Enquanto no dia 3 de Novembro de 2007, o senhor ministro da Administração interna fazia o encerramento época de incêndios, com a desactivação da fase CHARLIE, que originou no final de Setembro a desactivação de 75% dos grupos de Primeira Intervenção e grupos de apoio criados somente na época de Verão nos corpos de Bombeiros em todo o país.
Neste mesmo dia em Portugal bateu-se o recorre de incêndios num só dia, mais de um milhar de focos de incêndios eclodiram no território nacional, onde a grande maioria eram fogachos, mas outros tiveram alguma dimensão, originando que norte a sul do país as sirenes dos quartéis de Bombeiros tocassem interruptivamente a chamar os Bombeiros para que os carros de combate pudessem sair, muitos não saíram por falta de bombeiros, mas outros sairiam com as suas guarnições incompletas, uma falha grave na segurança desses homens, mas ninguém se preocupa com isso, acabou a Fase CHARLIE e entrou a fase DELTA a fase desenrasque, onde cada um se desenrasca com o que tem e com o que não tem.
Mostrar mensagens com a etiqueta incêndios. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta incêndios. Mostrar todas as mensagens
sexta-feira, novembro 09, 2007
quinta-feira, outubro 11, 2007
para mim ser Voluntário (Bombeiro)
Existem comentários no círculo dos bombeiros que devem ser divulgados, e esse é um deles:
Mas para mim ser Voluntário (bombeiro) não é nenhum defeito, é sinal de querer dar algum tempo a uma comunidade necessitada, agora não podemos é confundir voluntariado com mão de obra barata, desclassificada e carne para canhão, isso não é voluntariado é no mínimo exploração da condição humana, para não chamar escravatura.Pois ao estar a negar de um modo consciente as devidas condições de actuação e colocar em risco a vida presente e futura dos Voluntários e profissionais para mim é uma conduta criminosa, estando em causa ou não o interesse público!!Como deve ser de conhecimento publico e de certo modo devia ser divulgado nas acções de formação de Higiene e Segurança no Trabalho ( é verdade isto em Portugal não faz parte da formação dos Bombeiros ) ou de outra formação que envolva o Risco, primeiro estamos nós, depois nós, depois nós e depois nós e só lá mesmo no fim estão as vitimas, pois essas em ultimo caso já estavam condenadas á partida!!Um Bombeiro é, ou devia ser, uma "ferramenta altamente especializada e treinada" e de difícil reposição, logo devia ser tratada pelo seu "utilizador" com o devido cuidado, pois a sua "substituição" acarreta um investimento muito significativo tanto técnico como financeiro, logo não nos podemos dar ao luxo de andar todos os dias a "estragar" ferramentas tão caras, como parece que muitos por aqui defendem.Já nem os grupos terroristas colocam em risco os seus melhores operacionais, usam "simpatizantes" para fazer o trabalho sujo com o treino dos seus melhores operacionais.Se existe algum lema que eu defenda neste nosso mundo será sempre: " Voluntários na disponibilidade, Profissionais na acção" !!!!
Autor Wite Eagle “ Bombeiros de Portugal”
Mas para mim ser Voluntário (bombeiro) não é nenhum defeito, é sinal de querer dar algum tempo a uma comunidade necessitada, agora não podemos é confundir voluntariado com mão de obra barata, desclassificada e carne para canhão, isso não é voluntariado é no mínimo exploração da condição humana, para não chamar escravatura.Pois ao estar a negar de um modo consciente as devidas condições de actuação e colocar em risco a vida presente e futura dos Voluntários e profissionais para mim é uma conduta criminosa, estando em causa ou não o interesse público!!Como deve ser de conhecimento publico e de certo modo devia ser divulgado nas acções de formação de Higiene e Segurança no Trabalho ( é verdade isto em Portugal não faz parte da formação dos Bombeiros ) ou de outra formação que envolva o Risco, primeiro estamos nós, depois nós, depois nós e depois nós e só lá mesmo no fim estão as vitimas, pois essas em ultimo caso já estavam condenadas á partida!!Um Bombeiro é, ou devia ser, uma "ferramenta altamente especializada e treinada" e de difícil reposição, logo devia ser tratada pelo seu "utilizador" com o devido cuidado, pois a sua "substituição" acarreta um investimento muito significativo tanto técnico como financeiro, logo não nos podemos dar ao luxo de andar todos os dias a "estragar" ferramentas tão caras, como parece que muitos por aqui defendem.Já nem os grupos terroristas colocam em risco os seus melhores operacionais, usam "simpatizantes" para fazer o trabalho sujo com o treino dos seus melhores operacionais.Se existe algum lema que eu defenda neste nosso mundo será sempre: " Voluntários na disponibilidade, Profissionais na acção" !!!!
Autor Wite Eagle “ Bombeiros de Portugal”
Etiquetas:
acidente,
ambulância,
Bombeiros,
ENB,
incêndios,
profissionais,
protecção,
publico,
socorro,
voluntário
sábado, julho 21, 2007
Comunicado da APBV
« em: Julho 18, 2007, 03:28:44 pm »
LAMENTÁVEL - Tal como já havíamos transmitido ao Senhor Presidente da Republica, aquando da audiência que nos concedeu, Portugal é um País diferente de todos os outros. Há mais de 600 anos que milhares de Homens e Mulheres prestam voluntariamente, com brio e abnegação um serviço à Nação. São BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS!Esses Homens e Mulheres arriscam as suas vidas para a defesa de pessoas e bens, sacrificam as suas vidas familiar, pessoal e profissional e, em contrapartida, são usados e abusados gratuitamente.
A APBV tem percorrido um trajecto penoso. São muitos os que nos apelidam de inimigos, que fazem tudo por tudo para denegrirem a nossa imagem e, não menos importante, tentam aniquilar esta Associação. Sempre nos pautamos pela defesa e dignificação dos Bombeiros Voluntários, pelo bom-senso, pelo respeito, pela cordialidade. Preocupamo-nos em discutir os assuntos em sede própria e não deitarmos mais lenha para a fogueira. Contrariamente, alguns que tanto apregoam servir os bombeiros (?), defender os bombeiros (?) desgastam ainda mais a imagem já desgastada, dos Soldados da Paz.
Uma vez que o Estatuto Social do Bombeiro pouco ou nada beneficia os Bombeiros Voluntários, fizemos a recolha de assinaturas para a entrega de uma petição que visava, e visa, a alteração do tão aclamado Estatuto. Foi inqualificável o que se passou! Chegou-se ao cúmulo de se rasgarem páginas já assinadas, afirmando-se que a APBV é contra uma determinada instituição. Quem o fez prejudicou os seus próprios bombeiros e, pior, desrespeitou a vontade dos subscritores.
Em 2006 entregamos, em audiência, ao Senhor Dr. Jaime Gama - Presidente da Assembleia da Republica - a petição. Apesar dos inúmeros entraves, foi subscrita por milhares de Bombeiros. Solicitávamos, e solicitamos, um conjunto de regalias para os Bombeiros Voluntários, seus cônjuges e filhos, bem como para os dirigentes das associações detentoras de corpos de bombeiros.
Solicitamos, por diversas vezes, audiências com o Senhor Ministro da Administração Interna. O mesmo teve sempre a amabilidade de nos responder que havia remetido o pedido de audiência para o seu Secretário de Estado da Administração Interna. Apesar dos vários pedidos de audiência, o Senhor Secretário de Estado nunca nos recebeu, muito menos nos deu qualquer resposta aos nossos pedidos de audiência.
Sempre afirmamos que nós, Bombeiros Voluntários, conhecemos muitas das dificuldades e dos problemas e, como tal, temos a solução para muitos deles. Assim, elaboramos um dossier com um conjunto de propostas com vista a serem contempladas no Regime Jurídico dos Bombeiros. Entregamos uma cópia desse dossier ao Senhor Presidente da Autoridade Nacional da Protecção Civil. O Senhor Secretário de Estado da Administração Interna, uma vez mais, não esteve disponível para nos receber, pelo que fizemos a entrega do dossier ao seu Chefe de Gabinete.
Com a aprovação da nova legislação, os Bombeiros Voluntários são penalizados.
Reduziu-se o tempo de bonificação para efeitos de aposentação de 25 para 15%;
Os bombeiros voluntários só têm direito ao reembolso das propinas e das taxas de inscrição da frequência do ensino superior público;
Questiona-se:Porquê esta redução de 10%?
Por que motivo, aqueles bombeiros que se vêem forçados a ingressar no ensino privado por não terem possibilidades de frequentarem um local de ensino público pela simples razão de a sua localização ser distante, não têm direito a reembolso, mesmo parcial, das propinas e das taxas de inscrição?
Por que razão muitas das nossas propostas não foram contempladas, quando as mesmas visavam dignificar e engrandecer os Bombeiros Voluntários e contribuírem para a resolução de muitos problemas?
Muito se tem falado, e com razão: Os Bombeiros Voluntários estão a atravessar uma situação dramática, senão vejamos:
São inúmeras as queixas que nos chegam de Bombeiros Voluntários;
São muitos os bombeiros sujeitos a processos disciplinares com contornos pouco claros. Muitos deles são punidos injustamente;
Muitos são os bombeiros que se vêem forçados a recorrer aos tribunais e a custearem as despesas;
Vários comandantes e/ou elementos do Comandos são forçados a demitirem-se;
Existem exames de promoção aos postos imediatos que são um autêntico escândalo;
Alguns bombeiros são beneficiados em detrimento de outros;Cada vez existem mais bombeiros a demitirem-se por se sentirem perseguidos e/ou desmotivados;Infelizmente, existem bombeiros que foram vítimas de acidentes e não têm dinheiro para pagarem as despesas de tratamento;Na maioria dos casos os valores para despesas de tratamento são irrisórios;
Existem familiares de bombeiros falecidos ou vítimas de acidentes no cumprimento da sua missão que enviam cartas para os Corpos de Bombeiros a pedirem ajuda financeira;A formação não chega a todos os corpos de bombeiros e quando chega é a conta-gotas;
Existem milhares de bombeiros que compram o seu fardamento e equipamentos de protecção individual;
Muitos Bombeiros Voluntários esperam meses para receberem as verbas que lhe são devidas quando estiveram ao serviço do ECIN ou ELAC;
Dessas mesmas verbas são descontadas as refeições, diminuindo-as substancialmente;Muitos, mas muitos mais casos poderiam ser apontados.Muitas vezes interrogo-me: Será que vale a pena ser Bombeiro Voluntário?
Valerá a pena os bravos Soldados da Paz serem sujeitos a tantas injustiças quando prestam um serviço ao Estado e à sociedade, sem nada receberem em troca?
O que aconteceria se num determinado dia todos os Bombeiros Voluntários decidissem dedicar esse mesmo dia às suas famílias?
Certamente que o socorro ficaria extremamente debilitado.Os Bombeiros Voluntários são disciplinados, prestaram um juramento, são um exemplo a ser apontado. São Homens e Mulheres que amam o próximo, que sentem uma enorme paixão e orgulho por desempenharem tão nobre missão. Como tal, os Bombeiros Voluntários têm de ser dignificados e, acima de tudo, merecem ser respeitados;
Concluo que não há interesse em que os Bombeiros Voluntários sejam ouvidos.
Esta crise que está a afectar os Bombeiros Voluntários, não honra a memória de todos aqueles que serviram esta causa ao longo de mais de seis séculos, muito menos, a memória dos Bombeiros que tombaram no cumprimento da sua missão.
Ao contrário de outros, nenhum dirigente desta Associação é remunerado;Os dirigentes desta Associação são Bombeiros Voluntários;Esta Associação não recebe quaisquer subsídios ou benesses;
Deslocamo-nos nas nossas viaturas;Não temos motoristas particulares;
Não temos cartões de crédito;
Custeamos muitas das despesas da Associação.
Sempre dizemos e reafirmamos:Queremos estar…
Por Bem!
Por Todos!
Existimos para Unir e não para dividir!
Somos Bombeiros Voluntários!
Paulo JesusPresidente da Direcção da APBV - Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários
« em: Julho 18, 2007, 03:28:44 pm »
LAMENTÁVEL - Tal como já havíamos transmitido ao Senhor Presidente da Republica, aquando da audiência que nos concedeu, Portugal é um País diferente de todos os outros. Há mais de 600 anos que milhares de Homens e Mulheres prestam voluntariamente, com brio e abnegação um serviço à Nação. São BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS!Esses Homens e Mulheres arriscam as suas vidas para a defesa de pessoas e bens, sacrificam as suas vidas familiar, pessoal e profissional e, em contrapartida, são usados e abusados gratuitamente.
A APBV tem percorrido um trajecto penoso. São muitos os que nos apelidam de inimigos, que fazem tudo por tudo para denegrirem a nossa imagem e, não menos importante, tentam aniquilar esta Associação. Sempre nos pautamos pela defesa e dignificação dos Bombeiros Voluntários, pelo bom-senso, pelo respeito, pela cordialidade. Preocupamo-nos em discutir os assuntos em sede própria e não deitarmos mais lenha para a fogueira. Contrariamente, alguns que tanto apregoam servir os bombeiros (?), defender os bombeiros (?) desgastam ainda mais a imagem já desgastada, dos Soldados da Paz.
Uma vez que o Estatuto Social do Bombeiro pouco ou nada beneficia os Bombeiros Voluntários, fizemos a recolha de assinaturas para a entrega de uma petição que visava, e visa, a alteração do tão aclamado Estatuto. Foi inqualificável o que se passou! Chegou-se ao cúmulo de se rasgarem páginas já assinadas, afirmando-se que a APBV é contra uma determinada instituição. Quem o fez prejudicou os seus próprios bombeiros e, pior, desrespeitou a vontade dos subscritores.
Em 2006 entregamos, em audiência, ao Senhor Dr. Jaime Gama - Presidente da Assembleia da Republica - a petição. Apesar dos inúmeros entraves, foi subscrita por milhares de Bombeiros. Solicitávamos, e solicitamos, um conjunto de regalias para os Bombeiros Voluntários, seus cônjuges e filhos, bem como para os dirigentes das associações detentoras de corpos de bombeiros.
Solicitamos, por diversas vezes, audiências com o Senhor Ministro da Administração Interna. O mesmo teve sempre a amabilidade de nos responder que havia remetido o pedido de audiência para o seu Secretário de Estado da Administração Interna. Apesar dos vários pedidos de audiência, o Senhor Secretário de Estado nunca nos recebeu, muito menos nos deu qualquer resposta aos nossos pedidos de audiência.
Sempre afirmamos que nós, Bombeiros Voluntários, conhecemos muitas das dificuldades e dos problemas e, como tal, temos a solução para muitos deles. Assim, elaboramos um dossier com um conjunto de propostas com vista a serem contempladas no Regime Jurídico dos Bombeiros. Entregamos uma cópia desse dossier ao Senhor Presidente da Autoridade Nacional da Protecção Civil. O Senhor Secretário de Estado da Administração Interna, uma vez mais, não esteve disponível para nos receber, pelo que fizemos a entrega do dossier ao seu Chefe de Gabinete.
Com a aprovação da nova legislação, os Bombeiros Voluntários são penalizados.
Reduziu-se o tempo de bonificação para efeitos de aposentação de 25 para 15%;
Os bombeiros voluntários só têm direito ao reembolso das propinas e das taxas de inscrição da frequência do ensino superior público;
Questiona-se:Porquê esta redução de 10%?
Por que motivo, aqueles bombeiros que se vêem forçados a ingressar no ensino privado por não terem possibilidades de frequentarem um local de ensino público pela simples razão de a sua localização ser distante, não têm direito a reembolso, mesmo parcial, das propinas e das taxas de inscrição?
Por que razão muitas das nossas propostas não foram contempladas, quando as mesmas visavam dignificar e engrandecer os Bombeiros Voluntários e contribuírem para a resolução de muitos problemas?
Muito se tem falado, e com razão: Os Bombeiros Voluntários estão a atravessar uma situação dramática, senão vejamos:
São inúmeras as queixas que nos chegam de Bombeiros Voluntários;
São muitos os bombeiros sujeitos a processos disciplinares com contornos pouco claros. Muitos deles são punidos injustamente;
Muitos são os bombeiros que se vêem forçados a recorrer aos tribunais e a custearem as despesas;
Vários comandantes e/ou elementos do Comandos são forçados a demitirem-se;
Existem exames de promoção aos postos imediatos que são um autêntico escândalo;
Alguns bombeiros são beneficiados em detrimento de outros;Cada vez existem mais bombeiros a demitirem-se por se sentirem perseguidos e/ou desmotivados;Infelizmente, existem bombeiros que foram vítimas de acidentes e não têm dinheiro para pagarem as despesas de tratamento;Na maioria dos casos os valores para despesas de tratamento são irrisórios;
Existem familiares de bombeiros falecidos ou vítimas de acidentes no cumprimento da sua missão que enviam cartas para os Corpos de Bombeiros a pedirem ajuda financeira;A formação não chega a todos os corpos de bombeiros e quando chega é a conta-gotas;
Existem milhares de bombeiros que compram o seu fardamento e equipamentos de protecção individual;
Muitos Bombeiros Voluntários esperam meses para receberem as verbas que lhe são devidas quando estiveram ao serviço do ECIN ou ELAC;
Dessas mesmas verbas são descontadas as refeições, diminuindo-as substancialmente;Muitos, mas muitos mais casos poderiam ser apontados.Muitas vezes interrogo-me: Será que vale a pena ser Bombeiro Voluntário?
Valerá a pena os bravos Soldados da Paz serem sujeitos a tantas injustiças quando prestam um serviço ao Estado e à sociedade, sem nada receberem em troca?
O que aconteceria se num determinado dia todos os Bombeiros Voluntários decidissem dedicar esse mesmo dia às suas famílias?
Certamente que o socorro ficaria extremamente debilitado.Os Bombeiros Voluntários são disciplinados, prestaram um juramento, são um exemplo a ser apontado. São Homens e Mulheres que amam o próximo, que sentem uma enorme paixão e orgulho por desempenharem tão nobre missão. Como tal, os Bombeiros Voluntários têm de ser dignificados e, acima de tudo, merecem ser respeitados;
Concluo que não há interesse em que os Bombeiros Voluntários sejam ouvidos.
Esta crise que está a afectar os Bombeiros Voluntários, não honra a memória de todos aqueles que serviram esta causa ao longo de mais de seis séculos, muito menos, a memória dos Bombeiros que tombaram no cumprimento da sua missão.
Ao contrário de outros, nenhum dirigente desta Associação é remunerado;Os dirigentes desta Associação são Bombeiros Voluntários;Esta Associação não recebe quaisquer subsídios ou benesses;
Deslocamo-nos nas nossas viaturas;Não temos motoristas particulares;
Não temos cartões de crédito;
Custeamos muitas das despesas da Associação.
Sempre dizemos e reafirmamos:Queremos estar…
Por Bem!
Por Todos!
Existimos para Unir e não para dividir!
Somos Bombeiros Voluntários!
Paulo JesusPresidente da Direcção da APBV - Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários
Etiquetas:
acidente,
ambulância,
Bombeiros,
ENB,
incêndios,
incendios florestais,
MAI,
socorro,
TAT,
tripulantes de ambulancia
domingo, junho 10, 2007
Quites de Combate a Incêndios Florestais
O Governo ira gastar cerca de 8 milhões de euros na aquisição de quites de combate a incêndios florestais para serem distribuídos as Juntas de Freguesia.
Em Portugal nos últimos anos qualquer pessoa pode combater incêndios florestais, uma actividade que alguns anos eram da competência dos Bombeiros e das identidades oficiais que estavam directamente ligadas a protecção e defesa floresta, começou a ser dispersa por varias identidades alheias ao socorro e ao combate a incêndios, chegando ao ponto de se gastar milhões de euros em quites de combate a incêndios Florestais para serem distribuídos pelas juntas de freguesia.
A distribuição dos quites de incêndios pelas juntas de freguesia é um risco, quer a nível operacional quer a nível da segurança, descurou-se completamente a formação dos elementos que iram operar com os respectivo equipamentos, serão operados por simples funcionários das Juntas das freguesia, sem qualquer formação nem competências a nível do socorro, iram trabalhar isolados por contra própria fora de qualquer sistema de comando operacional, iram certamente por a sua vida em risco e de quem depois tem o dever de os ir salvar, situação que ira originar um aumento da mortalidade provocada pelos incêndios florestais, que ano a pós ano tem aumentado com mais incidência a nível dos civis.
Actualmente a defesa e o combate aos incêndios florestais ou o socorro as populações em Portugal esta se a tornar uma anarquia total, onde cada um faz o que quer e como quer, tenta-se contornar os problemas em vez de tentar os resolver os problemas definitivamente, assim se gastam milhões de euros com medidas e projectos sem qualquer viabilidade técnica, verbas que deviam ser investidas nas identidades que foram criadas para esses objectivos.
Em Portugal nos últimos anos qualquer pessoa pode combater incêndios florestais, uma actividade que alguns anos eram da competência dos Bombeiros e das identidades oficiais que estavam directamente ligadas a protecção e defesa floresta, começou a ser dispersa por varias identidades alheias ao socorro e ao combate a incêndios, chegando ao ponto de se gastar milhões de euros em quites de combate a incêndios Florestais para serem distribuídos pelas juntas de freguesia.
A distribuição dos quites de incêndios pelas juntas de freguesia é um risco, quer a nível operacional quer a nível da segurança, descurou-se completamente a formação dos elementos que iram operar com os respectivo equipamentos, serão operados por simples funcionários das Juntas das freguesia, sem qualquer formação nem competências a nível do socorro, iram trabalhar isolados por contra própria fora de qualquer sistema de comando operacional, iram certamente por a sua vida em risco e de quem depois tem o dever de os ir salvar, situação que ira originar um aumento da mortalidade provocada pelos incêndios florestais, que ano a pós ano tem aumentado com mais incidência a nível dos civis.
Actualmente a defesa e o combate aos incêndios florestais ou o socorro as populações em Portugal esta se a tornar uma anarquia total, onde cada um faz o que quer e como quer, tenta-se contornar os problemas em vez de tentar os resolver os problemas definitivamente, assim se gastam milhões de euros com medidas e projectos sem qualquer viabilidade técnica, verbas que deviam ser investidas nas identidades que foram criadas para esses objectivos.
Etiquetas:
acidente,
ambulância,
Bombeiros,
ENB,
incêndios,
incendios florestais,
socorro
domingo, maio 20, 2007
Formação dos Bombeiros Portugueses

A Escola Nacional de Bombeiros “ENB ”é uma associação privada sem fins lucrativos, tendo como associados fundadores o ex. Serviço Nacional de Bombeiros “ SNB” e a liga Nacional de Bombeiros.
Reconhecida como de utilidade pública, a ENB concretiza diariamente uma parceria entre o estado e a sociedade civil, tendo como objectivo a formação e desenvolvimento e aperfeiçoamento dos Bombeiros de todo o País.
Nos últimos dois anos a ENB tem reduzido progressivamente a formação dos Bombeiros Portugueses em todas as vertentes formativas, em 2003 administrou 1686 cursos de diversas áreas, em 2004 administrou 870 cursos, sendo o ano de 2006 e 2007 piores que os anos anteriores, onde a formação em certas árias é inexistente ou insignificante para as necessidades reais dos Bombeiros Portugueses.
A ENB actualmente esta a falhar na formação dos Bombeiros Portugueses, anda a administrar formação a empresas e com a agravante ainda de ser obrigada a dar formação aos GIPS da GNR, Caneirinhos, Sapadores florestais, EPI, que levou a esgotar a capacidade de formação durante os próximos anos em determinadas áreas.
Situação que esta dignar os Bombeiros a nível Nacionais, que se vêem privados de receber formação credenciada nos núcleos formativos da ENB, núcleos esses frequentemente usados para formação de outras identidades menos pelos os Bombeiros Portugueses.
Etiquetas:
acidente,
ambulância,
Bombeiros,
emregencia,
ENB,
formação,
incêndios,
socorro
segunda-feira, março 19, 2007
Os super soldados
Nos últimos anos tem existido uma revolução a nível da segurança e a nível do socorro.
Actualmente a GNR esta se a tornar numa super força nacional, dependente directamente do MAI e do Primeiro-Ministro tem tido uma grande evolução nos últimos anos, e se tem consecutivamente introduzindo em vários estruturas e serviços praticados por outras identidades. Isso só é possível com um investimento de milhões de euros, dinheiro esse normalmente negado identidades que actualmente que prestam esses serviços que a GNR vai prestar no futuro, lançando algumas desconfianças em muitas organizações, quer na imparcialidade das politicas governamentais para esse sector quer na verdadeira missão da GNR no futuro.
Situação teve início com a ida da GNR para o Iraque a mando do Primeiro-Ministro, quando confrontado com a recusa do Presidente da República em mandar tropas Portuguesas para o Iraque sem o oval da ONU, onde o Primeiro-ministro numa clara afronta ao Presidente da Republica mandou a GNR para o Iraque, uma força dependente dele, colocando Portugal numa situação indelicada perante a comunidade internacional, aliando-se aos EUA, numa invasão militar contra a um País soberano que é o Iraque sem o oval da ONU, uma forma indirecta de declaração de guerra.
Em 2005 MAI inseriu a GNR no SNBPC, criando os GIPS Grupo de Protecção e Socorro, uma força vocacionada para a prevenção e intervenção de primeira linha em Incêndios Florestais, acidentes com matérias perigosas, inundações sismos e outras catástrofes ou acidentes graves, uma missão que é das competências dos Bombeiros Portugueses, um sector dependente do MAI, que ano a pôs ano vê uma clara redução verbas pelo MAI, que implica a operacionalidade dos Bombeiros no terreno, onde os Bombeiros vêm com desconfiança a entrada da GNR no sistema de socorro, uma força sem qualquer vocação na área do socorro.
Em 2005 a GNR entrou no Ministério do Ambiente ficando com o Serviço e Protecção da Natureza e do Ambiente ( SEPNA)e aglutinou os seus elementos e as suas competências, quer a nível da vigilância, fiscalização do território nacional defesa do meio ambiente.
Em 2005 a GNR entrou também na área da competência da Policia Marítima, com a fiscalização da orla costeira, quer a nível da fiscalização da pesca lúdica, com o patrulhamento terrestre da costa Portuguesa, competências que eram da Policia Marítima.
Em 2006 a GNR a GNR prepara-se para ocupar as maiorias das áreas da responsabilidade da PSP, como já entrou na área da investigação criminal da responsabilidade da Policia Judiciaria, (PJ) e prepara-se para entrar em outras áreas fulcrais num país democrático.
Em 2006, a GNR ira receber formação para pilotar helicópteros para socorro, uma competência que devia ser da nossa força aérea Portuguesa, uma força que alem de ter excelentes pilotos, muito deles não conseguem atingir os limites de oras de voo recomendados para estarem operacionais, muitas das vezes por falta de aeronaves ou de combustível
Normalmente os Portugueses tem uma memoria fraca, esquecem-se facilmente do passado, e em relação ao passado da GNR é obscuro, principalmente antes de 1974, porque uma força militar que se preze e leal aos seus superiores e cumpre cegamente as ordens dadas superiormente, mesmo que essas ordens sejam contra aos direitos dos cidadão nacionais.
Actualmente não deve faltar muito para a GNR ter outras obrigações, coisas mais altas e fulcrais para ter mais poder, como tomar o poder máximo, o governo.
Actualmente a GNR esta se a tornar numa super força nacional, dependente directamente do MAI e do Primeiro-Ministro tem tido uma grande evolução nos últimos anos, e se tem consecutivamente introduzindo em vários estruturas e serviços praticados por outras identidades. Isso só é possível com um investimento de milhões de euros, dinheiro esse normalmente negado identidades que actualmente que prestam esses serviços que a GNR vai prestar no futuro, lançando algumas desconfianças em muitas organizações, quer na imparcialidade das politicas governamentais para esse sector quer na verdadeira missão da GNR no futuro.
Situação teve início com a ida da GNR para o Iraque a mando do Primeiro-Ministro, quando confrontado com a recusa do Presidente da República em mandar tropas Portuguesas para o Iraque sem o oval da ONU, onde o Primeiro-ministro numa clara afronta ao Presidente da Republica mandou a GNR para o Iraque, uma força dependente dele, colocando Portugal numa situação indelicada perante a comunidade internacional, aliando-se aos EUA, numa invasão militar contra a um País soberano que é o Iraque sem o oval da ONU, uma forma indirecta de declaração de guerra.
Em 2005 MAI inseriu a GNR no SNBPC, criando os GIPS Grupo de Protecção e Socorro, uma força vocacionada para a prevenção e intervenção de primeira linha em Incêndios Florestais, acidentes com matérias perigosas, inundações sismos e outras catástrofes ou acidentes graves, uma missão que é das competências dos Bombeiros Portugueses, um sector dependente do MAI, que ano a pôs ano vê uma clara redução verbas pelo MAI, que implica a operacionalidade dos Bombeiros no terreno, onde os Bombeiros vêm com desconfiança a entrada da GNR no sistema de socorro, uma força sem qualquer vocação na área do socorro.
Em 2005 a GNR entrou no Ministério do Ambiente ficando com o Serviço e Protecção da Natureza e do Ambiente ( SEPNA)e aglutinou os seus elementos e as suas competências, quer a nível da vigilância, fiscalização do território nacional defesa do meio ambiente.
Em 2005 a GNR entrou também na área da competência da Policia Marítima, com a fiscalização da orla costeira, quer a nível da fiscalização da pesca lúdica, com o patrulhamento terrestre da costa Portuguesa, competências que eram da Policia Marítima.
Em 2006 a GNR a GNR prepara-se para ocupar as maiorias das áreas da responsabilidade da PSP, como já entrou na área da investigação criminal da responsabilidade da Policia Judiciaria, (PJ) e prepara-se para entrar em outras áreas fulcrais num país democrático.
Em 2006, a GNR ira receber formação para pilotar helicópteros para socorro, uma competência que devia ser da nossa força aérea Portuguesa, uma força que alem de ter excelentes pilotos, muito deles não conseguem atingir os limites de oras de voo recomendados para estarem operacionais, muitas das vezes por falta de aeronaves ou de combustível
Normalmente os Portugueses tem uma memoria fraca, esquecem-se facilmente do passado, e em relação ao passado da GNR é obscuro, principalmente antes de 1974, porque uma força militar que se preze e leal aos seus superiores e cumpre cegamente as ordens dadas superiormente, mesmo que essas ordens sejam contra aos direitos dos cidadão nacionais.
Actualmente não deve faltar muito para a GNR ter outras obrigações, coisas mais altas e fulcrais para ter mais poder, como tomar o poder máximo, o governo.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
