sábado, junho 21, 2008
A nossa emergência no seu melhor.
Os pais do menino esperaram meia hora pela ambulância, que não apareceu.
A criança, que foi colhida por um carro, às 8.43 horas, numa passadeira do centro da cidade de Beja, foi inicialmente socorrida no Centro de Saúde, situado junto ao local do acidente. Só que, face à gravidade dos ferimentos, houve necessidade de a transferir para o hospital de Beja. O Centro de Orientação de Doentes Urgentes (CODU) de Lisboa e Vale do Tejo terá accionado o pedido de meios de socorro, mas sem êxito.
Em desespero, acabou por ser um médico a "vestir a pele" de bombeiro e o seu carro pessoal a substituir-se ao do Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM).
Com o consentimento dos pais da vítima, o clínico arriscou o transporte até ao hospital, fazendo-se acompanhar da mãe do menino e de mais dois colegas médicos.
A decisão foi tomada por Edite Spencer, directora em exercício do Centro de Saúde, depois de uma espera infrutífera pela Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) ou da viatura 112 estacionada nos bombeiros, já que a gravidade da situação foi comunicada, por três vezes, ao CODU de Lisboa e Vale do Tejo. A primeira chamada foi feita pela condutora da viatura que atropelou a criança e as restantes pelo próprio Centro de Saúde.
"Assumimos a responsabilidade do transporte da criança, face ao seu estado e há inexistência de um meio de socorro", disse, ao JN, Edite Spencer.
Após o acidente, foi accionado o 112, tendo a Polícia feito deslocar para o local uma viatura de prevenção de acidentes da Esquadra de Trânsito.
Ao JN, o sub-Comissário Graça confirmou que "não compareceu qualquer ambulância" para socorrer a criança, de ascendência ucraniana.
Fonte do Hospital de Beja informou, entretanto, que "o estado grave da criança" levou a que a mesma fosse evacuada para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa, "acompanhada de um médico e de uma enfermeira".
Edite Spencer revelou que o caso "foi de imediato participado à Administração Regional de Saúde do Alentejo" e acrescentou que vai ser elaborado um relatório com "as razões que levaram à forma de transporte da criança".
Pedro Coelho, porta-voz do INEM, reconheceu que o CODU recebeu uma chamada e as 112 duas chamadas, mas "em nenhuma das três foi feito qualquer pedido de socorro, nem tão pouco dada informação sobre o estado clínico da criança".
Fonte: Jornal Noticias
Uma situação que somente vem a reflectir a situação do socorro a nível nacional na área do Pré-Hospitalar, onde um instituto público “INEM” governa esse sector de uma forma grosseira e incompetente, ignorando pessoas e entidades.
É lamentável que pessoas com formação académica resolvem transportar uma criança em estado grave em veículo particular, se o 112 e o INEM não dão resposta, o que é normal hoje em dia, bastava ligar para os Bombeiros locais que a resposta seria atempada e correcta.
terça-feira, junho 17, 2008
O INEM chega a todos os cantos

Enquanto o país esta a passar uma grave crise económica, o INEM anda a passear pelas belas cidades da Europa, certamente a fazer turismo as custas dos contribuintes portugueses.
quarta-feira, junho 11, 2008
INEM tem plano de contingência para contornar falta de combustível
que ainda não se regista por causa da paralisação dos transportes de mercadorias. Fonte do instituto disse à Lusa que, para já, ainda não se regista qualquer falta de combustível para as 79 ambulâncias que opera directamente, de um total de 284 de que dispõe e que se encontram junto de várias entidades, como os bombeiros.
No caso do combustível começar a faltar, o que depende de uma série de factores, como a duração do protesto ou a actividade do INEM, este instituto accionará o plano de contingência que permitirá o abastecimento das suas viaturas. A falta de combustível é uma das consequências da paralisação dos transportadores de mercadorias, em protesto contra o aumento dos combustíveis.
Por acaso gostaria de saber que tipo de plano contingência que o INEM tem, certamente nenhum, somente shou-off , nada mais, os seus meios iram parar como os da outra entidades
quarta-feira, junho 04, 2008
INEM gastou cerca de 123 mil euros em exercício da NATO
verba justificada com a "oportunidade de excelência" para "desenvolver capacidades, treinar profissionais e corrigir deficiências". O INEM representa Portugal, desde domingo e até quinta-feira, em Helsínquia num exercício da NATO, denominado "Uusimaa 2008", que tem como objectivo testar a capacidade de resposta a uma forte cheia em que infra-estruturas são contaminadas, algumas com risco químico, biológico e radiológico.
Os cerca de 123 mil euros incluem a deslocação do pessoal, alimentação, gasóleo e ajudas de custos. Em declarações aos jornalistas, o presidente do INEM, Abílio Gomes, disse que a participação do Instituto nesta missão é "de interesse nacional", considerando que esta "é uma oportunidade de excelência" para "desenvolver capacidades, treinar os profissionais e corrigir todas as deficiências". O INEM "representa o país num fórum de cooperação internacional que está bem definida", afirmou, adiantando que Portugal já tem a capacidade para actuar em situações com ambiente contaminado, mas ainda "não é abundante".
Segundo Abílio Gomes, as Forças Armadas e o INEM é que têm actualmente esta capacidade em Portugal. O INEM tem esta "responsabilidade, mas tem que mantê-la e aperfeiçoá-la", disse, para realçar a importância da participação portuguesa no exercício da NATO.
O Instituto Nacional de Emergência Médica participa no treino com uma equipa de 42 elementos, entre médicos, enfermeiros, técnicos de ambulância de emergência, elementos da logística e telecomunicações. No exercício, o INEM efectua triagem das vítimas e presta cuidados médicos em ambiente contaminado, faz a descontaminação e realiza a triagem secundária, estabilização e evacuação das vítimas, além de ter montado um hospital de campanha.
A equipa portuguesa está a utilizar no exercício uma parte do hospital de campanha, uma ambulância, uma viatura logística, duas 'pickups', um jeep das telecomunicações, duas viaturas NRBQ (ambiente nuclear, radiológico, biológico e químico). O valor do equipamento transportado pelo INEM é de 1,6 milhões de euros.
quinta-feira, maio 15, 2008
Alijo,campanha eleitoral ou pressões políticas.
No meu corpo de Bombeiros tenho vários elementos a espera de tirar a formação de TAS, já efectuaram os testes psicotécnicos e as avaliações necessárias a alguns anos, mas nem a ENB nem o INEM os chama para tira o curso de TAS, será que o meu corpos de Bombeiros terá que deixar morrer uma pessoas para ter formação e passar a PEM?
Pelos visto sim, se analisarmos o que se esta a passar em Alijó, onde depois do caso lamentável que manchou o nome dos Bombeiros Portugueses, os Bombeiros desse concelho foram contemplado com formação, verbas e meios, isso somente existiu por pressões politicas ou uma forma campanha eleitoral por parte do senhor Duarte Caldeira, candidato a LBP.
Somente espero que esses elementos consigam acabar o curso, e pelo tipo de pessoas apresentadas na televisão será difícil, mesmo que eles acabem o curso, duvido se alguma vez esses elementos efectuaram serviço na área do pré-hospitalar.
domingo, abril 27, 2008
Enfermeiros de limpeza ao domicilio

Assim dias negros se esperam para as empregadas de limpeza, que iram para o desemprego, perdendo-se décadas de conhecimentos na área de limpeza
sexta-feira, abril 18, 2008
Resposta ao sindicato dos enfermeiros
Em relação a afirmação do Sr. Enfermeiro José Correia de Azevedo de chamar de ignorantes aos Bombeiros Portugueses em matéria de suporte básico de vida, devo informar esse iluminado que devia era se preocupar com a formação da sua classe, porque em Portugal o que é mais fácil de se ver é enfermeiros sem saberem efectuar Suporte Básico de Vida, e os que sabem a grande maioria deles anda desactualizada em relação aos actuais protocolos.Se existem enfermeiros no desemprego, o problema é vosso, mas o que é mais fácil é ver enfermeiros com vários empregos ou tachos, como depois se anda a forma enfermeiros a martelada, que depois nem servem para serem tripulantes de ambulância.
Em relação a preocupação dos enfermeiros pelo Pré-Hospitalar, em primeiro lugar deviam era ver o regulamento de transporte de doentes e qual a posição dos enfermeiros no Pré-Hospitalar, antes de opinarem as suas difamações.
Já agora se estão mesmo preocupados com o Pré-Hospitalar, podem se inscrever nos Bombeiros, serviços não faltam, somente existe um problema, não existe vencimentos, e a única regalia existente é não pagar taxa moderadora no SNS, tem graça Sr. Azevedo.
terça-feira, abril 01, 2008
Em Portugal temos um verdadeiro Sistema Integrado de Emergência
Para os menos atentos este artigo foi efectuado no dia das mentiras, como tal não corresponde a realidade de Portugal, ou seja tudo esta invertido em relação ao artigo. Em Portugal existe um verdadeiro SIEM, onde as entidades são dotadas de recursos financeiros para terem meios humanos e mecânicos permanentemente para entrevirem nas missões de socorro pedidas pelas centrais de socorro, onde existem reuniões nacionais, distritais ou concelhias periodicamente com todos intervenientes, onde se expõem os problemas e se tenta arranjar soluções.
Em Portugal todas as tripulações de ambulância têm formação, competências técnicas e material para poder entrevir em situações críticas, como todos os actos são provisionados por pessoas competentes, as equipas são acompanhadas e apoiadas por entidades que olham pelo seu bem-estar quer a nível de saúde física ou psíquica.
Em Portugal temos cidadãos que conhecem o SIEM e sabem actuar numa situação de emergência e sabem a importância dos meios de socorro e dos serviços de urgência, somente os usam em caso de verdadeira necessidade.
Em Portugal temos um verdadeiro Sistema Integrado de Emergência
quarta-feira, março 19, 2008
Actualmente, a ENB não consegue acreditar formadores em quantidade suficiente
O futuro modelo da Escola Nacional de Bombeiros (ENB) deverá incluir equipas de formação em todos os concelhos do País, defendeu ontem o director da instituição, Duarte Caldeira. “Actualmente, a ENB não consegue acreditar formadores em quantidade suficiente para poder fazer uma cobertura de formação certificada nos concelhos do Continente”, reconheceu o responsável, salientando que serão precisas 278 equipas de três elementos, uma para cada concelho.
Correio da manhã 16/03/2008
A escola nacional de bombeiros tem varias centenas de formadores externos parados a vários anos a espera que a ENB lhe mande dar formação aos corpos de Bombeiros, formadores que dão a titulo gratuito formação aos seus corpos de Bombeiros e a muitos outros corpos de Bombeiros por amizade, cursos principalmente de TAT, SD e condução todo terreno, mas ENB se recusa accionar esses formadores para dar formação aos corpos de Bombeiros sem formadores, formação que é paga pela a ENB aos formadores.
- Se o Sr. Duarte Caldeira se diz que a ENB não tem capacidade de creditar mais formadores em quantidade suficiente, como justifica da existência de tantos formadores parados a vários anos a espera de dar formação alem dos seus corpos de Bombeiros?
- Se, se diz toda a formação que passa pela a ENB e comparticipada por fundos da comunidade europeia, onde andam as verbas de centenas de curso dados a titulo gratuitos pelos formadores externos?
- Se a ENB não tem capacidade de formar Bombeiros, talvez o Sr. Duarte caldeira tente justificar como a ENB dá mais formação a empresas privadas e a outras entidades do que aos Bombeiros portugueses?
A vários anos que a formação certificada para os bombeiros portugueses foi reduzia a valores irrisórios e insignificantes para as necessidade, deixando a grande maioria dos Bombeiros Portugueses sem formação ou com formação caducada, e o pior é que existem formadores disponíveis para dar formação. Não se percebe muito bem as afirmações do Sr. Duarte Caldeira, porque a situação vivida actualmente a nível da formação é da responsabilidade dele.
segunda-feira, março 17, 2008
Bombeiros esperam retomar trabalho com INEM após Páscoa
Diário Digital
Julgo que dificilmente ira surgir alguma alteração de atitude por parte do INEM em relação aos Bombeiros Portugueses, o INEM ira dar certamente a continuação ao projecto da criação da rede própria de ambulâncias de socorro, gastando milhões aos contribuintes servindo-se dos Bombeiros para efectuar os serviços que não tenham capacidade de os efectuar ou o que não lhe interessem efectuar.
quinta-feira, março 13, 2008
INEM não fiscaliza empresas privadas de transporte de doentes
A denúncia é feita pelo presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Duarte Caldeira, que afirma que depois de licenciar as empresas, o INEM não controla a sua actividade.
Actualmente existem em Portugal pouco mais de uma centena de empresas a operar no transporte de doentes.
A sua missão não é prestar socorro nem fazer emergência pré-hospitalar mas transportar doentes para consultas ou tratamentos.
Para que comecem a operar no mercado, a lei define uma série de requisitos e incumbe o INEM de os verificar e atribuir o respectivo alvará.
Exemplos: cada ambulância tem de possuir uma tripulação de dois elementos (motorista e segundo elemento para assistir o doente) e equipamentos mínimos para prestar o serviço.
No acidente de ontem apenas seguia na ambulância uma tripulante, que conduzia o veículo.
Compete também ao instituto definir os conteúdos das 35 horas de formação a que são sujeitos os
tripulantes de ambulância de transporte e que depois são dadas pela Escola Nacional de Bombeiros ou por entidades certificadas pelo INEM.
Depois deste processo, raramente o INEM monitoriza e acompanha o desempenho destas entidades privadas. Apenas nos casos em que há denúncias é que o INEM tem actuado, reconhece fonte oficial do instituto,"Se o alvará foi dado há dez anos, como se garante que as empresas continuam a cumprir os requisitos segundo os quais foram licenciadas?", questiona Duarte Caldeira, temendo que haja falhas e riscos para os doentes.
Esta falha será colmatada em breve com a contratação de mais profissionais para proceder fiscalização, adianta o INEM.
No que diz respeito às empresas que operam sem alvará, a fiscalização compete às autoridades.
Na formação dos tripulantes de ambulância de transporte não há conteúdos específicos dirigidos àcondução.
O que, explica fonte do INEM, não se justifica, pois as empresas não actuam em situações de emergência e sob grande pressão.
A Liga considera que, mais do que proporcionar aulas de condução defensiva aos condutores, é preciso aferir as suas condições psicológicas e emocionais para conduzir sob stress. O que pode passar pela realização de testes psicotécnicos específicos.
Escrita por: Diário de Notícias Em:2008-03-12
O senhor Duarte Caldeira tem toda a razão em denunciar a falta de fiscalização das empresas de transporte de doentes, mas o senhor Duarte caldeira devia era estar preocupado porque a grande maioria dos corpos de Bombeiros Portugueses não cumpre o regulamento de transporte de doentes, onde facilmente se detecta ambulâncias de socorro dos corpos de Bombeiros somente tripulada por TAT ou mais grave somente por um TAT a conduzir a efectuar serviços de emergência, para provar isso basta ver algumas noticias nos últimos meses.
A fiscalização é necessária e urgente, mas depois não se queixem das consequências da fiscalização.
quinta-feira, março 06, 2008
Erro da central telefónica atrasa socorro a vítima de hemorragia
Um alegado erro do CODU (Centro de Orientação de Doentes Urgentes) provocou um atraso na prestação de socorro a um médico de 51 anos, com graves hemorragias, que acabou por falecer a 500 metros do quartel dos Bombeiros de Samora Correia, Benavente.
A família ligou para o 112 a pedir uma ambulância e, ao que O MIRANTE apurou, por lapso foi activada uma ambulância de Almeirim para responder à emergência o que atrasou o socorro.
O comandante dos bombeiros de Samora Correia, Miguel Cardia, não se conforma com a confusão gerada. “Que esta situação não sirva apenas para mais uma punição exemplar de quem errou, pois o que está mal é a teimosia e o autismo patente no sistema”.
A família admite processar o INEM, que já admitiu que houve falha grave e vai abrir um inquérito para apurar responsabilidades.
Jornal “O Mirante”.
Mais um erro lamentável da central CODU de difícil compreensão, como foi possível que nenhuma identidade envolvida, não se tenha apercebido que existia um quartel de Bombeiros a 500 metros do local da ocorrência?
Situações idênticas acontecem frequentemente a nível nacional, principalmente quando a central CODU prefere acciona as ambulâncias de socorro do INEM, ignorando completamente as ambulâncias de socorro dos corpos de Bombeiros locais, que se encontram mais perto das ocorrências, pondo em risco o socorro ao cidadãos.
quarta-feira, março 05, 2008
Apagar fogos...de táxi

Não faltam bombeiros, faltam carros para combater mais do que um incêndio em simultâneo.
Depois de alertadas no último Verão, as autoridades distritais prometeram reforçar os meios com uma viatura de primeira intervenção.
O presidente dos bombeiros de Castro Daire questiona a utilidade prática da lei e do levantamento das necessidades feito no final da última época de incêndios.·"A lei está no papel só", afirma António Pinto. "Quem quer viaturas vai ter de arranjar: ou vai para a estrada ou, não a tem, e anda de táxi", ironiza o responsável.
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
Cheias no distrito de Lisboa

No terreno como sempre estiveram os Bombeiros locais, 2900 homens mais de 300 viaturas, onde o seu sistema conjuntural e proximidade as populações tiveram que dar resposta atempadamente a todos os pedidos de socorro, onde na falta de meios a condizer com a situação, improvisou-se com o que se tem e não tem.
Não existiu outra entidade a auxiliar as populações além dos Bombeiros, aonde esteve a resposta rápida criada recentemente pelo governo, quer os GIPS da GNR e os Caneirinhos?
Onde andavam os meios aéreos para auxiliar os Bombeiros nas operações de resgate dos cidadãos?
Mais uma lição que muita gente não quer aprender, que a melhor solução para o socorro em Portugal é na aposta das entidades locais, principalmente nos Bombeiros.
domingo, fevereiro 17, 2008
Estou sozinho...
sábado, fevereiro 16, 2008
EIP fora da emergência pré hospitalar
Foi nesse quadro que foi publicada a Portaria n.º 1358/2007, de 15 de Outubro, que regulamenta a organização e a actividade futura das EIP.
Cada uma será composta por cinco bombeiros e terá por principal missão o combate a incêndios e o socorro às populações em casos de acidentes e catástrofes. Mais concretamente, em termos de missões, as EIP visam assegurar, em permanência, o socorro às populações, designadamente nos casos de combate a incêndios florestais, em caso de fogos, inundações, desabamentos, abalroamentos e em todos os acidentes ou catástrofes, e ainda no auxílio a náufragos.
As Equipas deverão ainda prestar socorro complementar, em segunda intervenção, em desencarceramentos ou apoios a sinistrados no âmbito da urgência pré-hospitalar, não podendo, contudo, substituir-se aos acordos com a autoridade nacional de emergência médica.
Fonte Diário de Viseu
Para quem conhece minimamente o sistema de socorro em Portugal, facilmente ira ver esses elementos a fazer um pouco de tudo, consultas, emergências médicas, transferências etc. Menos efectuar serviços para qual foram criados.
Serão usados a 100% a primeira intervenção na área do pré-hospitalar, área que não tem capacidade na primeira intervenção, porque qualquer acordo existente entre o Serviço Nacional Saúde e o Instituto Nacional de Emergência Médica, não contempla equipas em permanência para áreas do pré-hospitalar, nem verbas financeiras para a sua criação, e qualquer serviço que ocorra nessa área será efectuado por esses elementos, porque dificilmente existira outros elementos disponíveis para os efectuar.
Uma situação facilmente detectada se existir fiscalização, mesmo durante o verão muitos elementos afectos ao dispositivo de combate aos incêndios florestais são usados periodicamente para socorrer cidadãos na área do pré-hospitalar, uma realidade que muitas gente teima em esconder.
5 Elementos somente asseguraram 8 horas diárias, quem socorro a população nas outras 16 horas diária?
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
Serviço mínimo para ser Bombeiro “Voluntário”
Uma medida somente peca por tardia, porque o que existem mais em Portugal são Bombeiros virtuais, que são tudo menos Bombeiros voluntários, normalmente somente aparecem nas festas ou para efectuarem serviços no dispositivo de combate a incêndios, não tem formação nem querem formação, e quando fazem alguma coisa fazem-na sempre mal, pondo a vida deles e dos outros em risco.
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Demissão do presidente do INEM

Uma política egocêntrica e megalómana, onde resultou na decadência do sistema integrado de emergência médica, motivado com a falta de diálogo entre esse instituto e as identidades pretendentes ao sistema, que levou a esquecer por completo os deveres constitucionais do seu instituto.
Esse senhor simplesmente ignorou completamente as outras identidades pretendentes ao Sistema, como acabou com algumas, como no caso das ambulâncias da PSP, onde para isso gastou os seus “ovos” guardados para fazer uma bela omelete, preferencialmente amarelada para se distinguir dos outros, e por outro lado as outras identidades pertencentes ao sistema tinham que manter uma estrutura idêntica, quer em quantidade quer em qualidade, consumindo unicamente as cascas dos ovos que sobravam da omelete, servida somente para alguns.
A publicidade efectuada, mostrava um sistema integrado, uma rede de VMERs e ambulâncias espalhadas de norte a sul do país até nas zonas mais inóspitas, a funcionar a 100%, que motivou o Ministro da Saúde fechar muitos centros de urgência, acreditando num sistema digno e que respondia as necessidades da população em caso de necessidade.
Não demorou muito para a realidade vir ao de cima, e a existência de varias mortes de cidadãos por culpa directa do sistema, que mostrou uma realidade conhecida por muita gente, e esse senhor tentou dar o ultimo golpe no seu parceiro mais directo “ Bombeiros Portugueses” divulgou o que não devia, e saiu o tiro pela culatra, deu um tiro nos próprios pés, esqueceu-se completamente dos seus deveres constitucionais e de quem era o responsável pelo sistema.
Isso custou a substituição do Ministro da Saúde e a dele próprio, somente espero que a sua substituição não passe de uma operação de cosmética por parte do governo na política na área do pré-hospitalar, operações de cosmética que esse senhor já nos habitou nos últimos anos para mostrar uma realidade que não correspondia a realidade, como a que hoje passa no canal público da televisão, uma reportagem alargada mostrando a e imagem e política geocentrista desse senhor já demitido.
Para esse senhor, um adeus para sempre.
terça-feira, fevereiro 05, 2008
DAE

sábado, fevereiro 02, 2008
A Inspecção-Geral das Actividades da Saúde abriu um inquérito e vai averiguar como foi tornada pública a conversa.
Em análise vão estar as respostas desencadeadas desde que foi feita a chamada para o número europeu de socorro (112) que, segundo um familiar da vítima, foi feita às 03h30.Segundo Manuel Lopes, cunhado da vítima, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Vila Real apenas chegou à aldeia "duas horas depois".
O familiar lamentou a morte do cunhado "por falta de assistência do INEM" e ameaçou avançar com um processo judicial contra aquele instituto de emergência médicaContactada pela Lusa, fonte do INEM referiu que o pedido de socorro foi feito por volta das "03h40" e que, logo nesse primeiro contacto, a família já avançava que o homem estaria morto.
Na gravação daquela chamada telefónica, o irmão do falecido afirmava que este já se encontrava morto, que sangrava pela boca e que já não respirava.O INEM accionou os bombeiros de Favaios, através de uma chamada feita às "03h51" - que demorou perto de oito minutos - ao mesmo tempo que solicitava os serviços da VMER de Vila Real.
Por falta de tripulação dos bombeiros de Favaios, já que o motorista se encontrava de serviço sozinho, o INEM teve de chamar os soldados da paz de Alijó, que também só tinham um elemento na corporação.
O comandante dos bombeiros de Alijó, António Fontinha, referiu que a sua corporação recebeu a chamada às "04h01" e que chegou a Castedo às "04h15".Este responsável explicou que, apesar de só um funcionário se encontrar na corporação durante a noite, os outros elementos estão ao serviço de chamada e que são accionados em "segundos".
A Lusa contactou o comandante dos bombeiros de Favaios que se limitou a confirmar a hora do contacto efectuado pelo INEM.António Fontinha realçou as dificuldades de circulação nas estradas, devido às condições meteorológicas nomeadamente o nevoeiro intenso, as mesmas condições que, segundo o INEM, condicionaram também a chegada da VMER a Castedo.
A viatura de emergência demorou, segundo o INEM, "40 minutos a chegar" e, segundo António Fontinha, "50 minutos" até chegar perto da vítima, tendo apenas confirmado o óbito.
A IGAS vai igualmente averiguar como é que uma chamada entre a operadora do INEM e os Bombeiros, com vista à activação dos meios de socorro a António Moreira foi parar à comunicação social.
Espero que se investigue e que se puna os culpados, porque essas chamadas são confidenciais, pelo menos deviam.
