segunda-feira, outubro 13, 2008

Bombeiros, o sucesso e a eficácia do DFCI

São a maior força de combate a incêndios florestais existente em Portugal, constituída por mais 4800 elementos permanentemente, composto por 728 viaturas de combate ECIN a e 439 viaturas de apoio logístico ELAC, espalhadas por todos os distritos do continente, essa é força dos Bombeiros mantêm uma eficácia 100% nas suas missões.

São os primeiros a pisar o campo de batalha e os últimos abandona-lo, conhecem o campo de batalha e as suas armadilhas, uma batalha onde o inimigo não faz reféns, não faz tréguas, uma luta desigual, onde os erros pagam-se com a própria vida. Assim a disciplina, conhecimento e equipamento é a melhor arma que possuem, e os que os une é a arma secreta, que faz avançarem no terreno quando os outros recuam.

São equipas criadas sazonalmente nos quartéis de Bombeiros nas épocas de verão, constituídas por bombeiros, que durante o ano todo seguram os diversos tipos de serviço de socorro as suas comunidades, quer em regime profissional quer em regime voluntário, que durante o verão dão mais disponibilidade além que normalmente são obrigados a dar anualmente, para formarem as equipas de ECIN e ELAC, muito mal pagos e constantemente ignorados pela estrutura, mas são eles intervêm em todas operações de combate a incêndios florestais nas suas áreas de actuação próprias AAP, e frequentemente usados para criarem os grupos de combate ou de reforço a incêndios florestais, que percorrem o país de lés a lés para dar apoio aos corpos de Bombeiros que necessitam de ajuda.

São esse homens e mulheres que se deve a eficácia do DFCI, que exigem serem tratados de forma idêntica as outras identidades recentemente criadas pela ANPC para comporem o DFCI, elementos que nunca viraram as costas ao seu país em qualquer momento, mesmo quando os órgãos de subornaria do seu país que lhe viram as costas constantemente.

Fénixhttp://voo-da-fenix.blogspot.com/

terça-feira, outubro 07, 2008

Mais três ambulâncias de socorro no distrito da guarda.


Três ambulâncias de socorro, do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) entraram em funcionamento no distrito da guarda, nos concelhos de Trancoso, Figueira do Castelo Rodrigo e Sabugal.

O INEM passa assim a contar com 59 nove ambulâncias de socorro operada directamente por funcionários desse instituto.

Em Janeiro de 2008 a Liga dos Bombeiros Portugueses em reunião com à secretaria de estado Adjunta e da Saúde, Carmem Pgnatelli, foi proposto a criação de 50 postos PEM nos corpos de Bombeiros como a formação de 200 tripulantes de ambulância de socorro.

Mas até a data somente foi criado um posto PEM nos Bombeiros Portugueses, nos Bombeiros da Lourinha, e formação nem vela, mas em contrapartida o INEM cria PEM em zonas onde já existem meios de socorro, que depois faz concorrência desleal com os Bombeiros locais, accionando somente as suas ambulâncias e despejando nos Bombeiros os serviços que não lhe apetece efectuar ou que não tenham capacidade de os efectuar. Aos Bombeiro fica a obrigação e a imposição de efectuar esses serviços sem terem sustentação económica para terem elementos e meios para os efectuar, como ainda têm suportar os encargos do socorro ou exigirem o pagamento aos cidadãos pelos serviços efectuados, dando a origem a situações descritas no artigo anterior deste blogue.

Um jogo de pingue-pongue cada vez mais frequente, que ira se estender de norte a sul do país, um jogo imposto pelo sistema com sequências bastante conhecidas.

segunda-feira, outubro 06, 2008

Obrigado, Sra. Ministra da Saúde! Pela Vergonha, que eu presenciei!

Gostaria de dar conhecimento, de uma situação repugnante, digna de um pais de 3º mundo, a que eu hoje assisti, infelizmente não era num país de 3º mundo, mas sim no país em que eu vivo, Portugal, mais precisamente, ao pé da Santa Casa da Misericórdia, no Poço do Bispo, em Lisboa.

Hoje dia 04/10/2008, presenciei já perto das 11.00 Hr, uma senhora que se encontrava, na parte exterior desse edifício, prostrada no chão e a gritar imenso com dores violentas, junto dessa Sra. encontravam-se algumas pessoas, que lhe tentavam prestar a ajuda possível.

Foi-me informado, que já tinha sido efectuados 3 telefonemas para o INEM, desde as 10.00 H, da manhã e que tinha sido recusado a prestação de auxilio médico a essa pessoa, que contactassem os bombeiros mais próximos, que eram eles que efectuavam esse serviço!

Mesmo assim, foram contactados os Bombeiros Voluntários do Beato e de Cabo Ruivo, uns não tinham ambulâncias disponíveis e os outros a troco de 30 euros, efectuavam o serviço!
Eram 11.30 Hr, quando apareceu uma ambulância com a matricula 01-48-XP do INEM, os mesmos que se tinham recusado a prestar o serviço desde as 10.00 H, e finalmente essa senhora foi socorrida ao fim de 1 hora e 30 minutos!

Quem é o responsável por esta situação? Não sei qual o desfecho da situação clínica da pessoa em questão, mas alguém deve ser responsabilizado, pelo sofrimento que essa pessoa teve, sem qualquer assistência médica, ou será que vai ser este o futuro em Portugal, de quem adoece em plena via publica?

Durou 90 minutos o sofrimento de uma pessoa, com a falta de assistência de um um serviço que devia ser um exemplo, mas que desta vez foi um serviço de irresponsabilidade e deplorável.
Autor: Jorge Ribeiro

http://trasfosforos.wordpress.com

sexta-feira, outubro 03, 2008

O caso do ferido sentado amarrado.

O acidente ocorrido no dia 4 de Setembro na localidade salvador, onde um doente foi transportado sentado com o colete de extracção, esta se a transformar numa verdadeira novela.
O INEM abriu um inquérito para averiguar o que se passou no local, como o hospital de Santarém abriu outro inquérito para apurar também o sucedido, onde o director do hospital fez as seguintes declarações públicas:

O director das urgências, Sebastião Barba confirmou o inquérito em curso, adiantando desde já que “o clínico da VMER não deu instruções para que o sinistrado fosse transportado naquelas condições”. “Admito que possa ter dado autorização para que fosse dois na mesma ambulância, um deitado na maca e o outro sentado, mas certamente não deu ordem para amarrar o doente à cadeira da ambulância “ explicou.

“ Se a cadeira tinha ou não cinto de segurança ou quem teve a iniciativa de atar o ferido são questões esclarecidas no inquérito”

Fonte: Correio da Manhã

Existem contradições graves entre os Bombeiros e o médico da VMER, e o senhor director das urgências de Santarém desconhece completamente o que é trabalhar no pré-hospitalar e as técnicas usadas. O erro não foi usar ligaduras para prender o doente à cadeira da ambulância, o erro foi do doente ser transportado sentado na cadeira imobilizado com o colete de extracção, porque o que as palavras do director das urgências dá a entender que o doente devia ser transportado naquela posição usando o simples sinto de segurança da cadeira.

Cada vez pior.

terça-feira, setembro 30, 2008

Quem põem mão nisto.

Basta ler os jornais diários para ver como anda o pré-hospitalar em Portugal.

Ambulâncias retidas no hospital.

Ambulâncias retidas horas a fio no hospital de Almada por falta de macas, não é caso único em Portugal, uma boa política dos hospitais, assim morre menos gente nos hospitais, morrem nas suas casas e na rua, é tudo uma questão de estatísticas.

Doente morre a espera de socorro.

Mais uma descoordenação do INEM, depois de uma longa chamada de socorro, consegue desactivar uma ambulância de socorro que estava a 15 quilómetros do local da ocorrência, para depois activar outra que estava a 40 quilómetros, com tanto tempo perdido o doente acabou por morrer entre amigos e familiares.

Assim se vive em Portugal, um país de brandos costumes onde tudo é permitido.

sexta-feira, setembro 26, 2008

Com a verdade me enganas.


Crianças a nascerem nas ambulâncias, doentes a caírem das macas dentro dos hospitais, e o INEM chagar tarde para reanimar as pessoas, não quer dizer que isso não existe, mas não passou a ser divulgado na comunicação social.

Foi uma afirmação do Ex ministro da saúde Correia de Campos sobre actual política do governo na área da saúde, e foi bastante expressivo, tudo esta na mesma ou pior, o Governo em vez de melhorar os serviços, optou por controlar a comunicação social, saí mais barato aos cofres do estado e dá mais votos.

segunda-feira, setembro 15, 2008

Assim vai a nossa emergência médica em Portugal


Em Portugal muita das vezes alem do acidente sofrido, temos que nos prepara para mais três acidentes, o socorro, o transporte e unidade hospitalar, se conseguir sobrevier a um deles é uma pessoa cheia de sorte.

Uma foto tirada a uma vitima de um acidente de viação ocorrido no distrito de Santarém. A vítima foi transportada nesta posição para unidade hospitalar, o mais grave disso tudo, por de traz de tal erro técnico está uma decisão e uma imposição de um médico de uma VMER .

Os Bombeiros foram obrigados a transportar essa vítima neste estado “sentada” á unidade hospitalar, argumentaram com o médico sobre sua decisão, mas o médico contrapôs que era uma decisão sua e que assumia a responsabilidade.

Independente da situação clínica da vítima, como ela foi encontrada, imobilizada e transportada para o banco da ambulância, alguém tentou seguir o protocolo, imobilizou a vítima no colete de extracção, e posteriormente vítima devia estar no plano rijo ou numa uma maca de vácuo, e ser transportada na maca da ambulância para a unidade hospitalar.

A tripulação da ambulância devia ignorar o médico, e actuar mediante o protocolo estabelecido para o transporte correcto da vítima, porque ninguém é obrigado a efectuar um mal socorro ou transporte por uma decisão de outra pessoa, inclusive de um médico.

Já agora gostava de saber como essa vítima retirada desta situação e como deu entrada na unidade hospitalar.

sábado, setembro 06, 2008

Bombeiros a penar por mais 3 anos


O Sr. Duarte Caldeira, acaba de concluir a lista, sobre o lema “Bombeiros – O futuro começa agora”, como se recandidata para à liderança da Liga Dos Bombeiros Portugueses.

Entende-se que O Sr. Duarte caldeira foi um elemento importante durante décadas na liderança dos Bombeiros Portugueses, mas nos últimos anos tem efectuado um péssimo trabalho na frente da LBP, uma pessoa que não tem capacidade para dirigir um órgão demasiado importante como é a LBP, que perdeu a força condutora e de inovar, uma voz apagada e conformada, sem capacidade de reivindicar quer o que seja, que cede facilmente a pressões exteriores e interiores.

Como não existe mais nenhuma lista (pelo menos nada tem sido divulgado sobre a existência de outra lista), a LBP será liderada por mais 3 anos por este senhor, senhor que no ano passado tinha afirmado que não se recandidatava, que levou a clamação dos Bombeiros, que viam a saída do deste senhor como o renascer das cinzas dos Bombeiros portugueses.

sexta-feira, setembro 05, 2008

Uns prendem outros libertam


Depois de umas merecidas férias por paraísos naturais, não imaginava o que se estava a passar em Portugal, tinha visto na TV fora de Portugal a polícia portuguesa matar um assaltante de um banco a tiro, porque normalmente é ao contrário, mas nunca imaginava que Portugal estivesse ao saque.

Os agentes de autoridade não conseguem combater o crime, e a falta de efectivo policiais e de meios é notória, muitos deles andam a brincar aos Bombeiros outros a fazer tudo menos de agentes de autoridade, como agravante dos juízes portugueses andarem a brincar com a justiça, e se já é difícil apanharem os bandidos, mais difícil é conseguir que os juízes os mantenham presos, porque se uns prendem outros libertam, porque transformaram as prisões em condomínios, e já não há lugar para todos.

Com este impasse entre os nossos serviços de segurança e a nossa justiça, dificilmente se consegue voltar a ter segurança no país.

Com isto tudo, o medo e a insegurança está a tomar conta dos cidadãos portugueses, e não tenho reparado em nenhuma medida política para fazer frente a esse grave problema, preocupam-se mais com a fiscalização do trânsito e proteger as empresas petrolíferas e as entidades bancárias dos ladroes, onde dificilmente percebo quem rouba mais, os ladrões ou os protegidos.

sexta-feira, junho 27, 2008

Multa por homicídio negligente de um jovem

A médica anestesista Manuela Veringer e a enfermeira Madelena Serra, ambas do hospital Egas Moniz, foram hoje condenadas a uma pena de multa por homicídio negligente de um jovem. A vítima morreu asfixiada após uma cirurgia, em 2002.

A juíza dos Juízos Criminais de Lisboa decidiu hoje condenar as duas arguidas a penas de multa. A pena vai dos 240 dias a 22 euros por dia (num total de 5.280 euros) para a médica anestesista, e 220 dias a oito euros por dia (1.760 euros) para a enfermeira, que, no âmbito deste processo, foi reformada compulsivamente. Carlos Mascarenhas morreu no dia que foi operado, a 28 de Agosto de 2002 no Hospital Egas Moniz, em Lisboa. A vítima tinha 30 anos e foi operada a um quisto do canal tiroglosso fistulizado.

Depois de ter feito o recobro da cirurgia e já na enfermaria, o jovem começou a queixar-se às enfermeiras e à família de que não conseguia respirar, acabando por morrer sufocado com um edema de glote.


Esta situação levou a uma investigação da Inspecção-Geral de Saúde em 2002, tendo este organismo apurado "a existência de procedimentos incorrectos merecedores de censura que motivaram a actuação disciplinar" contra a médica e duas enfermeiras.
Nas duas horas que precederam a sua morte, o doente manifestou queixas que, todavia, "não foram objecto de uma leitura correcta por parte do pessoal encarregado da sua vigilância e assistência", referiu na altura o Ministério da Saúde.
Porém, a enfermeira espanhola Mercedes Romero não foi julgada por se desconhecer o seu paradeiro. Hoje, na sentença, a juíza considerou que "as atitudes das duas arguidas foram causadoras da morte" do jovem, tendo sido cometido o crime de homicídio negligente, mas "de forma inconsciente".
A magistrada considerou também que a atitude da médica anestesista, pelo facto de ser clínica, "teve uma intensidade mais expressiva". A pena de multa para as arguidas foi justificada com a idade e com a falta de antecedentes criminais. Admitindo que a decisão não agradasse à família do jovem, a juíza lembrou que "os tribunais fazem justiça e não retaliações".
No final, a irmã de Carlos Mascarenhas mostrou-se inconformada com a decisão, alegando que "a vida de um jovem não vale somente uma multa". "A família sempre quis que as duas arguidas ficassem inibidas de exercer as suas profissões e nem isso aconteceu", lamentou Carla Maria Mascarenhas, acrescentando que tinha esperanças que "pelo menos isso acontecesse". Quanto a um eventual recurso, a irmã de Carlos Mascarenhas disse que admite recorrer mas ainda tem que falar com os pais e saber "se eles têm forças para continuar com o processo", disse.

Lusa

Uma situação que somente mostra como anda o nosso serviço nacional de saúde e a nossa justiça.

Uma médica e uma enfermeira, que somente mostraram as deficiências na sua formação base, como profissionais e como cidadãos, desrespeitando completamente a vida de um cidadão, que em agonia recorreu a todas as formas de alertar esse “profissionais” da gravidade da sua situação, onde completamente ignorado acabou por morrer de uma morte angustiada e prematura.

A médica foi condenada a pagar 5.280 euros e a enfermeira 1760 euros.

Onde anda a Ordem dos Médicos e dos Enfermeiros?
Que atitude tiveram com esse dois incompetentes?
Mas eles andam ai a exercer as suas funções, eles e outros, que somente por pertencerem a essas classes são impunes aos olhos da lei.

sábado, junho 21, 2008

A nossa emergência no seu melhor.

A falta de meios de socorro "obrigou" um médico de Beja a transportar no seu carro particular, ontem, uma criança de três anos vítima de atropelamento.

Os pais do menino esperaram meia hora pela ambulância, que não apareceu.

A criança, que foi colhida por um carro, às 8.43 horas, numa passadeira do centro da cidade de Beja, foi inicialmente socorrida no Centro de Saúde, situado junto ao local do acidente. Só que, face à gravidade dos ferimentos, houve necessidade de a transferir para o hospital de Beja. O Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) de Lisboa e Vale do Tejo terá accionado o pedido de meios de socorro, mas sem êxito.

Em desespero, acabou por ser um médico a "vestir a pele" de bombeiro e o seu carro pessoal a substituir-se ao do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).

Com o consentimento dos pais da vítima, o clínico arriscou o transporte até ao hospital, fazendo-se acompanhar da mãe do menino e de mais dois colegas médicos.

A decisão foi tomada por Edite Spencer, directora em exercício do Centro de Saúde, depois de uma espera infrutífera pela Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) ou da viatura 112 estacionada nos bombeiros, já que a gravidade da situação foi comunicada, por três vezes, ao CODU de Lisboa e Vale do Tejo. A primeira chamada foi feita pela condutora da viatura que atropelou a criança e as restantes pelo próprio Centro de Saúde.

"Assumimos a responsabilidade do transporte da criança, face ao seu estado e há inexistência de um meio de socorro", disse, ao JN, Edite Spencer.

Após o acidente, foi accionado o 112, tendo a Polícia feito deslocar para o local uma viatura de prevenção de acidentes da Esquadra de Trânsito.

Ao JN, o sub-Comissário Graça confirmou que "não compareceu qualquer ambulância" para socorrer a criança, de ascendência ucraniana.

Fonte do Hospital de Beja informou, entretanto, que "o estado grave da criança" levou a que a mesma fosse evacuada para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, "acompanhada de um médico e de uma enfermeira".

Edite Spencer revelou que o caso "foi de imediato participado à Administração Regional de Saúde do Alentejo" e acrescentou que vai ser elaborado um relatório com "as razões que levaram à forma de transporte da criança".

Pedro Coelho, porta-voz do INEM, reconheceu que o CODU recebeu uma chamada e as 112 duas chamadas, mas "em nenhuma das três foi feito qualquer pedido de socorro, nem tão pouco dada informação sobre o estado clínico da criança".

Fonte: Jornal Noticias

Uma situação que somente vem a reflectir a situação do socorro a nível nacional na área do Pré-Hospitalar, onde um instituto público “INEM” governa esse sector de uma forma grosseira e incompetente, ignorando pessoas e entidades.

É lamentável que pessoas com formação académica resolvem transportar uma criança em estado grave em veículo particular, se o 112 e o INEM não dão resposta, o que é normal hoje em dia, bastava ligar para os Bombeiros locais que a resposta seria atempada e correcta.

terça-feira, junho 17, 2008

O INEM chega a todos os cantos


Não é uma foto montagem, esta viatura estava estacionada juntamente com outra na praça do senado em Helsínquia, foto tirada por Diana Sousa.

Enquanto o país esta a passar uma grave crise económica, o INEM anda a passear pelas belas cidades da Europa, certamente a fazer turismo as custas dos contribuintes portugueses.

quarta-feira, junho 11, 2008

INEM tem plano de contingência para contornar falta de combustível

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) tem um plano de contingência que accionará se faltar combustível para a actividade das ambulâncias que opera...

que ainda não se regista por causa da paralisação dos transportes de mercadorias. Fonte do instituto disse à Lusa que, para já, ainda não se regista qualquer falta de combustível para as 79 ambulâncias que opera directamente, de um total de 284 de que dispõe e que se encontram junto de várias entidades, como os bombeiros.

No caso do combustível começar a faltar, o que depende de uma série de factores, como a duração do protesto ou a actividade do INEM, este instituto accionará o plano de contingência que permitirá o abastecimento das suas viaturas. A falta de combustível é uma das consequências da paralisação dos transportadores de mercadorias, em protesto contra o aumento dos combustíveis.

Por acaso gostaria de saber que tipo de plano contingência que o INEM tem, certamente nenhum, somente shou-off , nada mais, os seus meios iram parar como os da outra entidades

quarta-feira, junho 04, 2008

INEM gastou cerca de 123 mil euros em exercício da NATO

O Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) gastou cerca de 123 mil euros com a participação no exercício da NATO na Finlândia...

verba justificada com a "oportunidade de excelência" para "desenvolver capacidades, treinar profissionais e corrigir deficiências". O INEM representa Portugal, desde domingo e até quinta-feira, em Helsínquia num exercício da NATO, denominado "Uusimaa 2008", que tem como objectivo testar a capacidade de resposta a uma forte cheia em que infra-estruturas são contaminadas, algumas com risco químico, biológico e radiológico.

Os cerca de 123 mil euros incluem a deslocação do pessoal, alimentação, gasóleo e ajudas de custos. Em declarações aos jornalistas, o presidente do INEM, Abílio Gomes, disse que a participação do Instituto nesta missão é "de interesse nacional", considerando que esta "é uma oportunidade de excelência" para "desenvolver capacidades, treinar os profissionais e corrigir todas as deficiências". O INEM "representa o país num fórum de cooperação internacional que está bem definida", afirmou, adiantando que Portugal já tem a capacidade para actuar em situações com ambiente contaminado, mas ainda "não é abundante".

Segundo Abílio Gomes, as Forças Armadas e o INEM é que têm actualmente esta capacidade em Portugal. O INEM tem esta "responsabilidade, mas tem que mantê-la e aperfeiçoá-la", disse, para realçar a importância da participação portuguesa no exercício da NATO.

O Instituto Nacional de Emergência Médica participa no treino com uma equipa de 42 elementos, entre médicos, enfermeiros, técnicos de ambulância de emergência, elementos da logística e telecomunicações. No exercício, o INEM efectua triagem das vítimas e presta cuidados médicos em ambiente contaminado, faz a descontaminação e realiza a triagem secundária, estabilização e evacuação das vítimas, além de ter montado um hospital de campanha.

A equipa portuguesa está a utilizar no exercício uma parte do hospital de campanha, uma ambulância, uma viatura logística, duas 'pickups', um jeep das telecomunicações, duas viaturas NRBQ (ambiente nuclear, radiológico, biológico e químico). O valor do equipamento transportado pelo INEM é de 1,6 milhões de euros.

quinta-feira, maio 15, 2008

Alijo,campanha eleitoral ou pressões políticas.

Os Bombeiros do concelho de Alijó foram contemplados com um curso de tripulante de ambulância de socorro dado pela Escola Nacional de Bombeiros, com agravante do respectivo curso ser dado em Alijó.

No meu corpo de Bombeiros tenho vários elementos a espera de tirar a formação de TAS, já efectuaram os testes psicotécnicos e as avaliações necessárias a alguns anos, mas nem a ENB nem o INEM os chama para tira o curso de TAS, será que o meu corpos de Bombeiros terá que deixar morrer uma pessoas para ter formação e passar a PEM?

Pelos visto sim, se analisarmos o que se esta a passar em Alijó, onde depois do caso lamentável que manchou o nome dos Bombeiros Portugueses, os Bombeiros desse concelho foram contemplado com formação, verbas e meios, isso somente existiu por pressões politicas ou uma forma campanha eleitoral por parte do senhor Duarte Caldeira, candidato a LBP.

Somente espero que esses elementos consigam acabar o curso, e pelo tipo de pessoas apresentadas na televisão será difícil, mesmo que eles acabem o curso, duvido se alguma vez esses elementos efectuaram serviço na área do pré-hospitalar.

domingo, abril 27, 2008

Enfermeiros de limpeza ao domicilio


Um novo dilema foi criado com a profissão de enfermagem, as universidades de enfermagens terão que reformular os conteúdos programáticos dos cursos de enfermagem existentes, com um a nova disciplina curricular, “ Limpeza de habitações”, uma disciplina que á muito devia existir, porque a grande maioria dos licenciados que saem das universidades não apresentam conhecimentos de limpeza e de higiene, sendo essa área efectuadas por outras classes profissionais, onde a classe de enfermagem viu nessa área mais uma forma de emprego e se propõem subestimar as empregadas de limpezas existentes que executam essas funções a décadas, por enfermeiros altamente especializados nas técnicas de limpeza de habitações.

Assim dias negros se esperam para as empregadas de limpeza, que iram para o desemprego, perdendo-se décadas de conhecimentos na área de limpeza

sexta-feira, abril 18, 2008

Resposta ao sindicato dos enfermeiros

Em relação a afirmação do Sr. Enfermeiro José Correia de Azevedo de chamar de ignorantes aos Bombeiros Portugueses em matéria de suporte básico de vida, devo informar esse iluminado que devia era se preocupar com a formação da sua classe, porque em Portugal o que é mais fácil de se ver é enfermeiros sem saberem efectuar Suporte Básico de Vida, e os que sabem a grande maioria deles anda desactualizada em relação aos actuais protocolos.

Se existem enfermeiros no desemprego, o problema é vosso, mas o que é mais fácil é ver enfermeiros com vários empregos ou tachos, como depois se anda a forma enfermeiros a martelada, que depois nem servem para serem tripulantes de ambulância.

Em relação a preocupação dos enfermeiros pelo Pré-Hospitalar, em primeiro lugar deviam era ver o regulamento de transporte de doentes e qual a posição dos enfermeiros no Pré-Hospitalar, antes de opinarem as suas difamações.

Já agora se estão mesmo preocupados com o Pré-Hospitalar, podem se inscrever nos Bombeiros, serviços não faltam, somente existe um problema, não existe vencimentos, e a única regalia existente é não pagar taxa moderadora no SNS, tem graça Sr. Azevedo.

terça-feira, abril 01, 2008

Em Portugal temos um verdadeiro Sistema Integrado de Emergência

Para os menos atentos este artigo foi efectuado no dia das mentiras, como tal não corresponde a realidade de Portugal, ou seja tudo esta invertido em relação ao artigo.

Em Portugal existe um verdadeiro Sistema Integrado de Emergência Médica “SIEM”, onde um cidadão em caso de urgência ou emergência, pode recorrer ao número Europeu de emergência e expor a uma central competente o seu problema, onde o seu pedido será analisado por profissionais altamente competentes, e a sua situação sempre resolvida, podendo ser encaminhado a um serviço de saúde indicado a sua situação, como centro de saúde local, SAP, CATUS ou a uma unidade hospitalar e em caso de necessidade será accionado gratuitamente meio de transporte a condizer com a sua situação clínica ou meios de socorro altamente especializado.

Em Portugal existe um verdadeiro SIEM, onde as entidades são dotadas de recursos financeiros para terem meios humanos e mecânicos permanentemente para entrevirem nas missões de socorro pedidas pelas centrais de socorro, onde existem reuniões nacionais, distritais ou concelhias periodicamente com todos intervenientes, onde se expõem os problemas e se tenta arranjar soluções.

Em Portugal todas as tripulações de ambulância têm formação, competências técnicas e material para poder entrevir em situações críticas, como todos os actos são provisionados por pessoas competentes, as equipas são acompanhadas e apoiadas por entidades que olham pelo seu bem-estar quer a nível de saúde física ou psíquica.

Em Portugal temos cidadãos que conhecem o SIEM e sabem actuar numa situação de emergência e sabem a importância dos meios de socorro e dos serviços de urgência, somente os usam em caso de verdadeira necessidade.

Em Portugal temos um verdadeiro Sistema Integrado de Emergência

quarta-feira, março 19, 2008

Actualmente, a ENB não consegue acreditar formadores em quantidade suficiente

O futuro modelo da Escola Nacional de Bombeiros (ENB) deverá incluir equipas de formação em todos os concelhos do País, defendeu ontem o director da instituição, Duarte Caldeira. “Actualmente, a ENB não consegue acreditar formadores em quantidade suficiente para poder fazer uma cobertura de formação certificada nos concelhos do Continente”, reconheceu o responsável, salientando que serão precisas 278 equipas de três elementos, uma para cada concelho.

Correio da manhã 16/03/2008


A escola nacional de bombeiros tem varias centenas de formadores externos parados a vários anos a espera que a ENB lhe mande dar formação aos corpos de Bombeiros, formadores que dão a titulo gratuito formação aos seus corpos de Bombeiros e a muitos outros corpos de Bombeiros por amizade, cursos principalmente de TAT, SD e condução todo terreno, mas ENB se recusa accionar esses formadores para dar formação aos corpos de Bombeiros sem formadores, formação que é paga pela a ENB aos formadores.

  • Se o Sr. Duarte Caldeira se diz que a ENB não tem capacidade de creditar mais formadores em quantidade suficiente, como justifica da existência de tantos formadores parados a vários anos a espera de dar formação alem dos seus corpos de Bombeiros?

  • Se, se diz toda a formação que passa pela a ENB e comparticipada por fundos da comunidade europeia, onde andam as verbas de centenas de curso dados a titulo gratuitos pelos formadores externos?

  • Se a ENB não tem capacidade de formar Bombeiros, talvez o Sr. Duarte caldeira tente justificar como a ENB dá mais formação a empresas privadas e a outras entidades do que aos Bombeiros portugueses?



    A vários anos que a formação certificada para os bombeiros portugueses foi reduzia a valores irrisórios e insignificantes para as necessidade, deixando a grande maioria dos Bombeiros Portugueses sem formação ou com formação caducada, e o pior é que existem formadores disponíveis para dar formação. Não se percebe muito bem as afirmações do Sr. Duarte Caldeira, porque a situação vivida actualmente a nível da formação é da responsabilidade dele.

segunda-feira, março 17, 2008

Bombeiros esperam retomar trabalho com INEM após Páscoa

A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) espera retomar na semana a seguir à Páscoa o trabalho de reformulação da rede nacional de socorro Pré-Hospitalar com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), anunciou hoje Duarte Caldeira, presidente da LBP.

Diário Digital


Julgo que dificilmente ira surgir alguma alteração de atitude por parte do INEM em relação aos Bombeiros Portugueses, o INEM ira dar certamente a continuação ao projecto da criação da rede própria de ambulâncias de socorro, gastando milhões aos contribuintes servindo-se dos Bombeiros para efectuar os serviços que não tenham capacidade de os efectuar ou o que não lhe interessem efectuar.