Eu avisei constantemente para a existência de um plano no serviço nacional de saúde para reduzir substancialmente o transporte de doentes a nível nacional.
Os transportes de doentes que existirem vai ser efectuado por empresas privadas, e o que essas empresas não conseguirem fazer ou não for rentável, vão ser efectuado pelos desgraçados dos Bombeiros.
E alerto que o plano não vai ficar somente pelos transportes programados, em mira está o serviço de emergência pré-hospitalar.
E sabem quem são os donos dessas empresas de transporte de doentes?
Todos sabem quem são, são os mesmos dos lares e clínicas…
O senhor Duarte Caldeira foi informado, e agora muitos corpos de bombeiros estão na eminência de despedirem cerca de 4000 mil bombeiros, muitos carros serão penhorados por falta de pagamento.
Mas não será afectado somente o serviço de transporte de doentes programados, o serviço de socorro também será efectado seriamente, porque muitos desses 4000 bombeiros não fazem somente serviços programados como toda agente sabe, e os voluntários cada vez são menos.
Querem agora fazer uma greve?
Querem falar com os políticos…
Onde andavam esses senhores da LBP?
Agora querem marcar uma greve para um dia desses, para mim parava tudo, serviço de saúde e serviço de incêndio, por tempo indeterminado. Dava oportunidade ao INEM, ANPC mostrarem a sua eficiência, se alguma vez na vida terão alguma.
terça-feira, março 02, 2010
segunda-feira, agosto 31, 2009
Senhor Fernando Curto responde ao Boicote
No programa da TVI Discurso Directo, onde estava presente o senhor Fernando Curto presidente da Associação Nacional de Bombeiros Profissionais, mandei um correio electrónico a dar conhecimento sobre a existência de um boicote aos DECIF para o mês de Setembro, a razão do boicote era sobre o valor pago aos elementos que fazem o DECIF entre outras. Quando o apresentador quis que ele se pronuncia-se sobre essa situação, o presidente da ANBP disse que o valor pago é muito baixo para quem dá disponibilidade para o DECIF, um serviço muito arriscado e árduo, onde muitos bombeiros já perderam a vida. O valor em questão já tinha sido abordado com a ANPC para ser revisto, mas a ANPC manteve o valor, e os Bombeiros portugueses aceitaram o valor em causa.
Se aceitaram deviam cumprir, independente do valor ser muito baixo.
Não disse que apoiava o boicote, mas aceitava que esse assunto para o ano iria ser novamente questionado com a ANPC, porque o assunto do tema em debate era Incêndios: Causas naturais ou mão criminosa, e não o valor pago a quem combate a incêndios florestais, sejam eles profissionais ou voluntário.
Julgo ter contribuído para essa causa.
Paulo Ferreira
sábado, junho 27, 2009
Senhor Comandante dos bombeiros de Barcelos, tenha coragem, se demita.
O motorista dos Voluntários de Barcelos, que não levou doente a uma clínica por não ter maqueiro a acompanhá-lo, vai levar o caso a tribunal. Comandante diz que condutor "foi arrogante e desrespeitou hierarquias".
O comandante dos Bombeiros Voluntários de Barcelos, José Quinta, quer anunciar, no início da próxima semana, o resultado do inquérito ao motorista-bombeiro que "desrespeitou a hierarquia" e "recusou de forma arrogante" levar uma doente a uma clínica de Braga para fazer exames. Mas o visado, Bernardino Durães, prepara-se para processar a corporação no Tribunal de Trabalho e nos tribunais comuns, por ter sido "suspenso ilegalmente 13 dias" quando exigiu ser acompanhado na ambulância por outro efectivo, cumprindo a portaria 1147/2001 de 26 de Setembro. Tem apoio do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Local (STAL).
"Não fui mal-educado nem recusei ou desobedeci aos superiores, apenas pedi tripulante/maqueiro para vir comigo. Era uma ferida grave, com fracturas, e exigia uma maca de vácuo/coquill, na qual eu, ou ia estar a dar à bomba, ou a moldar-lhe o corpo para estabilizá-la na viagem", disse o condutor, que tem 33 anos de casa, 15 como profissional. "Para facilitar, fiz muita viagem sozinho e depois pedia uma mão a familiares e vizinhos da vítima. Mas agora há regras. Se fosse interceptado pela GNR apanhava multa", realçou.
O caso remonta a 4 de Junho. O pedido de transporte do 3º piso do Hospital local até à Clínica de Imagem Médica de Braga "caiu" às 10 horas. O graduado atribuiu o serviço a Bernardino, que solicitou companhia "a três motoristas, a uma prestadora de serviço eventual, ao subchefe e ao chefe" presentes na altura, tendo estes dois negados. "Disseram: 'Se não queres trabalhar, no Centro de Emprego há paletes de pessoas a querer'; e 'o problema é teu, vai a Galegos buscar um bombeiro (de barro)'".
O motorista não fez, portanto, o serviço e o comando impediu-o de conduzir de 9 a 21 de Junho. "Não fizeram qualquer inquérito ou audição antes de eu ser suspenso", alegou Bernardino Durães, referindo que o "obrigaram" a vir ao local de trabalho à civil e foi "humilhado" por colegas. "Fiquei com nervos, mal-estar, insónias, tensão alterada, uma depressão. Fui duas vezes ao hospital. O médico de família enviou-me para o Hospital Psiquiátrico de Braga, deu-me baixa no dia 17 (até ao fim do mês) e estou a tomar medicação", explicou.
Realçou que enviou uma carta à direcção para anular a suspensão. De qualquer forma, um eventual pedido de desculpas do comando "de nada serve" e vai mesmo para tribunal. Por seu turno, José Quinta sustentou que a repreensão remete à parte operacional (comando) e não à direcção: "Não houve suspensão em si, está a concluir-se o inquérito e ninguém o quis humilhar. A sua atitude foi arrogante e desrespeitadora. O STAL depois também 'meteu lenha para a fogueira'", argumentou, aproveitando para sublinhar que a sua equipa "é unida, dedicada e reconhecida no país".
JN
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Bombeiros
sexta-feira, junho 19, 2009
Uma morte anunciada
Se dentro de um mês ao Governo para responder à revisão do protocolo de transporte de doentes. O que poderá acontecer?
Duarte Caldeira – Se o Ministério da Saúde insistir em nada fazer para resolver o problema, dentro de um mês há doentes de certas zonas do País que não vão ter ambulâncias para os transportar.
Porquê? Os bombeiros vão fazer algum protesto?
Duarte Caldeira – Não, nós não fazemos greve. Algumas corporações vão ficar impossibilitados de se reestruturarem e vão perder capacidade de resposta aos apelos dos doentes devido a dificuldades financeiras.
Fonte: CM
Essas foram as declarações do senhor Duarte Caldeira, presidente da Liga dos bombeiros Portugueses relacionadas com a falta de diálogo com o Ministério da Saúde.
Essas declarações são um acto de cobardia por parte do presidente da LBP. Os bombeiros não iram tomar qualquer forma de luta, esperarão pelas dificuldades financeiras e por uma morte anunciada.
As consequências disso será o despedimento de centenas ou milhares bombeiros que fazem dessa actividade uma actividade profissional, como ira originar vários processos de falência técnica e encerramentos de muitos quartéis de bombeiros, porque muitos corpos de bombeiros estão endividados aos bancos, e não terão capacidade financeira de pagar os empréstimos e os seus encargos.
A falta de uma oposição as actuais politicas governamentais pelos bombeiros portugueses ira trazer consequências gravíssimas para as populações locais, porque ficaram privadas de socorro, o e o INEM e o SNPC são uma miragem de uma politica mediática para a comunicação social.
Que forças existem no sistema para que os bombeiros se calem e que se submetam-se a tudo e a todos?
sábado, junho 13, 2009
Falam, falam, mas não fazem nada.
A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) lamentou hoje «a ausência de vontade política» do Ministério da Saúde
Para avançar com a revisão do protocolo de transporte de doentes, «falta de resposta» que será avaliada sábado em reunião extraordinária.Em declarações à Agência Lusa, o presidente da LBP, Duarte Caldeira, lembrou que os bombeiros entregaram há seis meses uma proposta de revisão do protocolo, feita em colaboração com a Direcção-Geral da Saúde, mas o Ministério da Saúde ainda não deu qualquer resposta.«A esta altura o protocolo já devia estar em vigor», disse Duarte Caldeira, adiantando que o Conselho Nacional Extraordinário da LBP vai responder sábado ao «silêncio» do gabinete da ministra Ana Jorge.
Os senhores da LBP falam, falam, falam mas não fazem nada, tem o rabo preso, e o Ministério da Saúde anda a brinca com os Bombeiros.
Somente nas últimas semanas no meu concelho o SNS cortou mais de 75% nos transportes de doentes para consultas, tratamentos, quem tem dinheiro vai em ABTD ou ABTM dos bombeiros, quem não tem vai ter que pagar ou ir de autocarro, porque os TAXI são mais caros que as ABTD e as ABTM, e SNS prepara-se para cortar nos transportes de urgências e emergência, os 20005 vão acabar, somente quem vai ter direito ser transportado gratuitamente para o Hospital quem negociar com o INEM. Se tem numero CODU vai gratuitamente, quem não tem vai ter que pagar.
Quem se cala consente.
Para avançar com a revisão do protocolo de transporte de doentes, «falta de resposta» que será avaliada sábado em reunião extraordinária.Em declarações à Agência Lusa, o presidente da LBP, Duarte Caldeira, lembrou que os bombeiros entregaram há seis meses uma proposta de revisão do protocolo, feita em colaboração com a Direcção-Geral da Saúde, mas o Ministério da Saúde ainda não deu qualquer resposta.«A esta altura o protocolo já devia estar em vigor», disse Duarte Caldeira, adiantando que o Conselho Nacional Extraordinário da LBP vai responder sábado ao «silêncio» do gabinete da ministra Ana Jorge.
Os senhores da LBP falam, falam, falam mas não fazem nada, tem o rabo preso, e o Ministério da Saúde anda a brinca com os Bombeiros.
Somente nas últimas semanas no meu concelho o SNS cortou mais de 75% nos transportes de doentes para consultas, tratamentos, quem tem dinheiro vai em ABTD ou ABTM dos bombeiros, quem não tem vai ter que pagar ou ir de autocarro, porque os TAXI são mais caros que as ABTD e as ABTM, e SNS prepara-se para cortar nos transportes de urgências e emergência, os 20005 vão acabar, somente quem vai ter direito ser transportado gratuitamente para o Hospital quem negociar com o INEM. Se tem numero CODU vai gratuitamente, quem não tem vai ter que pagar.
Quem se cala consente.
terça-feira, maio 12, 2009
INEM manda fechar posto e assistencia aos peregrinos.
O INEM mandou encerrar um posto de assitencia aos peregrinos em Fátima, porque não existia um médico regulador pelo posto, e certamente pôs em causa a qualidade de serviço dessa instituição.
Mas que palhaçada vem a ser essa?
Sempre existiu postos de de assistencia no recinto do santuário de Fátima, como em muitos caminhos de peregrinação a Fátima, a prestar serviços de socorro médico-sanitário, massagens e tratamento dos pés, água, banhos e dormidas. Deram sempre assistência aos peregrinos, nunca existiu problemas, e este ano os senhores do INEM armados em DGS ou delegados de Saúde, mandaram fechar o posto de assitencia.
Talvez o problema seja o mediatismo, porque anteriormente o INEM nunca era visto em Fátima, este ano a ANPC quis mostrar a sua menina dos olhos bonitos a CETAC que custou um milhão de euros e o INEM mostrar os seus recentes equipamentos.
O posto estava a atrapalhar, para o ano estará o INEM a fazer massagens e tratamento dos pés, água, banhos e dormidas
Mas que palhaçada vem a ser essa?
Sempre existiu postos de de assistencia no recinto do santuário de Fátima, como em muitos caminhos de peregrinação a Fátima, a prestar serviços de socorro médico-sanitário, massagens e tratamento dos pés, água, banhos e dormidas. Deram sempre assistência aos peregrinos, nunca existiu problemas, e este ano os senhores do INEM armados em DGS ou delegados de Saúde, mandaram fechar o posto de assitencia.
Talvez o problema seja o mediatismo, porque anteriormente o INEM nunca era visto em Fátima, este ano a ANPC quis mostrar a sua menina dos olhos bonitos a CETAC que custou um milhão de euros e o INEM mostrar os seus recentes equipamentos.
O posto estava a atrapalhar, para o ano estará o INEM a fazer massagens e tratamento dos pés, água, banhos e dormidas
Dia mundial do enfermeiro não poupa os doentes portugueses.
Um dia que devia ser de festa, de rasteiros gratuitos, colóquios, exposições etc. Onde se devia mostrar o melhor de uma classe, como qualquer classe profissional que se preze faz na comemoração do seu dia.
Mas em Portugal os senhores Doutores Enfermeiros preferiam escolher o seu dia para mais uma greve geral “terceira somente este ano”, mostrando o pior de uma classe, onde um representante de um sindicato se congratulava-se a divulgar que num determinado hospital centenas de doentes ficaram sem consultas e cirurgias, situação motivada pela greve dos enfermeiro, com agravante de estar a decorrer um processo negocial entre os sindicatos e o Governo, que disse "estar bem encaminhado.
Meus senhores Doutores Enfermeiros, se ainda não perceberam existe uma crise económica Mundial, que afecta a todos, inclusive os senhores, já chega de greves, e tenham algum respeito pelos doentes, porque o vosso dia foi marcado por muita angústias, de doentes que viram os seus problemas de saúde agravar pela falta da vossa comparência nos vossos locais de trabalho
Essas greves são mais políticas do que reivindicativas.
Mas em Portugal os senhores Doutores Enfermeiros preferiam escolher o seu dia para mais uma greve geral “terceira somente este ano”, mostrando o pior de uma classe, onde um representante de um sindicato se congratulava-se a divulgar que num determinado hospital centenas de doentes ficaram sem consultas e cirurgias, situação motivada pela greve dos enfermeiro, com agravante de estar a decorrer um processo negocial entre os sindicatos e o Governo, que disse "estar bem encaminhado.
Meus senhores Doutores Enfermeiros, se ainda não perceberam existe uma crise económica Mundial, que afecta a todos, inclusive os senhores, já chega de greves, e tenham algum respeito pelos doentes, porque o vosso dia foi marcado por muita angústias, de doentes que viram os seus problemas de saúde agravar pela falta da vossa comparência nos vossos locais de trabalho
Essas greves são mais políticas do que reivindicativas.
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domingo, maio 10, 2009
Ordens contraditórias terão retido doente em ambulância do INEM
Terá havido uma falha grave no protocolo de transporte de um doente suspeito de Gripe A. Ao início da noite de ontem um homem de 82 anos terá esperado cerca de duas horas num parque do INEM em Gaia até ser transferido para outra ambulância e transportado ao Hospital de São João no Porto. Trata-se de um emigrante que regressou há 2 dias dos Estados Unidos.
Às 21h50 de sábado, na base do INEM de Gaia, junto ao hospital Santos Silva, terminava a desinfecção da ambulância que terá recolhido um homem de 82 anos em Santa Cruz do Bispo, Matosinhos. O idoso regressou sexta-feira dos Estados Unidos onde esteve emigrado 36 anos e apresenta suspeitas de contágio com o vírus da gripe A, garantiu à SIC uma fonte do Ministério da Saúde. O alerta terá chegado pouco depois das 18h00 à central do INEM no Porto.
De imediato, terá saído para a residência do doente em Santa Cruz do Bispo a ambulância que estava a ser desinfectada. Porque havia suspeitas de gripe A, a tripulação do INEM terá respeitado o protocolo em vigor e recolhido o idoso com fatos de protecção vestidos e máscaras colocadas. De acordo com a mesma fonte do Ministério da Saúde, já depois de comunicar à central a primeira avaliação do doente, a equipa do INEM terá recebido ordens para desactivar o protocolo e seguir para o Hospital Pedro Hispano, o hospital da área de residência do emigrante.
No entanto, garante a nossa fonte, durante a viagem até Matosinhos, terá sido emitida nova ordem e contrária à anterior. De repente, já voltava a valer a pena manter as suspeitas de gripe A e levar o doente para o Hospital de São João, o hospital de referência para estes casos no Porto.
Mas como a equipa do INEM já teria despido os fatos de protecção e retirado as máscaras, terá sido desviada para a base do INEM em Gaia para aguardar por nova ambulância com nova tripulação devidamente protegida.Essa espera terá durado cerca de duas horas.
A transferência do idoso para a nova ambulância terá acontecido já perto das 21h00, a equipa do INEM que recolheu o doente em Santa Cruz do Bispo terá sido descontaminada e enviada para casa de quarentena até serem conhecidos os resultados das análises ao homem de 82 anos. Fonte do Hospital de São João confirmou à SIC a entrada do doente com suspeitas de gripe A.
Foi admitido na urgência às 21h19 de sábado. Está agora isolado na ala das doenças infecto-contagiosas do hospital. A mesma fonte do Hospital de São João garantiu também à SIC que vão seguir amostras para o Instituto Ricardo Jorge em Lisboa, com o objectivo de despistar a infecção pelo vírus H1N1.
Fonte SIC
O nosso plano de contingência no seu melhor
Às 21h50 de sábado, na base do INEM de Gaia, junto ao hospital Santos Silva, terminava a desinfecção da ambulância que terá recolhido um homem de 82 anos em Santa Cruz do Bispo, Matosinhos. O idoso regressou sexta-feira dos Estados Unidos onde esteve emigrado 36 anos e apresenta suspeitas de contágio com o vírus da gripe A, garantiu à SIC uma fonte do Ministério da Saúde. O alerta terá chegado pouco depois das 18h00 à central do INEM no Porto.
De imediato, terá saído para a residência do doente em Santa Cruz do Bispo a ambulância que estava a ser desinfectada. Porque havia suspeitas de gripe A, a tripulação do INEM terá respeitado o protocolo em vigor e recolhido o idoso com fatos de protecção vestidos e máscaras colocadas. De acordo com a mesma fonte do Ministério da Saúde, já depois de comunicar à central a primeira avaliação do doente, a equipa do INEM terá recebido ordens para desactivar o protocolo e seguir para o Hospital Pedro Hispano, o hospital da área de residência do emigrante.
No entanto, garante a nossa fonte, durante a viagem até Matosinhos, terá sido emitida nova ordem e contrária à anterior. De repente, já voltava a valer a pena manter as suspeitas de gripe A e levar o doente para o Hospital de São João, o hospital de referência para estes casos no Porto.
Mas como a equipa do INEM já teria despido os fatos de protecção e retirado as máscaras, terá sido desviada para a base do INEM em Gaia para aguardar por nova ambulância com nova tripulação devidamente protegida.Essa espera terá durado cerca de duas horas.
A transferência do idoso para a nova ambulância terá acontecido já perto das 21h00, a equipa do INEM que recolheu o doente em Santa Cruz do Bispo terá sido descontaminada e enviada para casa de quarentena até serem conhecidos os resultados das análises ao homem de 82 anos. Fonte do Hospital de São João confirmou à SIC a entrada do doente com suspeitas de gripe A.
Foi admitido na urgência às 21h19 de sábado. Está agora isolado na ala das doenças infecto-contagiosas do hospital. A mesma fonte do Hospital de São João garantiu também à SIC que vão seguir amostras para o Instituto Ricardo Jorge em Lisboa, com o objectivo de despistar a infecção pelo vírus H1N1.
Fonte SIC
O nosso plano de contingência no seu melhor
A verdade, somente a verdade, nada mais que a verdade sobre a gripe Mexicana.
Alguém teve a coragem de dizer a verdade sobre o vírus da gripe mexicana, e não foi por acaso que a OMS subiu nível de pandemia até ao nível cinco, onde se mantém, mesmo que muitos governos digam que tem a situação controlada, mas pelos vistos continua-mos a viver no fio da navalha.
Epidemia poderá provocar dois a três milhões de infectados e 75 mil mortos em Portugal
O director do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, Jorge Torgal, alertou hoje que se houver uma verdadeira epidemia da gripe A em Portugal poderão registar-se «dois a três milhões de infectados e 75 mil mortos
Catedrático de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa avança com estes números na base de que a epidemia se desenvolva sem que até ao Inverno seja criada uma vacina contra o vírus.
Jorge Torgal, que falava no 3º Congresso sobre Pandemias na era da globalização, a decorrer até sábado em Coimbra, considera estas «previsões optimistas».
«Se houver uma epidemia e não for criada uma vacina até Outubro, Novembro, a previsão mais optimista é que haverá em Portugal dois a três milhões de pessoas com gripe, o que significa que serão 75 mil pessoas a perder a vida», afirmou.
O especialista sublinha que no ano passado só a gripe sazonal provocou em Portugal «um acréscimo de mortalidade de 1.961 casos, número muito acima do normal» e para o qual não há, até ao momento, explicações.
«Foi nas barbas de todos nós e ninguém se apercebeu nem houve nenhum alarme das autoridades de saúde», observou.
Referindo-se à gripe A, o médico de saúde pública considerou que «Espanha, aqui ao lado, onde quinta-feira havia 57 casos confirmados, dos quais quatro transmitidos no país, é uma fonte de preocupação, um risco grande» para Portugal.
Jorge Torgal alerta que, caso a epidemia se desenvolva, a sociedade portuguesa deve preparar-se logisticamente para uma alteração do quotidiano.
«Quem tem de se preparar de facto são as forças vivas da sociedade civil, para que os cidadãos compreendam como se podem defender pessoalmente», sustentou, em declarações à Lusa.
O médico, que abordou o tema Pandemias na era da globalização, fala «numa modificação quotidiana da sociedade, uma preparação logística que deve ser feita, um caminho de consciencialização».
Refere, a propósito, que, «se há crianças que têm de estar em casa porque as escolas fecham, os pais não podem ir trabalhar».
«As pessoas foram a correr comprar máscaras e Tamiflu, mas se houver uma epidemia provavelmente o mais razoável é não saírem de casa durante duas semanas», advertiu, questionando quem terá mantimentos para tal.
Jorge Torgal esclarece que «não está a defender que as pessoas devem, nesta fase, fazer um armazenamento (de mantimentos) para duas semanas» mas que «se souberem a tempo que é mais seguro para a sua saúde ficar em casa, provavelmente terão meia dúzia de cebolas em vez de ir todos os dias à mercearia comprar uma».
Lusa/SOL
Epidemia poderá provocar dois a três milhões de infectados e 75 mil mortos em Portugal
O director do Instituto de Higiene e Medicina Tropical, Jorge Torgal, alertou hoje que se houver uma verdadeira epidemia da gripe A em Portugal poderão registar-se «dois a três milhões de infectados e 75 mil mortos
Catedrático de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa avança com estes números na base de que a epidemia se desenvolva sem que até ao Inverno seja criada uma vacina contra o vírus.
Jorge Torgal, que falava no 3º Congresso sobre Pandemias na era da globalização, a decorrer até sábado em Coimbra, considera estas «previsões optimistas».
«Se houver uma epidemia e não for criada uma vacina até Outubro, Novembro, a previsão mais optimista é que haverá em Portugal dois a três milhões de pessoas com gripe, o que significa que serão 75 mil pessoas a perder a vida», afirmou.
O especialista sublinha que no ano passado só a gripe sazonal provocou em Portugal «um acréscimo de mortalidade de 1.961 casos, número muito acima do normal» e para o qual não há, até ao momento, explicações.
«Foi nas barbas de todos nós e ninguém se apercebeu nem houve nenhum alarme das autoridades de saúde», observou.
Referindo-se à gripe A, o médico de saúde pública considerou que «Espanha, aqui ao lado, onde quinta-feira havia 57 casos confirmados, dos quais quatro transmitidos no país, é uma fonte de preocupação, um risco grande» para Portugal.
Jorge Torgal alerta que, caso a epidemia se desenvolva, a sociedade portuguesa deve preparar-se logisticamente para uma alteração do quotidiano.
«Quem tem de se preparar de facto são as forças vivas da sociedade civil, para que os cidadãos compreendam como se podem defender pessoalmente», sustentou, em declarações à Lusa.
O médico, que abordou o tema Pandemias na era da globalização, fala «numa modificação quotidiana da sociedade, uma preparação logística que deve ser feita, um caminho de consciencialização».
Refere, a propósito, que, «se há crianças que têm de estar em casa porque as escolas fecham, os pais não podem ir trabalhar».
«As pessoas foram a correr comprar máscaras e Tamiflu, mas se houver uma epidemia provavelmente o mais razoável é não saírem de casa durante duas semanas», advertiu, questionando quem terá mantimentos para tal.
Jorge Torgal esclarece que «não está a defender que as pessoas devem, nesta fase, fazer um armazenamento (de mantimentos) para duas semanas» mas que «se souberem a tempo que é mais seguro para a sua saúde ficar em casa, provavelmente terão meia dúzia de cebolas em vez de ir todos os dias à mercearia comprar uma».
Lusa/SOL
sábado, maio 02, 2009
Portugueses esperam impacientes o primeiro caso de Gripe Mexicana.
A atitude dos nossos jornalistas, políticos e de algumas organizações tudo apontam que esperam impacientemente o primeiro caso de gripe Mexicana em Portugal. Qualquer caso suspeito, mesmo que ridículo que seja, faz a abertura dos noticiários televisivos, os órgãos de comunicação social ficam histéricos e caem no ridículo.
Julgo que as forças de autoridade deviam ter um plano de contingência para proteger o primeiro cidadão português portador do vírus da gripe Mexicana como da sua família dos órgãos de informação social.
Em alguns países as coisas passaram do limite, obrigando as entidades criarem meios de protecção as famílias dos doentes infectados, como estão a ser investigados pelas serviços de saúde de alguns países como foi possível informação confidencial dos doentes ter chegado aos jornalistas.
Como não existe ainda gripe Mexicana em Portugal, teremos que nos contentar com os casos dos outros países.
Julgo que as forças de autoridade deviam ter um plano de contingência para proteger o primeiro cidadão português portador do vírus da gripe Mexicana como da sua família dos órgãos de informação social.
Em alguns países as coisas passaram do limite, obrigando as entidades criarem meios de protecção as famílias dos doentes infectados, como estão a ser investigados pelas serviços de saúde de alguns países como foi possível informação confidencial dos doentes ter chegado aos jornalistas.
Como não existe ainda gripe Mexicana em Portugal, teremos que nos contentar com os casos dos outros países.
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quarta-feira, abril 29, 2009

O Serviço Nacional de Saúde tem um plano de contingência para fazer face a epidemia da gripe suína caso se ela atingir Portugal.
Esse plano prevê que um doente com suspeita de ter contraído a gripe suína ligue para a linha saúde 24, uma linha polémica que tem estado na ordem do dia pelas contastes guerras entre os senhores doutores enfermeiros e a administração. Caso se verifique que o doente tenha gripe , a saúde 24 ira ser contactado o INEM que accionara uma ambulância desse instituto para fazer o transporte do cidadão até uma unidade de saúde referenciada.
Uma situação de imparcialidade no sistema nacional de saúde e de socorro, porque basta ver como funcionam os nossos serviços de urgência, estão sempre em plano de continência, pelo seu mau funcionamento constante e crónico, que já habituaram os portugueses a longas filas de espera, onde esta tudo ao molho e fé em deus.
Os doentes com gripe suína são transportados pelo INEM. Um instituto que diariamente recusa accionar ambulâncias para centenas de situações de emergências, poupando milhões de euros, mas esse instituto agora já pode disponibilizar e suportar a despesa do transporte em ambulâncias próprias para levar um doente com uma simplesmente gripe.
Assim vale mais ter gripe do que um acidente de viação, queda ou outra coisa grave, pelo menos sabemos que não necessitamos de pedinchar meios de socorro e iremos para uma unidade de saúde referenciada que nos prestara um serviço condigno para seres humanos.
Portugal no seu melhor.
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4/29/2009 06:09:00 da tarde
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terça-feira, abril 28, 2009
Bombeiro diz que GIPS o detiveram por fazer contra-fogo autorizado
As novas directivas sobre a legitimidade de executar fogo controlado e contra-fogo não acabaram com o atrito que o assunto tem gerado entre bombeiros e Grupos de Intervenção de Protecção e Socorro (GIPS) da GNR. Na quarta-feira da semana passada, no combate a um incêndio, em Montalegre, os ânimos entre as duas forças exaltaram-se.
As versões do conflito são diferentes. Segundo os bombeiros de Montalegre, um elemento do GIPS exigiu ao soldado da paz que executou uma operação de contra-fogo que lhe exibisse a licença que o acreditava para o efeito. O bombeiro em causa terá dito que estava autorizado para o fazer pelo comandante distrital, conforme dita a nova legislação sobre o assunto. Mas o elemento da GNR terá mantido a posição. A teima terá gerado, inclusivamente, uma discussão azeda e, segundo os bombeiros de Montalegre, os elementos da GNR deram voz de detenção ao jovem bombeiro, quando este quis abandonar o local para continuar a apagar o fogo, que estava controlado, mas não extinto.
A versão dos GIPS é outra. Segundo fonte da GNR, que preferiu não ser identificada, não houve detenção. “Apenas foi pedida uma identificação, não formal, para que ficasse registado no relatório quem procedeu ao contra-fogo. É um procedimento normal”, garantiu a mesma fonte. Confrontado com a situação, o comandante distrital do Centro de Operações e Socorro e Protecção Civil, Carlos Silva, desvalorizou a polémica, alegando que os GIPS estarão ainda a fazer uma “interpretação da anterior legislação”. “Mas a nova legislação é clara. Os bombeiros são quem têm a responsabilidade no combate ao fogo e, por isso, quem decide sobre as técnicas que usam”, explicou Carlos Silva. Esta não é a primeira situação de conflito entre as duas forças na região.
Em Agosto do ano passado, aconteceu uma situação semelhante em Valpaços.
Este ano promete, a relação entre a GNR e os Bombeiros vai de mal a pior.
segunda-feira, março 16, 2009
Um socorro demasiado lento
A primeira hora após o acidente é de vital importância para sobrevivência de um politraumatizado, quanto mais precocemente a vítima for estabilizada em unidade hospitalar, de preferência numa unidade de trauma, maiores serão as possibilidades de sobrevivência. Algumas estatísticas determinam que por cada minuto perdido a taxa desce 1%.
Assim todos os profissionais do pré-hospitalar sabem da existência da hora de ouro
(the golden hour).
Mas em Portugal anos estamos anos-luz de cumprir conceitos internacionais na área do pré-hospitalar, e o acidente ocorrido Sebolido, em Penafiel, foi um caso de um socorro demasiado lento, andamos de 8 para 80, se a alguns anos era carregar e acelerar para o hospital, actualmente perdemos demasiado tempo a fazer bonitos trabalhos desnecessários para o espectáculo mediático e de protagonismo individual.
As vítimas demoraram cerca de três horas e meia a chegar a uma unidade hospitalar, onde ainda por cima se veio constatar que essa unidade hospitalar não era a mais adequada para a situação clínica das vítimas, demorando mais umas quantas horas para que fossem transferidos para uma unidade hospitalar diferenciada e adequada à situação clínica das vítimas.
Um automóvel com dois meninos de quatro e de sete anos a bordo destravou-se e deslizou de uma altura de cerca de 18 metros para a EN 108, junto ao miradouro de Sebolido, em Penafiel.
Passavam poucos minutos das 13 horas quando o Citroen C4 se destravou e deslizou do pátio, destruindo a vedação da moradia e caindo de uma altura de cerca de 18 metros.
Quando os Bombeiros Voluntários de Entre-os-Rios chegaram ao local, as crianças estavam fora da viatura, e os pais estavam em estado de choque junto às duas crianças gravemente feridas. Os meninos ficaram politraumatizados com a queda.
O mais novo (de quatro anos) encontrava-se em coma, com uma fractura do crânio e teve de ser entubado e ventilado. Ainda segundo informações prestadas pelo INEM.
Face à gravidade dos ferimentos das duas crianças, foi enviado o helicóptero do Hospital de S. João, no Porto, para Sebolido. O aparelho transportou os meninos, acompanhados por um médico e por um enfermeiro, para a Urgência Pediátrica daquela unidade hospitalar. Chegado à Invicta pelas 16.30.horas.
O hospital de São João não tinha capacidade para tratamento das crianças, tendo sido depois transferidas para a unidade pediátrica do hospital de santa Maria em Lisboa durante a noite.
O acidente deu-se cerca das 13 horas tendo as crianças chegado ao hospital somente as 16H30, onde ainda foram transferidas para o hospital de Santa Maria em Lisboa.
domingo, fevereiro 15, 2009
Terrorismo?
Adam Dolnik, perito em prevenção da criminalidade de uma universidade Australiana, admitiu ao Jornal Destak a hipótese de os fogos que têm devastado a Austrália – que vitimaram 181 pessoas – terem sido iniciados por fundamentalistas Islâmicos.
Fonte jornal Destak
Pelos menos é uma hipótese que as entidades Australianas estão a investigar, coisa que as entidades portuguesas não o fizeram correctamente em 2003, onde fizeram vista grossa para centenas de relatos das populações, que por varias vezes viram avionetas (principalmente uma célebre avioneta preta sem matricula) que sobrevoavam as zonas florestais e largavam objectos que explodiam no solo, como as dezenas de artefactos incendiários encontrados pelos bombeiros e populares em zonas florestais e os inúmeros incêndios que eclodiram por causa naturais durante a noite, fenómenos somente existentes em Portugal.
As nossas entidades preferiram apontar para ineficácia dos bombeiros portugueses, que não tinham mãos a medir para fazer face aos inúmeros incêndios que eclodiam, esquecendo-se investigar as causas dos milhares incêndios ocorridos nesta época.
Seria interessante analisar os incêndios ocorridos em 2003 e contrapor até as datas de hoje os sectores da nossa sociedade ganharam e evidenciaram-se depois dos grandes incêndios de 2003.
Fonte jornal Destak
Pelos menos é uma hipótese que as entidades Australianas estão a investigar, coisa que as entidades portuguesas não o fizeram correctamente em 2003, onde fizeram vista grossa para centenas de relatos das populações, que por varias vezes viram avionetas (principalmente uma célebre avioneta preta sem matricula) que sobrevoavam as zonas florestais e largavam objectos que explodiam no solo, como as dezenas de artefactos incendiários encontrados pelos bombeiros e populares em zonas florestais e os inúmeros incêndios que eclodiram por causa naturais durante a noite, fenómenos somente existentes em Portugal.
As nossas entidades preferiram apontar para ineficácia dos bombeiros portugueses, que não tinham mãos a medir para fazer face aos inúmeros incêndios que eclodiam, esquecendo-se investigar as causas dos milhares incêndios ocorridos nesta época.
Seria interessante analisar os incêndios ocorridos em 2003 e contrapor até as datas de hoje os sectores da nossa sociedade ganharam e evidenciaram-se depois dos grandes incêndios de 2003.
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Paulo Ferreira
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2/15/2009 11:33:00 da manhã
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Bombeiros
terça-feira, janeiro 20, 2009
Clima do alarmismo
A Autoridade Nacional Protecção Civil colocou o continente português em Alerta Laranja e Alerta Vermelho a zona litoral, tudo por causa do mau tempo que dizem que vai atingir o território nacional, mas teima a chegar, somente no mar apresenta uma ondulação elevada, nada que os marinheiros não estejam habituados nesta época.
Na ANPC vive-se o clima do alarmismo, porque com tantos alertas emitidos, muitas das vezes desnecessários, pode originar que os cidadãos deixem de acreditar nos alertas da ANPC, e isso pode sair caro quando for uma situação justificável.
Julgo que existe necessidade de contenção nos alertas por parte da ANPC, bastava simples avisos de prevenção para chuvas intensas e queda de neve e alertar as identidades competentes para ficarem sobreaviso e tomarem as acções necessárias de prevenção, como se fazia anteriormente, não criando um clima de alarmismo na população constantemente.
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Paulo Ferreira
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1/20/2009 03:46:00 da tarde
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segunda-feira, janeiro 12, 2009
Uns falam outros trabalham
Os alertas de mau tempo foram devidamente anunciados, mesmo assim o país não estava preparado para fazer frente a neve e ao gelo que fez sentir em várias zonas do país, que originou milhares de condutores ficassem bloqueados nas estradas portugueses durante dezenas de horas sem qualquer ajuda ou assistência.
A Autoridade nacional de Protecção Civil falhou, não preparou antecipadamente toda a estrutura para fazer face a intempérie que atingiu o país. No terreno somente existiram os Bombeiros, alguns agentes de autoridade local, onde a falta de efectivos e meios é sentida todo o ano, que tiveram mais uma vez se desmultiplicar para acudir a pedidos fora do seu âmbito operacional pela ineficácia de certas entidades.
Por outro lado os senhores a ANPC andavam passear nas zonas efectuadas com os seus velos veículos de topo de gama com tracção as quatro rodas, a mostrar as suas belas fardas pretas a condizer com o clima a darem entrevistas para a comunicação social, e os bombeiros e os andavam trabalhar com veículos inapropriados, alguns com amais de 30 anos, como eu vi na TV, onde mais uma vês foram mão-de-obra para tudo, desde andarem a rebocar carros de condutores comodistas e irresponsáveis, a fazerem de transportes públicos, levar refeições etc.
Mais uma vez deu para ver que ANPC gosta muito de falar e mandar, mas trabalhar é coisa somente para os bombeiros, que foram a entidade que se mais evidenciou-se, que trabalham 24 horas por dia e todo o ano, a ainda por cima estiveram que andar a fazer aquilo que é da responsabilidade dos outros, com agravante de ainda poderem ser criticados por falta de capacidade e por alguns erros cometidos.
sexta-feira, dezembro 19, 2008
Faz o que eu digo mas não faças o que eu faço.
No alvará para a criação de uma empresa privada de ambulância, ou para outra qualquer entidade, é imposto legalmente que exista parqueamento coberto para as ambulâncias, como exista instalações condignas para as tripulações, com balneários, zonas de lavagem e limpeza de material e zona de armazenamento de material etc.Esta imagem mostra uma ambulância do INEM no seu habitual parqueamento, não existe qualquer telheiro para a protecção do veículo, uma situação comum pelo país e idêntica a muitas VMERs.
No estado que essa ambulância se apresenta não esta em condições de prestar qualquer tipo de socorro, a temperatura na célula sanitária deve estar negativa, e dificilmente o sistema de aquecimento do veículo aquecerá em tempo útil a célula sanitária, alem dos danos que as temperaturas puderam ter no material existente.
Uma atitude negativa de um instituto que devia dar o exemplo e ser referencia no socorro a nível nacional.
Imagem do blogue formasocorro
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Paulo Ferreira
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12/19/2008 12:01:00 da tarde
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ambulância,
INEM
segunda-feira, novembro 17, 2008
Diferentes porquê?
Exmo. Sr. Director do nova Odivelas,Venho por este meio dar-lhe conhecimento de uma situação que se passou comigo no dia 22 de Setembro de 2008 e que pela sua gravidade penso dever ser denunciada publicamente.
Sou residente na Freguesia de Famões há cerca de 6 anos e pela primeira vez na noitede dia 22 de Setembro passado, pelas 00h30 precisei de uma ambulância para me transportar ao hospital devido a uma crise de contracções e dores abdominais fortes eincapacitantes.
Com a ajuda do meu companheiro ligámos 112 cujo operador nos remete para os Bombeiros de Odivelas dizendo que estes casos são resolvidos pelos bombeiros, o que fizemos de imediato, tendo obtido a insólita resposta: «Para efectuar o transporte, nãosendo sócio da corporação, terão de pagar no acto 30,00€. Ou como não se trata de um caso grave poderá chamar um táxi»…
Por dificuldades económicas não dispunha na altura desse valor, facto que alegueiao bombeiro que me atendeu mas sem resultado pois só me prestariam socorro caso pagasse os 30 euros.
Na aflição e sem outro recurso o meu companheiro foi bater à porta de vários amigos até conseguir o valor em questão, facto que conseguiu perto da 1 hora da manhã.Em acto continuo o meu companheiro ligou pela 3ª vez para os bombeiros de Odivelas dizendo que já tinha o dinheiro e que precisava que me levassem para Santa Mariacom urgência.
A ambulância chegou finalmente e dei entrada em Santa Maria pela 01h30 tendo ficado internada 4 dias com diagnóstico de uma oclusão intestinal grave que segundo os médicos a demorar mais tempo teria perigado a minha vida.Ora deixo aqui algumas dúvidas que gostaria de ver esclarecidas por quem de direito.Pergunto: Será que tenho de mudar de Freguesia para ter acesso aos cuidados básicosde Saúde gratuitos mencionados na constituição da república?
Sim porque já falei com muita gente e todos me dizem que isso só se passa com os Bombeiros de Odivelas?
Então e os de Caneças e da Pontinha quem paga?
O Estado? Então e os subsídios que recebem do Estado são iguais para todos?!
Esqueci-me de lhes perguntar se o reciboque me passaram serve para o IRS, sim porque com certeza devem pagar impostos do dinheiro que recebem nestes casos, ou não?Senhor Director do nova Odivelas, considerando que o vosso jornal é um fórum de informação importante do concelho de Odivelas e se tem pautado pela denúncia pública de situações inacreditáveis agradeço uma investigação sobre este assunto e disponibilizo-me desde já para lhe prestar todas as informações que desejar.
Fonte :www.novaodivelas.pt
Se um instituto público se recusa accionar uma ambulância por achar que a situação não digna de ser considerada uma situação de emergência, não posso criticar os BV de Odivelas pela sua atitude.
Aconselho todos os cidadãos desse país andarem com 30 a 50 euros na carteira para as situações de emergência súbita.
quinta-feira, novembro 06, 2008
A montanha pariu um rato

O operador do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) que, em Fevereiro, enviou uma ambulância de Almeirim para assistir uma vítima de ataque cardíaco que estava a 400 metros do quartel de bombeiros de Samora Correia teve «comportamento negligente», escreve a Lusa.
A conclusão do processo de averiguação instaurado pelo INEM foi divulgada segunda-feira na reunião da Câmara Municipal de Benavente, através de um ofício do gabinete do secretário de Estado da Saúde em resposta a um pedido de esclarecimento feito pela autarquia a 12 de Março
A vítima era cirurgião e auditor no Hospital de Vila Franca de Xira onde trabalhava há mais de 20 anos depois de ter sido médico de família nos postos de saúde de Samora Correia, Porto Alto e Barrosa.
Um processo de averiguação que penaliza unicamente o operador do INEM, sem no entanto penalizar os outros intervenientes do SIEM.
É de salientar que a chamada de socorro dentro das centrais CODU passa no mínimo por três pessoas, o OPCEM a pessoas que recebe a chamada, o Médico regulador que visiona e valida a chamada e o operador da central rádio que despacha os meios.
Como foi possível somente existir um culpado?
Afinal qual o papel dos médicos reguladores das centrais CODU?
Os Bombeiros de Almeirim estão isentos de culpa?
Como é possível os bombeiros de Almeirim receberem uma chamada para fora de zona e não alertarem para a existência de um quartel de bombeiros mais próximo do local da ocorrência?
A montanha pariu um rato assim ditou um processo de averiguações com muitas irregularidades, que somente culpou uma só pessoas, deixando os outros impunes.
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Paulo Ferreira
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11/06/2008 10:06:00 da manhã
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INEM
terça-feira, novembro 04, 2008
As garras da Fénix
O actual presidente da LBP finalmente mostrou as garras da sua Fénix, que a algumas décadas somente tem sido uma figura submissa aos órgãos da tutela, onde somente piou baixinho submetendo-se a tudo a todos, sem nunca mostradas as suas garras. O presidente da LBP durante o congresso fez declarações polémicas e desafiadoras contra aos órgãos da tutela, como se aliou-se á federação do Bombeiros do distrito de Lisboa, que não se representara este ano no encerramento do DFCI deste ano em Lisboa.
Iremos ver se a atitude é para manter ou se é sol de pouca duração, porque se realmente o senhor Duarte Caldeira levar as suas revindicações até ao fim, os bombeiros portugueses terão que estar preparados para formas de lutas mais duras e duradouras, com sequências nefastas para a população civil, se realmente quiserem que o MAI e o SNS cedam as reivindicações exigidas que puderam ditar a sobrevivência dos corpos de Bombeiros portugueses.
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