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sábado, junho 13, 2009

Falam, falam, mas não fazem nada.

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) lamentou hoje «a ausência de vontade política» do Ministério da Saúde
Para avançar com a revisão do protocolo de transporte de doentes, «falta de resposta» que será avaliada sábado em reunião extraordinária.Em declarações à Agência Lusa, o presidente da LBP, Duarte Caldeira, lembrou que os bombeiros entregaram há seis meses uma proposta de revisão do protocolo, feita em colaboração com a Direcção-Geral da Saúde, mas o Ministério da Saúde ainda não deu qualquer resposta.«A esta altura o protocolo já devia estar em vigor», disse Duarte Caldeira, adiantando que o Conselho Nacional Extraordinário da LBP vai responder sábado ao «silêncio» do gabinete da ministra Ana Jorge.


Os senhores da LBP falam, falam, falam mas não fazem nada, tem o rabo preso, e o Ministério da Saúde anda a brinca com os Bombeiros.

Somente nas últimas semanas no meu concelho o SNS cortou mais de 75% nos transportes de doentes para consultas, tratamentos, quem tem dinheiro vai em ABTD ou ABTM dos bombeiros, quem não tem vai ter que pagar ou ir de autocarro, porque os TAXI são mais caros que as ABTD e as ABTM, e SNS prepara-se para cortar nos transportes de urgências e emergência, os 20005 vão acabar, somente quem vai ter direito ser transportado gratuitamente para o Hospital quem negociar com o INEM. Se tem numero CODU vai gratuitamente, quem não tem vai ter que pagar.

Quem se cala consente.

quarta-feira, outubro 17, 2007

Nova rede de ambulâncias de socorro

Ainda a pouco anos o presidente do INEM reconhecia numa Jornada Nacional de emergência, “sistema pré-hospitalar em Portugal somente existia pela boa vontade dos Bombeiros Portugueses e da mão-de-obra voluntária, e que o INEM não podia melhorar os prémios pagos por cada serviço de socorro efectuado por não ter capacidade financeira para o fazer” , onde deixava a sensação que melhores dias virião.

É de estranhar que em pouco anos o mesmo instituto crie uma rede de ambulâncias própria e invista milhões em mais meios de socorro próprios de nova geração, ignorando por completo as identidades que a várias décadas fizeram um sacrifício orçamental em manter um socorro digno na área do Pré-hospitalar a população. Para assegura esse serviço muitos corpos de Bombeiros endividaram-se a banca para conseguir comprar ambulâncias e equipamento, esperando que um dia o INEM reconhecesse o sacrifício efectuado em prol do SIEM, sistema que é da responsabilidade legal do INEM, quer a nível de fiscalização quer a nível financeiro.

Os Bombeiros portugueses foram enganados, e bem enganados, por culpa dos seus dirigentes que nunca souberam se impor perante o que estava a suceder, e foram avisados atempadamente para mudarem de políticas e atitudes em relação ao INEM e ao SNS, não quiseram, agora são usados para efectuar os serviços que o INEM simplesmente se recusa a fazer e assumir os custos, obrigando os Bombeiros a suportarem os custos ou a cobrar a quem necessita de socorro e foi negado.

O que o SNS e o INEM queriam actualmente era que os Bombeiros Portugueses suspendessem qualquer tipo de socorro na área do Pré-hospitalar durante 24 horas, para ver se o Ministro da saúde diziam “ Venham ver, venham ver a Lisboa o excelente serviço que temos”