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quarta-feira, outubro 20, 2010

Ministério da Saúde não recebeu bombeiros, apesar de haver reunião marcada


Duarte Caldeira abandonou o Ministério depois de 40 minutos sem interlocutor.

Ao fim de 40 minutos de espera, a Liga dos Bombeiros abandonou esta tarde o Ministério da Saúde por falta de interlocutor. O Ministério quer reduzir os gastos com o transporte de doentes. Seria esse um dos temas da reunião entre o secretário de Estado, Manuel Pizarro, e o presidente da Liga de Bombeiros, Duarte Caldeira. A reunião deveria ter começado às 14h30. Acontece que a comitiva da Liga esperou durante 40 minutos nas instalações do Ministério, mas ninguém apareceu: nem o secretário de Estado, nem alguém a justificar a sua ausência, pelo que Duarte Caldeira decidiu abandonar o edifício.
Ainda acreditam que a palavra do ministério da saúde vale alguma coisa?
Andam a gozar com os bombeiros portugueses há décadas, e depois ainda têm atitudes dessas, o indicado seria a LBP aderir a greve geral marcada para 24 de Novembro.

Será que o senhor Duarte Caldeira tem coragem para isso?

domingo, outubro 17, 2010

Como se engana os tolos.

O senhor presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses Duarte caldeira pediu esclarecimentos ao Ministério da Saúde sobre as medidas de contenção na área do transporte de doentes, que tem originado uma redução significativa de transporte de doentes, como quis saber da situação da liquidação das dívidas que o Ministério da Saúde aos bombeiros portugueses, que ascende em mais de 20 milhões de euros.

A resposta do Ministério da Saúde será sempre satisfatória, mas tudo não passara de uma estratégia para enganar os tolos, porque é assim a mais de 20 anos, diz-se uma coisa e depois faz-se outra.

O presidente da LBP devia era informar o Ministério da Saúde que os bombeiros iriam exigir juros de demora sobre a divida que o Ministério da Saúde lhe deve, e como devia exigir que o Ministério da Saúde cumprisse o novo regulamento de transporte de doentes, celebrado em Agosto de 2009, e que trata-se de publicar em diário da república a nova tabela de pagamentos acordada na área dos transportes de doentes, onde o preço difere do tipo de ambulância e de serviço, em detrimento do actual sistema de pagamento, onde é pago 47 cêntimos por quilómetros para qualquer tipo de transporte de ambulância ou seja o mesmo preço para qualquer bitola.

O ultimato devia ser esse, ou se cumpre ou tem uma paralisação por tempo indeterminado, e durante o tempo de paralisação o MS trata-se de dar resposta aos pedidos das populações com os seus próprios meios, onde ano após ano tem vindo a gastar milhões de euros, quer no INEM quer na rede de hospitais, com aquisição de viaturas e tripulações para o transporte de doentes, denunciando que num futuro próximo, que os bombeiros somente efectuaram aquilo que organismos do ministério da Saúde não quiserem fazer.

sexta-feira, setembro 03, 2010

Os bombeiros portugueses devem obrigar o estado a pagar juros de demora.

A lei que obriga o estado a pagar juros de mora nos pagamentos das suas dívidas entrou em vigor.

A grande maioria dos corpos de bombeiros nacionais está a passar por dificuldades financeiras porque os hospitais e o INEM não pagam o que devem. São muitos milhões de euros por receber, resultantes de atrasos consecutivos pelo pagamento dos serviços de transporte de doentes efectuados pelas associações de bombeiros, que esperam e desesperam por verem liquidadas essas dívidas.

O dinheiro cobrado por quilómetro por serviço não cobre as despesas, e ainda por cima tem que esperar vários meses para serem reembolsados pelo serviço efectuado, muitas das vezes o tempo de espera ultrapassa mais que um ano, e tudo serve de pretexto para não se pagar, ou falta uma credencial, uma assinatura ou um carimbo para o serviço vir para traz.

Mas por outro lado é ver esses organismos públicos adquirirem equipamentos, contratação de pessoal e investirem no que não devem. Mostrando desenvolvimento e austeridade, criticando muitas das vezes os seus credores que não cumprem as normas legais, como exemplo algumas noticias que tem saído sobre o transporte de doentes, mas por outros lados são eles que são os principais culpados de tais situações que dão a origem a essas irregularidades.

O presidente da LBP Duarte Caldeira já devia ter arregaçado as mangas e mandado um murro em cima da mesa, e exigir os organismos governamentais liquidem as dívidas em trinta dias, ou sujeitam-se ao pagamento de juros de mora.

sábado, junho 13, 2009

Falam, falam, mas não fazem nada.

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) lamentou hoje «a ausência de vontade política» do Ministério da Saúde
Para avançar com a revisão do protocolo de transporte de doentes, «falta de resposta» que será avaliada sábado em reunião extraordinária.Em declarações à Agência Lusa, o presidente da LBP, Duarte Caldeira, lembrou que os bombeiros entregaram há seis meses uma proposta de revisão do protocolo, feita em colaboração com a Direcção-Geral da Saúde, mas o Ministério da Saúde ainda não deu qualquer resposta.«A esta altura o protocolo já devia estar em vigor», disse Duarte Caldeira, adiantando que o Conselho Nacional Extraordinário da LBP vai responder sábado ao «silêncio» do gabinete da ministra Ana Jorge.


Os senhores da LBP falam, falam, falam mas não fazem nada, tem o rabo preso, e o Ministério da Saúde anda a brinca com os Bombeiros.

Somente nas últimas semanas no meu concelho o SNS cortou mais de 75% nos transportes de doentes para consultas, tratamentos, quem tem dinheiro vai em ABTD ou ABTM dos bombeiros, quem não tem vai ter que pagar ou ir de autocarro, porque os TAXI são mais caros que as ABTD e as ABTM, e SNS prepara-se para cortar nos transportes de urgências e emergência, os 20005 vão acabar, somente quem vai ter direito ser transportado gratuitamente para o Hospital quem negociar com o INEM. Se tem numero CODU vai gratuitamente, quem não tem vai ter que pagar.

Quem se cala consente.

terça-feira, maio 12, 2009

Dia mundial do enfermeiro não poupa os doentes portugueses.

Um dia que devia ser de festa, de rasteiros gratuitos, colóquios, exposições etc. Onde se devia mostrar o melhor de uma classe, como qualquer classe profissional que se preze faz na comemoração do seu dia.

Mas em Portugal os senhores Doutores Enfermeiros preferiam escolher o seu dia para mais uma greve geral “terceira somente este ano”, mostrando o pior de uma classe, onde um representante de um sindicato se congratulava-se a divulgar que num determinado hospital centenas de doentes ficaram sem consultas e cirurgias, situação motivada pela greve dos enfermeiro, com agravante de estar a decorrer um processo negocial entre os sindicatos e o Governo, que disse "estar bem encaminhado.

Meus senhores Doutores Enfermeiros, se ainda não perceberam existe uma crise económica Mundial, que afecta a todos, inclusive os senhores, já chega de greves, e tenham algum respeito pelos doentes, porque o vosso dia foi marcado por muita angústias, de doentes que viram os seus problemas de saúde agravar pela falta da vossa comparência nos vossos locais de trabalho

Essas greves são mais políticas do que reivindicativas.

quarta-feira, abril 29, 2009


O Serviço Nacional de Saúde tem um plano de contingência para fazer face a epidemia da gripe suína caso se ela atingir Portugal.

Esse plano prevê que um doente com suspeita de ter contraído a gripe suína ligue para a linha saúde 24, uma linha polémica que tem estado na ordem do dia pelas contastes guerras entre os senhores doutores enfermeiros e a administração. Caso se verifique que o doente tenha gripe , a saúde 24 ira ser contactado o INEM que accionara uma ambulância desse instituto para fazer o transporte do cidadão até uma unidade de saúde referenciada.

Uma situação de imparcialidade no sistema nacional de saúde e de socorro, porque basta ver como funcionam os nossos serviços de urgência, estão sempre em plano de continência, pelo seu mau funcionamento constante e crónico, que já habituaram os portugueses a longas filas de espera, onde esta tudo ao molho e fé em deus.

Os doentes com gripe suína são transportados pelo INEM. Um instituto que diariamente recusa accionar ambulâncias para centenas de situações de emergências, poupando milhões de euros, mas esse instituto agora já pode disponibilizar e suportar a despesa do transporte em ambulâncias próprias para levar um doente com uma simplesmente gripe.

Assim vale mais ter gripe do que um acidente de viação, queda ou outra coisa grave, pelo menos sabemos que não necessitamos de pedinchar meios de socorro e iremos para uma unidade de saúde referenciada que nos prestara um serviço condigno para seres humanos.

Portugal no seu melhor.

segunda-feira, outubro 06, 2008

Obrigado, Sra. Ministra da Saúde! Pela Vergonha, que eu presenciei!

Gostaria de dar conhecimento, de uma situação repugnante, digna de um pais de 3º mundo, a que eu hoje assisti, infelizmente não era num país de 3º mundo, mas sim no país em que eu vivo, Portugal, mais precisamente, ao pé da Santa Casa da Misericórdia, no Poço do Bispo, em Lisboa.

Hoje dia 04/10/2008, presenciei já perto das 11.00 Hr, uma senhora que se encontrava, na parte exterior desse edifício, prostrada no chão e a gritar imenso com dores violentas, junto dessa Sra. encontravam-se algumas pessoas, que lhe tentavam prestar a ajuda possível.

Foi-me informado, que já tinha sido efectuados 3 telefonemas para o INEM, desde as 10.00 H, da manhã e que tinha sido recusado a prestação de auxilio médico a essa pessoa, que contactassem os bombeiros mais próximos, que eram eles que efectuavam esse serviço!

Mesmo assim, foram contactados os Bombeiros Voluntários do Beato e de Cabo Ruivo, uns não tinham ambulâncias disponíveis e os outros a troco de 30 euros, efectuavam o serviço!
Eram 11.30 Hr, quando apareceu uma ambulância com a matricula 01-48-XP do INEM, os mesmos que se tinham recusado a prestar o serviço desde as 10.00 H, e finalmente essa senhora foi socorrida ao fim de 1 hora e 30 minutos!

Quem é o responsável por esta situação? Não sei qual o desfecho da situação clínica da pessoa em questão, mas alguém deve ser responsabilizado, pelo sofrimento que essa pessoa teve, sem qualquer assistência médica, ou será que vai ser este o futuro em Portugal, de quem adoece em plena via publica?

Durou 90 minutos o sofrimento de uma pessoa, com a falta de assistência de um um serviço que devia ser um exemplo, mas que desta vez foi um serviço de irresponsabilidade e deplorável.
Autor: Jorge Ribeiro

http://trasfosforos.wordpress.com

sexta-feira, outubro 03, 2008

O caso do ferido sentado amarrado.

O acidente ocorrido no dia 4 de Setembro na localidade salvador, onde um doente foi transportado sentado com o colete de extracção, esta se a transformar numa verdadeira novela.
O INEM abriu um inquérito para averiguar o que se passou no local, como o hospital de Santarém abriu outro inquérito para apurar também o sucedido, onde o director do hospital fez as seguintes declarações públicas:

O director das urgências, Sebastião Barba confirmou o inquérito em curso, adiantando desde já que “o clínico da VMER não deu instruções para que o sinistrado fosse transportado naquelas condições”. “Admito que possa ter dado autorização para que fosse dois na mesma ambulância, um deitado na maca e o outro sentado, mas certamente não deu ordem para amarrar o doente à cadeira da ambulância “ explicou.

“ Se a cadeira tinha ou não cinto de segurança ou quem teve a iniciativa de atar o ferido são questões esclarecidas no inquérito”

Fonte: Correio da Manhã

Existem contradições graves entre os Bombeiros e o médico da VMER, e o senhor director das urgências de Santarém desconhece completamente o que é trabalhar no pré-hospitalar e as técnicas usadas. O erro não foi usar ligaduras para prender o doente à cadeira da ambulância, o erro foi do doente ser transportado sentado na cadeira imobilizado com o colete de extracção, porque o que as palavras do director das urgências dá a entender que o doente devia ser transportado naquela posição usando o simples sinto de segurança da cadeira.

Cada vez pior.

sexta-feira, setembro 26, 2008

Com a verdade me enganas.


Crianças a nascerem nas ambulâncias, doentes a caírem das macas dentro dos hospitais, e o INEM chagar tarde para reanimar as pessoas, não quer dizer que isso não existe, mas não passou a ser divulgado na comunicação social.

Foi uma afirmação do Ex ministro da saúde Correia de Campos sobre actual política do governo na área da saúde, e foi bastante expressivo, tudo esta na mesma ou pior, o Governo em vez de melhorar os serviços, optou por controlar a comunicação social, saí mais barato aos cofres do estado e dá mais votos.

quinta-feira, janeiro 31, 2008

Correia Campos demitiu-se



Um Ministro que controlou, pela primeira vez, o horário e a assiduidade dos médicos e funcionários do SNS, atacou os lóbis das farmácias e da indústria farmacêutica, controlou as despesas hospitalares, apostou nos médicos de família e nos cuidados primários, estava a fazer tudo bem, até cometer um erro.


Acreditou nas palavras do presidente do INEM, acreditou na existência de verdadeiras centrais de emergência, de uma rede de ambulâncias, helicópteros e de VMERs em quantidade e qualidade, que prestariam melhor serviço que os serviços de urgência e de maternidades abertos aos públicos, assim o senhor Ministro mandou encerrar serviços de urgência e maternidades sem qualidade, acreditando num serviço pré-hospitalar seria melhor opção para o país, onde os doentes seriam socorridos, transportados para unidades hospitalares referenciadas com uma qualidade de serviço muito superior.


Durou muito pouco para que o senhor ministro ter-se apercebido que tinha sido enganado, e tinha cometido um erro grave, as pessoas começaram a morrer por falta de assistência, dentro das suas casas, na via pública e a entrada dos serviços de urgência encerrados, motivado tudo pela falta de meios de socorro na área do pré-hospitalar, cominando tudo na transmissão do telejornal da SIC de numa chamada de socorro real, cedida pelo INEM, entre um cidadão, central do CODU e os Bombeiros de Favaios e Alijó, mostrou a nação a verdade omitida por muita gente durante muitos anos, falta de tripulações para as ambulâncias, a falta de meios do INEM, falta de verdadeiras centrais de emergência, VMERs hospitalares INOPS ou que podem passar a indisponíveis por alguém assim entende, chamadas de socorro mal efectuadas, mal recebidas e geridas, que duram uma eternidade, um socorro demasiado demorado e lento, onde o faz tecnicamente inviável para salvar alguém, descoordenação entre o INEM e os Bombeiros, e na inexistência de qualquer protocolo entre essas duas identidades, para sustentabilidade para originar a existência de uma rede de ambulâncias real, em quantidade e qualidade.


Nada que eu não tenha alertado nesse Blogue, assim o Ministro Correia de Campos caiu como um Bom guerreiro: no campo de batalha, somente espero que os verdadeiros culpados tenham o mesmo destino.

quinta-feira, janeiro 03, 2008

Não ligue 112, leve-o aos Bombeiros.

Uma frase que alguns anos saiu uma notícia num jornal diário, onde um cidadão foi aconselhado pelo 112 levar o seu familiar aos Bombeiros para ser socorrido, porque o 112 se recusou accionar meios de socorro para o local.

Hoje a situação não melhorou em nada, as recusas de accionamento de ambulância são constantes por parte do INEM, e na falta de accionamento muitos cidadãos optam por levar quem necessita de ajuda até aos meios de socorro.

Ontem um cidadão da localidade Peso da Régua preferiu em não ligar 112, optou por levar o seu familiar que necessitava de socorro directamente a ambulância do INEM que estava estacionada a frente de um serviço urgência recentemente encerrado.

Ao contrário do Bombeiros, que numa situação dessas são obrigados por lei de prestar o devido socorro ao cidadão, as tripulações do INEM não se vêm obrigados a isso, nem se designaram ver o doente, mandaram o familiar ligar 112 se quisesse ser socorrido, e assim foi, somente passado 15 minutos essa tripulação foi accionada pelo CODU para ver o doente e prestar o devido socorro e o transporte.

Se os Bombeiros Portugueses fizessem o mesmo, caía o Carmo e a trindade

sexta-feira, novembro 09, 2007

FAP cobra 13 mil euros por socorrer pescador


FAP cobra 13 mil euros por socorrer pescadores doentes
A Força Aérea Portuguesa (FAP) reclama o pagamento de uma operação de socorro a um pescador no alto-mar, que obrigou à utilização de um helicóptero Puma durante quatro horas. O armador recusa-se a pagar.

Uma situação que lança a duvida se o socorro e o transporte em Portugal é gratuito ou não?

Os meios de socorro acarretam um custo elevado para as identidades que os detêm, existe necessidade de ter equipamento, instalações, homens formados disponíveis para as missões de socorro que possam ocorrer a nível nacional.

As identidades muitas das vezes são obrigadas a prestar um serviço sem receberem qualquer verba financeira para o prestar ou para o manter, muitas das vezes esse serviço é conseguido com o desvio de recursos financeiros, meios humanos e materiais de outras áreas primordiais da sua competência e existência.

Se as FAP procederam a uma evacuação de um doente vítima de doença súbita por ordem do INEM, a FAP deve ser reembolsada pelo serviço prestado, e esse serviço deve ser pago pelo INEM ou pelo Ministério da Saúde, porque cabe a essas duas identidades suportarem os custos do socorro e transporte dos cidadãos, quer em terra quer no mar, principalmente de vitimas doenças súbita, porque em situação de acidente de trabalho cabe as companhias de seguros suportarem a despesa do socorro e do transporte, onde a grande maioria também não o faz.

Mas como em terra ninguém quer pagar, no mar esta a acontecer o mesmo, é fácil de dizer que o socorro e o transporte é gratuito, mas que seja gratuito para o cidadão, mas não implica que as identidades que prestam esses tipos serviços o façam gratuitamente, porque tudo tem custos elevados, ou as identidades governamentais suportam o real valor para a existência desse serviço, ou alguém vai ter de pagar, porque tudo tem custos.

quinta-feira, outubro 25, 2007

LBP critica o SNS

A liga dos Bombeiros Portugueses acusou o Ministério da saúde de estar a montar uma rede paralela de ambulâncias de cada vez que encerra um serviço de urgência ou atendimento.
As críticas efectuadas pela LBP tem fundamento, mas a LBP a muito tempo anda a praticar um acto de vassalagem ao serviço nacional de saúde avarias décadas, como um servo aceita tudo que é imposto pelo ministério da saúde, mesmo sabendo logo a partida que não tem capacidade de efectuar com o que se esta a comprometer por falta de meios financeiros.

O Sr. Presidente da liga alega que os Bombeiros Portugueses têm 2000 ambulâncias de socorro, 3500 ambulâncias de transporte e 800 veículos de transporte múltiplos, mas o Sr. Presidente da LBP se esqueceu de informar que muitos desses veículos andam a dever alguns anos aos sucateiros nacionais, e andam a funcionar a margem da lei, como:

Ø Em Portugal a grande maioria das ambulâncias de socorro dos Bombeiros não tem TAS, somente são tripuladas por TAT, e algumas vezes nem isso têm, uma clara violação da lei que rege o transporte de doentes com consequências impreteríveis para os cidadãos.

Ø Em Portugal facilmente se vê as ambulâncias de socorro dos Bombeiros a efectuar consultas, tratamentos, altas e transportes de cadáveres, algumas vezes com TAS nas suas tripulações, e depois se vê o mesmo corpo de Bombeiros a fazer serviço de emergência com ambulâncias de socorro com TAT como elementos integral da sua tripulação.

Ø Em Portugal os Bombeiros andam a fazer concorrência com os TÁXIS, utilizando os seus poucos recursos mecânicos e humanos a fazer serviços que em nada dignificam o nome dos Bombeiros, mesmo para que isso se ponha diariamente em causa o socorro a população por ocupação indevida dos meios de socorro.

Ø Em Portugal os corpos de Bombeiros não recebem qualquer ajuda da LNB ou do SNBPC para aquisição de Ambulâncias ou para terem equipas em permanência para sair, existindo somente 200 ambulâncias de socorro do INEM em corpos de Bombeiros que recebem a respectiva ambulância e 1100 euros por mês e 40 cêntimos ao quilometro por serviço, para se manterem operacionais.

A LNB devia impor normas aos corpos de Bombeiros e não permitir que eles se transformem em meras empresas de prestações de serviços, e obrigar os seus dirigentes e os mandantes a cumpri o regulamento de transporte de doentes, mesmo que para isso origine a recusa de efectuar serviços de socorro quando não existam condições legais de os efectuar, e lembra-los que um Bombeiro é uma ferramenta altamente especializada e treinada e de difícil reposição, logo devia ser tratada com o devido cuidado e respeito, pois a sua substituição acarreta um investimento muito significativo, tanto técnico como financeiro, e os senhores dirigentes e mandantes não devem dar ao luxo de andar todos os dias a “estragar” ferramentas tão caras a efectuar serviços fora da área do socorro.

Alertar o Serviço Nacional de Saúde que trate e igual forma o serviço pré-hospitalar dos Bombeiros, e que cumpra o que foi acordado, porque senão em muito em breve terá que assegurar com a sua recente rede de ambulâncias a totalidade dos serviços existentes, urgentes primários, urgentes secundários e não urgentes em todo território nacional, até ao Portugal profundo, assegurando de igual forma todo o serviço pré-hospitalar a qualquer cidadão e assumindo integralmente os problemas dai resultantes, quer institucionais, judicias e políticos.

quarta-feira, outubro 17, 2007

Nova rede de ambulâncias de socorro

Ainda a pouco anos o presidente do INEM reconhecia numa Jornada Nacional de emergência, “sistema pré-hospitalar em Portugal somente existia pela boa vontade dos Bombeiros Portugueses e da mão-de-obra voluntária, e que o INEM não podia melhorar os prémios pagos por cada serviço de socorro efectuado por não ter capacidade financeira para o fazer” , onde deixava a sensação que melhores dias virião.

É de estranhar que em pouco anos o mesmo instituto crie uma rede de ambulâncias própria e invista milhões em mais meios de socorro próprios de nova geração, ignorando por completo as identidades que a várias décadas fizeram um sacrifício orçamental em manter um socorro digno na área do Pré-hospitalar a população. Para assegura esse serviço muitos corpos de Bombeiros endividaram-se a banca para conseguir comprar ambulâncias e equipamento, esperando que um dia o INEM reconhecesse o sacrifício efectuado em prol do SIEM, sistema que é da responsabilidade legal do INEM, quer a nível de fiscalização quer a nível financeiro.

Os Bombeiros portugueses foram enganados, e bem enganados, por culpa dos seus dirigentes que nunca souberam se impor perante o que estava a suceder, e foram avisados atempadamente para mudarem de políticas e atitudes em relação ao INEM e ao SNS, não quiseram, agora são usados para efectuar os serviços que o INEM simplesmente se recusa a fazer e assumir os custos, obrigando os Bombeiros a suportarem os custos ou a cobrar a quem necessita de socorro e foi negado.

O que o SNS e o INEM queriam actualmente era que os Bombeiros Portugueses suspendessem qualquer tipo de socorro na área do Pré-hospitalar durante 24 horas, para ver se o Ministro da saúde diziam “ Venham ver, venham ver a Lisboa o excelente serviço que temos”

domingo, setembro 16, 2007

Uma breve opinião sobre o caso de Torres Novas

Um homem de 69 anos e o filho de 41 morreram de paragem cardio respiratória no passado mês de Maio, na Lamarosa. O socorro terá chegado tarde demais devido a um encadeamento de erros do INEM e dos Bombeiros Voluntários de Torres Novas. É a conclusão de um relatório da Inspecção-geral das Actividades de Saúde
O relatório da inspecção-geral das actividades da saúde aponta culpas a serviço de emergência médica e aos Bombeiros nesse caso.
Comunicado o I.G.A.S


Em relação a triagem efectuada pelo operador da central do CODU-INEM, cometeu dois erros consecutivos, não conseguiu recolher a informação que podia definir era uma situação de transporte urgente primário ou transporte urgente secundário e considerou que era secundário, onde em caso de dúvida devia ser sempre considerado uma situação de transporte primário, depois errou novamente, em vez de dar o número de telefone dos Bombeiros de Torres Novas, deu o número dos Bombeiros de Coruche, onde existe também uma localidade com o mesmo nome da origem da chamada de socorro.

Em relação aos Bombeiros, a tripulação da primeira ambulância cometeram o erro de não ter informado imediatamente o CODU quando depararam como uma situação PCR, mas a segunda ambulância informou da situação ao CODU, mas teve como resposta iniciar o transporte das vítimas em suporte básico de vida até a unidade hospitalar, sem acompanhamento médico, porque a VMER estava indisponível, situação que é omissa no comunicado a imprensa do IGAS, que lança duvidas na eficácia das redes de VMERs existentes no país, como são usadas e mantidas quer pelos CODU-INEM quer pelos Hospitais,
Outra situação que não esta clarificada, se os Bombeiros cumpriram o regulamento de transporte de doentes, se foram accionadas ambulâncias de socorro como é informado pelo comandante dos Bombeiros, mesmo sejam ambulância dos Bombeiros, legalmente tem que existir um TAT e um TAS, nunca sendo o TAS o condutor do veículo, o incumprimento dessa norma é uma clara violação a lei e punida criminalmente a identidade de socorro pelo incumprimento do diploma que regulamenta o transporte de doentes.

Em relação ao INEM, tem que definir o que entende por transporte urgente secundário, e quem tem a responsabilidade legal de suportar os custos desse transporte e do efectuar, porque a norma de mandar ligar o cidadão numa situação de transporte urgente secundário para os Bombeiros ou para a CVP é ilegal perante a lei nacional, que necessita de ser clarificada, porque essa situação não leva em conta:

· Se a identidade local prestadora de socorro tem capacidade de fazer esse serviço em tempo útil para a situação clínica do doente?
· Se a pessoa que necessita de ser transportada a uma urgência hospitalar, tem capacidade monetária de suportar a despesa do transporte?
· Que esse serviço não põe em causa o socorro na zona?
· Que tipo de meios que devem ser utilizado para efectuar esse tipo de serviço?
· Qual a unidade de saúde deve ser transportado o doente, Hospital, CATUS, SAP ou centro de saúde local?

São questões que devem ser pensadas antes de tomar decisões em casos de transporte urgentes secundários.
Assim no caso de Torres Novas é mais um problema estrutural do SIEM, onde a indefinição de normas e de procedimentos nas diversas fazes do sistema, levam que os meios humanos cometam erros básicos, fazem que casos idênticos a Torres Novas acontecem frequentemente a nível nacional, onde a grande maioria nunca chega a ser investigada nem denunciada as identidades oficiais.

terça-feira, agosto 14, 2007

O nosso Serviço Nacional de Saúde e a nossa Justiça no seu melhor


A Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) decidiu suspender, por noventa dias, a chefe do serviço de ginecologia da unidade de Mirandela do Centro Hospitalar do Nordeste, por considerar que a obstetra actuou de forma negligente no trabalho de parto de uma criança, que nasceu no hospital de Mirandela, em Fevereiro de 2003, e que veio a ficar com paralisia cerebral e uma incapacidade de 95%. A mesma entidade decidiu arquivar o processo disciplinar relativo à enfermeira assistente e o Ministério Público (MP) também arquivou o inquérito relativo a este caso. Os pais do pequeno Gonçalo vão solicitar a abertura da instrução deste processo.

Um caso lamentável, onde se dificilmente se fará justiça algum dia.

Uma punição de 90 dias, para uma médica que no seu horário de trabalho, se ausentou do seu serviço sem motivo prévio e um processo disciplinar a uma enfermeira por violação dos deveres gerais de zelo e lealdade, que viu no final a serem retiradas as acusações por falta de provas.

Uma criança que pagou um preço demasiado alto pela a falta de respeito, que esses profissionais de saúde lidaram com o seu nascimento.

Um sistema de cooperativismo entre essas duas classes, onde dificilmente se faz prova de alguma coisa alguma.

O nosso Serviço Nacional de Saúde e a nossa Justiça no seu melhor.

domingo, junho 24, 2007

A nova urgência do Hospital de São José reabriu

Custou cerca de dois milhões de euros, levou quase dois nos a remodelar a urgência do Hospital de São José, que levou durante esse tempo doentes e pessoal técnico de saúde trabalhassem num anexo dentro dos Hospital, com poucas ou nenhumas condições.

A nova urgência abrira com a introdução da triagem Manchester, uma tentativa de acabar com as falsas urgências, que atingem cerca de 100 a 120 das 500 urgências que esse hospital recebe diariamente.
As situações não urgentes iram ser encaminhadas para os sistemas públicos de saúde, ficando somente no hospital os doentes graves.

O que acontecer ira ser uma grande revulsão nos serviços de urgência da Capital, onde os Hospitais se vêem obrigados a receber e tratar qualquer doente da sua área, onde raramente se recusam a entrada de um doente por vários motivos éticos e económicos.

Com o tempo riremos ver se realmente as coisas iram mudar no Hospital, iremos ver se a triagem funciona e os doentes não emergentes se iram para o sistema publico de saúde, porque se nos outros hospitais nada funciona.

quinta-feira, maio 31, 2007

Dispositivo de Combate Incêndios Florestais

Este ano vai ser um ano crítico a nível de incêndios florestais, o Instituto de Metrologia prevê um Verão mais quente que os verões anteriores, aliado ao facto que no ano passado pouco ou nada ardeu, porque São Pedro simplesmente ajudou, estão lançados todas as condições para existência de grandes incêndios em Portugal.

No dispositivo de combate a aos incêndios Florestais atribuído aos Bombeiros pouco ou nada se alterou em relação ao ano passado, este ano em pleno Verão existem:



- Equipas de Combate a Incêndios Florestais ECIN, 751 viaturas com 3.755 Bombeiros
- Equipas Logísticas de Apoio ao Combate ELAC, viaturas 284 com 568 Bombeiros
- Grupos de Reforço (Não constituído a partir das ECIN) 39 viaturas e 6 27 Bombeiros
- Equipas Helitransportadas 16 Helicópteros 170 homens
- Pessoal de Apoio Logístico 176 Bombeiros
- Pessoal de Apoio Meios Aéreos 180 Homens
- Comandantes de Permanência às Operações 111 Comandantes
Soma 1.054 equipas, 5.056 Bombeiros e 1.173 viaturas

Este ano o Governo ira pagar a cada Bombeiro 1,75 a hora a cada Bombeiro para incorporar as guarnições da viaturas que pertencem ao DFCI, sendo as outras guarnições das outras viaturas que não fazem parte do DFCI totalmente gratuitas para o Governo, assim o governo ira gastar nos três meses de Verão só em tripulações cerca de 20 milhões de euros, uma valor insignificante para a quantidade de elementos envolvidos no DFCI.

O valor pago a hora “1.75 euros” a cada elemento, independente da sua formação ou capacidade física, toda a gente recebera o mesmo desde que esteja afectos aos veículos que fazem parte do DFCI, um valor que faz que a maioria dos Bombeiros com formação e capacidades para estarem nesses grupos optam por não darem disponibilidades, cumprem o seu normal serviço voluntário gratuitamente como fazem durante todo o ano e se recusam a dar mais do seu tempo de laser para o DFCI.

Os Grupos ECIN e ELAC são importantes para operacionalidade de um corpo de Bombeiros, mas actualmente um perigo, porque os valores pagos não motiva ninguém para os efectuar, e na falta de elementos referenciados para escalar nesses grupos, muitos comando optam por colocar pessoas sem referências nesses grupos, um problema grave, quer a nível de segurança e de operacionalidade.
O SNBPC tem conhecimento disso, e tira contrapartidas politica disso, investindo noutras identidades, alegando a falta de operacionalidade e eficácia grupos existentes nos Corpos de Bombeiros, situação criada e fundamentada pelo próprio SNBPC.

terça-feira, maio 22, 2007

Bombeiros cobram o dobro ao estado pelos serviços de ambulância

Uma notícia publicada recentemente no prestigiado Jornal de Noticias, onde se lê “ Bombeiros Cobram o Dobro pelos Serviço de Ambulância”, noticia que mostra uma falta de rigor jornalístico por parte quem publicou.
È verdade que alguns corpos de Bombeiros cabram o dobro por serviço, muitos deles cabram o transporte a ARS e se por acaso tiverem numero de INEM, o que é raro hoje em dia, cabram o mesmo serviço ao INEM, duplicando assim o valor recebido. Uma situação ilegal e reprovável perante os acordos existentes, mas é uma situação rara e pontual no país.
Mas o jornalista não aprofundou o tema, fez uma redundância sobre os motivos que algumas associações de Bombeiros optam por fazer tal ilegalidade. Actualmente o valor pago por qualquer transporte de ambulância, seja serviço de consulta, urgência ou emergência é pago a 40 cêntimos por quilómetro, quer pela ARS quer pelo o INEM, onde o INEM em alguns caso tem acordo com algumas associações de Bombeiros, coloca um veículo e responsabiliza-se pela sua manutenção e dá um subsídio de 1300 euros por mês, como mais um euro por serviço efectuado com numero INEM, para gastos com o material. Mais de 75% dos corpos de Bombeiros existentes a nível nacional, não tem acordo com o INEM, nem recebem mais qualquer verba alem do que recebem por serviço efectuado com as suas próprias ambulâncias.
Assim talvez o Sr. jornalista tenha a bondade de explicar no futuro, como se consegue executar um serviço de socorro ou manter uma tripulação de uma ambulância com 40 cêntimos por quilómetro, cumprindo as imposições legais do regulamento de transporte de doentes.

terça-feira, janeiro 30, 2007

As mortes ocorridas em Odmira




As duas mortes ocorridas em Odemira no espaço de duas semanas vem lançar uma polémica da falta da assistência médica em certas zonas de Portugal.

No meu ponto de vista a alegada da falta da assistência médica como resultado das mortes ocorridas em Odemira são falsas e sem qualquer fundamento.

O centro de saúde de Odemira tem serviço de emergência e de urgência e esta aberto 24 horas, para isso tem um quadro de pessoal quer médicos, enfermeiros auxiliares e administrativos permanentemente, para poderem receber situações emergentes e não emergentes ocorridas dentro do concelho de Odemira, que são socorridas pelos os Bombeiros locais e transportadas para esse centro de saúde, a mando do Ministério da Saúde.

A nível do socorro Pré hospitalar em Odemira é da responsabilidade dos Bombeiros Voluntários de Odemira, que são accionados através da central de Emergência de Lisboa ou das chamadas efectuadas directamente para o seu quartel, em ambas situações fazem sair os seus próprios meios de socorro, com finalidade de fazerem avaliação das vítimas e efectuar os procedimentos de socorro adequados a situação e transportar a vitima a unidade de saúde de Odemira. Onde os socorristas passaram a informação recolhida no local, avaliação e os actos de socorro praticados ao médico de serviço. Em situações mais graves terão apoio da VMER do Hospital de Beja, o que muitas das vezes não acontece, porque o tempo de transporte da vítima até ao centro de saúde de Odemira é menos do que a chegada da VMER do Hospital de Beja ao local da ocorrência.

A final o que falhou?

No meu entender o problema esta dentro das quatro paredes do centro de saúde de Odemira, se esse centro tem ou não tem capacidade em receber situações emergentes ou seja doentes graves do exterior?
Se tem capacidade, devia ter estabilizado os doentes e depois dar o seguimento a transferência dos respectivos doentes para uma unidade hospitalar referenciada.
Porquê é que não o fez?
Na primeira situação existiu certamente uma negligência grave, 6 horas para se preparar uma transferência de um doente crítico é muito tempo, na segunda situação talvez não existiu capacidade de estabilizar o doente, morreu antes de ser evacuado, porque os enfartes matam, e os médicos não fazem milagres.
Outra questão é se os médicos e enfermeiros do centro de saúde tem formação na área da emergência para receber esses doentes, estatiza-los e prepara-los para evacuarem para outra unidade hospitalar, como fazem as equipas da VMERs no Pré-Hospitalar.
Se o centro de saúde não tem equipas com formação e equipamento, porque é que recebe doentes graves, sabendo que não tem capacidade para os receber?
Será que não estaremos perante de um problema Nacional grave? Onde a maioria dos Centros de Saúde, SAP, CATUS, e Hospitais existente no País com urgências abertas aos cidadãos diariamente e que recebem situações graves não tem equipamento nem formação técnica para receber doentes emergentes.

O ministro, quer criara mais VMERs e inventar outro apoio, unidade rápidas intermédias de suporte de vida, constituídas por enfermeiros e tripulantes de ambulância, para quê?
O que falhou foi a estabilização do doente no centro de saúde e o apoio do centro de saúde na evacuação do doente para outra unidade hospitalar. Seria mais económico reforçar o quadro de pessoal dos centros de saúde com serviço de urgência e lhe dar formação a condizer com a sua função, para poderem estabilizar os doentes que recebem nos seus centros de saúde

Neste momento é difícil de arranjar médicos e enfermeiros para as unidades hospitalar fora dos grandes centros urbanos, dificilmente ira arranjar médicos e enfermeiros para aquilo que quer criar, e se já é difícil manter o que já existe, basta ver as centenas de horas por mês que as VMERs estão inoperacionais por falta de tripulação e de equipamento a nível nacional, principalmente a que existe em Beja.

Mais uma vez estamos a tentar remediar o sistema em vez de resolver o problema pela raiz.