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terça-feira, janeiro 04, 2011

Duarte Caldeira finalmente sai da LBP

O Senhor Duarte Caldeira presidente da Liga de Bombeiros Portugueses disse no jornal LBP que não se iria recandidatar ao cargo de presidente da LBP.

O mesmo discurso fez o senhor Duarte Caldeira a alguns anos atraz, disse que não se recandidataria e depois nos últimos instantes veio apresentar a sua candidatura.

O senhor Duarte Caldeira prepara-se para abandonar o barco onde foi capitão quase vinte anos, um barco que mete água por tudo os lados, onde já há muito tempo perdeu o leme e navega sem rumo, porque nunca teve um capitão digno para comandar um barco com essa envergadura, que agora prepara-se para os abandonar o barco deixando os seus marinheiros a uma morte certa, porque as balsas salva-vidas nunca foram adquiridas por quem de direito.

A comunidade internacional emitiu em 2010 a factura que os portugueses vão ter que pagar pela má gestão governamental praticada durante dezenas de anos por incompetentes, o ano 2011 é quando a factura vence, e posso adiantar que muitos corpos de bombeiros vão falir, vão ser penhorados e vendidos em hasta pública como meras empresas comerciais, porque quem devia apoiar “governo” está na banca rota, que já se anda a vender aos brasileiros, mexicanos, venezuelanos etc.

Já há muito tempo que os bombeiros deviam ter escolhido um líder para os orientar e lutar por eles, não quiseram, quiseram tapar os problemas em vez dos enfrentar e resolve-los como homens, muitos bons líderes se perderam para sempre no enredo dessa novela, iremos ver se finalmente com a saída do senhor Duarte Caldeiras da LBP teremos um bom capitão que consiga levar a um bom porto a carcaça que foi deixada à deriva num mar revolto.

sábado, novembro 13, 2010

Para quando uma resposta do presidente da LBP.

Dia 24 de Novembro está marcada uma greve geral, onde todos os sindicatos e organizações portuguesas irão se manifestar contra as políticas de austeridades impostas pelo governo.

Uma greve que ira abranger todos os sectores da sociedade portuguesa, onde terá algumas consequências para a população, mas é uma forma de se tentar lutar para que as coisas melhorem.

Mas nem todos ainda se pronunciaram, principalmente a Liga dos Bombeiros Portugueses, que ainda não emitiu nenhum comunicado se irá aderir há greve ou iria tomar alguma forma de luta contra as medidas de austeridade impostas pelo governo, que irá levar aos bombeiros portugueses a uma perda operacionalidade deixando-os á beira ataque de nervos.

È a própria LBP que diz que partir de Janeiro de 2011 algumas associações de bombeiros puderam suspender o serviço de transporte de doentes por falta de capacidade financeira para suportar as despesas existentes, tudo devido aos cortes e á falta de pagamento das instituições ligadas aos Ministério da Saúde, uma situação que poderá por em causa o serviço de socorro as populações e irá mandar para o desemprego milhares de bombeiros.

Outra situação é o corte do reembolso do IVA às instituição de solidariedade social, uma situação que ira afectar os bombeiros portugueses gravemente, ira ser a uma machadada mortal às débeis finanças das associações de bombeiros, levando muitas a decretar falência técnica.

Entre essas e muitas outras situações a LBP ainda não se pronunciou, até parece que é o que está se a passar é normal, e a atitude da LBP é de um cordeiro, que espera uma morte certa sem tentar agir nem lutar pela sua existência.

terça-feira, novembro 04, 2008

As garras da Fénix

O actual presidente da LBP finalmente mostrou as garras da sua Fénix, que a algumas décadas somente tem sido uma figura submissa aos órgãos da tutela, onde somente piou baixinho submetendo-se a tudo a todos, sem nunca mostradas as suas garras.

O presidente da LBP durante o congresso fez declarações polémicas e desafiadoras contra aos órgãos da tutela, como se aliou-se á federação do Bombeiros do distrito de Lisboa, que não se representara este ano no encerramento do DFCI deste ano em Lisboa.

Iremos ver se a atitude é para manter ou se é sol de pouca duração, porque se realmente o senhor Duarte Caldeira levar as suas revindicações até ao fim, os bombeiros portugueses terão que estar preparados para formas de lutas mais duras e duradouras, com sequências nefastas para a população civil, se realmente quiserem que o MAI e o SNS cedam as reivindicações exigidas que puderam ditar a sobrevivência dos corpos de Bombeiros portugueses.

sábado, setembro 06, 2008

Bombeiros a penar por mais 3 anos


O Sr. Duarte Caldeira, acaba de concluir a lista, sobre o lema “Bombeiros – O futuro começa agora”, como se recandidata para à liderança da Liga Dos Bombeiros Portugueses.

Entende-se que O Sr. Duarte caldeira foi um elemento importante durante décadas na liderança dos Bombeiros Portugueses, mas nos últimos anos tem efectuado um péssimo trabalho na frente da LBP, uma pessoa que não tem capacidade para dirigir um órgão demasiado importante como é a LBP, que perdeu a força condutora e de inovar, uma voz apagada e conformada, sem capacidade de reivindicar quer o que seja, que cede facilmente a pressões exteriores e interiores.

Como não existe mais nenhuma lista (pelo menos nada tem sido divulgado sobre a existência de outra lista), a LBP será liderada por mais 3 anos por este senhor, senhor que no ano passado tinha afirmado que não se recandidatava, que levou a clamação dos Bombeiros, que viam a saída do deste senhor como o renascer das cinzas dos Bombeiros portugueses.

segunda-feira, março 17, 2008

Bombeiros esperam retomar trabalho com INEM após Páscoa

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) espera retomar na semana a seguir à Páscoa o trabalho de reformulação da rede nacional de socorro Pré-Hospitalar com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), anunciou hoje Duarte Caldeira, presidente da LBP.

Diário Digital


Julgo que dificilmente ira surgir alguma alteração de atitude por parte do INEM em relação aos Bombeiros Portugueses, o INEM ira dar certamente a continuação ao projecto da criação da rede própria de ambulâncias de socorro, gastando milhões aos contribuintes servindo-se dos Bombeiros para efectuar os serviços que não tenham capacidade de os efectuar ou o que não lhe interessem efectuar.

quinta-feira, março 13, 2008

INEM não fiscaliza empresas privadas de transporte de doentes

Não há está a ser desenvolvida qualquer actividade de fiscalização das empresas privadas que transportam doentes..."

A denúncia é feita pelo presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Duarte Caldeira, que afirma que depois de licenciar as empresas, o INEM não controla a sua actividade.
Actualmente existem em Portugal pouco mais de uma centena de empresas a operar no transporte de doentes.
A sua missão não é prestar socorro nem fazer emergência pré-hospitalar mas transportar doentes para consultas ou tratamentos.
Para que comecem a operar no mercado, a lei define uma série de requisitos e incumbe o INEM de os verificar e atribuir o respectivo alvará.
Exemplos: cada ambulância tem de possuir uma tripulação de dois elementos (motorista e segundo elemento para assistir o doente) e equipamentos mínimos para prestar o serviço.

No acidente de ontem apenas seguia na ambulância uma tripulante, que conduzia o veículo.
Compete também ao instituto definir os conteúdos das 35 horas de formação a que são sujeitos os
tripulantes de ambulância de transporte e que depois são dadas pela Escola Nacional de Bombeiros ou por entidades certificadas pelo INEM.
Depois deste processo, raramente o INEM monitoriza e acompanha o desempenho destas entidades privadas. Apenas nos casos em que há denúncias é que o INEM tem actuado, reconhece fonte oficial do instituto,"Se o alvará foi dado há dez anos, como se garante que as empresas continuam a cumprir os requisitos segundo os quais foram licenciadas?", questiona Duarte Caldeira, temendo que haja falhas e riscos para os doentes.

Esta falha será colmatada em breve com a contratação de mais profissionais para proceder fiscalização, adianta o INEM.
No que diz respeito às empresas que operam sem alvará, a fiscalização compete às autoridades.
Na formação dos tripulantes de ambulância de transporte não há conteúdos específicos dirigidos àcondução.
O que, explica fonte do INEM, não se justifica, pois as empresas não actuam em situações de emergência e sob grande pressão.
Já os técnicos do instituto têm esta formação.
A Liga considera que, mais do que proporcionar aulas de condução defensiva aos condutores, é preciso aferir as suas condições psicológicas e emocionais para conduzir sob stress. O que pode passar pela realização de testes psicotécnicos específicos.

Escrita por: Diário de Notícias Em:2008-03-12

O senhor Duarte Caldeira tem toda a razão em denunciar a falta de fiscalização das empresas de transporte de doentes, mas o senhor Duarte caldeira devia era estar preocupado porque a grande maioria dos corpos de Bombeiros Portugueses não cumpre o regulamento de transporte de doentes, onde facilmente se detecta ambulâncias de socorro dos corpos de Bombeiros somente tripulada por TAT ou mais grave somente por um TAT a conduzir a efectuar serviços de emergência, para provar isso basta ver algumas noticias nos últimos meses.

A fiscalização é necessária e urgente, mas depois não se queixem das consequências da fiscalização.

segunda-feira, janeiro 14, 2008

Liga quer que Ministério da Saúde defina papel dos bombeiros no socorro pré-hospitalar

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) considera que o Ministério da Saúde tem desvalorizado o papel dos bombeiros na prestação de cuidados de saúde e desafiou hoje a tutela a definir qual vai ser o papel destes profissionais no socorro pré-hospitalar
O presidente da LBP disse, no final de uma audiência com a secretária de Estado Adjunta da Saúde, Cármen Pignatelli, que passou a deter a tutela do INEM, que no actual contexto de reestruturação do sector da saúde, é «indispensável» perceber aquilo que para o Ministério da Saúde é o papel do «parceiro bombeiro» em matéria de socorro pré-hospitalar
Das duas uma, ou o Ministério da Saúde quer criar uma rede de ambulâncias própria e entregá-la ao INEM, prescindindo dos bombeiros, ou ao querer continuar a ter os bombeiros como parceiro, terá de os tratar como tal e ter em consideração as suas opiniões e ter em consideração as suas expectativas e ter em consideração os seus recursos, os seus meios e as suas qualificações», defendeu Duarte Caldeira
papel dos bombeiros no socorro pré-hospitalar ganhou maior relevância com o encerramento de maternidades e serviços de urgência e com o consequente aumento do número de pedidos de transporte e distâncias percorridas
A Liga de Bombeiros entende que os bombeiros têm sido desvalorizados e, nas palavras de Duarte Caldeira, trata-se de "uma situação que os bombeiros não estão dispostos a continuar a aceitar.
«Não aceitamos que seja desvalorizado o papel que - e não fazemos aqui qualquer evocação do património histórico porque esse é evidente - é hoje a intervenção qualificada dos bombeiros no pré-hospitalar (porque) os bombeiros dispõem de tripulantes (de ambulância) tão qualificados como o Instituto Nacional de Emergência Médica, os bombeiros tem uma distribuição geográfica nacional que o INEM não tem e portanto achamos que chegou o momento de o Ministério da Saúde, de uma forma clara, dizer se conta ou não conta com os bombeiros para a rede nacional de ambulâncias de que o país precisa», rematou.
O presidente da LBP admitiu que saiu da reunião satisfeito com a receptividade de Cármen Pignatelli às posições dos bombeiros, tendo ficado acordado que durante a próxima semana a LBP irá entregar à secretária de Estado um memorando com os pontos que os bombeiros consideram essenciais «para que de uma forma muito rápida» sejam alcançadas conclusões que depois possam orientar uma intervenção futura.


Lusa / SOL

PS...Enquanto existirem corpos de Bombeiros que efectuam serviço na área do Pré-Hospitalar sem cumprirem o regulamento de transportes, a LBP não se pode exigir nada nem lutar por nada, os Bombeiros actualmente deviam somente efectuar os serviços para qual tem capacidade de os efectuar cumprindo a lei , é uma questão de principio , as consequências é um problema do SNS e do INEM.

quinta-feira, outubro 25, 2007

LBP critica o SNS

A liga dos Bombeiros Portugueses acusou o Ministério da saúde de estar a montar uma rede paralela de ambulâncias de cada vez que encerra um serviço de urgência ou atendimento.
As críticas efectuadas pela LBP tem fundamento, mas a LBP a muito tempo anda a praticar um acto de vassalagem ao serviço nacional de saúde avarias décadas, como um servo aceita tudo que é imposto pelo ministério da saúde, mesmo sabendo logo a partida que não tem capacidade de efectuar com o que se esta a comprometer por falta de meios financeiros.

O Sr. Presidente da liga alega que os Bombeiros Portugueses têm 2000 ambulâncias de socorro, 3500 ambulâncias de transporte e 800 veículos de transporte múltiplos, mas o Sr. Presidente da LBP se esqueceu de informar que muitos desses veículos andam a dever alguns anos aos sucateiros nacionais, e andam a funcionar a margem da lei, como:

Ø Em Portugal a grande maioria das ambulâncias de socorro dos Bombeiros não tem TAS, somente são tripuladas por TAT, e algumas vezes nem isso têm, uma clara violação da lei que rege o transporte de doentes com consequências impreteríveis para os cidadãos.

Ø Em Portugal facilmente se vê as ambulâncias de socorro dos Bombeiros a efectuar consultas, tratamentos, altas e transportes de cadáveres, algumas vezes com TAS nas suas tripulações, e depois se vê o mesmo corpo de Bombeiros a fazer serviço de emergência com ambulâncias de socorro com TAT como elementos integral da sua tripulação.

Ø Em Portugal os Bombeiros andam a fazer concorrência com os TÁXIS, utilizando os seus poucos recursos mecânicos e humanos a fazer serviços que em nada dignificam o nome dos Bombeiros, mesmo para que isso se ponha diariamente em causa o socorro a população por ocupação indevida dos meios de socorro.

Ø Em Portugal os corpos de Bombeiros não recebem qualquer ajuda da LNB ou do SNBPC para aquisição de Ambulâncias ou para terem equipas em permanência para sair, existindo somente 200 ambulâncias de socorro do INEM em corpos de Bombeiros que recebem a respectiva ambulância e 1100 euros por mês e 40 cêntimos ao quilometro por serviço, para se manterem operacionais.

A LNB devia impor normas aos corpos de Bombeiros e não permitir que eles se transformem em meras empresas de prestações de serviços, e obrigar os seus dirigentes e os mandantes a cumpri o regulamento de transporte de doentes, mesmo que para isso origine a recusa de efectuar serviços de socorro quando não existam condições legais de os efectuar, e lembra-los que um Bombeiro é uma ferramenta altamente especializada e treinada e de difícil reposição, logo devia ser tratada com o devido cuidado e respeito, pois a sua substituição acarreta um investimento muito significativo, tanto técnico como financeiro, e os senhores dirigentes e mandantes não devem dar ao luxo de andar todos os dias a “estragar” ferramentas tão caras a efectuar serviços fora da área do socorro.

Alertar o Serviço Nacional de Saúde que trate e igual forma o serviço pré-hospitalar dos Bombeiros, e que cumpra o que foi acordado, porque senão em muito em breve terá que assegurar com a sua recente rede de ambulâncias a totalidade dos serviços existentes, urgentes primários, urgentes secundários e não urgentes em todo território nacional, até ao Portugal profundo, assegurando de igual forma todo o serviço pré-hospitalar a qualquer cidadão e assumindo integralmente os problemas dai resultantes, quer institucionais, judicias e políticos.