A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) espera retomar na semana a seguir à Páscoa o trabalho de reformulação da rede nacional de socorro Pré-Hospitalar com o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM), anunciou hoje Duarte Caldeira, presidente da LBP.
Diário Digital
Julgo que dificilmente ira surgir alguma alteração de atitude por parte do INEM em relação aos Bombeiros Portugueses, o INEM ira dar certamente a continuação ao projecto da criação da rede própria de ambulâncias de socorro, gastando milhões aos contribuintes servindo-se dos Bombeiros para efectuar os serviços que não tenham capacidade de os efectuar ou o que não lhe interessem efectuar.
segunda-feira, março 17, 2008
quinta-feira, março 13, 2008
INEM não fiscaliza empresas privadas de transporte de doentes
Não há está a ser desenvolvida qualquer actividade de fiscalização das empresas privadas que transportam doentes..."
A denúncia é feita pelo presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Duarte Caldeira, que afirma que depois de licenciar as empresas, o INEM não controla a sua actividade.
Actualmente existem em Portugal pouco mais de uma centena de empresas a operar no transporte de doentes.
A sua missão não é prestar socorro nem fazer emergência pré-hospitalar mas transportar doentes para consultas ou tratamentos.
Para que comecem a operar no mercado, a lei define uma série de requisitos e incumbe o INEM de os verificar e atribuir o respectivo alvará.
Exemplos: cada ambulância tem de possuir uma tripulação de dois elementos (motorista e segundo elemento para assistir o doente) e equipamentos mínimos para prestar o serviço.
No acidente de ontem apenas seguia na ambulância uma tripulante, que conduzia o veículo.
Compete também ao instituto definir os conteúdos das 35 horas de formação a que são sujeitos os
tripulantes de ambulância de transporte e que depois são dadas pela Escola Nacional de Bombeiros ou por entidades certificadas pelo INEM.
Depois deste processo, raramente o INEM monitoriza e acompanha o desempenho destas entidades privadas. Apenas nos casos em que há denúncias é que o INEM tem actuado, reconhece fonte oficial do instituto,"Se o alvará foi dado há dez anos, como se garante que as empresas continuam a cumprir os requisitos segundo os quais foram licenciadas?", questiona Duarte Caldeira, temendo que haja falhas e riscos para os doentes.
Esta falha será colmatada em breve com a contratação de mais profissionais para proceder fiscalização, adianta o INEM.
No que diz respeito às empresas que operam sem alvará, a fiscalização compete às autoridades.
Na formação dos tripulantes de ambulância de transporte não há conteúdos específicos dirigidos àcondução.
O que, explica fonte do INEM, não se justifica, pois as empresas não actuam em situações de emergência e sob grande pressão.
A denúncia é feita pelo presidente da Liga dos Bombeiros Portugueses, Duarte Caldeira, que afirma que depois de licenciar as empresas, o INEM não controla a sua actividade.
Actualmente existem em Portugal pouco mais de uma centena de empresas a operar no transporte de doentes.
A sua missão não é prestar socorro nem fazer emergência pré-hospitalar mas transportar doentes para consultas ou tratamentos.
Para que comecem a operar no mercado, a lei define uma série de requisitos e incumbe o INEM de os verificar e atribuir o respectivo alvará.
Exemplos: cada ambulância tem de possuir uma tripulação de dois elementos (motorista e segundo elemento para assistir o doente) e equipamentos mínimos para prestar o serviço.
No acidente de ontem apenas seguia na ambulância uma tripulante, que conduzia o veículo.
Compete também ao instituto definir os conteúdos das 35 horas de formação a que são sujeitos os
tripulantes de ambulância de transporte e que depois são dadas pela Escola Nacional de Bombeiros ou por entidades certificadas pelo INEM.
Depois deste processo, raramente o INEM monitoriza e acompanha o desempenho destas entidades privadas. Apenas nos casos em que há denúncias é que o INEM tem actuado, reconhece fonte oficial do instituto,"Se o alvará foi dado há dez anos, como se garante que as empresas continuam a cumprir os requisitos segundo os quais foram licenciadas?", questiona Duarte Caldeira, temendo que haja falhas e riscos para os doentes.
Esta falha será colmatada em breve com a contratação de mais profissionais para proceder fiscalização, adianta o INEM.
No que diz respeito às empresas que operam sem alvará, a fiscalização compete às autoridades.
Na formação dos tripulantes de ambulância de transporte não há conteúdos específicos dirigidos àcondução.
O que, explica fonte do INEM, não se justifica, pois as empresas não actuam em situações de emergência e sob grande pressão.
Já os técnicos do instituto têm esta formação.
A Liga considera que, mais do que proporcionar aulas de condução defensiva aos condutores, é preciso aferir as suas condições psicológicas e emocionais para conduzir sob stress. O que pode passar pela realização de testes psicotécnicos específicos.
Escrita por: Diário de Notícias Em:2008-03-12
A Liga considera que, mais do que proporcionar aulas de condução defensiva aos condutores, é preciso aferir as suas condições psicológicas e emocionais para conduzir sob stress. O que pode passar pela realização de testes psicotécnicos específicos.
Escrita por: Diário de Notícias Em:2008-03-12
O senhor Duarte Caldeira tem toda a razão em denunciar a falta de fiscalização das empresas de transporte de doentes, mas o senhor Duarte caldeira devia era estar preocupado porque a grande maioria dos corpos de Bombeiros Portugueses não cumpre o regulamento de transporte de doentes, onde facilmente se detecta ambulâncias de socorro dos corpos de Bombeiros somente tripulada por TAT ou mais grave somente por um TAT a conduzir a efectuar serviços de emergência, para provar isso basta ver algumas noticias nos últimos meses.
A fiscalização é necessária e urgente, mas depois não se queixem das consequências da fiscalização.
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
3/13/2008 09:16:00 da manhã
1 comentário:
Hiperligações para esta mensagem
quinta-feira, março 06, 2008
Erro da central telefónica atrasa socorro a vítima de hemorragia
Um alegado erro do CODU (Centro de Orientação de Doentes Urgentes) provocou um atraso na prestação de socorro a um médico de 51 anos, com graves hemorragias, que acabou por falecer a 500 metros do quartel dos Bombeiros de Samora Correia, Benavente.
A família ligou para o 112 a pedir uma ambulância e, ao que O MIRANTE apurou, por lapso foi activada uma ambulância de Almeirim para responder à emergência o que atrasou o socorro.
Quando chegou ao local a viatura médica de Vila Franca de Xira a vítima já se encontrava em paragem cardio-respiratória.
Jorge Bento, médico do Hospital de Vila Franca, tinha feito intervenção cirúrgica à traqueia. Faleceu na madrugada de 28 de Fevereiro.
O comandante dos bombeiros de Samora Correia, Miguel Cardia, não se conforma com a confusão gerada. “Que esta situação não sirva apenas para mais uma punição exemplar de quem errou, pois o que está mal é a teimosia e o autismo patente no sistema”.
A família admite processar o INEM, que já admitiu que houve falha grave e vai abrir um inquérito para apurar responsabilidades.
Jornal “O Mirante”.
Mais um erro lamentável da central CODU de difícil compreensão, como foi possível que nenhuma identidade envolvida, não se tenha apercebido que existia um quartel de Bombeiros a 500 metros do local da ocorrência?
Situações idênticas acontecem frequentemente a nível nacional, principalmente quando a central CODU prefere acciona as ambulâncias de socorro do INEM, ignorando completamente as ambulâncias de socorro dos corpos de Bombeiros locais, que se encontram mais perto das ocorrências, pondo em risco o socorro ao cidadãos.
quarta-feira, março 05, 2008
Apagar fogos...de táxi

Apagar fogos... de táxi Bombeiros de Castro Daire sem viaturas suficientes para a próxima época de incêndiosOs bombeiros voluntários de Castro Daire estão sem viaturas suficientes para enfrentar a próxima época de fogos. A crise é tal que o presidente da direcção diz que os homens podem ser obrigados a ir apagar fogos… de táxi.
Não faltam bombeiros, faltam carros para combater mais do que um incêndio em simultâneo.
Não faltam bombeiros, faltam carros para combater mais do que um incêndio em simultâneo.
Depois de alertadas no último Verão, as autoridades distritais prometeram reforçar os meios com uma viatura de primeira intervenção.
O presidente dos bombeiros de Castro Daire questiona a utilidade prática da lei e do levantamento das necessidades feito no final da última época de incêndios.·"A lei está no papel só", afirma António Pinto. "Quem quer viaturas vai ter de arranjar: ou vai para a estrada ou, não a tem, e anda de táxi", ironiza o responsável.
Na corporação o desalento é indisfarçável. Apesar de estarem numa região de alto risco, se não houver um reforço de viaturas os bombeiros vão iniciar a época de fogos só com um autotanque, uma viatura média de combate e um carro de primeira intervenção.
Fonte SIC
Esta noticia somente mostra que a ANPC anda a brincar com os Bombeiros Portugueses, para umas coisas existem milhões, mas para comprar equipamento para os Bombeiros nunca existe dinheiro.
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
3/05/2008 05:56:00 da tarde
1 comentário:
Hiperligações para esta mensagem
sexta-feira, fevereiro 22, 2008
Cheias no distrito de Lisboa

No dia 18 de Fevereiro o distrito de Lisboa foi atingido por uma forte enxurrada, os Bombeiros do distrito tiveram cerca de 1960 ocorrências, resultou a morte de três cidadãos, foram salvos cerca de 121 cidadãos apanhados desprotegidos nas águas revoltas.
No terreno como sempre estiveram os Bombeiros locais, 2900 homens mais de 300 viaturas, onde o seu sistema conjuntural e proximidade as populações tiveram que dar resposta atempadamente a todos os pedidos de socorro, onde na falta de meios a condizer com a situação, improvisou-se com o que se tem e não tem.
Não existiu outra entidade a auxiliar as populações além dos Bombeiros, aonde esteve a resposta rápida criada recentemente pelo governo, quer os GIPS da GNR e os Caneirinhos?
Onde andavam os meios aéreos para auxiliar os Bombeiros nas operações de resgate dos cidadãos?
Mais uma lição que muita gente não quer aprender, que a melhor solução para o socorro em Portugal é na aposta das entidades locais, principalmente nos Bombeiros.
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
2/22/2008 05:31:00 da tarde
2 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
domingo, fevereiro 17, 2008
Estou sozinho...
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
2/17/2008 04:14:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Bombeiros
sábado, fevereiro 16, 2008
EIP fora da emergência pré hospitalar
O Governo pretende criar, até 2009, 200 Equipas de Intervenção Permanente (EIP), resultantes da congregação de esforços entre a Autoridade Nacional de Protecção Civil (ANPC), as Câmaras Municipais e as Associações Humanitárias de Bombeiros.
Foi nesse quadro que foi publicada a Portaria n.º 1358/2007, de 15 de Outubro, que regulamenta a organização e a actividade futura das EIP.
Cada uma será composta por cinco bombeiros e terá por principal missão o combate a incêndios e o socorro às populações em casos de acidentes e catástrofes. Mais concretamente, em termos de missões, as EIP visam assegurar, em permanência, o socorro às populações, designadamente nos casos de combate a incêndios florestais, em caso de fogos, inundações, desabamentos, abalroamentos e em todos os acidentes ou catástrofes, e ainda no auxílio a náufragos.
As Equipas deverão ainda prestar socorro complementar, em segunda intervenção, em desencarceramentos ou apoios a sinistrados no âmbito da urgência pré-hospitalar, não podendo, contudo, substituir-se aos acordos com a autoridade nacional de emergência médica.
Fonte Diário de Viseu
Para quem conhece minimamente o sistema de socorro em Portugal, facilmente ira ver esses elementos a fazer um pouco de tudo, consultas, emergências médicas, transferências etc. Menos efectuar serviços para qual foram criados.
Serão usados a 100% a primeira intervenção na área do pré-hospitalar, área que não tem capacidade na primeira intervenção, porque qualquer acordo existente entre o Serviço Nacional Saúde e o Instituto Nacional de Emergência Médica, não contempla equipas em permanência para áreas do pré-hospitalar, nem verbas financeiras para a sua criação, e qualquer serviço que ocorra nessa área será efectuado por esses elementos, porque dificilmente existira outros elementos disponíveis para os efectuar.
Uma situação facilmente detectada se existir fiscalização, mesmo durante o verão muitos elementos afectos ao dispositivo de combate aos incêndios florestais são usados periodicamente para socorrer cidadãos na área do pré-hospitalar, uma realidade que muitas gente teima em esconder.
5 Elementos somente asseguraram 8 horas diárias, quem socorro a população nas outras 16 horas diária?
Foi nesse quadro que foi publicada a Portaria n.º 1358/2007, de 15 de Outubro, que regulamenta a organização e a actividade futura das EIP.
Cada uma será composta por cinco bombeiros e terá por principal missão o combate a incêndios e o socorro às populações em casos de acidentes e catástrofes. Mais concretamente, em termos de missões, as EIP visam assegurar, em permanência, o socorro às populações, designadamente nos casos de combate a incêndios florestais, em caso de fogos, inundações, desabamentos, abalroamentos e em todos os acidentes ou catástrofes, e ainda no auxílio a náufragos.
As Equipas deverão ainda prestar socorro complementar, em segunda intervenção, em desencarceramentos ou apoios a sinistrados no âmbito da urgência pré-hospitalar, não podendo, contudo, substituir-se aos acordos com a autoridade nacional de emergência médica.
Fonte Diário de Viseu
Para quem conhece minimamente o sistema de socorro em Portugal, facilmente ira ver esses elementos a fazer um pouco de tudo, consultas, emergências médicas, transferências etc. Menos efectuar serviços para qual foram criados.
Serão usados a 100% a primeira intervenção na área do pré-hospitalar, área que não tem capacidade na primeira intervenção, porque qualquer acordo existente entre o Serviço Nacional Saúde e o Instituto Nacional de Emergência Médica, não contempla equipas em permanência para áreas do pré-hospitalar, nem verbas financeiras para a sua criação, e qualquer serviço que ocorra nessa área será efectuado por esses elementos, porque dificilmente existira outros elementos disponíveis para os efectuar.
Uma situação facilmente detectada se existir fiscalização, mesmo durante o verão muitos elementos afectos ao dispositivo de combate aos incêndios florestais são usados periodicamente para socorrer cidadãos na área do pré-hospitalar, uma realidade que muitas gente teima em esconder.
5 Elementos somente asseguraram 8 horas diárias, quem socorro a população nas outras 16 horas diária?
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
2/16/2008 11:58:00 da manhã
2 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
emergência,
EPI,
INEM,
s,
saúde
sexta-feira, fevereiro 15, 2008
Serviço mínimo para ser Bombeiro “Voluntário”
Em declarações ao Cidade Hoje, João Castro Faria explica que a regulamentação prevê um número mínimo de horas de serviço operacional para os bombeiros voluntários. Esse período ainda não está quantificado, mas em caso de incumprimento os bombeiros passarão a fazer parte do quadro de reserva, ficando impossibilitados de participar no serviço operacional. Por outro lado, a extinção do quadro de especialistas auxiliares, composto por elementos que não tinham conhecimentos técnicos (por exemplo motoristas), coloca maiores entraves. «Tudo isto vai no sentido de nos limitar em termos de gestão de recursos. Diminui a capacidade de resposta e aumenta a exigência daqueles que, sendo voluntários, têm que dispensar o seu tempo para essa missão», sublinha.
Uma medida somente peca por tardia, porque o que existem mais em Portugal são Bombeiros virtuais, que são tudo menos Bombeiros voluntários, normalmente somente aparecem nas festas ou para efectuarem serviços no dispositivo de combate a incêndios, não tem formação nem querem formação, e quando fazem alguma coisa fazem-na sempre mal, pondo a vida deles e dos outros em risco.
Uma medida somente peca por tardia, porque o que existem mais em Portugal são Bombeiros virtuais, que são tudo menos Bombeiros voluntários, normalmente somente aparecem nas festas ou para efectuarem serviços no dispositivo de combate a incêndios, não tem formação nem querem formação, e quando fazem alguma coisa fazem-na sempre mal, pondo a vida deles e dos outros em risco.
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
2/15/2008 09:55:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Bombeiros
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Demissão do presidente do INEM

A substituição do Presidente do INEM já se esperava a muito, e era aclamada por muita gente, motivada pela politica imposta no SIEM.
Uma política egocêntrica e megalómana, onde resultou na decadência do sistema integrado de emergência médica, motivado com a falta de diálogo entre esse instituto e as identidades pretendentes ao sistema, que levou a esquecer por completo os deveres constitucionais do seu instituto.
Esse senhor simplesmente ignorou completamente as outras identidades pretendentes ao Sistema, como acabou com algumas, como no caso das ambulâncias da PSP, onde para isso gastou os seus “ovos” guardados para fazer uma bela omelete, preferencialmente amarelada para se distinguir dos outros, e por outro lado as outras identidades pertencentes ao sistema tinham que manter uma estrutura idêntica, quer em quantidade quer em qualidade, consumindo unicamente as cascas dos ovos que sobravam da omelete, servida somente para alguns.
Uma política egocêntrica e megalómana, onde resultou na decadência do sistema integrado de emergência médica, motivado com a falta de diálogo entre esse instituto e as identidades pretendentes ao sistema, que levou a esquecer por completo os deveres constitucionais do seu instituto.
Esse senhor simplesmente ignorou completamente as outras identidades pretendentes ao Sistema, como acabou com algumas, como no caso das ambulâncias da PSP, onde para isso gastou os seus “ovos” guardados para fazer uma bela omelete, preferencialmente amarelada para se distinguir dos outros, e por outro lado as outras identidades pertencentes ao sistema tinham que manter uma estrutura idêntica, quer em quantidade quer em qualidade, consumindo unicamente as cascas dos ovos que sobravam da omelete, servida somente para alguns.
A publicidade efectuada, mostrava um sistema integrado, uma rede de VMERs e ambulâncias espalhadas de norte a sul do país até nas zonas mais inóspitas, a funcionar a 100%, que motivou o Ministro da Saúde fechar muitos centros de urgência, acreditando num sistema digno e que respondia as necessidades da população em caso de necessidade.
Não demorou muito para a realidade vir ao de cima, e a existência de varias mortes de cidadãos por culpa directa do sistema, que mostrou uma realidade conhecida por muita gente, e esse senhor tentou dar o ultimo golpe no seu parceiro mais directo “ Bombeiros Portugueses” divulgou o que não devia, e saiu o tiro pela culatra, deu um tiro nos próprios pés, esqueceu-se completamente dos seus deveres constitucionais e de quem era o responsável pelo sistema.
Isso custou a substituição do Ministro da Saúde e a dele próprio, somente espero que a sua substituição não passe de uma operação de cosmética por parte do governo na política na área do pré-hospitalar, operações de cosmética que esse senhor já nos habitou nos últimos anos para mostrar uma realidade que não correspondia a realidade, como a que hoje passa no canal público da televisão, uma reportagem alargada mostrando a e imagem e política geocentrista desse senhor já demitido.
Para esse senhor, um adeus para sempre.
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
2/13/2008 08:32:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
INEM
terça-feira, fevereiro 05, 2008
DAE

Cardiologista aplaude a iniciativa da Sonae e diz que os bombeiros deviam poder usar os aparelhos de reanimação. «O INEM está a precisar de uma limpeza», acusa«Qualquer cidadão que tenha formação tem competência para usar um desfibrilhador, porque agora esses aparelhos são automáticos», defende Carlos Ramalhão, antigo presidente da Fundação Portuguesa de Cardiologia.
Recorde-se que os bombeiros estão impedidos pelo INEM de utilizar cem desfibrilhadores, comprados desde 2004, altura da morte do jogador Fehér. No entanto, os seguranças dos hipermercados da Sonae, por onde passam semanalmente dois milhões de portugueses, já utilizam estes aparelhos de reanimação cardiorespiratória há cerca de quatro anos.
O cardiologista considera que «o INEM está a precisar de uma limpeza», porque não permite que os bombeiros utilizem os aparelhos, mesmo tendo formação.
Contactado pelo Portugal Diário sobre esta situação, o INEM apenas diz: «Preferimos não comentar», disse fonte do gabinete Luís Cunha Ribeiro.
Segundo o cardiologista Carlos Ramalhão, o funcionamento do desfibrilhador automático é simples. «Basta colocar o desfibrilhador na vítima que ele faz a avaliação do corpo e efectua a descarga eléctrica».
O aparelho devia existir «em qualquer lado que se junte gente, como estádios, centros comerciais», defende. Os desfibrilhadores já são vulgares nos Estados Unidos. «Em Nova Iorque, no aeroporto Kennedy, há um desfibrilhador à entrada de cada uma das mangas para os aviões», recorda.
Usar o desfibrilhador é um dever de cidadania, quem o faz está a salvar uma vida», acrescentou.
Como são feitos os cursos?
A responsável pela Associação Salva-Vidas que ministrou o curso de reanimação na Sonae confirmou ao Portugal Diário que apenas os seguranças da empresa tiveram formação para a Desfibrilhação Automática Externa (DAE). «Foi apenas aos seguranças», vincou a directora e médica Cristina Granja. As caixas e outros funcionários destas grandes superfícies não possuem essa formação. Os cursos são dados por «formadores creditados e profissionais da Saúde», esclareceu.
Bombeiros têm formação semelhante, os bombeiros voluntários fazem formação em hospitais públicos. Este curso para DAE pode ser ministrado no Hospital Amadora-Sintra e no Hospital Pedro Hispano, em Matosinhos, segundo informações prestadas pelo Comandante da Liga dos Bombeiros Portugueses, Fernando Vilaça.
Estes cursos são continuados, ou seja, os formadores fazem um acompanhamento periódico dos formandos, recebendo relatórios do seu uso dos desfibrilhadores. No entanto, os bombeiros ainda não tiveram possibilidade de salvar vidas com os cursos que têm tido.
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
2/05/2008 08:54:00 da tarde
3 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
sábado, fevereiro 02, 2008
A Inspecção-Geral das Actividades da Saúde abriu um inquérito e vai averiguar como foi tornada pública a conversa.
A Inspecção-Geral das Actividades da Saúde abriu um inquérito à operação de socorro ao homem que morreu em Alijó e vai averiguar como foi tornada pública uma conversa entre o Instituto Nacional de Emergência Médica (INEM) e os bombeiros.Fonte do Ministério da Saúde revelou que o processo de inquérito que a IGAS instaurou vai avaliar a resposta dada a um pedido de socorro a António Moreira, 44 anos, que faleceu na madrugada de 22 de Janeiro, em Alijó, depois de uma queda.
Em análise vão estar as respostas desencadeadas desde que foi feita a chamada para o número europeu de socorro (112) que, segundo um familiar da vítima, foi feita às 03h30.Segundo Manuel Lopes, cunhado da vítima, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Vila Real apenas chegou à aldeia "duas horas depois".
O familiar lamentou a morte do cunhado "por falta de assistência do INEM" e ameaçou avançar com um processo judicial contra aquele instituto de emergência médicaContactada pela Lusa, fonte do INEM referiu que o pedido de socorro foi feito por volta das "03h40" e que, logo nesse primeiro contacto, a família já avançava que o homem estaria morto.
Na gravação daquela chamada telefónica, o irmão do falecido afirmava que este já se encontrava morto, que sangrava pela boca e que já não respirava.O INEM accionou os bombeiros de Favaios, através de uma chamada feita às "03h51" - que demorou perto de oito minutos - ao mesmo tempo que solicitava os serviços da VMER de Vila Real.
Por falta de tripulação dos bombeiros de Favaios, já que o motorista se encontrava de serviço sozinho, o INEM teve de chamar os soldados da paz de Alijó, que também só tinham um elemento na corporação.
O comandante dos bombeiros de Alijó, António Fontinha, referiu que a sua corporação recebeu a chamada às "04h01" e que chegou a Castedo às "04h15".Este responsável explicou que, apesar de só um funcionário se encontrar na corporação durante a noite, os outros elementos estão ao serviço de chamada e que são accionados em "segundos".
A Lusa contactou o comandante dos bombeiros de Favaios que se limitou a confirmar a hora do contacto efectuado pelo INEM.António Fontinha realçou as dificuldades de circulação nas estradas, devido às condições meteorológicas nomeadamente o nevoeiro intenso, as mesmas condições que, segundo o INEM, condicionaram também a chegada da VMER a Castedo.
A viatura de emergência demorou, segundo o INEM, "40 minutos a chegar" e, segundo António Fontinha, "50 minutos" até chegar perto da vítima, tendo apenas confirmado o óbito.
A IGAS vai igualmente averiguar como é que uma chamada entre a operadora do INEM e os Bombeiros, com vista à activação dos meios de socorro a António Moreira foi parar à comunicação social.
Espero que se investigue e que se puna os culpados, porque essas chamadas são confidenciais, pelo menos deviam.
Em análise vão estar as respostas desencadeadas desde que foi feita a chamada para o número europeu de socorro (112) que, segundo um familiar da vítima, foi feita às 03h30.Segundo Manuel Lopes, cunhado da vítima, a Viatura Médica de Emergência e Reanimação (VMER) de Vila Real apenas chegou à aldeia "duas horas depois".
O familiar lamentou a morte do cunhado "por falta de assistência do INEM" e ameaçou avançar com um processo judicial contra aquele instituto de emergência médicaContactada pela Lusa, fonte do INEM referiu que o pedido de socorro foi feito por volta das "03h40" e que, logo nesse primeiro contacto, a família já avançava que o homem estaria morto.
Na gravação daquela chamada telefónica, o irmão do falecido afirmava que este já se encontrava morto, que sangrava pela boca e que já não respirava.O INEM accionou os bombeiros de Favaios, através de uma chamada feita às "03h51" - que demorou perto de oito minutos - ao mesmo tempo que solicitava os serviços da VMER de Vila Real.
Por falta de tripulação dos bombeiros de Favaios, já que o motorista se encontrava de serviço sozinho, o INEM teve de chamar os soldados da paz de Alijó, que também só tinham um elemento na corporação.
O comandante dos bombeiros de Alijó, António Fontinha, referiu que a sua corporação recebeu a chamada às "04h01" e que chegou a Castedo às "04h15".Este responsável explicou que, apesar de só um funcionário se encontrar na corporação durante a noite, os outros elementos estão ao serviço de chamada e que são accionados em "segundos".
A Lusa contactou o comandante dos bombeiros de Favaios que se limitou a confirmar a hora do contacto efectuado pelo INEM.António Fontinha realçou as dificuldades de circulação nas estradas, devido às condições meteorológicas nomeadamente o nevoeiro intenso, as mesmas condições que, segundo o INEM, condicionaram também a chegada da VMER a Castedo.
A viatura de emergência demorou, segundo o INEM, "40 minutos a chegar" e, segundo António Fontinha, "50 minutos" até chegar perto da vítima, tendo apenas confirmado o óbito.
A IGAS vai igualmente averiguar como é que uma chamada entre a operadora do INEM e os Bombeiros, com vista à activação dos meios de socorro a António Moreira foi parar à comunicação social.
Espero que se investigue e que se puna os culpados, porque essas chamadas são confidenciais, pelo menos deviam.
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
2/02/2008 09:15:00 da manhã
4 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
quinta-feira, janeiro 31, 2008
Correia Campos demitiu-se

Um Ministro que controlou, pela primeira vez, o horário e a assiduidade dos médicos e funcionários do SNS, atacou os lóbis das farmácias e da indústria farmacêutica, controlou as despesas hospitalares, apostou nos médicos de família e nos cuidados primários, estava a fazer tudo bem, até cometer um erro.
Acreditou nas palavras do presidente do INEM, acreditou na existência de verdadeiras centrais de emergência, de uma rede de ambulâncias, helicópteros e de VMERs em quantidade e qualidade, que prestariam melhor serviço que os serviços de urgência e de maternidades abertos aos públicos, assim o senhor Ministro mandou encerrar serviços de urgência e maternidades sem qualidade, acreditando num serviço pré-hospitalar seria melhor opção para o país, onde os doentes seriam socorridos, transportados para unidades hospitalares referenciadas com uma qualidade de serviço muito superior.
Durou muito pouco para que o senhor ministro ter-se apercebido que tinha sido enganado, e tinha cometido um erro grave, as pessoas começaram a morrer por falta de assistência, dentro das suas casas, na via pública e a entrada dos serviços de urgência encerrados, motivado tudo pela falta de meios de socorro na área do pré-hospitalar, cominando tudo na transmissão do telejornal da SIC de numa chamada de socorro real, cedida pelo INEM, entre um cidadão, central do CODU e os Bombeiros de Favaios e Alijó, mostrou a nação a verdade omitida por muita gente durante muitos anos, falta de tripulações para as ambulâncias, a falta de meios do INEM, falta de verdadeiras centrais de emergência, VMERs hospitalares INOPS ou que podem passar a indisponíveis por alguém assim entende, chamadas de socorro mal efectuadas, mal recebidas e geridas, que duram uma eternidade, um socorro demasiado demorado e lento, onde o faz tecnicamente inviável para salvar alguém, descoordenação entre o INEM e os Bombeiros, e na inexistência de qualquer protocolo entre essas duas identidades, para sustentabilidade para originar a existência de uma rede de ambulâncias real, em quantidade e qualidade.
Nada que eu não tenha alertado nesse Blogue, assim o Ministro Correia de Campos caiu como um Bom guerreiro: no campo de batalha, somente espero que os verdadeiros culpados tenham o mesmo destino.
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
1/31/2008 09:10:00 da tarde
5 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, janeiro 14, 2008
Liga quer que Ministério da Saúde defina papel dos bombeiros no socorro pré-hospitalar
A Liga dos Bombeiros Portugueses (LBP) considera que o Ministério da Saúde tem desvalorizado o papel dos bombeiros na prestação de cuidados de saúde e desafiou hoje a tutela a definir qual vai ser o papel destes profissionais no socorro pré-hospitalar
O presidente da LBP disse, no final de uma audiência com a secretária de Estado Adjunta da Saúde, Cármen Pignatelli, que passou a deter a tutela do INEM, que no actual contexto de reestruturação do sector da saúde, é «indispensável» perceber aquilo que para o Ministério da Saúde é o papel do «parceiro bombeiro» em matéria de socorro pré-hospitalar
Das duas uma, ou o Ministério da Saúde quer criar uma rede de ambulâncias própria e entregá-la ao INEM, prescindindo dos bombeiros, ou ao querer continuar a ter os bombeiros como parceiro, terá de os tratar como tal e ter em consideração as suas opiniões e ter em consideração as suas expectativas e ter em consideração os seus recursos, os seus meios e as suas qualificações», defendeu Duarte Caldeira
papel dos bombeiros no socorro pré-hospitalar ganhou maior relevância com o encerramento de maternidades e serviços de urgência e com o consequente aumento do número de pedidos de transporte e distâncias percorridas
A Liga de Bombeiros entende que os bombeiros têm sido desvalorizados e, nas palavras de Duarte Caldeira, trata-se de "uma situação que os bombeiros não estão dispostos a continuar a aceitar.
«Não aceitamos que seja desvalorizado o papel que - e não fazemos aqui qualquer evocação do património histórico porque esse é evidente - é hoje a intervenção qualificada dos bombeiros no pré-hospitalar (porque) os bombeiros dispõem de tripulantes (de ambulância) tão qualificados como o Instituto Nacional de Emergência Médica, os bombeiros tem uma distribuição geográfica nacional que o INEM não tem e portanto achamos que chegou o momento de o Ministério da Saúde, de uma forma clara, dizer se conta ou não conta com os bombeiros para a rede nacional de ambulâncias de que o país precisa», rematou.
O presidente da LBP admitiu que saiu da reunião satisfeito com a receptividade de Cármen Pignatelli às posições dos bombeiros, tendo ficado acordado que durante a próxima semana a LBP irá entregar à secretária de Estado um memorando com os pontos que os bombeiros consideram essenciais «para que de uma forma muito rápida» sejam alcançadas conclusões que depois possam orientar uma intervenção futura.
Lusa / SOL
PS...Enquanto existirem corpos de Bombeiros que efectuam serviço na área do Pré-Hospitalar sem cumprirem o regulamento de transportes, a LBP não se pode exigir nada nem lutar por nada, os Bombeiros actualmente deviam somente efectuar os serviços para qual tem capacidade de os efectuar cumprindo a lei , é uma questão de principio , as consequências é um problema do SNS e do INEM.
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
1/14/2008 01:09:00 da tarde
11 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Bombeiros,
emergência,
INEM,
LBP
quarta-feira, janeiro 09, 2008
TAS vs TAE

Em Portugal a nível de emergência existem situações inéditas, no curso de Tripulantes de Ambulância de Socorro administrado pelo INEM os formando que frequentam a mesma acção de formação no final do curso os são designados de duas maneiras diferente, uns são chamados Técnicos de Emergência Médica “ TAE “outro são Tripulantes de Ambulância de Socorro “TAS”.
Uma situação inédita em Portugal e mesmo na Europa, onde para o mesmo tipo de formação dado pela mesma identidade formadora, existem dois perfis saída profissionais no final da acção de formação.
Na pesquisa efectuada, a existência dos Tripulantes de Ambulância de Socorro esta devidamente regulamentada na lei portuguesa, quer a nível da sua formação quer a nível das suas competências, bastando consultar a Portaria nº439/93 de 27 de Abril de 1993ou a Agencia Nacional de Qualificações “ANQ” , somente não esta regulamentada a tabela salarial nem a progressão de carreiras, uma situação estranha.
A situação dos Técnicos de Emergência Médica, a sua existência somente esta dependente da existência de um concurso publico para a contratação de pessoas para tripularem as ambulâncias de socorro do INEM, onde se pede que as pessoas sejam preferencialmente Tripulantes de Ambulância de Socorro, que depois de assinarem contrato com o INEM, passam por artes magicas a Técnicos de Emergência Médica, não existindo lei portuguesa nada que defina a sua formação e competência técnicas, nem existe qualquer referencia a essa actividade profissional em outros organismo publico que regulamentam as actividades profissionais existentes no país, mas o presidente do INEM e o Ministro da saúde no seu Show-Of constante, defendem que esses indevidos são pessoas altamente qualificadas na área da emergência e do socorro, diferencia-los de outros profissionais, mas na verdade não passam de tripulantes de Ambulância de Socorro, idênticos aos que existem nos Bombeiros Portugueses e na Crus Vermelha Portuguesa.
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
1/09/2008 04:12:00 da tarde
34 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Bombeiros,
emergência,
INEM,
TAE,
TAS,
TAT,
tripulantes de ambulancia
quinta-feira, janeiro 03, 2008
Não ligue 112, leve-o aos Bombeiros.
Uma frase que alguns anos saiu uma notícia num jornal diário, onde um cidadão foi aconselhado pelo 112 levar o seu familiar aos Bombeiros para ser socorrido, porque o 112 se recusou accionar meios de socorro para o local.
Hoje a situação não melhorou em nada, as recusas de accionamento de ambulância são constantes por parte do INEM, e na falta de accionamento muitos cidadãos optam por levar quem necessita de ajuda até aos meios de socorro.
Ontem um cidadão da localidade Peso da Régua preferiu em não ligar 112, optou por levar o seu familiar que necessitava de socorro directamente a ambulância do INEM que estava estacionada a frente de um serviço urgência recentemente encerrado.
Ao contrário do Bombeiros, que numa situação dessas são obrigados por lei de prestar o devido socorro ao cidadão, as tripulações do INEM não se vêm obrigados a isso, nem se designaram ver o doente, mandaram o familiar ligar 112 se quisesse ser socorrido, e assim foi, somente passado 15 minutos essa tripulação foi accionada pelo CODU para ver o doente e prestar o devido socorro e o transporte.
Se os Bombeiros Portugueses fizessem o mesmo, caía o Carmo e a trindade
Hoje a situação não melhorou em nada, as recusas de accionamento de ambulância são constantes por parte do INEM, e na falta de accionamento muitos cidadãos optam por levar quem necessita de ajuda até aos meios de socorro.
Ontem um cidadão da localidade Peso da Régua preferiu em não ligar 112, optou por levar o seu familiar que necessitava de socorro directamente a ambulância do INEM que estava estacionada a frente de um serviço urgência recentemente encerrado.
Ao contrário do Bombeiros, que numa situação dessas são obrigados por lei de prestar o devido socorro ao cidadão, as tripulações do INEM não se vêm obrigados a isso, nem se designaram ver o doente, mandaram o familiar ligar 112 se quisesse ser socorrido, e assim foi, somente passado 15 minutos essa tripulação foi accionada pelo CODU para ver o doente e prestar o devido socorro e o transporte.
Se os Bombeiros Portugueses fizessem o mesmo, caía o Carmo e a trindade
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
1/03/2008 10:26:00 da tarde
11 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
quarta-feira, dezembro 26, 2007
Bloco de partos de Chaves encerra na quinta feira
Encerramento confirmado
Bloco de partos de Chaves fecha à meia-noite de quinta-feira
O Bloco de Partos da Maternidade de Chaves encerra esta quinta-feira à meia-noite, confirmou à SIC fonte hospitalar. A partir de sexta-feira, as parturientes de Chaves terão de se deslocar à maternidade de Vila Real.
De acordo com o Ministério da Saúde, o encerramento do bloco de partos ocorre depois de estarem garantidas as condições de acessibilidade a Vila Real, com a conclusão da A24. Foram ainda prometidos serviços Pré-Hospitalar, como a colocação da ambulância de suporte imediato de vida em Montalegre e da ambulância de suporte básico de vida em Chaves.
Se actualmente os CODUs “ INEM”se recusam accionar ambulâncias para parturientes de fim de tremo com contracções, alegando que essas situações não são consideradas serviço de emergência, e as mandam ligar para os Bombeiros e CVP locais, se quiserem ser transportadas de ambulâncias, será que iram accionar essas ambulâncias de socorro recentemente inventadas para transportar todas parturientes?
Actualmente a percentagem de nascimento nas ambulâncias duplicou nos últimos meses, agora duplicarão o nascimento em veículos particulares e públicos, porque com o encerramento das maternidades, os meios de socorro não chegaram para acudir a todas situações existentes, porque o tempo de transporte “Ida e volta” dos meios duplicou ou triplicou em algumas situações, e um meio de socorro ocupado, esta fora de serviço até o doente ser entregue na unidade hospitalar e de ser novamente recolocado dentro de uma área, onde o tempo de chegada desse meio de socorro a uma nova ocorrência esteja dentro do tempo recomendável para um socorro viável.
Como eu digo, serviço nacional de saúde no seu melhor.
Bloco de partos de Chaves fecha à meia-noite de quinta-feira
O Bloco de Partos da Maternidade de Chaves encerra esta quinta-feira à meia-noite, confirmou à SIC fonte hospitalar. A partir de sexta-feira, as parturientes de Chaves terão de se deslocar à maternidade de Vila Real.
De acordo com o Ministério da Saúde, o encerramento do bloco de partos ocorre depois de estarem garantidas as condições de acessibilidade a Vila Real, com a conclusão da A24. Foram ainda prometidos serviços Pré-Hospitalar, como a colocação da ambulância de suporte imediato de vida em Montalegre e da ambulância de suporte básico de vida em Chaves.
Se actualmente os CODUs “ INEM”se recusam accionar ambulâncias para parturientes de fim de tremo com contracções, alegando que essas situações não são consideradas serviço de emergência, e as mandam ligar para os Bombeiros e CVP locais, se quiserem ser transportadas de ambulâncias, será que iram accionar essas ambulâncias de socorro recentemente inventadas para transportar todas parturientes?
Actualmente a percentagem de nascimento nas ambulâncias duplicou nos últimos meses, agora duplicarão o nascimento em veículos particulares e públicos, porque com o encerramento das maternidades, os meios de socorro não chegaram para acudir a todas situações existentes, porque o tempo de transporte “Ida e volta” dos meios duplicou ou triplicou em algumas situações, e um meio de socorro ocupado, esta fora de serviço até o doente ser entregue na unidade hospitalar e de ser novamente recolocado dentro de uma área, onde o tempo de chegada desse meio de socorro a uma nova ocorrência esteja dentro do tempo recomendável para um socorro viável.
Como eu digo, serviço nacional de saúde no seu melhor.
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
12/26/2007 07:13:00 da tarde
8 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
ambulância,
Chaves,
CODU,
emergência,
INEM,
saúde,
SIV,
socorro
segunda-feira, dezembro 24, 2007
Feliz Natal

Meus caros usuários deste Blog, digo-vos isso com tristeza. Este ano não vai haver presépio, a vaca esta louca e não se segura nas patas…os reis magos não podem vir porque os camelos estão no governo…o burro esta foi para primeiro ministro, a estrela não aparece porque o INEM diz que é deles e não autorizam o seu aparecimento...os Bombeiros apagaram a fogueira por falta de licença camarária e pelo elevado risco de incêndios da época... a nossa senhora e S.Jose foram meter os papeis para rendimento mínimo,..a ASAE fechou o estabulo por falta de condições… o tribunal de menores ordenou a entrega do menino Jesus ao pai biológico …com tanta desgraça desejo um Feliz Natal
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
12/24/2007 11:40:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Bombeiros,
INEM,
socorro,
TAT,
tripulantes de ambulancia
sábado, dezembro 22, 2007
Alerta para perigo em helicópteros

A Ordem dos Médicos alerta para o perigo de acontecerem "casos fatais", se forem colocados no terreno helicópteros de emergência a operar sem um médico, como estará previsto pelo Ministério da Saúde।
"Irá inexoravelmente assistir-se a casos fatais", estimou o bastonário em exercício da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, sublinhando que não se podem transportar doentes graves sem acompanhamento médico.
Em causa, estão os helicópteros de suporte imediato de vida (SIV) para o interior do país, cuja equipa será constituída por um técnico de emergência e por um enfermeiro. "É um acto criminoso do INEM e do ministro da Saúde", criticou ainda o bastonário em exercício dos médicos.
Para José Manuel Silva é, assim, "totalmente enganadora" a ideia de que "populações que deixam de ter médico disponível estão salvaguardas por essas viaturas".
"Irá inexoravelmente assistir-se a casos fatais", estimou o bastonário em exercício da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, sublinhando que não se podem transportar doentes graves sem acompanhamento médico.
Em causa, estão os helicópteros de suporte imediato de vida (SIV) para o interior do país, cuja equipa será constituída por um técnico de emergência e por um enfermeiro. "É um acto criminoso do INEM e do ministro da Saúde", criticou ainda o bastonário em exercício dos médicos.
Para José Manuel Silva é, assim, "totalmente enganadora" a ideia de que "populações que deixam de ter médico disponível estão salvaguardas por essas viaturas".
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
12/22/2007 11:05:00 da manhã
2 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Bombeiros,
emergência,
enfermeiros,
gencia,
INEM,
saúde,
socorro,
TAS,
TAT
segunda-feira, dezembro 10, 2007
Ordem dos Médicos proíbe apoio telefónico a enfermeiros
A Ordem dos Médicos proíbe a ajuda por telefone aos enfermeiros que se desloquem nas viaturas de suporte intermédio de vida. Nestas ambulâncias (onze em funcionamento em todo o país), os enfermeiros recebem orientação médica através das telecomunicações à distância. Agora, a Ordem dos Médicos emitiu um parecer vinculativo para que não sejam permitidos actos médicos via telefone nestes casos específicos. Uma informação explicada pelo jornalista Jorge Correia.
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
12/10/2007 08:43:00 da tarde
11 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
Bombeiros,
INEM,
tripulantes de ambulancia,
इनेम,
सिव
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Ordem dos Médicos critica ministério

Ordem dos Médicos critica o que está a ser feito a nível da emergência pré-hospitalar e sublinha que as chamadas viaturas de suporte imediato de vida (SIVS) não substituem um médico.
José Manuel Silva, da direcção da Ordem, contesta a colocação de SIVS em locais onde vão fechar urgências hospitalares, lembrando que é em situações de emergência que um médico faz mais falta।"É incompreensível que numa situação de rotina o doente vá ao médico e numa situação de urgência o ministro da Saúde queira enviar-lhe um enfermeiro em vez do médico"- sublinhou José Manuel Silva।Outra questão que preocupa os médicos é a consulta aberta que a tutela quer implementar nos hospitais que ficam sem urgência e que já existe nos Centros de Saúde onde os SAP´s ( Serviço de Atendiemnto Permanente ) fecharam. O Conselho Executivo sublinha, em comunicado, que o ministro da Saúde ainda não esclareceu o que entende por consulta aberta e acusa a tutela de ter provocado uma tempestade para deixar tudo na mesma.José Manuel Silva considera que só mudou o nome: "É por isso que o Sr. ministro veio dizer que houve menos 700 mil consultas de SAP, quando elas passaram a ser feitas nessas consultas abertas que continuam a desempenhar a mesma função. Afinal aquilo que não tinha qualidade continua a existir só que com outro rótulo".O Conselho Executivo da Ordem dos Médicos pede ainda ao ministro da Saúde que esclareça o que entende por consulta aberta
Publicada por
Paulo Ferreira
à(s)
12/05/2007 11:54:00 da tarde
5 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Etiquetas:
ambulância,
Bombeiros,
emergência,
enfermeiros,
INEM,
SIV,
socorro,
tripulantes de ambulancia,
म्िकोस्
Subscrever:
Mensagens (Atom)
