quinta-feira, dezembro 06, 2012

Quem é responsável pelo quê em fazer o quê?


A morte do maestro Correia Martins pela omissão de socorro em Lisboa lança publicamente a dúvida da responsabilidade do socorro geograficamente.

Apos várias chamadas para o INEM o INEM mandou ligar para o Regimento Sapadores de Lisboa, que por sua vez informava que não existiam ambulâncias disponíveis, onde aconselhava novamente os familiares a ligarem para o INEM.

Esse jogo do empurra durou cerca uma hora, tendo o cidadão morrido dentro do seu automóvel quando a família tentava levar o doente pelos seus próprios meios para o hospital.

A lei diz que cabe ao comandante do corpo de Bombeiros local a responsabilidade legal da prestação do socorro na sua área de atuação própria, logo na cidade de Lisboa essa responsabilidade legal é da responsabilidade do comandante do Regimento Sapadores de Lisboa, que não sei o porquê delega o socorro na área do pré-hospitalar ao CODU-INEM de Lisboa, que quando o serviço não interessa manda ligar para o RSB.

O RSB legalmente é o responsável pelo socorro na área do pré-hospitalar na cidade de Lisboa, assim o RSB tem que assumir todo o socorro aos cidadãos dentro da cidade de Lisboa, e se não tem meios disponíveis deve pedir as entidades competentes meios de outras zonas limítrofes, como fazem os outros corpos de bombeiros a nível nacional.

Essa promiscuidade entre o INEM, RSB e ANPC tem que ser resolvida, porque já dura a vários anos, onde todos fazem vista grossa, porque a nível legal as coisas estão muito bem especificadas.

Assim pelos vistos esse caso vai dar que falar, e talvez seja desta vez que vai-se expor o que se anda a passar no socorro em Portugal, porque quando as comadres se zangam descobre-se as carecas, e ai tem coisa cabeluda. 

terça-feira, dezembro 04, 2012


Três profissionais do INEM acusados de homicídio por negligência

Uma médica e dois operadores telefónicos do INEM foram acusados pelo Ministério Público de ‘homicídio negligente com culpa grosseira’ por terem recusado assistência a um homem durante uma hora e meia, acabando este por morrer no hospital devido à falta de intervenção médica atempada, escreve o jornal Público.

Segundo a acusação do MP, o homem começou a sentir-se mal, com fortes dores no peito e vómitos, ficando caído no chão. Foi a sua mulher que ligou para o 112 várias vezes ao longo de uma hora e meia. Só que os assistentes do INEM, com o aval da médica que estava de serviço, deram sempre indicação para que chamassem os bombeiros.

Uma hora depois, sem que o doente tivesse transporte adequado, acabou por ficar inconsciente a caminho do hospital num carro particular. Morreu passado meia hora de ter dado entrada nas urgências do São José, em Lisboa.

Segundo a acusação, a vítima morreu «em consequência do período de 1H30 de demora na intervenção médica pedida desde o início com urgência, que impediu a tomada dos procedimentos médico-cirúrgicos adequados, providência que dependia das decisões de cada um dos arguidos e que foram omitidas, contrariamente aos respectivos deveres deontológicos e ao dever de respeito genérico pela vida humana».

SOL

Infelizmente essa situação é comum no INEM, não se aciona meios de socorro, manda-se o cidadão ligar para os bombeiros, assim o cidadão terá que suportar os custos do socorro.

Uma politica que já dura a vários anos, e esporadicamente tem trazido consequências graves para quem necessita de socorro, vamos lá ver se é desta vez que o MP consegue que o INEM mude essa politica.


sábado, novembro 24, 2012

Cultura doentia do INEM.


Depois de ler o manual TAT e TAS do INEM o seu boletim mensal e as inúmeras noticias, uma coisa que foi notória é que o INEM mantem uma ideologia de culto á sua instituição, muitas das vezes onde a verdade é adulterada.

È uma cultura doentia, onde até se tenta tudo por tudo esquecer algum passado histórico do INEM, além do INEM andar a utilizar os manuais técnicos e a sua formação para fazer uma lavagem cerebral aos alunos que frequentam a sua formação, onde a ideologia que o INEM está impor é que tudo que não seja feito ou organizado pelo INEM não é de qualidade, tenta tudo por tudo omitir os seus parceiros diretos, quer os bombeiros e a CVP.

O pior de tudo é que essa ideologia ANEMICA está a trazer problemas complexos á estrutura de socorro, porque a mensagem que o INEM esta a passar está a levar que muita gente já se recusa ser assistida se não aparecer uma viatura do INEM com tripulação amarela, o que interessa atualmente não é o conhecimento mas sim a cor como se apresentam em publico.

terça-feira, janeiro 10, 2012

Aplicar a mesma filosofia financeira aos bombeiros Portugueses.


Com que fins se constituem as Instituições Particulares de Solidariedade Social


As Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) são instituições constituídas sem finalidade lucrativa, por iniciativa de particulares, com o propósito de dar expressão organizada ao dever moral de solidariedade e de justiça entre os indivíduos e desde que não sejam administradas pelo Estado ou por um corpo autárquico.
Caracterizam-se ainda por prosseguirem, mediante a concessão de bens e a prestação de serviços, os seguintes fins:


No âmbito da Segurança Social
• Apoio a crianças e jovens;
• Apoio à família;
• Apoio à integração social e comunitária;
• Protecção dos cidadãos na velhice e invalidez e em todas as situações de falta ou diminuição de meios de subsistência ou de capacidade para o trabalho.
No âmbito da Protecção na Saúde
• Promoção e protecção da saúde, nomeadamente através da prestação de cuidados de medicina preventiva, curativa e de reabilitação.
No âmbito da Educação
• Educação e formação profissional dos cidadãos.
No âmbito da Habitação


• Resolução dos problemas habitacionais das populações.
Além dos enumerados anteriormente, as instituições podem prosseguir de modo secundário outros fins não lucrativos que com aqueles sejam compatíveis, bem como outras actividades que concorram para a sua sustentabilidade financeira.
Os objectivos do âmbito da Segurança Social são concretizados através de respostas de acção social em equipamentos e serviços bem como de parcerias em programas e projectos, e eventualmente em cooperação com o MTSS.


Para levar a cabo os objectivos da segurança social e de acordo com as necessidades locais, os Centro Distritais de Segurança Social/Instituto Segurança Social, podem celebrar Acordos de Cooperação com as Instituições Particulares de Solidariedade Social ou equiparadas, através dos quais garantem a concessão directa de prestações em equipamentos e serviços à população, ou Acordos de Gestão através dos quais transferem a gestão de serviços e equipamentos pertencentes ao Estado.


Além dos apoios financeiros previstos nestes acordos, que concorrem para o funcionamento de estabelecimentos de equipamento social, são-lhe ainda concedidos apoio técnico específico e outros apoios financeiros destinados a investimentos na criação ou remodelação dos estabelecimentos, através de vários programas e medidas.

È somente alterar o seguinte:

Além dos enumerados anteriormente, as instituições podem prosseguir de modo secundário outros fins não lucrativos que com aqueles sejam compatíveis, bem como outras actividades que concorram para a sua sustentabilidade financeira.


Os objectivos do socorro às populações locais são concretizados através de respostas de acção de socorro em equipamentos e serviços bem como de parcerias em programas e projectos, e eventualmente em cooperação com o MAI e SNS.


Para levar a cabo os objectivos da e de acordo com as necessidades locais, os Centro Municipais de Protecção Civil, podem celebrar Acordos de Cooperação com as Associações de Bombeiros através dos quais garantem o socorro directo às populações, com equipamentos para executar esses serviços à população, ou Acordos de Gestão através dos quais transferem a gestão de serviços e equipamentos pertencentes ao Estado.


Além dos apoios financeiros previstos nestes acordos, que concorrem para o funcionamento de estabelecimentos de equipamento de socorro, são-lhe ainda concedidos apoio técnico específico e outros apoios financeiros destinados a investimentos na criação ou remodelação dos equipamentos e quartéis de bombeiros, através de vários programas e medidas.


Claro que o testo devia ser melhor elaborado, mas é uma hipótese interessante.  

segunda-feira, janeiro 09, 2012

Bombeiros voluntários protestam contra fim de isenções de taxas moderadoras


Os bombeiros voluntários dizem que há muita desmotivação e que já há perdas de dez a 20 por cento nos corpos de bombeiros. A Liga dos Bombeiros não confirma estes números.

Os bombeiros voluntários de Portugal concentram-se, esta segunda-feira, no Terreiro do Paço, em protesto contra o fim de grande parte das isenções das taxas moderadoras que eram concedidos aos bombeiros.
Em declarações à TSF, Rui Silva, da Associação dos Bombeiros Voluntários de Portugal, lembrou ainda que na base deste protesto está a nova realidade do sector, ou seja, o cada vez maior abandono da actividade de bombeiro voluntário.

«Ninguém sabe quanto se vai poupar com esta medida. Diria que não se poupa nada, perde-se porque se alarga a toda a gente e perde-se porque se desmotiva os bombeiros voluntários que são neste momento a quase totalidade da Protecção Civil em Portugal», acrescentou.

Rui Silva lembrou que não só a questão das taxas moderadoras, mas também «tudo o que aflige o sector» está a desmotivar os bombeiros voluntários, que «não pode esquecer que tem uma família em casa que depende dele».

«Seguramente que cada corpo de bombeiros perdeu em média entre 10 a 15 elementos. Se estivermos a falar de um corpo de bombeiros de cem homens (e nem todos têm esse perfil) estamos a falar de dez por cento», adiantou este bombeiros, que fala em perdas de dez a 20 por cento por «falta de motivação».


Hoje é um dia históricos, por mim e por muitos, eu vou lá estar presente.

sábado, janeiro 07, 2012

INEM não cumpre a lei.


Os senhores dos INEM andam a chumbar a torto e direito as ambulâncias que não estão dentro das especificações regulamentares, basta um pormenor, como uma letra com uns centímetros acima do regulamento, ou a existência de um  autocolante de uma empresa que patrocinou a aquisição da viatura dos bombeiros, motivo para chumbar a inspecção do INEM.
O Decreto-Lei n.o 38/92, de 28 de Março, na sequência do disposto no n.o 2 da base XXIII da Lei n.o 48/90,
de 24 de Agosto diz:

11.7 Nas ambulâncias não é permitida qualquer forma de publicidade, expressões e símbolos de susceptível de dificultar a sua identificação.

Pelos os vistos a lei não é para todos, do estilo faça o que eu te mando não faças aquilo que eu faço.

sexta-feira, janeiro 06, 2012

Este país não é para cobardes.


As associações de bombeiros do concelho de Sintra e Amadora uniram-se e suspenderam transporte de doentes programado, uma situação que motivou o Ministério da Saúde suspender provisoriamente as medidas impostas aos bombeiros nesse tipo de serviço.

Mas pelo que pude apura a federação do Distrito de Lisboa não tomou parte de qualquer iniciativa, somente as associações de BOMBEIROS do concelho da Amadora e de Sintra é que tiveram coragem se unir e irem para a luta, o resto nada fez, comportou-se como verdadeiros cobardes, como o resto do país.
Agora vem a federação de bombeiros do distrito do Porto a querer que a medida se estenda a todo território nacional?

E mais grave é a atitude do presidente indigitado da Liga dos Bombeiros Portugueses, que não subscreve a pressão feita pela Federação do Distrito de Lisboa, o mesmo que dizer que é contra o que os bombeiros visados fizeram.

Eu somente tenho pena que essas associações de bombeiros tenham somente lutado pelo serviço de consultas, serviço que eu defendo que já há muitos tempo devia ter saído das associações de Bombeiros.


terça-feira, janeiro 03, 2012

os doentes que necessitam de fazer hemodiálise,que chamem o 112


A Associação Portuguesa de Insuficientes Renais afirmou hoje que a suspensão do transporte de doentes não urgentes pelos bombeiros de Sintra e Amadora vai pôr em causa a vida dos doentes que necessitam de fazer hemodiálise.

As dez corporações de bombeiros dos concelhos da Amadora e Sintra vão suspender a partir de quarta-feira o serviço de transporte de doentes não urgentes contratado pela Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT).

O presidente da Associação Portuguesa de Insuficientes Renais (APIR), Carlos Silva, disse à agência Lusa que os doentes estão a receber comunicados dos bombeiros dos concelhos de Sintra e Amadora a informar que vão deixar de os transportar.

"Isto vai trazer problemas e estamos preocupados", disse Carlos Silva, adiantando que quase a totalidade dos doentes utiliza as ambulâncias dos bombeiros para fazer os tratamentos.

O responsável disse que as empresas privadas de ambulâncias não são suficientes para transportar os doentes que necessitam de fazer hemodiálise, sugerindo, por isso, que chamem o 112, caso os bombeiros não apareçam para realizar o serviço.

Segundo Carlos Silva, os doentes não têm outra alternativa ao transporte nas ambulâncias dos bombeiros e têm que fazer o tratamento.



quinta-feira, dezembro 29, 2011

Ele também vota.

Com as dificuldades financeiras que atravessa, a corporação não pode adquirir os aparelhos. O comandante José Nascimento garante, em declarações à Renascença, que se trata de “uma peça que faz falta”, embora reconheça que, até ao momento, os bombeiros nunca se depararam com uma situação em que a falta de um desfibrilhador se tivesse revelado fatal.


Facilmente se percebe que esse comandante não tem nenhuma formação de socorrismo, porque se tivesse formação nunca tinha dito o que disse.

sábado, dezembro 17, 2011

Liga vai protestar contra corte no transporte de doentes


A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) admitiu hoje tomar medidas para protestar contra os cortes no transporte de doentes não urgentes em ambulâncias devido à situação financeira em que se encontram alguns corpos de bombeiros.

As medidas de protesto vão ser anunciadas, no sábado, no Conselho Nacional da LBP, o último presidido por Duarte Caldeira. "Em fim de mandato não é cordial estar a tomar decisões que condicionem a próxima direção, mas a gravidade da situação obriga a que equacionemos já algumas linhas de orientação para o elenco diretivo seguinte", disse à agência Lusa Duarte Caldeira. O presidente da LBP escusou-se a avançar quais as medidas de protesto a tomar pelos bombeiros, mas sublinhou que "não se pode continuar a aceitar o tratamento dos bombeiros como meros operadores privados, sujeitos a interesses económicos e a operarem numa área que dá lucro, porque essa não é a realidade".

O responsável frisou que um pouco por todo o país há corporações de bombeiros em situações "fragilizadas", estando a assistir-se "a um abandono completo" por parte do Ministério da Saúde, que durante anos exigiu às corporações que se modernizassem, equipassem e formassem. Segundo Duarte Caldeira, desde o início do ano que os corpos de bombeiros reduziram, em média, 30 por cento o número de serviços de transportes de doentes programados em ambulâncias, significando um decréscimo de 30 a 35 por cento das receitas. A LBP estima também que no espaço de um ano e meio tenham sido reduzidos cerca de 300 postos de trabalho no conjunto das 413 associações de bombeiros do Continente.

Na quinta-feira foi publicado em Diário da Republica a constituição do grupo de trabalho que irá analisar e propor medidas no âmbito do transporte de doentes não urgentes. Entre os intervenientes estão várias entidades do Ministério da Saúde e representantes da LBP. Os bombeiros, que têm manifestado preocupação com as alterações das regras do transporte de doentes, gostariam que até ao final do ano o grupo de trabalho entrasse em função, mas ainda não há qualquer sinal para o início dos trabalhos, lamentou Duarte Caldeira. "Vamos defender nesse grupo de trabalho que somos parceiros sociais do Ministério da Saúde e que não somos operadores privados e não nos movemos pelo lucro. Somos a instituição mais próximo das populações na garantia dos cuidados de saúde", disse, rejeitando o que está assinado no memorando da Troika, redução em 20 por cento do custo de transporte de doentes

domingo, dezembro 04, 2011

Comandante que não aparecia no quartel há um mês apresentou demissão


O comandante dos Bombeiros Voluntários de Vialonga, no concelho de Vila Franca de Xira, que esteve mais de um mês sem aparecer no quartel e raramente atendia as chamadas dos bombeiros, José Sousa, apresentou a demissão no final de Novembro depois de O MIRANTE ter noticiado a situação. Paulo Nogueira é agora o comandante interino.



Recorde-se que a direcção ameaçava abandonar a associação no final do ano caso a situação se mantivesse. Numa última reunião entre o comando e a direcção ficou mesmo decidido que ou o comandante abandonava o cargo ou a direcção demitia-se.



Na origem das divergências estão diferentes visões. O anterior comandante, José Sousa, defende que a razão de existência dos bombeiros é o socorro enquanto que a direcção quer apostar em serviços mais rentáveis, como o transporte de pessoas com deficiência, por exemplo, para conseguir angariar mais receitas e manter assim as contas da associação com saldo positivo.



A demissão foi apresentada via e-mail à direcção da corporação. A decisão foi comunicada pelo presidente da direcção ao Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) e comandante operacional municipal. José Sousa, que foi comandante durante mais de quatro anos, solicitou a passagem ao quadro de reserva com a sua categoria anterior de bombeiro de primeira. Segundo as novas regras teria que ter estar pelo menos 15 anos no cargo para permanecer como comandante no quadro de honra.



A actual direcção tinha dado ao operacional um prazo de saída que não foi cumprido e por isso os dirigentes vão manter a palavra e assegurar apenas a gestão corrente da associação até novas eleições. “Não queremos o deixar o barco andar à deriva, sublinha o presidente da direcção, Fernando Fonseca.



A direcção vai ficar até deixar aprovado o orçamento para 2012 que já está delineado. Entre o final de Janeiro e princípio de Fevereiro serão convocadas novas eleições, tal como já estava previsto. Fernando Fonseca não põe de lado a hipótese de voltar a recandidatar-se ao cargo.



A direcção entende que a corporação precisa de um novo comandante que volte a trazer ao quartel a disciplina “que está em défice” mas até às próximas eleições não irá nomear um comandante deixando essa responsabilidade para a próxima direcção. Paulo Nogueira, 38 anos, bombeiro desde os 14, funcionário da instituição e voluntário, ocupará até lá agora as funções em regime de substituição.


O Mirante
 

quinta-feira, dezembro 01, 2011

Roubou ambulância do INEM e foi apanhado às portas de Vila Franca de Xira


O homem de 34 anos que foi apanhado em Vila Franca de Xira com uma ambulância do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) roubada nos Olivais, em Lisboa, enquanto esta efectuava uma operação de socorro, foi constituído arguido e vai aguardar julgamento com termo de identidade e residência, a medida de coacção mais leve prevista no Código de Processo Penal. A medida foi aplicada pelo juiz de instrução criminal no Campus da Justiça, no Parque das Nações, em Lisboa, que o ouviu em primeiro interrogatório.

O caso aconteceu na manhã de sexta-feira, 25 de Novembro, na rua Jangada de Pedra nos Olivais, enquanto uma equipa do INEM prestava assistência a uma emergência médica. Pelas 10h00 a tripulação da ambulância foi chamada para acudir a uma mulher com problemas respiratórios, que estava internada num centro de apoio a idosos. Os dois tripulantes da ambulância entraram no edifício e acudiram a doente, permanecendo no interior do centro durante quase meia hora, o tempo necessário para estabilizar a doente e prepará-la para transporte.

O larápio aproveitou o facto da ambulância ter ficado a trabalhar sem ninguém por perto para se colocar em fuga. Foram os próprios tripulantes do INEM que deram o alerta para o Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU).

O GPS do veículo permitiu à Polícia de Segurança Pública interceptar a ambulância pelas 10h15 junto ao nó de acesso à Auto-Estrada do Norte (A1), no Bairro do Paraíso em Vila Franca de Xira.
A polícia montou uma barreira na estrada para imobilizar o suspeito que mesmo assim tentou fugir galgando um paralelo do passeio. A viatura acabaria por ficar presa e o condutor detido.

Segundo o INEM é procedimento habitual as ambulâncias ficarem em funcionamento em situações de emergência, para salvaguarda dos doentes, para manter a célula sanitária quente ou fria, consoante o caso.
Outra das razões para a ambulância se manter em funcionamento é o facto de precisar de corrente eléctrica para as luzes e sirene, as quais podem esgotar a bateria do veículo caso este seja desligado. O INEM já condenou a atitude do suspeito, que poderia ter tido consequências mais graves porque obrigou o Centro de Orientação de Doentes Urgentes a enviar uma segunda ambulância para o local.


 O MIRANTE.

Novas viaturas deixam bombeiros operacionais


Bombeiros Voluntários de Condeixa-a-Nova celebram 34 anos ao serviço da população. Do vasto leque de iniciativas previstas para o dia de hoje, destaque para o baptismo de quatro viaturas, a inauguração do bar na sede da Associação Humanitária e a condecoração de bombeiros e empresas, que ao longo de 2011 têm ajudado esta corporação a modernizar-se.
Em termos cronológicos, a história da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários de Condeixa-a-Nova tem dois momentos marcantes: o da fundação em 24 de Fevereiro de 1929 e o da “reactivação” em 1 de Dezembro de 1977.

 Diário de Coimbra

Sines: Bombeiros esperam abrir segundo quartel no próximo ano, mas precisam de apoios financeiros


Os Bombeiros Voluntários de Sines, que celebram quinta-feira o 68.º aniversário, esperam abrir no início do próximo ano um segundo quartel na cidade, mas o projeto está dependente de ajuda financeira de empresas locais. 

O presidente da Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Sines, João Santa Bárbara, adiantou hoje à agência Lusa que a corporação vai passar a dispor de dois quartéis, um para os serviços de saúde regulares e outro para as urgências. 

"O novo quartel vai ser um edifício operacional preparado para a área do socorro e o atual vai ficar apenas para os serviços de saúde, deixando de ter os carros de bombeiros e os de urgência", explicou o responsável. 

Num investimento de 800 mil euros, o novo quartel, cujas obras arrancaram em setembro, está a ser construído num terreno de 5000 metros quadrados, cedido pelo município local, situado na Zona Industrial Ligeira de Sines (ZILS) 2. 

De acordo com o presidente da direção dos Bombeiros de Sines, o espaço do atual quartel "já se torna curto para o número de carros" da corporação, sendo que muitos dos veículos "estão na rua a degradarem-se". 

Por outro lado, disse, o novo equipamento vai permitir que exista "uma filosofia empresarial totalmente diferente", tornando a prestação de serviços dos Bombeiros de Sines "mais rentável". 

"Na parte operacional estará o comandante da corporação", enquanto que o serviço de saúde regular "é orientado e organizado pela direção" da associação humanitária, indicou, considerando ser "mais fácil haver duas entidades a controlar" os dois serviços. 

No entanto, segundo João Santa Bárbara, para que o novo quartel seja uma realidade no início do próximo ano, os Bombeiros de Sines terão de encontrar ajuda financeira junto das empresas instaladas no Complexo Industrial de Sines. 

"Os Bombeiros de Sines ainda não têm o dinheiro todo para o projeto", adiantou o responsável, indicando que faltam cerca de 350 mil euros para a segunda fase do projeto, que abrange os acabamentos interiores do edifício. 

Três novos veículos de combate a incêndios, um dos quais adquirido com o apoio de fundos comunitários, vão ficar ao dispor, a partir de quinta-feira, dos Bombeiros de Sines, para assinalar os 68 anos de existência da corporação. 

A data é também comemorada com o hastear de bandeiras, romagem ao cemitério, desfile do corpo ativo, sessão solene e um almoço-convívio.
Fonte: Lusa

Pedida instauração de processo disciplinar ao comandante dos bombeiros do Entroncamento



A direcção dos Bombeiros Voluntários do Entroncamento enviou na segunda-feira, ao Comandante Operacional do Distrito de Santarém, um pedido de instrução de processo disciplinar ao comandante do seu corpo de Bombeiros, João Pombo. No mesmo dia solicitou “uma averiguação por comissão especial da Autoridade Nacional da Protecção Civil” aos factos que levaram à passagem ao quadro de reserva de todos os voluntários da corporação bem como ao apuramento das consequências de tal situação.

Numa conferência de imprensa realizada na segunda-feira ao fim do dia, na sede da Associação, em que estiveram representados elementos da direcção, Mesa da Assembleia Geral e Conselho Fiscal, foi dado a conhecer um comunicado a ser enviado aos associados antes da Assembleia Geral Extraordinária de 5 de Dezembro, a realizar no Pavilhão Municipal, solicitada por um grupo de associados. No comunicado é referido todo o trabalho desenvolvido, nomeadamente as candidaturas já aprovadas para a reabilitação do quartel e aquisição de uma nova viatura de combate a incêndios, bem como o equilíbrio das contas numa altura em que muitas corporações vivem momentos de grande aflição devido à quebra de receitas. Os elementos da direcção fizeram questão de separar os assuntos que dizem respeito às reivindicações do corpo de bombeiros dos que dizem respeito à associação em si.

Trinta e dois bombeiros voluntários pediram a passagem ao Quadro de Reserva no final de Outubro tendo, ainda antes de terem conhecimento da decisão, abandonado o serviço. No dia 9 o comandante despachou favoravelmente 31 dos pedidos que, segundo a lei podem ser feitos por motivos pessoais, apesar de na altura já ter sido tornado público que os bombeiros queriam, com aquela atitude, a demissão do presidente da direcção da associação.

Na conferência de imprensa dos Corpos Gerentes, para além do comunicado aos associados, foi divulgado um memorando do presidente da direcção, Luís Graça, relativo ao papel decisivo do Comandante Operacional, João Pombo, no precipitar da demissão dos bombeiros. O mesmo é acusado de não ter cumprido as suas obrigações, nomeadamente a de manter os bombeiros coesos e disciplinados e de ter impedido por todos os meios um possível entendimento entre a direcção e os elementos que acabaram por solicitar a passagem ao quadro de reserva. Aquele dirigente reconheceu que por vezes não terá tido a necessária sensibilidade para lidar com assuntos que preocupavam os bombeiros mas diz que tudo poderia ser resolvido se o comandante tivesse feito a ponte entre bombeiros e direcção em vez de esconder informação para os dois lados tornando o conflito inevitável. João Pombo foi ainda acusado de, apesar de raramente estar no quartel, nunca ter delegado competências no segundo comandante ou no adjunto de comando.

Dois elementos da direcção que participaram na conferência de imprensa, João Lérias e Filipe Boavida, disseram que, independentemente da decisão que os associados venham a tomar na Assembleia em que vai ser discutida a destituição dos Corpos Gerentes, não estão disponíveis para continuar. Ambos disseram sentir-se injustiçados por estarem a dar tempo das suas vidas para uma causa comum sem qualquer retribuição e terem conseguido, em conjunto com os restantes elementos, manter a corporação numa situação equilibrada e serem alvo de ataques injustificados. Luís Boavida lamentou que “um excelente corpo de bombeiros” tenha sido conduzido à actual situação por alguns elementos que não são bons e que têm outros interesses.


Bianchi prometeu mas o regresso não se deu
João Bianchi Villar, um dos associados que pediu a convocatória da Assembleia para demissão dos Corpos Gerentes, garantiu publicamente, na reunião do executivo municipal de 21 de Novembro, que os bombeiros regressariam ao serviço logo que fosse conhecida a data da Assembleia mas tal não se verificou.

O Mirante

sábado, novembro 12, 2011

Bombeiros portugueses em greve geral por tempo indeterminado.

Todos os bombeiros portugueses entrarão em greve geral por tempo indeterminado no dia 24 de Novembro motivado pela falta de financiamento do sector.

A grave crise financeira que esta a afectar o sector dos bombeiros portugueses, que esta a levar ao despedimento de centenas de bombeiros, dívidas astronómicas e onde muitos bombeiros já não tem dinheiro para pagar combustíveis e ordenados, fez que a Liga dos Bombeiros Portugueses marcasse uma paralisação geral por tempo indeterminado partir do dia 24 de Novembro de 2011.

Durante esse tempo o socorro somente será assegurado pelo INEM, FEB, GIPS e as Forças Armadas, até que o governo defina o problema de financiamento dos bombeiros portugueses.

Isso somente é uma mentira, mas…

Uma notícia que somente peca por tardia, e que levaria os governantes temer se realmente se viesse a realizar em Portugal, mas é aquilo que os nossos governantes mereciam pelo actual estado em que o sector dos bombeiros vive actualmente, onde em muitas zonas do país nem os serviços mínimos actualmente estão assegurados.

Agora é preciso que exista coragem no sector dos bombeiros para tal paralisação se realizasse, porque já chega de sermos usados como bonecos de palha pelos nossos governantes, e actualmente todos os sectores da sociedade se manifestam contra as medidas governamentais, menos os BOMBEIROS.

Durante alguns meses tenho mantido calado sobre o que se passa a nível nacional, mas ultimamente as coisas ultrapassaram o limite do aceitável.

segunda-feira, agosto 08, 2011

Linha de emergência 112 necessita de ser reformulada.

Actualmente é a PSP gere a linha de emergência 112, onde conforme os pedidos de socorro efectuados pelos cidadãos transfere para as diversas entidades sistema de socorro nacional.
Todo o processo de uma chamada de socorro é complexo e demorado, situação que tem traduzido na demora do socorro originando perda de bens e de vidas humanas.


A linha de emergência 112 necessita urgentemente de ser reformulada, o ideal seria uma central conjunta distrital, situação comum em muitos países europeus, onde um operador de uma central de emergência tem o poder de accionar de imediato ambulâncias, agentes de autoridade e bombeiros, reduzindo o tempo entre a chamada de socorro e a prestação do socorro.


Mas em Portugal o que temos é um faz de contas de uma central de emergência, onde uma chamada de socorro é transformada num jogo do empurra, de competências e de incompetências, onde cada entidade impõem normas e doutrinas ao seu belo modo e sabor, e sempre com uma pitada politica à mistura.


Até lá iremos ver episódios como aquele que se passou na audiência parlamentar onde estava o presidente do INEM, onde dos cinco segundos eram afinal catorze, mas logo o presidente do INEM deu pelo erro, afinal o problema não é do INEM mas sim da PSP, o que valeu é que a chamada efectuada pela deputada somente chegou à central de emergência 112, senão era somente contabilizar tempo e mais tempo.

terça-feira, março 29, 2011

Japão devia ser um exemplo para os portugueses.

Depois de sismo que afectou o Japão no dia 17 de Março de 2011, que destruiu a muitas infra-estruturas do país e causou milhares de mortos, o Japão somente necessitou de seis dias para arranjar uma auto-estrada danificada, permitindo a circulação de pessoas e de bens em tempo recorde.

quarta-feira, fevereiro 23, 2011

12 de Março de 2011: 1 milhão de pessoas na Avenida da Liberdade, pela demissão de toda a classe política.

Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de
pessoas. A guerra contra a chulisse, está a começar. Não subestimem o
povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do
porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos!
Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para
mudar o rumo deste abuso.

Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de
Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e
aumentos de impostos a pagar.

Nenhum governante fala em:
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos,
assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas,
etc.) dos três Presidentes da República retirados;

2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus
gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das
mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com
digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;

3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas
que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º
e 3º emprego;

4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir
milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam
funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.

5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas
porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se
uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são
verificados como podem ser auditados?

6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais,
numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira,
em 1821, etc...;

7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento
de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75
euros nas Juntas de Freguesia.

8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da
quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem,
para conseguirem verbas para as suas actividades;

9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores,
etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões
particulares pelo País;

10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o
agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências,
filhos e famílias e até, os filhos das amantes...

11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado;

12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado.
Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço
particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir
ao mercado a compras, etc;

13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e
respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos
contribuintes

14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários
pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é
o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ
DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE
ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES....;

15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais
públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há
hospitais de província com mais administradores que pessoal
administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES
PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do
partido no poder...

16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos> sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com
o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que
criminalizar, autuar, julgar e condenar;

17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do
Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.

18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes
ao BPN e BPP;

19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e
Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.

20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a
mesma recebe todos os anos.

21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam
milhões ao erário público.

22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de
funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem
a quadros do Partido Único (PS + PSD).

23. Assim e desta forma, Sr. Ministro das Finanças, recuperaremos
depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela
corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;

24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público
Privadas), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos
patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos
contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente
for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;

25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito,
perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e
adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País,
manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando
dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e
vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o
progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela
precisam;

26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais
uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";

27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune,
fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o
nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM
e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;

28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de
empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações
decididas pelos ditos.

29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam
cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu
património antes e depois.

30. Pôr os Bancos a pagar impostos.


Ao "povo", pede-se o reencaminhamento deste e-mail.

Eu lá estarei.