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quarta-feira, março 05, 2008

Apagar fogos...de táxi




Apagar fogos... de táxi Bombeiros de Castro Daire sem viaturas suficientes para a próxima época de incêndiosOs bombeiros voluntários de Castro Daire estão sem viaturas suficientes para enfrentar a próxima época de fogos. A crise é tal que o presidente da direcção diz que os homens podem ser obrigados a ir apagar fogos… de táxi.

Não faltam bombeiros, faltam carros para combater mais do que um incêndio em simultâneo.

Depois de alertadas no último Verão, as autoridades distritais prometeram reforçar os meios com uma viatura de primeira intervenção.

O presidente dos bombeiros de Castro Daire questiona a utilidade prática da lei e do levantamento das necessidades feito no final da última época de incêndios.·"A lei está no papel só", afirma António Pinto. "Quem quer viaturas vai ter de arranjar: ou vai para a estrada ou, não a tem, e anda de táxi", ironiza o responsável.
Na corporação o desalento é indisfarçável. Apesar de estarem numa região de alto risco, se não houver um reforço de viaturas os bombeiros vão iniciar a época de fogos só com um autotanque, uma viatura média de combate e um carro de primeira intervenção.
Fonte SIC
Esta noticia somente mostra que a ANPC anda a brincar com os Bombeiros Portugueses, para umas coisas existem milhões, mas para comprar equipamento para os Bombeiros nunca existe dinheiro.

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

Cheias no distrito de Lisboa


No dia 18 de Fevereiro o distrito de Lisboa foi atingido por uma forte enxurrada, os Bombeiros do distrito tiveram cerca de 1960 ocorrências, resultou a morte de três cidadãos, foram salvos cerca de 121 cidadãos apanhados desprotegidos nas águas revoltas.

No terreno como sempre estiveram os Bombeiros locais, 2900 homens mais de 300 viaturas, onde o seu sistema conjuntural e proximidade as populações tiveram que dar resposta atempadamente a todos os pedidos de socorro, onde na falta de meios a condizer com a situação, improvisou-se com o que se tem e não tem.

Não existiu outra entidade a auxiliar as populações além dos Bombeiros, aonde esteve a resposta rápida criada recentemente pelo governo, quer os GIPS da GNR e os Caneirinhos?

Onde andavam os meios aéreos para auxiliar os Bombeiros nas operações de resgate dos cidadãos?

Mais uma lição que muita gente não quer aprender, que a melhor solução para o socorro em Portugal é na aposta das entidades locais, principalmente nos Bombeiros.

sexta-feira, novembro 09, 2007

A fase DELTA a fase do desenrasque

Enquanto no dia 3 de Novembro de 2007, o senhor ministro da Administração interna fazia o encerramento época de incêndios, com a desactivação da fase CHARLIE, que originou no final de Setembro a desactivação de 75% dos grupos de Primeira Intervenção e grupos de apoio criados somente na época de Verão nos corpos de Bombeiros em todo o país.

Neste mesmo dia em Portugal bateu-se o recorre de incêndios num só dia, mais de um milhar de focos de incêndios eclodiram no território nacional, onde a grande maioria eram fogachos, mas outros tiveram alguma dimensão, originando que norte a sul do país as sirenes dos quartéis de Bombeiros tocassem interruptivamente a chamar os Bombeiros para que os carros de combate pudessem sair, muitos não saíram por falta de bombeiros, mas outros sairiam com as suas guarnições incompletas, uma falha grave na segurança desses homens, mas ninguém se preocupa com isso, acabou a Fase CHARLIE e entrou a fase DELTA a fase desenrasque, onde cada um se desenrasca com o que tem e com o que não tem.

quinta-feira, outubro 25, 2007

LBP critica o SNS

A liga dos Bombeiros Portugueses acusou o Ministério da saúde de estar a montar uma rede paralela de ambulâncias de cada vez que encerra um serviço de urgência ou atendimento.
As críticas efectuadas pela LBP tem fundamento, mas a LBP a muito tempo anda a praticar um acto de vassalagem ao serviço nacional de saúde avarias décadas, como um servo aceita tudo que é imposto pelo ministério da saúde, mesmo sabendo logo a partida que não tem capacidade de efectuar com o que se esta a comprometer por falta de meios financeiros.

O Sr. Presidente da liga alega que os Bombeiros Portugueses têm 2000 ambulâncias de socorro, 3500 ambulâncias de transporte e 800 veículos de transporte múltiplos, mas o Sr. Presidente da LBP se esqueceu de informar que muitos desses veículos andam a dever alguns anos aos sucateiros nacionais, e andam a funcionar a margem da lei, como:

Ø Em Portugal a grande maioria das ambulâncias de socorro dos Bombeiros não tem TAS, somente são tripuladas por TAT, e algumas vezes nem isso têm, uma clara violação da lei que rege o transporte de doentes com consequências impreteríveis para os cidadãos.

Ø Em Portugal facilmente se vê as ambulâncias de socorro dos Bombeiros a efectuar consultas, tratamentos, altas e transportes de cadáveres, algumas vezes com TAS nas suas tripulações, e depois se vê o mesmo corpo de Bombeiros a fazer serviço de emergência com ambulâncias de socorro com TAT como elementos integral da sua tripulação.

Ø Em Portugal os Bombeiros andam a fazer concorrência com os TÁXIS, utilizando os seus poucos recursos mecânicos e humanos a fazer serviços que em nada dignificam o nome dos Bombeiros, mesmo para que isso se ponha diariamente em causa o socorro a população por ocupação indevida dos meios de socorro.

Ø Em Portugal os corpos de Bombeiros não recebem qualquer ajuda da LNB ou do SNBPC para aquisição de Ambulâncias ou para terem equipas em permanência para sair, existindo somente 200 ambulâncias de socorro do INEM em corpos de Bombeiros que recebem a respectiva ambulância e 1100 euros por mês e 40 cêntimos ao quilometro por serviço, para se manterem operacionais.

A LNB devia impor normas aos corpos de Bombeiros e não permitir que eles se transformem em meras empresas de prestações de serviços, e obrigar os seus dirigentes e os mandantes a cumpri o regulamento de transporte de doentes, mesmo que para isso origine a recusa de efectuar serviços de socorro quando não existam condições legais de os efectuar, e lembra-los que um Bombeiro é uma ferramenta altamente especializada e treinada e de difícil reposição, logo devia ser tratada com o devido cuidado e respeito, pois a sua substituição acarreta um investimento muito significativo, tanto técnico como financeiro, e os senhores dirigentes e mandantes não devem dar ao luxo de andar todos os dias a “estragar” ferramentas tão caras a efectuar serviços fora da área do socorro.

Alertar o Serviço Nacional de Saúde que trate e igual forma o serviço pré-hospitalar dos Bombeiros, e que cumpra o que foi acordado, porque senão em muito em breve terá que assegurar com a sua recente rede de ambulâncias a totalidade dos serviços existentes, urgentes primários, urgentes secundários e não urgentes em todo território nacional, até ao Portugal profundo, assegurando de igual forma todo o serviço pré-hospitalar a qualquer cidadão e assumindo integralmente os problemas dai resultantes, quer institucionais, judicias e políticos.