiros nas épocas de verão, constituídas por bombeiros, que durante o ano todo seguram os diversos tipos de serviço de socorro as suas comunidades, quer em regime profissional quer em regime voluntário, que durante o verão dão mais disponibilidade além que normalmente são obrigados a dar anualmente, para formarem as equipas de ECIN e ELAC, muito mal pagos e constantemente ignorados pela estrutura, mas são eles intervêm em todas operações de combate a incêndios florestais nas suas áreas de actuação próprias AAP, e frequentemente usados para criarem os grupos de combate ou de reforço a incêndios florestais, que percorrem o país de lés a lés para dar apoio aos corpos de Bombeiros que necessitam de ajuda.

São esse homens e mulheres que se deve a eficácia do DFCI, que exigem serem tratados de forma idêntica as outras identidades recentemente criadas pela ANPC para comporem o DFCI, elementos que nunca viraram as costas ao seu país em qualquer momento, mesmo quando os órgãos de subornaria do seu país que lhe viram as costas constantemente.

Fénixhttp://voo-da-fenix.blogspot.com/

terça-feira, outubro 07, 2008

Mais três ambulâncias de socorro no distrito da guarda.


Três ambulâncias de socorro, do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) entraram em funcionamento no distrito da guarda, nos concelhos de Trancoso, Figueira do Castelo Rodrigo e Sabugal.

O INEM passa assim a contar com 59 nove ambulâncias de socorro operada directamente por funcionários desse instituto.

Em Janeiro de 2008 a Liga dos Bombeiros Portugueses em reunião com à secretaria de estado Adjunta e da Saúde, Carmem Pgnatelli, foi proposto a criação de 50 postos PEM nos corpos de Bombeiros como a formação de 200 tripulantes de ambulância de socorro.

Mas até a data somente foi criado um posto PEM nos Bombeiros Portugueses, nos Bombeiros da Lourinha, e formação nem vela, mas em contrapartida o INEM cria PEM em zonas onde já existem meios de socorro, que depois faz concorrência desleal com os Bombeiros locais, accionando somente as suas ambulâncias e despejando nos Bombeiros os serviços que não lhe apetece efectuar ou que não tenham capacidade de os efectuar. Aos Bombeiro fica a obrigação e a imposição de efectuar esses serviços sem terem sustentação económica para terem elementos e meios para os efectuar, como ainda têm suportar os encargos do socorro ou exigirem o pagamento aos cidadãos pelos serviços efectuados, dando a origem a situações descritas no artigo anterior deste blogue.

Um jogo de pingue-pongue cada vez mais frequente, que ira se estender de norte a sul do país, um jogo imposto pelo sistema com sequências bastante conhecidas.

segunda-feira, outubro 06, 2008

Obrigado, Sra. Ministra da Saúde! Pela Vergonha, que eu presenciei!

Gostaria de dar conhecimento, de uma situação repugnante, digna de um pais de 3º mundo, a que eu hoje assisti, infelizmente não era num país de 3º mundo, mas sim no país em que eu vivo, Portugal, mais precisamente, ao pé da Santa Casa da Misericórdia, no Poço do Bispo, em Lisboa.

Hoje dia 04/10/2008, presenciei já perto das 11.00 Hr, uma senhora que se encontrava, na parte exterior desse edifício, prostrada no chão e a gritar imenso com dores violentas, junto dessa Sra. encontravam-se algumas pessoas, que lhe tentavam prestar a ajuda possível.

Foi-me informado, que já tinha sido efectuados 3 telefonemas para o INEM, desde as 10.00 H, da manhã e que tinha sido recusado a prestação de auxilio médico a essa pessoa, que contactassem os bombeiros mais próximos, que eram eles que efectuavam esse serviço!

Mesmo assim, foram contactados os Bombeiros Voluntários do Beato e de Cabo Ruivo, uns não tinham ambulâncias disponíveis e os outros a troco de 30 euros, efectuavam o serviço!
Eram 11.30 Hr, quando apareceu uma ambulância com a matricula 01-48-XP do INEM, os mesmos que se tinham recusado a prestar o serviço desde as 10.00 H, e finalmente essa senhora foi socorrida ao fim de 1 hora e 30 minutos!

Quem é o responsável por esta situação? Não sei qual o desfecho da situação clínica da pessoa em questão, mas alguém deve ser responsabilizado, pelo sofrimento que essa pessoa teve, sem qualquer assistência médica, ou será que vai ser este o futuro em Portugal, de quem adoece em plena via publica?

Durou 90 minutos o sofrimento de uma pessoa, com a falta de assistência de um um serviço que devia ser um exemplo, mas que desta vez foi um serviço de irresponsabilidade e deplorável.
Autor: Jorge Ribeiro

http://trasfosforos.wordpress.com

sexta-feira, outubro 03, 2008

O caso do ferido sentado amarrado.

O acidente ocorrido no dia 4 de Setembro na localidade salvador, onde um doente foi transportado sentado com o colete de extracção, esta se a transformar numa verdadeira novela.
O INEM abriu um inquérito para averiguar o que se passou no local, como o hospital de Santarém abriu outro inquérito para apurar também o sucedido, onde o director do hospital fez as seguintes declarações públicas:

O director das urgências, Sebastião Barba confirmou o inquérito em curso, adiantando desde já que “o clínico da VMER não deu instruções para que o sinistrado fosse transportado naquelas condições”. “Admito que possa ter dado autorização para que fosse dois na mesma ambulância, um deitado na maca e o outro sentado, mas certamente não deu ordem para amarrar o doente à cadeira da ambulância “ explicou.

“ Se a cadeira tinha ou não cinto de segurança ou quem teve a iniciativa de atar o ferido são questões esclarecidas no inquérito”

Fonte: Correio da Manhã

Existem contradições graves entre os Bombeiros e o médico da VMER, e o senhor director das urgências de Santarém desconhece completamente o que é trabalhar no pré-hospitalar e as técnicas usadas. O erro não foi usar ligaduras para prender o doente à cadeira da ambulância, o erro foi do doente ser transportado sentado na cadeira imobilizado com o colete de extracção, porque o que as palavras do director das urgências dá a entender que o doente devia ser transportado naquela posição usando o simples sinto de segurança da cadeira.

Cada vez pior.

terça-feira, setembro 30, 2008

Quem põem mão nisto.

Basta ler os jornais diários para ver como anda o pré-hospitalar em Portugal.

Ambulâncias retidas no hospital.

Ambulâncias retidas horas a fio no hospital de Almada por falta de macas, não é caso único em Portugal, uma boa política dos hospitais, assim morre menos gente nos hospitais, morrem nas suas casas e na rua, é tudo uma questão de estatísticas.

Doente morre a espera de socorro.

Mais uma descoordenação do INEM, depois de uma longa chamada de socorro, consegue desactivar uma ambulância de socorro que estava a 15 quilómetros do local da ocorrência, para depois activar outra que estava a 40 quilómetros, com tanto tempo perdido o doente acabou por morrer entre amigos e familiares.

Assim se vive em Portugal, um país de brandos costumes onde tudo é permitido.

sexta-feira, setembro 26, 2008

Com a verdade me enganas.


Crianças a nascerem nas ambulâncias, doentes a caírem das macas dentro dos hospitais, e o INEM chagar tarde para reanimar as pessoas, não quer dizer que isso não existe, mas não passou a ser divulgado na comunicação social.

Foi uma afirmação do Ex ministro da saúde Correia de Campos sobre actual política do governo na área da saúde, e foi bastante expressivo, tudo esta na mesma ou pior, o Governo em vez de melhorar os serviços, optou por controlar a comunicação social, saí mais barato aos cofres do estado e dá mais votos.

segunda-feira, setembro 15, 2008

Assim vai a nossa emergência médica em Portugal


Em Portugal muita das vezes alem do acidente sofrido, temos que nos prepara para mais três acidentes, o socorro, o transporte e unidade hospitalar, se conseguir sobrevier a um deles é uma pessoa cheia de sorte.

Uma foto tirada a uma vitima de um acidente de viação ocorrido no distrito de Santarém. A vítima foi transportada nesta posição para unidade hospitalar, o mais grave disso tudo, por de traz de tal erro técnico está uma decisão e uma imposição de um médico de uma VMER .

Os Bombeiros foram obrigados a transportar essa vítima neste estado “sentada” á unidade hospitalar, argumentaram com o médico sobre sua decisão, mas o médico contrapôs que era uma decisão sua e que assumia a responsabilidade.

Independente da situação clínica da vítima, como ela foi encontrada, imobilizada e transportada para o banco da ambulância, alguém tentou seguir o protocolo, imobilizou a vítima no colete de extracção, e posteriormente vítima devia estar no plano rijo ou numa uma maca de vácuo, e ser transportada na maca da ambulância para a unidade hospitalar.

A tripulação da ambulância devia ignorar o médico, e actuar mediante o protocolo estabelecido para o transporte correcto da vítima, porque ninguém é obrigado a efectuar um mal socorro ou transporte por uma decisão de outra pessoa, inclusive de um médico.

Já agora gostava de saber como essa vítima retirada desta situação e como deu entrada na unidade hospitalar.

sábado, setembro 06, 2008

Bombeiros a penar por mais 3 anos


O Sr. Duarte Caldeira, acaba de concluir a lista, sobre o lema “Bombeiros – O futuro começa agora”, como se recandidata para à liderança da Liga Dos Bombeiros Portugueses.

Entende-se que O Sr. Duarte caldeira foi um elemento importante durante décadas na liderança dos Bombeiros Portugueses, mas nos últimos anos tem efectuado um péssimo trabalho na frente da LBP, uma pessoa que não tem capacidade para dirigir um órgão demasiado importante como é a LBP, que perdeu a força condutora e de inovar, uma voz apagada e conformada, sem capacidade de reivindicar quer o que seja, que cede facilmente a pressões exteriores e interiores.

Como não existe mais nenhuma lista (pelo menos nada tem sido divulgado sobre a existência de outra lista), a LBP será liderada por mais 3 anos por este senhor, senhor que no ano passado tinha afirmado que não se recandidatava, que levou a clamação dos Bombeiros, que viam a saída do deste senhor como o renascer das cinzas dos Bombeiros portugueses.

sexta-feira, setembro 05, 2008

Uns prendem outros libertam


Depois de umas merecidas férias por paraísos naturais, não imaginava o que se estava a passar em Portugal, tinha visto na TV fora de Portugal a polícia portuguesa matar um assaltante de um banco a tiro, porque normalmente é ao contrário, mas nunca imaginava que Portugal estivesse ao saque.

Os agentes de autoridade não conseguem combater o crime, e a falta de efectivo policiais e de meios é notória, muitos deles andam a brincar aos Bombeiros outros a fazer tudo menos de agentes de autoridade, como agravante dos juízes portugueses andarem a brincar com a justiça, e se já é difícil apanharem os bandidos, mais difícil é conseguir que os juízes os mantenham presos, porque se uns prendem outros libertam, porque transformaram as prisões em condomínios, e já não há lugar para todos.

Com este impasse entre os nossos serviços de segurança e a nossa justiça, dificilmente se consegue voltar a ter segurança no país.

Com isto tudo, o medo e a insegurança está a tomar conta dos cidadãos portugueses, e não tenho reparado em nenhuma medida política para fazer frente a esse grave problema, preocupam-se mais com a fiscalização do trânsito e proteger as empresas petrolíferas e as entidades bancárias dos ladroes, onde dificilmente percebo quem rouba mais, os ladrões ou os protegidos.

sexta-feira, junho 27, 2008

Multa por homicídio negligente de um jovem

A médica anestesista Manuela Veringer e a enfermeira Madelena Serra, ambas do hospital Egas Moniz, foram hoje condenadas a uma pena de multa por homicídio negligente de um jovem. A vítima morreu asfixiada após uma cirurgia, em 2002.

A juíza dos Juízos Criminais de Lisboa decidiu hoje condenar as duas arguidas a penas de multa. A pena vai dos 240 dias a 22 euros por dia (num total de 5.280 euros) para a médica anestesista, e 220 dias a oito euros por dia (1.760 euros) para a enfermeira, que, no âmbito deste processo, foi reformada compulsivamente. Carlos Mascarenhas morreu no dia que foi operado, a 28 de Agosto de 2002 no Hospital Egas Moniz, em Lisboa. A vítima tinha 30 anos e foi operada a um quisto do canal tiroglosso fistulizado.

Depois de ter feito o recobro da cirurgia e já na enfermaria, o jovem começou a queixar-se às enfermeiras e à família de que não conseguia respirar, acabando por morrer sufocado com um edema de glote.


Esta situação levou a uma investigação da Inspecção-Geral de Saúde em 2002, tendo este organismo apurado "a existência de procedimentos incorrectos merecedores de censura que motivaram a actuação disciplinar" contra a médica e duas enfermeiras.
Nas duas horas que precederam a sua morte, o doente manifestou queixas que, todavia, "não foram objecto de uma leitura correcta por parte do pessoal encarregado da sua vigilância e assistência", referiu na altura o Ministério da Saúde.
Porém, a enfermeira espanhola Mercedes Romero não foi julgada por se desconhecer o seu paradeiro. Hoje, na sentença, a juíza considerou que "as atitudes das duas arguidas foram causadoras da morte" do jovem, tendo sido cometido o crime de homicídio negligente, mas "de forma inconsciente".
A magistrada considerou também que a atitude da médica anestesista, pelo facto de ser clínica, "teve uma intensidade mais expressiva". A pena de multa para as arguidas foi justificada com a idade e com a falta de antecedentes criminais. Admitindo que a decisão não agradasse à família do jovem, a juíza lembrou que "os tribunais fazem justiça e não retaliações".
No final, a irmã de Carlos Mascarenhas mostrou-se inconformada com a decisão, alegando que "a vida de um jovem não vale somente uma multa". "A família sempre quis que as duas arguidas ficassem inibidas de exercer as suas profissões e nem isso aconteceu", lamentou Carla Maria Mascarenhas, acrescentando que tinha esperanças que "pelo menos isso acontecesse". Quanto a um eventual recurso, a irmã de Carlos Mascarenhas disse que admite recorrer mas ainda tem que falar com os pais e saber "se eles têm forças para continuar com o processo", disse.

Lusa

Uma situação que somente mostra como anda o nosso serviço nacional de saúde e a nossa justiça.

Uma médica e uma enfermeira, que somente mostraram as deficiências na sua formação base, como profissionais e como cidadãos, desrespeitando completamente a vida de um cidadão, que em agonia recorreu a todas as formas de alertar esse “profissionais” da gravidade da sua situação, onde completamente ignorado acabou por morrer de uma morte angustiada e prematura.

A médica foi condenada a pagar 5.280 euros e a enfermeira 1760 euros.

Onde anda a Ordem dos Médicos e dos Enfermeiros?
Que atitude tiveram com esse dois incompetentes?
Mas eles andam ai a exercer as suas funções, eles e outros, que somente por pertencerem a essas classes são impunes aos olhos da lei.

sábado, junho 21, 2008

A nossa emergência no seu melhor.

A falta de meios de socorro "obrigou" um médico de Beja a transportar no seu carro particular, ontem, uma criança de três anos vítima de atropelamento.

Os pais do menino esperaram meia hora pela ambulância, que não apareceu.

A criança, que foi colhida por um carro, às 8.43 horas, numa passadeira do centro da cidade de Beja, foi inicialmente socorrida no Centro de Saúde, situado junto ao local do acidente. Só que, face à gravidade dos ferimentos, houve necessidade de a transferir para o hospital de Beja. O Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) de Lisboa e Vale do Tejo terá accionado o pedido de meios de socorro, mas sem êxito.

Em desespero, acabou por ser um médico a "vestir a pele" de bombeiro e o seu carro pessoal a substituir-se ao do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

Com o consentimento dos pais da vítima, o clínico arriscou o transporte até ao hospital, fazendo-se acompanhar da mãe do menino e de mais dois colegas médicos.

A decisão foi tomada por Edite Spencer, directora em exercício do Centro de Saúde, depois de uma espera infrutífera pela Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) ou da viatura 112 estacionada nos bombeiros, já que a gravidade da situação foi comunicada, por três vezes, ao CODU de Lisboa e Vale do Tejo. A primeira chamada foi feita pela condutora da viatura que atropelou a criança e as restantes pelo próprio Centro de Saúde.

"Assumimos a responsabilidade do transporte da criança, face ao seu estado e há inexistência de um meio de socorro", disse, ao JN, Edite Spencer.

Após o acidente, foi accionado o 112, tendo a Polícia feito deslocar para o local uma viatura de prevenção de acidentes da Esquadra de Trânsito.

Ao JN, o sub-Comissário Graça confirmou que "não compareceu qualquer ambulância" para socorrer a criança, de ascendência ucraniana.

Fonte do Hospital de Beja informou, entretanto, que "o estado grave da criança" levou a que a mesma fosse evacuada para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, "acompanhada de um médico e de uma enfermeira".

Edite Spencer revelou que o caso "foi de imediato participado à Administração Regional de Saúde do Alentejo" e acrescentou que vai ser elaborado um relatório com "as razões que levaram à forma de transporte da criança".

Pedro Coelho, porta-voz do INEM, reconheceu que o CODU recebeu uma chamada e as 112 duas chamadas, mas "em nenhuma das três foi feito qualquer pedido de socorro, nem tão pouco dada informação sobre o estado clínico da criança".

Fonte: Jornal Noticias

Uma situação que somente vem a reflectir a situação do socorro a nível nacional na área do Pré-Hospitalar, onde um instituto público “INEM” governa esse sector de uma forma grosseira e incompetente, ignorando pessoas e entidades.

É lamentável que pessoas com formação académica resolvem transportar uma criança em estado grave em veículo particular, se o 112 e o INEM não dão resposta, o que é normal hoje em dia, bastava ligar para os Bombeiros locais que a resposta seria atempada e correcta.

terça-feira, junho 17, 2008

O INEM chega a todos os cantos


Não é uma foto montagem, esta viatura estava estacionada juntamente com outra na praça do senado em Helsínquia, foto tirada por Diana Sousa.

Enquanto o país esta a passar uma grave crise económica, o INEM anda a passear pelas belas cidades da Europa, certamente a fazer turismo as custas dos contribuintes portugueses.

quarta-feira, junho 11, 2008

INEM tem plano de contingência para contornar falta de combustível

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) tem um plano de contingência que accionará se faltar combustível para a actividade das ambulâncias que opera...

que ainda não se regista por causa da paralisação dos transportes de mercadorias. Fonte do instituto disse à Lusa que, para já, ainda não se regista qualquer falta de combustível para as 79 ambulâncias que opera directamente, de um total de 284 de que dispõe e que se encontram junto de várias entidades, como os bombeiros.

No caso do combustível começar a faltar, o que depende de uma série de factores, como a duração do protesto ou a actividade do INEM, este instituto accionará o plano de contingência que permitirá o abastecimento das suas viaturas. A falta de combustível é uma das consequências da paralisação dos transportadores de mercadorias, em protesto contra o aumento dos combustíveis.

Por acaso gostaria de saber que tipo de plano contingência que o INEM tem, certamente nenhum, somente shou-off , nada mais, os seus meios iram parar como os da outra entidades

quarta-feira, junho 04, 2008

INEM gastou cerca de 123 mil euros em exercício da NATO

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) gastou cerca de 123 mil euros com a participação no exercício da NATO na Finlândia...

verba justificada com a "oportunidade de excelência" para "desenvolver capacidades, treinar profissionais e corrigir deficiências". O INEM representa Portugal, desde domingo e até quinta-feira, em Helsínquia num exercício da NATO, denominado "Uusimaa 2008", que tem como objectivo testar a capacidade de resposta a uma forte cheia em que infra-estruturas são contaminadas, algumas com risco químico, biológico e radiológico.

Os cerca de 123 mil euros incluem a deslocação do pessoal, alimentação, gasóleo e ajudas de custos. Em declarações aos jornalistas, o presidente do INEM, Abílio Gomes, disse que a participação do Instituto nesta missão é "de interesse nacional", considerando que esta "é uma oportunidade de excelência" para "desenvolver capacidades, treinar os profissionais e corrigir todas as deficiências". O INEM "representa o país num fórum de cooperação internacional que está bem definida", afirmou, adiantando que Portugal já tem a capacidade para actuar em situações com ambiente contaminado, mas ainda "não é abundante".

Segundo Abílio Gomes, as Forças Armadas e o INEM é que têm actualmente esta capacidade em Portugal. O INEM tem esta "responsabilidade, mas tem que mantê-la e aperfeiçoá-la", disse, para realçar a importância da participação portuguesa no exercício da NATO.

O Instituto Nacional de Emergência Médica participa no treino com uma equipa de 42 elementos, entre médicos, enfermeiros, técnicos de ambulância de emergência, elementos da logística e telecomunicações. No exercício, o INEM efectua triagem das vítimas e presta cuidados médicos em ambiente contaminado, faz a descontaminação e realiza a triagem secundária, estabilização e evacuação das vítimas, além de ter montado um hospital de campanha.

A equipa portuguesa está a utilizar no exercício uma parte do hospital de campanha, uma ambulância, uma viatura logística, duas 'pickups', um jeep das telecomunicações, duas viaturas NRBQ (ambiente nuclear, radiológico, biológico e químico). O valor do equipamento transportado pelo INEM é de 1,6 milhões de euros.

quinta-feira, maio 15, 2008

Alijo,campanha eleitoral ou pressões políticas.

Os Bombeiros do concelho de Alijó foram contemplados com um curso de tripulante de ambulância de socorro dado pela Escola Nacional de Bombeiros, com agravante do respectivo curso ser dado em Alijó.

No meu corpo de Bombeiros tenho vários elementos a espera de tirar a formação de TAS, já efectuaram os testes psicotécnicos e as avaliações necessárias a alguns anos, mas nem a ENB nem o INEM os chama para tira o curso de TAS, será que o meu corpos de Bombeiros terá que deixar morrer uma pessoas para ter formação e passar a PEM?

Pelos visto sim, se analisarmos o que se esta a passar em Alijó, onde depois do caso lamentável que manchou o nome dos Bombeiros Portugueses, os Bombeiros desse concelho foram contemplado com formação, verbas e meios, isso somente existiu por pressões politicas ou uma forma campanha eleitoral por parte do senhor Duarte Caldeira, candidato a LBP.

Somente espero que esses elementos consigam acabar o curso, e pelo tipo de pessoas apresentadas na televisão será difícil, mesmo que eles acabem o curso, duvido se alguma vez esses elementos efectuaram serviço na área do pré-hospitalar.

domingo, abril 27, 2008

Enfermeiros de limpeza ao domicilio


Um novo dilema foi criado com a profissão de enfermagem, as universidades de enfermagens terão que reformular os conteúdos programáticos dos cursos de enfermagem existentes, com um a nova disciplina curricular, “ Limpeza de habitações”, uma disciplina que á muito devia existir, porque a grande maioria dos licenciados que saem das universidades não apresentam conhecimentos de limpeza e de higiene, sendo essa área efectuadas por outras classes profissionais, onde a classe de enfermagem viu nessa área mais uma forma de emprego e se propõem subestimar as empregadas de limpezas existentes que executam essas funções a décadas, por enfermeiros altamente especializados nas técnicas de limpeza de habitações.

Assim dias negros se esperam para as empregadas de limpeza, que iram para o desemprego, perdendo-se décadas de conhecimentos na área de limpeza

sexta-feira, abril 18, 2008

Resposta ao sindicato dos enfermeiros

Em relação a afirmação do Sr. Enfermeiro José Correia de Azevedo de chamar de ignorantes aos Bombeiros Portugueses em matéria de suporte básico de vida, devo informar esse iluminado que devia era se preocupar com a formação da sua classe, porque em Portugal o que é mais fácil de se ver é enfermeiros sem saberem efectuar Suporte Básico de Vida, e os que sabem a grande maioria deles anda desactualizada em relação aos actuais protocolos.

Se existem enfermeiros no desemprego, o problema é vosso, mas o que é mais fácil é ver enfermeiros com vários empregos ou tachos, como depois se anda a forma enfermeiros a martelada, que depois nem servem para serem tripulantes de ambulância.

Em relação a preocupação dos enfermeiros pelo Pré-Hospitalar, em primeiro lugar deviam era ver o regulamento de transporte de doentes e qual a posição dos enfermeiros no Pré-Hospitalar, antes de opinarem as suas difamações.

Já agora se estão mesmo preocupados com o Pré-Hospitalar, podem se inscrever nos Bombeiros, serviços não faltam, somente existe um problema, não existe vencimentos, e a única regalia existente é não pagar taxa moderadora no SNS, tem graça Sr. Azevedo.

terça-feira, abril 01, 2008

Em Portugal temos um verdadeiro Sistema Integrado de Emergência

Para os menos atentos este artigo foi efectuado no dia das mentiras, como tal não corresponde a realidade de Portugal, ou seja tudo esta invertido em relação ao artigo.

Em Portugal existe um verdadeiro Sistema Integrado de Emergência Médica “SIEM”, onde um cidadão em caso de urgência ou emergência, pode recorrer ao número Europeu de emergência e expor a uma central competente o seu problema, onde o seu pedido será analisado por profissionais altamente competentes, e a sua situação sempre resolvida, podendo ser encaminhado a um serviço de saúde indicado a sua situação, como centro de saúde local, SAP, CATUS ou a uma unidade hospitalar e em caso de necessidade será accionado gratuitamente meio de transporte a condizer com a sua situação clínica ou meios de socorro altamente especializado.

Em Portugal existe um verdadeiro SIEM, onde as entidades são dotadas de recursos financeiros para terem meios humanos e mecânicos permanentemente para entrevirem nas missões de socorro pedidas pelas centrais de socorro, onde existem reuniões nacionais, distritais ou concelhias periodicamente com todos intervenientes, onde se expõem os problemas e se tenta arranjar soluções.

Em Portugal todas as tripulações de ambulância têm formação, competências técnicas e material para poder entrevir em situações críticas, como todos os actos são provisionados por pessoas competentes, as equipas são acompanhadas e apoiadas por entidades que olham pelo seu bem-estar quer a nível de saúde física ou psíquica.

Em Portugal temos cidadãos que conhecem o SIEM e sabem actuar numa situação de emergência e sabem a importância dos meios de socorro e dos serviços de urgência, somente os usam em caso de verdadeira necessidade.

Em Portugal temos um verdadeiro Sistema Integrado de Emergência

quarta-feira, março 19, 2008

Actualmente, a ENB não consegue acreditar formadores em quantidade suficiente

O futuro modelo da Escola Nacional de Bombeiros (ENB) deverá incluir equipas de formação em todos os concelhos do País, defendeu ontem o director da instituição, Duarte Caldeira. “Actualmente, a ENB não consegue acreditar formadores em quantidade suficiente para poder fazer uma cobertura de formação certificada nos concelhos do Continente”, reconheceu o responsável, salientando que serão precisas 278 equipas de três elementos, uma para cada concelho.

Correio da manhã 16/03/2008


A escola nacional de bombeiros tem varias centenas de formadores externos parados a vários anos a espera que a ENB lhe mande dar formação aos corpos de Bombeiros, formadores que dão a titulo gratuito formação aos seus corpos de Bombeiros e a muitos outros corpos de Bombeiros por amizade, cursos principalmente de TAT, SD e condução todo terreno, mas ENB se recusa accionar esses formadores para dar formação aos corpos de Bombeiros sem formadores, formação que é paga pela a ENB aos formadores.

  • Se o Sr. Duarte Caldeira se diz que a ENB não tem capacidade de creditar mais formadores em quantidade suficiente, como justifica da existência de tantos formadores parados a vários anos a espera de dar formação alem dos seus corpos de Bombeiros?

  • Se, se diz toda a formação que passa pela a ENB e comparticipada por fundos da comunidade europeia, onde andam as verbas de centenas de curso dados a titulo gratuitos pelos formadores externos?

  • Se a ENB não tem capacidade de formar Bombeiros, talvez o Sr. Duarte caldeira tente justificar como a ENB dá mais formação a empresas privadas e a outras entidades do que aos Bombeiros portugueses?



    A vários anos que a formação certificada para os bombeiros portugueses foi reduzia a valores irrisórios e insignificantes para as necessidade, deixando a grande maioria dos Bombeiros Portugueses sem formação ou com formação caducada, e o pior é que existem formadores disponíveis para dar formação. Não se percebe muito bem as afirmações do Sr. Duarte Caldeira, porque a situação vivida actualmente a nível da formação é da responsabilidade dele.

segunda-feira, março 17, 2008

Bombeiros esperam retomar trabalho com INEM após Páscoa

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) espera retomar na semana a seguir à Páscoa o trabalho de reformulação da rede nacional de socorro Pré-Hospitalar com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), anunciou hoje Duarte Caldeira, presidente da LBP.

Diário Digital


Julgo que dificilmente ira surgir alguma alteração de atitude por parte do INEM em relação aos Bombeiros Portugueses, o INEM ira dar certamente a continuação ao projecto da criação da rede própria de ambulâncias de socorro, gastando milhões aos contribuintes servindo-se dos Bombeiros para efectuar os serviços que não tenham capacidade de os efectuar ou o que não lhe interessem efectuar.

quinta-feira, março 13, 2008

INEM não fiscaliza empresas privadas de transporte de doentes

Não há está a ser desenvolvida qualquer actividade de fiscalização das empresas privadas que transportam doentes..."

A denúncia é feita pelo presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Duarte Caldeira, que afirma que depois de licenciar as empresas, o INEM não controla a sua actividade.
Actualmente existem em Portugal pouco mais de uma centena de empresas a operar no transporte de doentes.
A sua missão não é prestar socorro nem fazer emergência pré-hospitalar mas transportar doentes para consultas ou tratamentos.
Para que comecem a operar no mercado, a lei define uma série de requisitos e incumbe o INEM de os verificar e atribuir o respectivo alvará.
Exemplos: cada ambulância tem de possuir uma tripulação de dois elementos (motorista e segundo elemento para assistir o doente) e equipamentos mínimos para prestar o serviço.

No acidente de ontem apenas seguia na ambulância uma tripulante, que conduzia o veículo.
Compete também ao instituto definir os conteúdos das 35 horas de formação a que são sujeitos os
tripulantes de ambulância de transporte e que depois são dadas pela Escola Nacional de Bombeiros ou por entidades certificadas pelo INEM.
Depois deste processo, raramente o INEM monitoriza e acompanha o desempenho destas entidades privadas. Apenas nos casos em que há denúncias é que o INEM tem actuado, reconhece fonte oficial do instituto,"Se o alvará foi dado há dez anos, como se garante que as empresas continuam a cumprir os requisitos segundo os quais foram licenciadas?", questiona Duarte Caldeira, temendo que haja falhas e riscos para os doentes.

Esta falha será colmatada em breve com a contratação de mais profissionais para proceder fiscalização, adianta o INEM.
No que diz respeito às empresas que operam sem alvará, a fiscalização compete às autoridades.
Na formação dos tripulantes de ambulância de transporte não há conteúdos específicos dirigidos àcondução.
O que, explica fonte do INEM, não se justifica, pois as empresas não actuam em situações de emergência e sob grande pressão.
Já os técnicos do instituto têm esta formação.
A Liga considera que, mais do que proporcionar aulas de condução defensiva aos condutores, é preciso aferir as suas condições psicológicas e emocionais para conduzir sob stress. O que pode passar pela realização de testes psicotécnicos específicos.

Escrita por: Diário de Notícias Em:2008-03-12

O senhor Duarte Caldeira tem toda a razão em denunciar a falta de fiscalização das empresas de transporte de doentes, mas o senhor Duarte caldeira devia era estar preocupado porque a grande maioria dos corpos de Bombeiros Portugueses não cumpre o regulamento de transporte de doentes, onde facilmente se detecta ambulâncias de socorro dos corpos de Bombeiros somente tripulada por TAT ou mais grave somente por um TAT a conduzir a efectuar serviços de emergência, para provar isso basta ver algumas noticias nos últimos meses.

A fiscalização é necessária e urgente, mas depois não se queixem das consequências da fiscalização.

quinta-feira, março 06, 2008

Erro da central telefónica atrasa socorro a vítima de hemorragia


Um alegado erro do CODU (Centro de Orientação de Doentes Urgentes) provocou um atraso na prestação de socorro a um médico de 51 anos, com graves hemorragias, que acabou por falecer a 500 metros do quartel dos Bombeiros de Samora Correia, Benavente.

A família ligou para o 112 a pedir uma ambulância e, ao que O MIRANTE apurou, por lapso foi activada uma ambulância de Almeirim para responder à emergência o que atrasou o socorro.
Quando chegou ao local a viatura médica de Vila Franca de Xira a vítima já se encontrava em paragem cardio-respiratória.
Jorge Bento, médico do Hospital de Vila Franca, tinha feito intervenção cirúrgica à traqueia. Faleceu na madrugada de 28 de Fevereiro.

O comandante dos bombeiros de Samora Correia, Miguel Cardia, não se conforma com a confusão gerada. “Que esta situação não sirva apenas para mais uma punição exemplar de quem errou, pois o que está mal é a teimosia e o autismo patente no sistema”.

A família admite processar o INEM, que já admitiu que houve falha grave e vai abrir um inquérito para apurar responsabilidades.

Jornal “O Mirante”.

Mais um erro lamentável da central CODU de difícil compreensão, como foi possível que nenhuma identidade envolvida, não se tenha apercebido que existia um quartel de Bombeiros a 500 metros do local da ocorrência?

Situações idênticas acontecem frequentemente a nível nacional, principalmente quando a central CODU prefere acciona as ambulâncias de socorro do INEM, ignorando completamente as ambulâncias de socorro dos corpos de Bombeiros locais, que se encontram mais perto das ocorrências, pondo em risco o socorro ao cidadãos.

quarta-feira, março 05, 2008

Apagar fogos...de táxi




Apagar fogos... de táxi Bombeiros de Castro Daire sem viaturas suficientes para a próxima época de incêndiosOs bombeiros voluntários de Castro Daire estão sem viaturas suficientes para enfrentar a próxima época de fogos. A crise é tal que o presidente da direcção diz que os homens podem ser obrigados a ir apagar fogos… de táxi.

Não faltam bombeiros, faltam carros para combater mais do que um incêndio em simultâneo.

Depois de alertadas no último Verão, as autoridades distritais prometeram reforçar os meios com uma viatura de primeira intervenção.

O presidente dos bombeiros de Castro Daire questiona a utilidade prática da lei e do levantamento das necessidades feito no final da última época de incêndios.·"A lei está no papel só", afirma António Pinto. "Quem quer viaturas vai ter de arranjar: ou vai para a estrada ou, não a tem, e anda de táxi", ironiza o responsável.
Na corporação o desalento é indisfarçável. Apesar de estarem numa região de alto risco, se não houver um reforço de viaturas os bombeiros vão iniciar a época de fogos só com um autotanque, uma viatura média de combate e um carro de primeira intervenção.
Fonte SIC
Esta noticia somente mostra que a ANPC anda a brincar com os Bombeiros Portugueses, para umas coisas existem milhões, mas para comprar equipamento para os Bombeiros nunca existe dinheiro.

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Cheias no distrito de Lisboa


No dia 18 de Fevereiro o distrito de Lisboa foi atingido por uma forte enxurrada, os Bombeiros do distrito tiveram cerca de 1960 ocorrências, resultou a morte de três cidadãos, foram salvos cerca de 121 cidadãos apanhados desprotegidos nas águas revoltas.

No terreno como sempre estiveram os Bombeiros locais, 2900 homens mais de 300 viaturas, onde o seu sistema conjuntural e proximidade as populações tiveram que dar resposta atempadamente a todos os pedidos de socorro, onde na falta de meios a condizer com a situação, improvisou-se com o que se tem e não tem.

Não existiu outra entidade a auxiliar as populações além dos Bombeiros, aonde esteve a resposta rápida criada recentemente pelo governo, quer os GIPS da GNR e os Caneirinhos?

Onde andavam os meios aéreos para auxiliar os Bombeiros nas operações de resgate dos cidadãos?

Mais uma lição que muita gente não quer aprender, que a melhor solução para o socorro em Portugal é na aposta das entidades locais, principalmente nos Bombeiros.

domingo, fevereiro 17, 2008

Estou sozinho...


As frases mais ouvidas ultimamente

sábado, fevereiro 16, 2008

EIP fora da emergência pré hospitalar

O Governo pretende criar, até 2009, 200 Equipas de Intervenção Permanente (EIP), resultantes da congregação de esforços entre a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), as Câmaras Municipais e as Associações Humanitárias de Bombeiros.

Foi nesse quadro que foi publicada a Portaria n.º 1358/2007, de 15 de Outubro, que regulamenta a organização e a actividade futura das EIP.

Cada uma será composta por cinco bombeiros e terá por principal missão o combate a incêndios e o socorro às populações em casos de acidentes e catástrofes. Mais concretamente, em termos de missões, as EIP visam assegurar, em permanência, o socorro às populações, designadamente nos casos de combate a incêndios florestais, em caso de fogos, inundações, desabamentos, abalroamentos e em todos os acidentes ou catástrofes, e ainda no auxílio a náufragos.

As Equipas deverão ainda prestar socorro complementar, em segunda intervenção, em desencarceramentos ou apoios a sinistrados no âmbito da urgência pré-hospitalar, não podendo, contudo, substituir-se aos acordos com a autoridade nacional de emergência médica.

Fonte Diário de Viseu

Para quem conhece minimamente o sistema de socorro em Portugal, facilmente ira ver esses elementos a fazer um pouco de tudo, consultas, emergências médicas, transferências etc. Menos efectuar serviços para qual foram criados.

Serão usados a 100% a primeira intervenção na área do pré-hospitalar, área que não tem capacidade na primeira intervenção, porque qualquer acordo existente entre o Serviço Nacional Saúde e o Instituto Nacional de Emergência Médica, não contempla equipas em permanência para áreas do pré-hospitalar, nem verbas financeiras para a sua criação, e qualquer serviço que ocorra nessa área será efectuado por esses elementos, porque dificilmente existira outros elementos disponíveis para os efectuar.

Uma situação facilmente detectada se existir fiscalização, mesmo durante o verão muitos elementos afectos ao dispositivo de combate aos incêndios florestais são usados periodicamente para socorrer cidadãos na área do pré-hospitalar, uma realidade que muitas gente teima em esconder.

5 Elementos somente asseguraram 8 horas diárias, quem socorro a população nas outras 16 horas diária?

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Serviço mínimo para ser Bombeiro “Voluntário”

Em declarações ao Cidade Hoje, João Castro Faria explica que a regulamentação prevê um número mínimo de horas de serviço operacional para os bombeiros voluntários. Esse período ainda não está quantificado, mas em caso de incumprimento os bombeiros passarão a fazer parte do quadro de reserva, ficando impossibilitados de participar no serviço operacional. Por outro lado, a extinção do quadro de especialistas auxiliares, composto por elementos que não tinham conhecimentos técnicos (por exemplo motoristas), coloca maiores entraves. «Tudo isto vai no sentido de nos limitar em termos de gestão de recursos. Diminui a capacidade de resposta e aumenta a exigência daqueles que, sendo voluntários, têm que dispensar o seu tempo para essa missão», sublinha.

Uma medida somente peca por tardia, porque o que existem mais em Portugal são Bombeiros virtuais, que são tudo menos Bombeiros voluntários, normalmente somente aparecem nas festas ou para efectuarem serviços no dispositivo de combate a incêndios, não tem formação nem querem formação, e quando fazem alguma coisa fazem-na sempre mal, pondo a vida deles e dos outros em risco.

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Demissão do presidente do INEM


A substituição do Presidente do INEM já se esperava a muito, e era aclamada por muita gente, motivada pela politica imposta no SIEM.
Uma política egocêntrica e megalómana, onde resultou na decadência do sistema integrado de emergência médica, motivado com a falta de diálogo entre esse instituto e as identidades pretendentes ao sistema, que levou a esquecer por completo os deveres constitucionais do seu instituto.
Esse senhor simplesmente ignorou completamente as outras identidades pretendentes ao Sistema, como acabou com algumas, como no caso das ambulâncias da PSP, onde para isso gastou os seus “ovos” guardados para fazer uma bela omelete, preferencialmente amarelada para se distinguir dos outros, e por outro lado as outras identidades pertencentes ao sistema tinham que manter uma estrutura idêntica, quer em quantidade quer em qualidade, consumindo unicamente as cascas dos ovos que sobravam da omelete, servida somente para alguns.

A publicidade efectuada, mostrava um sistema integrado, uma rede de VMERs e ambulâncias espalhadas de norte a sul do país até nas zonas mais inóspitas, a funcionar a 100%, que motivou o Ministro da Saúde fechar muitos centros de urgência, acreditando num sistema digno e que respondia as necessidades da população em caso de necessidade.

Não demorou muito para a realidade vir ao de cima, e a existência de varias mortes de cidadãos por culpa directa do sistema, que mostrou uma realidade conhecida por muita gente, e esse senhor tentou dar o ultimo golpe no seu parceiro mais directo “ Bombeiros Portugueses” divulgou o que não devia, e saiu o tiro pela culatra, deu um tiro nos próprios pés, esqueceu-se completamente dos seus deveres constitucionais e de quem era o responsável pelo sistema.

Isso custou a substituição do Ministro da Saúde e a dele próprio, somente espero que a sua substituição não passe de uma operação de cosmética por parte do governo na política na área do pré-hospitalar, operações de cosmética que esse senhor já nos habitou nos últimos anos para mostrar uma realidade que não correspondia a realidade, como a que hoje passa no canal público da televisão, uma reportagem alargada mostrando a e imagem e política geocentrista desse senhor já demitido.

Para esse senhor, um adeus para sempre.

terça-feira, fevereiro 05, 2008

DAE



Cardiologista aplaude a iniciativa da Sonae e diz que os bombeiros deviam poder usar os aparelhos de reanimação. «O INEM está a precisar de uma limpeza», acusa«Qualquer cidadão que tenha formação tem competência para usar um desfibrilhador, porque agora esses aparelhos são automáticos», defende Carlos Ramalhão, antigo presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia.


Recorde-se que os bombeiros estão impedidos pelo INEM de utilizar cem desfibrilhadores, comprados desde 2004, altura da morte do jogador Fehér. No entanto, os seguranças dos hipermercados da Sonae, por onde passam semanalmente dois milhões de portugueses, já utilizam estes aparelhos de reanimação cardiorespiratória há cerca de quatro anos.


O cardiologista considera que «o INEM está a precisar de uma limpeza», porque não permite que os bombeiros utilizem os aparelhos, mesmo tendo formação.


Contactado pelo Portugal Diário sobre esta situação, o INEM apenas diz: «Preferimos não comentar», disse fonte do gabinete Luís Cunha Ribeiro.


Segundo o cardiologista Carlos Ramalhão, o funcionamento do desfibrilhador automático é simples. «Basta colocar o desfibrilhador na vítima que ele faz a avaliação do corpo e efectua a descarga eléctrica».


O aparelho devia existir «em qualquer lado que se junte gente, como estádios, centros comerciais», defende. Os desfibrilhadores já são vulgares nos Estados Unidos. «Em Nova Iorque, no aeroporto Kennedy, há um desfibrilhador à entrada de cada uma das mangas para os aviões», recorda.


Usar o desfibrilhador é um dever de cidadania, quem o faz está a salvar uma vida», acrescentou.


Como são feitos os cursos?


A responsável pela Associação Salva-Vidas que ministrou o curso de reanimação na Sonae confirmou ao Portugal Diário que apenas os seguranças da empresa tiveram formação para a Desfibrilhação Automática Externa (DAE). «Foi apenas aos seguranças», vincou a directora e médica Cristina Granja. As caixas e outros funcionários destas grandes superfícies não possuem essa formação. Os cursos são dados por «formadores creditados e profissionais da Saúde», esclareceu.


Bombeiros têm formação semelhante, os bombeiros voluntários fazem formação em hospitais públicos. Este curso para DAE pode ser ministrado no Hospital Amadora-Sintra e no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, segundo informações prestadas pelo Comandante da Liga dos Bombeiros Portugueses, Fernando Vilaça.


Estes cursos são continuados, ou seja, os formadores fazem um acompanhamento periódico dos formandos, recebendo relatórios do seu uso dos desfibrilhadores. No entanto, os bombeiros ainda não tiveram possibilidade de salvar vidas com os cursos que têm tido.


sábado, fevereiro 02, 2008

A Inspecção-Geral das Actividades da Saúde abriu um inquérito e vai averiguar como foi tornada pública a conversa.

A Inspecção-Geral das Actividades da Saúde abriu um inquérito à operação de socorro ao homem que morreu em Alijó e vai averiguar como foi tornada pública uma conversa entre o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e os bombeiros.Fonte do Ministério da Saúde revelou que o processo de inquérito que a IGAS instaurou vai avaliar a resposta dada a um pedido de socorro a António Moreira, 44 anos, que faleceu na madrugada de 22 de Janeiro, em Alijó, depois de uma queda.

Em análise vão estar as respostas desencadeadas desde que foi feita a chamada para o número europeu de socorro (112) que, segundo um familiar da vítima, foi feita às 03h30.Segundo Manuel Lopes, cunhado da vítima, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Vila Real apenas chegou à aldeia "duas horas depois".

O familiar lamentou a morte do cunhado "por falta de assistência do INEM" e ameaçou avançar com um processo judicial contra aquele instituto de emergência médicaContactada pela Lusa, fonte do INEM referiu que o pedido de socorro foi feito por volta das "03h40" e que, logo nesse primeiro contacto, a família já avançava que o homem estaria morto.

Na gravação daquela chamada telefónica, o irmão do falecido afirmava que este já se encontrava morto, que sangrava pela boca e que já não respirava.O INEM accionou os bombeiros de Favaios, através de uma chamada feita às "03h51" - que demorou perto de oito minutos - ao mesmo tempo que solicitava os serviços da VMER de Vila Real.

Por falta de tripulação dos bombeiros de Favaios, já que o motorista se encontrava de serviço sozinho, o INEM teve de chamar os soldados da paz de Alijó, que também só tinham um elemento na corporação.

O comandante dos bombeiros de Alijó, António Fontinha, referiu que a sua corporação recebeu a chamada às "04h01" e que chegou a Castedo às "04h15".Este responsável explicou que, apesar de só um funcionário se encontrar na corporação durante a noite, os outros elementos estão ao serviço de chamada e que são accionados em "segundos".

A Lusa contactou o comandante dos bombeiros de Favaios que se limitou a confirmar a hora do contacto efectuado pelo INEM.António Fontinha realçou as dificuldades de circulação nas estradas, devido às condições meteorológicas nomeadamente o nevoeiro intenso, as mesmas condições que, segundo o INEM, condicionaram também a chegada da VMER a Castedo.

A viatura de emergência demorou, segundo o INEM, "40 minutos a chegar" e, segundo António Fontinha, "50 minutos" até chegar perto da vítima, tendo apenas confirmado o óbito.

A IGAS vai igualmente averiguar como é que uma chamada entre a operadora do INEM e os Bombeiros, com vista à activação dos meios de socorro a António Moreira foi parar à comunicação social.


Espero que se investigue e que se puna os culpados, porque essas chamadas são confidenciais, pelo menos deviam.

quinta-feira, janeiro 31, 2008

Correia Campos demitiu-se



Um Ministro que controlou, pela primeira vez, o horário e a assiduidade dos médicos e funcionários do SNS, atacou os lóbis das farmácias e da indústria farmacêutica, controlou as despesas hospitalares, apostou nos médicos de família e nos cuidados primários, estava a fazer tudo bem, até cometer um erro.


Acreditou nas palavras do presidente do INEM, acreditou na existência de verdadeiras centrais de emergência, de uma rede de ambulâncias, helicópteros e de VMERs em quantidade e qualidade, que prestariam melhor serviço que os serviços de urgência e de maternidades abertos aos públicos, assim o senhor Ministro mandou encerrar serviços de urgência e maternidades sem qualidade, acreditando num serviço pré-hospitalar seria melhor opção para o país, onde os doentes seriam socorridos, transportados para unidades hospitalares referenciadas com uma qualidade de serviço muito superior.


Durou muito pouco para que o senhor ministro ter-se apercebido que tinha sido enganado, e tinha cometido um erro grave, as pessoas começaram a morrer por falta de assistência, dentro das suas casas, na via pública e a entrada dos serviços de urgência encerrados, motivado tudo pela falta de meios de socorro na área do pré-hospitalar, cominando tudo na transmissão do telejornal da SIC de numa chamada de socorro real, cedida pelo INEM, entre um cidadão, central do CODU e os Bombeiros de Favaios e Alijó, mostrou a nação a verdade omitida por muita gente durante muitos anos, falta de tripulações para as ambulâncias, a falta de meios do INEM, falta de verdadeiras centrais de emergência, VMERs hospitalares INOPS ou que podem passar a indisponíveis por alguém assim entende, chamadas de socorro mal efectuadas, mal recebidas e geridas, que duram uma eternidade, um socorro demasiado demorado e lento, onde o faz tecnicamente inviável para salvar alguém, descoordenação entre o INEM e os Bombeiros, e na inexistência de qualquer protocolo entre essas duas identidades, para sustentabilidade para originar a existência de uma rede de ambulâncias real, em quantidade e qualidade.


Nada que eu não tenha alertado nesse Blogue, assim o Ministro Correia de Campos caiu como um Bom guerreiro: no campo de batalha, somente espero que os verdadeiros culpados tenham o mesmo destino.

segunda-feira, janeiro 14, 2008

Liga quer que Ministério da Saúde defina papel dos bombeiros no socorro pré-hospitalar

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) considera que o Ministério da Saúde tem desvalorizado o papel dos bombeiros na prestação de cuidados de saúde e desafiou hoje a tutela a definir qual vai ser o papel destes profissionais no socorro pré-hospitalar
O presidente da LBP disse, no final de uma audiência com a secretária de Estado Adjunta da Saúde, Cármen Pignatelli, que passou a deter a tutela do INEM, que no actual contexto de reestruturação do sector da saúde, é «indispensável» perceber aquilo que para o Ministério da Saúde é o papel do «parceiro bombeiro» em matéria de socorro pré-hospitalar
Das duas uma, ou o Ministério da Saúde quer criar uma rede de ambulâncias própria e entregá-la ao INEM, prescindindo dos bombeiros, ou ao querer continuar a ter os bombeiros como parceiro, terá de os tratar como tal e ter em consideração as suas opiniões e ter em consideração as suas expectativas e ter em consideração os seus recursos, os seus meios e as suas qualificações», defendeu Duarte Caldeira
papel dos bombeiros no socorro pré-hospitalar ganhou maior relevância com o encerramento de maternidades e serviços de urgência e com o consequente aumento do número de pedidos de transporte e distâncias percorridas
A Liga de Bombeiros entende que os bombeiros têm sido desvalorizados e, nas palavras de Duarte Caldeira, trata-se de "uma situação que os bombeiros não estão dispostos a continuar a aceitar.
«Não aceitamos que seja desvalorizado o papel que - e não fazemos aqui qualquer evocação do património histórico porque esse é evidente - é hoje a intervenção qualificada dos bombeiros no pré-hospitalar (porque) os bombeiros dispõem de tripulantes (de ambulância) tão qualificados como o Instituto Nacional de Emergência Médica, os bombeiros tem uma distribuição geográfica nacional que o INEM não tem e portanto achamos que chegou o momento de o Ministério da Saúde, de uma forma clara, dizer se conta ou não conta com os bombeiros para a rede nacional de ambulâncias de que o país precisa», rematou.
O presidente da LBP admitiu que saiu da reunião satisfeito com a receptividade de Cármen Pignatelli às posições dos bombeiros, tendo ficado acordado que durante a próxima semana a LBP irá entregar à secretária de Estado um memorando com os pontos que os bombeiros consideram essenciais «para que de uma forma muito rápida» sejam alcançadas conclusões que depois possam orientar uma intervenção futura.


Lusa / SOL

PS...Enquanto existirem corpos de Bombeiros que efectuam serviço na área do Pré-Hospitalar sem cumprirem o regulamento de transportes, a LBP não se pode exigir nada nem lutar por nada, os Bombeiros actualmente deviam somente efectuar os serviços para qual tem capacidade de os efectuar cumprindo a lei , é uma questão de principio , as consequências é um problema do SNS e do INEM.

quarta-feira, janeiro 09, 2008

TAS vs TAE


Em Portugal a nível de emergência existem situações inéditas, no curso de Tripulantes de Ambulância de Socorro administrado pelo INEM os formando que frequentam a mesma acção de formação no final do curso os são designados de duas maneiras diferente, uns são chamados Técnicos de Emergência Médica “ TAE “outro são Tripulantes de Ambulância de Socorro “TAS”.

Uma situação inédita em Portugal e mesmo na Europa, onde para o mesmo tipo de formação dado pela mesma identidade formadora, existem dois perfis saída profissionais no final da acção de formação.

Na pesquisa efectuada, a existência dos Tripulantes de Ambulância de Socorro esta devidamente regulamentada na lei portuguesa, quer a nível da sua formação quer a nível das suas competências, bastando consultar a Portaria nº439/93 de 27 de Abril de 1993ou a Agencia Nacional de Qualificações “ANQ” , somente não esta regulamentada a tabela salarial nem a progressão de carreiras, uma situação estranha.

A situação dos Técnicos de Emergência Médica, a sua existência somente esta dependente da existência de um concurso publico para a contratação de pessoas para tripularem as ambulâncias de socorro do INEM, onde se pede que as pessoas sejam preferencialmente Tripulantes de Ambulância de Socorro, que depois de assinarem contrato com o INEM, passam por artes magicas a Técnicos de Emergência Médica, não existindo lei portuguesa nada que defina a sua formação e competência técnicas, nem existe qualquer referencia a essa actividade profissional em outros organismo publico que regulamentam as actividades profissionais existentes no país, mas o presidente do INEM e o Ministro da saúde no seu Show-Of constante, defendem que esses indevidos são pessoas altamente qualificadas na área da emergência e do socorro, diferencia-los de outros profissionais, mas na verdade não passam de tripulantes de Ambulância de Socorro, idênticos aos que existem nos Bombeiros Portugueses e na Crus Vermelha Portuguesa.

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Não ligue 112, leve-o aos Bombeiros.

Uma frase que alguns anos saiu uma notícia num jornal diário, onde um cidadão foi aconselhado pelo 112 levar o seu familiar aos Bombeiros para ser socorrido, porque o 112 se recusou accionar meios de socorro para o local.

Hoje a situação não melhorou em nada, as recusas de accionamento de ambulância são constantes por parte do INEM, e na falta de accionamento muitos cidadãos optam por levar quem necessita de ajuda até aos meios de socorro.

Ontem um cidadão da localidade Peso da Régua preferiu em não ligar 112, optou por levar o seu familiar que necessitava de socorro directamente a ambulância do INEM que estava estacionada a frente de um serviço urgência recentemente encerrado.

Ao contrário do Bombeiros, que numa situação dessas são obrigados por lei de prestar o devido socorro ao cidadão, as tripulações do INEM não se vêm obrigados a isso, nem se designaram ver o doente, mandaram o familiar ligar 112 se quisesse ser socorrido, e assim foi, somente passado 15 minutos essa tripulação foi accionada pelo CODU para ver o doente e prestar o devido socorro e o transporte.

Se os Bombeiros Portugueses fizessem o mesmo, caía o Carmo e a trindade

quarta-feira, dezembro 26, 2007

Bloco de partos de Chaves encerra na quinta feira

Encerramento confirmado

Bloco de partos de Chaves fecha à meia-noite de quinta-feira

O Bloco de Partos da Maternidade de Chaves encerra esta quinta-feira à meia-noite, confirmou à SIC fonte hospitalar. A partir de sexta-feira, as parturientes de Chaves terão de se deslocar à maternidade de Vila Real.

De acordo com o Ministério da Saúde, o encerramento do bloco de partos ocorre depois de estarem garantidas as condições de acessibilidade a Vila Real, com a conclusão da A24. Foram ainda prometidos serviços Pré-Hospitalar, como a colocação da ambulância de suporte imediato de vida em Montalegre e da ambulância de suporte básico de vida em Chaves.

Se actualmente os CODUs “ INEM”se recusam accionar ambulâncias para parturientes de fim de tremo com contracções, alegando que essas situações não são consideradas serviço de emergência, e as mandam ligar para os Bombeiros e CVP locais, se quiserem ser transportadas de ambulâncias, será que iram accionar essas ambulâncias de socorro recentemente inventadas para transportar todas parturientes?

Actualmente a percentagem de nascimento nas ambulâncias duplicou nos últimos meses, agora duplicarão o nascimento em veículos particulares e públicos, porque com o encerramento das maternidades, os meios de socorro não chegaram para acudir a todas situações existentes, porque o tempo de transporte “Ida e volta” dos meios duplicou ou triplicou em algumas situações, e um meio de socorro ocupado, esta fora de serviço até o doente ser entregue na unidade hospitalar e de ser novamente recolocado dentro de uma área, onde o tempo de chegada desse meio de socorro a uma nova ocorrência esteja dentro do tempo recomendável para um socorro viável.

Como eu digo, serviço nacional de saúde no seu melhor.

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Feliz Natal


Meus caros usuários deste Blog, digo-vos isso com tristeza. Este ano não vai haver presépio, a vaca esta louca e não se segura nas patas…os reis magos não podem vir porque os camelos estão no governo…o burro esta foi para primeiro ministro, a estrela não aparece porque o INEM diz que é deles e não autorizam o seu aparecimento...os Bombeiros apagaram a fogueira por falta de licença camarária e pelo elevado risco de incêndios da época... a nossa senhora e S.Jose foram meter os papeis para rendimento mínimo,..a ASAE fechou o estabulo por falta de condições… o tribunal de menores ordenou a entrega do menino Jesus ao pai biológico …com tanta desgraça desejo um Feliz Natal

sábado, dezembro 22, 2007

Alerta para perigo em helicópteros



A Ordem dos Médicos alerta para o perigo de acontecerem "casos fatais", se forem colocados no terreno helicópteros de emergência a operar sem um médico, como estará previsto pelo Ministério da Saúde।

"Irá inexoravelmente assistir-se a casos fatais", estimou o bastonário em exercício da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, sublinhando que não se podem transportar doentes graves sem acompanhamento médico.

Em causa, estão os helicópteros de suporte imediato de vida (SIV) para o interior do país, cuja equipa será constituída por um técnico de emergência e por um enfermeiro. "É um acto criminoso do INEM e do ministro da Saúde", criticou ainda o bastonário em exercício dos médicos.

Para José Manuel Silva é, assim, "totalmente enganadora" a ideia de que "populações que deixam de ter médico disponível estão salvaguardas por essas viaturas".

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Ordem dos Médicos proíbe apoio telefónico a enfermeiros

A Ordem dos Médicos proíbe a ajuda por telefone aos enfermeiros que se desloquem nas viaturas de suporte intermédio de vida. Nestas ambulâncias (onze em funcionamento em todo o país), os enfermeiros recebem orientação médica através das telecomunicações à distância. Agora, a Ordem dos Médicos emitiu um parecer vinculativo para que não sejam permitidos actos médicos via telefone nestes casos específicos. Uma informação explicada pelo jornalista Jorge Correia.

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Ordem dos Médicos critica ministério


Ordem dos Médicos critica o que está a ser feito a nível da emergência pré-hospitalar e sublinha que as chamadas viaturas de suporte imediato de vida (SIVS) não substituem um médico.

José Manuel Silva, da direcção da Ordem, contesta a colocação de SIVS em locais onde vão fechar urgências hospitalares, lembrando que é em situações de emergência que um médico faz mais falta।"É incompreensível que numa situação de rotina o doente vá ao médico e numa situação de urgência o ministro da Saúde queira enviar-lhe um enfermeiro em vez do médico"- sublinhou José Manuel Silva।Outra questão que preocupa os médicos é a consulta aberta que a tutela quer implementar nos hospitais que ficam sem urgência e que já existe nos Centros de Saúde onde os SAP´s ( Serviço de Atendiemnto Permanente ) fecharam. O Conselho Executivo sublinha, em comunicado, que o ministro da Saúde ainda não esclareceu o que entende por consulta aberta e acusa a tutela de ter provocado uma tempestade para deixar tudo na mesma.José Manuel Silva considera que só mudou o nome: "É por isso que o Sr. ministro veio dizer que houve menos 700 mil consultas de SAP, quando elas passaram a ser feitas nessas consultas abertas que continuam a desempenhar a mesma função. Afinal aquilo que não tinha qualidade continua a existir só que com outro rótulo".O Conselho Executivo da Ordem dos Médicos pede ainda ao ministro da Saúde que esclareça o que entende por consulta aberta

segunda-feira, novembro 19, 2007

INEM lança campanha contra as chamadas falsas

O INEM lançou uma campanha contra as chamadas falsas, existem cerca de 24281 chamadas falsas anualmente recebidas nas centrais CODU da responsabilidade do INEM.

As chamadas falsas são um problema grave para o socorro, mas o número em causa está muito inflacionado, 24281 chamadas falsas anualmente recebidas nas centrais do CODUs da responsabilidade do INEM é um número que dificilmente corresponde a realidade, as chamadas efectuadas para o 112 são filtradas inicialmente por agentes de autoridade da PSP com formação e largos anos de experiencia, e somente depois e dependente da situação, é que os agentes passam a respectivas chamadas para os CODUs, talvez o problema seja o critério que o INEM utiliza para dominar o que é uma chamada de socorro como chamada falsa, porque esse mesmo instituto deve andar a contabilizar as chamadas de socorro dos serviços de transporte de emergência secundários como chamadas falsas, chamadas de socorros que devem ser contabilizados como de chamadas de emergência e devem ser tratadas como tal, situação que o mesmo instituto se recusa a fazer e a clarificar a situação.

Actualmente é fácil de identificar e localizar o autor de uma chamada falsa, porque o número do telefone de quem liga fica memorizada, quer na central PSP quer nas centrais do CODUs da responsabilidade do INEM, o problema é que ninguém acciona os mecanismos legais contra os infractores, porque o código penal Português penaliza quem efectua uma chamada falsa.

A campanha é de louvar e recomenda-se, mas o número 112 é da responsabilidade o MAI, Ministérios da Administração Interna, e não do Ministério da saúde muito menos do INEM, instituto que a alguns anos vem dado como sua a linha 112, que no meu aspecto funciona de uma forma ortodoxa e que necessita urgentemente ser alvo de uma reformulação por parte do MAI.

sexta-feira, novembro 09, 2007

FAP cobra 13 mil euros por socorrer pescador


FAP cobra 13 mil euros por socorrer pescadores doentes
A Força Aérea Portuguesa (FAP) reclama o pagamento de uma operação de socorro a um pescador no alto-mar, que obrigou à utilização de um helicóptero Puma durante quatro horas. O armador recusa-se a pagar.

Uma situação que lança a duvida se o socorro e o transporte em Portugal é gratuito ou não?

Os meios de socorro acarretam um custo elevado para as identidades que os detêm, existe necessidade de ter equipamento, instalações, homens formados disponíveis para as missões de socorro que possam ocorrer a nível nacional.

As identidades muitas das vezes são obrigadas a prestar um serviço sem receberem qualquer verba financeira para o prestar ou para o manter, muitas das vezes esse serviço é conseguido com o desvio de recursos financeiros, meios humanos e materiais de outras áreas primordiais da sua competência e existência.

Se as FAP procederam a uma evacuação de um doente vítima de doença súbita por ordem do INEM, a FAP deve ser reembolsada pelo serviço prestado, e esse serviço deve ser pago pelo INEM ou pelo Ministério da Saúde, porque cabe a essas duas identidades suportarem os custos do socorro e transporte dos cidadãos, quer em terra quer no mar, principalmente de vitimas doenças súbita, porque em situação de acidente de trabalho cabe as companhias de seguros suportarem a despesa do socorro e do transporte, onde a grande maioria também não o faz.

Mas como em terra ninguém quer pagar, no mar esta a acontecer o mesmo, é fácil de dizer que o socorro e o transporte é gratuito, mas que seja gratuito para o cidadão, mas não implica que as identidades que prestam esses tipos serviços o façam gratuitamente, porque tudo tem custos elevados, ou as identidades governamentais suportam o real valor para a existência desse serviço, ou alguém vai ter de pagar, porque tudo tem custos.

A fase DELTA a fase do desenrasque

Enquanto no dia 3 de Novembro de 2007, o senhor ministro da Administração interna fazia o encerramento época de incêndios, com a desactivação da fase CHARLIE, que originou no final de Setembro a desactivação de 75% dos grupos de Primeira Intervenção e grupos de apoio criados somente na época de Verão nos corpos de Bombeiros em todo o país.

Neste mesmo dia em Portugal bateu-se o recorre de incêndios num só dia, mais de um milhar de focos de incêndios eclodiram no território nacional, onde a grande maioria eram fogachos, mas outros tiveram alguma dimensão, originando que norte a sul do país as sirenes dos quartéis de Bombeiros tocassem interruptivamente a chamar os Bombeiros para que os carros de combate pudessem sair, muitos não saíram por falta de bombeiros, mas outros sairiam com as suas guarnições incompletas, uma falha grave na segurança desses homens, mas ninguém se preocupa com isso, acabou a Fase CHARLIE e entrou a fase DELTA a fase desenrasque, onde cada um se desenrasca com o que tem e com o que não tem.