quarta-feira, dezembro 26, 2007

Bloco de partos de Chaves encerra na quinta feira

Encerramento confirmado

Bloco de partos de Chaves fecha à meia-noite de quinta-feira

O Bloco de Partos da Maternidade de Chaves encerra esta quinta-feira à meia-noite, confirmou à SIC fonte hospitalar. A partir de sexta-feira, as parturientes de Chaves terão de se deslocar à maternidade de Vila Real.

De acordo com o Ministério da Saúde, o encerramento do bloco de partos ocorre depois de estarem garantidas as condições de acessibilidade a Vila Real, com a conclusão da A24. Foram ainda prometidos serviços Pré-Hospitalar, como a colocação da ambulância de suporte imediato de vida em Montalegre e da ambulância de suporte básico de vida em Chaves.

Se actualmente os CODUs “ INEM”se recusam accionar ambulâncias para parturientes de fim de tremo com contracções, alegando que essas situações não são consideradas serviço de emergência, e as mandam ligar para os Bombeiros e CVP locais, se quiserem ser transportadas de ambulâncias, será que iram accionar essas ambulâncias de socorro recentemente inventadas para transportar todas parturientes?

Actualmente a percentagem de nascimento nas ambulâncias duplicou nos últimos meses, agora duplicarão o nascimento em veículos particulares e públicos, porque com o encerramento das maternidades, os meios de socorro não chegaram para acudir a todas situações existentes, porque o tempo de transporte “Ida e volta” dos meios duplicou ou triplicou em algumas situações, e um meio de socorro ocupado, esta fora de serviço até o doente ser entregue na unidade hospitalar e de ser novamente recolocado dentro de uma área, onde o tempo de chegada desse meio de socorro a uma nova ocorrência esteja dentro do tempo recomendável para um socorro viável.

Como eu digo, serviço nacional de saúde no seu melhor.

segunda-feira, dezembro 24, 2007

Feliz Natal


Meus caros usuários deste Blog, digo-vos isso com tristeza. Este ano não vai haver presépio, a vaca esta louca e não se segura nas patas…os reis magos não podem vir porque os camelos estão no governo…o burro esta foi para primeiro ministro, a estrela não aparece porque o INEM diz que é deles e não autorizam o seu aparecimento...os Bombeiros apagaram a fogueira por falta de licença camarária e pelo elevado risco de incêndios da época... a nossa senhora e S.Jose foram meter os papeis para rendimento mínimo,..a ASAE fechou o estabulo por falta de condições… o tribunal de menores ordenou a entrega do menino Jesus ao pai biológico …com tanta desgraça desejo um Feliz Natal

sábado, dezembro 22, 2007

Alerta para perigo em helicópteros



A Ordem dos Médicos alerta para o perigo de acontecerem "casos fatais", se forem colocados no terreno helicópteros de emergência a operar sem um médico, como estará previsto pelo Ministério da Saúde।

"Irá inexoravelmente assistir-se a casos fatais", estimou o bastonário em exercício da Ordem dos Médicos, José Manuel Silva, sublinhando que não se podem transportar doentes graves sem acompanhamento médico.

Em causa, estão os helicópteros de suporte imediato de vida (SIV) para o interior do país, cuja equipa será constituída por um técnico de emergência e por um enfermeiro. "É um acto criminoso do INEM e do ministro da Saúde", criticou ainda o bastonário em exercício dos médicos.

Para José Manuel Silva é, assim, "totalmente enganadora" a ideia de que "populações que deixam de ter médico disponível estão salvaguardas por essas viaturas".

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Ordem dos Médicos proíbe apoio telefónico a enfermeiros

A Ordem dos Médicos proíbe a ajuda por telefone aos enfermeiros que se desloquem nas viaturas de suporte intermédio de vida. Nestas ambulâncias (onze em funcionamento em todo o país), os enfermeiros recebem orientação médica através das telecomunicações à distância. Agora, a Ordem dos Médicos emitiu um parecer vinculativo para que não sejam permitidos actos médicos via telefone nestes casos específicos. Uma informação explicada pelo jornalista Jorge Correia.

quarta-feira, dezembro 05, 2007

Ordem dos Médicos critica ministério


Ordem dos Médicos critica o que está a ser feito a nível da emergência pré-hospitalar e sublinha que as chamadas viaturas de suporte imediato de vida (SIVS) não substituem um médico.

José Manuel Silva, da direcção da Ordem, contesta a colocação de SIVS em locais onde vão fechar urgências hospitalares, lembrando que é em situações de emergência que um médico faz mais falta।"É incompreensível que numa situação de rotina o doente vá ao médico e numa situação de urgência o ministro da Saúde queira enviar-lhe um enfermeiro em vez do médico"- sublinhou José Manuel Silva।Outra questão que preocupa os médicos é a consulta aberta que a tutela quer implementar nos hospitais que ficam sem urgência e que já existe nos Centros de Saúde onde os SAP´s ( Serviço de Atendiemnto Permanente ) fecharam. O Conselho Executivo sublinha, em comunicado, que o ministro da Saúde ainda não esclareceu o que entende por consulta aberta e acusa a tutela de ter provocado uma tempestade para deixar tudo na mesma.José Manuel Silva considera que só mudou o nome: "É por isso que o Sr. ministro veio dizer que houve menos 700 mil consultas de SAP, quando elas passaram a ser feitas nessas consultas abertas que continuam a desempenhar a mesma função. Afinal aquilo que não tinha qualidade continua a existir só que com outro rótulo".O Conselho Executivo da Ordem dos Médicos pede ainda ao ministro da Saúde que esclareça o que entende por consulta aberta

segunda-feira, novembro 19, 2007

INEM lança campanha contra as chamadas falsas

O INEM lançou uma campanha contra as chamadas falsas, existem cerca de 24281 chamadas falsas anualmente recebidas nas centrais CODU da responsabilidade do INEM.

As chamadas falsas são um problema grave para o socorro, mas o número em causa está muito inflacionado, 24281 chamadas falsas anualmente recebidas nas centrais do CODUs da responsabilidade do INEM é um número que dificilmente corresponde a realidade, as chamadas efectuadas para o 112 são filtradas inicialmente por agentes de autoridade da PSP com formação e largos anos de experiencia, e somente depois e dependente da situação, é que os agentes passam a respectivas chamadas para os CODUs, talvez o problema seja o critério que o INEM utiliza para dominar o que é uma chamada de socorro como chamada falsa, porque esse mesmo instituto deve andar a contabilizar as chamadas de socorro dos serviços de transporte de emergência secundários como chamadas falsas, chamadas de socorros que devem ser contabilizados como de chamadas de emergência e devem ser tratadas como tal, situação que o mesmo instituto se recusa a fazer e a clarificar a situação.

Actualmente é fácil de identificar e localizar o autor de uma chamada falsa, porque o número do telefone de quem liga fica memorizada, quer na central PSP quer nas centrais do CODUs da responsabilidade do INEM, o problema é que ninguém acciona os mecanismos legais contra os infractores, porque o código penal Português penaliza quem efectua uma chamada falsa.

A campanha é de louvar e recomenda-se, mas o número 112 é da responsabilidade o MAI, Ministérios da Administração Interna, e não do Ministério da saúde muito menos do INEM, instituto que a alguns anos vem dado como sua a linha 112, que no meu aspecto funciona de uma forma ortodoxa e que necessita urgentemente ser alvo de uma reformulação por parte do MAI.

sexta-feira, novembro 09, 2007

FAP cobra 13 mil euros por socorrer pescador


FAP cobra 13 mil euros por socorrer pescadores doentes
A Força Aérea Portuguesa (FAP) reclama o pagamento de uma operação de socorro a um pescador no alto-mar, que obrigou à utilização de um helicóptero Puma durante quatro horas. O armador recusa-se a pagar.

Uma situação que lança a duvida se o socorro e o transporte em Portugal é gratuito ou não?

Os meios de socorro acarretam um custo elevado para as identidades que os detêm, existe necessidade de ter equipamento, instalações, homens formados disponíveis para as missões de socorro que possam ocorrer a nível nacional.

As identidades muitas das vezes são obrigadas a prestar um serviço sem receberem qualquer verba financeira para o prestar ou para o manter, muitas das vezes esse serviço é conseguido com o desvio de recursos financeiros, meios humanos e materiais de outras áreas primordiais da sua competência e existência.

Se as FAP procederam a uma evacuação de um doente vítima de doença súbita por ordem do INEM, a FAP deve ser reembolsada pelo serviço prestado, e esse serviço deve ser pago pelo INEM ou pelo Ministério da Saúde, porque cabe a essas duas identidades suportarem os custos do socorro e transporte dos cidadãos, quer em terra quer no mar, principalmente de vitimas doenças súbita, porque em situação de acidente de trabalho cabe as companhias de seguros suportarem a despesa do socorro e do transporte, onde a grande maioria também não o faz.

Mas como em terra ninguém quer pagar, no mar esta a acontecer o mesmo, é fácil de dizer que o socorro e o transporte é gratuito, mas que seja gratuito para o cidadão, mas não implica que as identidades que prestam esses tipos serviços o façam gratuitamente, porque tudo tem custos elevados, ou as identidades governamentais suportam o real valor para a existência desse serviço, ou alguém vai ter de pagar, porque tudo tem custos.

A fase DELTA a fase do desenrasque

Enquanto no dia 3 de Novembro de 2007, o senhor ministro da Administração interna fazia o encerramento época de incêndios, com a desactivação da fase CHARLIE, que originou no final de Setembro a desactivação de 75% dos grupos de Primeira Intervenção e grupos de apoio criados somente na época de Verão nos corpos de Bombeiros em todo o país.

Neste mesmo dia em Portugal bateu-se o recorre de incêndios num só dia, mais de um milhar de focos de incêndios eclodiram no território nacional, onde a grande maioria eram fogachos, mas outros tiveram alguma dimensão, originando que norte a sul do país as sirenes dos quartéis de Bombeiros tocassem interruptivamente a chamar os Bombeiros para que os carros de combate pudessem sair, muitos não saíram por falta de bombeiros, mas outros sairiam com as suas guarnições incompletas, uma falha grave na segurança desses homens, mas ninguém se preocupa com isso, acabou a Fase CHARLIE e entrou a fase DELTA a fase desenrasque, onde cada um se desenrasca com o que tem e com o que não tem.

quinta-feira, outubro 25, 2007

LBP critica o SNS

A liga dos Bombeiros Portugueses acusou o Ministério da saúde de estar a montar uma rede paralela de ambulâncias de cada vez que encerra um serviço de urgência ou atendimento.
As críticas efectuadas pela LBP tem fundamento, mas a LBP a muito tempo anda a praticar um acto de vassalagem ao serviço nacional de saúde avarias décadas, como um servo aceita tudo que é imposto pelo ministério da saúde, mesmo sabendo logo a partida que não tem capacidade de efectuar com o que se esta a comprometer por falta de meios financeiros.

O Sr. Presidente da liga alega que os Bombeiros Portugueses têm 2000 ambulâncias de socorro, 3500 ambulâncias de transporte e 800 veículos de transporte múltiplos, mas o Sr. Presidente da LBP se esqueceu de informar que muitos desses veículos andam a dever alguns anos aos sucateiros nacionais, e andam a funcionar a margem da lei, como:

Ø Em Portugal a grande maioria das ambulâncias de socorro dos Bombeiros não tem TAS, somente são tripuladas por TAT, e algumas vezes nem isso têm, uma clara violação da lei que rege o transporte de doentes com consequências impreteríveis para os cidadãos.

Ø Em Portugal facilmente se vê as ambulâncias de socorro dos Bombeiros a efectuar consultas, tratamentos, altas e transportes de cadáveres, algumas vezes com TAS nas suas tripulações, e depois se vê o mesmo corpo de Bombeiros a fazer serviço de emergência com ambulâncias de socorro com TAT como elementos integral da sua tripulação.

Ø Em Portugal os Bombeiros andam a fazer concorrência com os TÁXIS, utilizando os seus poucos recursos mecânicos e humanos a fazer serviços que em nada dignificam o nome dos Bombeiros, mesmo para que isso se ponha diariamente em causa o socorro a população por ocupação indevida dos meios de socorro.

Ø Em Portugal os corpos de Bombeiros não recebem qualquer ajuda da LNB ou do SNBPC para aquisição de Ambulâncias ou para terem equipas em permanência para sair, existindo somente 200 ambulâncias de socorro do INEM em corpos de Bombeiros que recebem a respectiva ambulância e 1100 euros por mês e 40 cêntimos ao quilometro por serviço, para se manterem operacionais.

A LNB devia impor normas aos corpos de Bombeiros e não permitir que eles se transformem em meras empresas de prestações de serviços, e obrigar os seus dirigentes e os mandantes a cumpri o regulamento de transporte de doentes, mesmo que para isso origine a recusa de efectuar serviços de socorro quando não existam condições legais de os efectuar, e lembra-los que um Bombeiro é uma ferramenta altamente especializada e treinada e de difícil reposição, logo devia ser tratada com o devido cuidado e respeito, pois a sua substituição acarreta um investimento muito significativo, tanto técnico como financeiro, e os senhores dirigentes e mandantes não devem dar ao luxo de andar todos os dias a “estragar” ferramentas tão caras a efectuar serviços fora da área do socorro.

Alertar o Serviço Nacional de Saúde que trate e igual forma o serviço pré-hospitalar dos Bombeiros, e que cumpra o que foi acordado, porque senão em muito em breve terá que assegurar com a sua recente rede de ambulâncias a totalidade dos serviços existentes, urgentes primários, urgentes secundários e não urgentes em todo território nacional, até ao Portugal profundo, assegurando de igual forma todo o serviço pré-hospitalar a qualquer cidadão e assumindo integralmente os problemas dai resultantes, quer institucionais, judicias e políticos.

quarta-feira, outubro 17, 2007

Nova rede de ambulâncias de socorro

Ainda a pouco anos o presidente do INEM reconhecia numa Jornada Nacional de emergência, “sistema pré-hospitalar em Portugal somente existia pela boa vontade dos Bombeiros Portugueses e da mão-de-obra voluntária, e que o INEM não podia melhorar os prémios pagos por cada serviço de socorro efectuado por não ter capacidade financeira para o fazer” , onde deixava a sensação que melhores dias virião.

É de estranhar que em pouco anos o mesmo instituto crie uma rede de ambulâncias própria e invista milhões em mais meios de socorro próprios de nova geração, ignorando por completo as identidades que a várias décadas fizeram um sacrifício orçamental em manter um socorro digno na área do Pré-hospitalar a população. Para assegura esse serviço muitos corpos de Bombeiros endividaram-se a banca para conseguir comprar ambulâncias e equipamento, esperando que um dia o INEM reconhecesse o sacrifício efectuado em prol do SIEM, sistema que é da responsabilidade legal do INEM, quer a nível de fiscalização quer a nível financeiro.

Os Bombeiros portugueses foram enganados, e bem enganados, por culpa dos seus dirigentes que nunca souberam se impor perante o que estava a suceder, e foram avisados atempadamente para mudarem de políticas e atitudes em relação ao INEM e ao SNS, não quiseram, agora são usados para efectuar os serviços que o INEM simplesmente se recusa a fazer e assumir os custos, obrigando os Bombeiros a suportarem os custos ou a cobrar a quem necessita de socorro e foi negado.

O que o SNS e o INEM queriam actualmente era que os Bombeiros Portugueses suspendessem qualquer tipo de socorro na área do Pré-hospitalar durante 24 horas, para ver se o Ministro da saúde diziam “ Venham ver, venham ver a Lisboa o excelente serviço que temos”

quinta-feira, outubro 11, 2007

para mim ser Voluntário (Bombeiro)

Existem comentários no círculo dos bombeiros que devem ser divulgados, e esse é um deles:

Mas para mim ser Voluntário (bombeiro) não é nenhum defeito, é sinal de querer dar algum tempo a uma comunidade necessitada, agora não podemos é confundir voluntariado com mão de obra barata, desclassificada e carne para canhão, isso não é voluntariado é no mínimo exploração da condição humana, para não chamar escravatura.Pois ao estar a negar de um modo consciente as devidas condições de actuação e colocar em risco a vida presente e futura dos Voluntários e profissionais para mim é uma conduta criminosa, estando em causa ou não o interesse público!!Como deve ser de conhecimento publico e de certo modo devia ser divulgado nas acções de formação de Higiene e Segurança no Trabalho ( é verdade isto em Portugal não faz parte da formação dos Bombeiros ) ou de outra formação que envolva o Risco, primeiro estamos nós, depois nós, depois nós e depois nós e só lá mesmo no fim estão as vitimas, pois essas em ultimo caso já estavam condenadas á partida!!Um Bombeiro é, ou devia ser, uma "ferramenta altamente especializada e treinada" e de difícil reposição, logo devia ser tratada pelo seu "utilizador" com o devido cuidado, pois a sua "substituição" acarreta um investimento muito significativo tanto técnico como financeiro, logo não nos podemos dar ao luxo de andar todos os dias a "estragar" ferramentas tão caras, como parece que muitos por aqui defendem.Já nem os grupos terroristas colocam em risco os seus melhores operacionais, usam "simpatizantes" para fazer o trabalho sujo com o treino dos seus melhores operacionais.Se existe algum lema que eu defenda neste nosso mundo será sempre: " Voluntários na disponibilidade, Profissionais na acção" !!!!

Autor Wite Eagle “ Bombeiros de Portugal”

segunda-feira, outubro 01, 2007

Limpeza de pavimento

Um serviço que devia ser efectuado por equipas das Câmaras Municipais e do Instituto das Estrada de Portugal, que são as identidades responsáveis pela manutenção e reparação dessas vias de circulação automóvel.

Mas em vez disso para as limpezas de pavimento são accionados os meios de socorro dos Bombeiros, muitas das vezes são empregues os únicos meios de socorro disponíveis, principalmente os meios humanos, que são cada vez mais reduzidos e escassos, pondo em causa o socorro das populações, quer na área do Pré-Hospitalar quer na área do incêndio e resgate, para se fazer limpeza das vias de circulação.

Em Portugal as limpezas de pavimentos resume-se na aplicação de pó de pedra, cimento ou terra nas zonas de derrame ou se usa jactos de água ou varre-se os detritos para as bermas das vias, nada se remove tudo lá fica, uma situação ilegal perante as normas da CEE, porque contamina as linhas de água e os solos envolventes, além de deixar resíduos sólidos e perigosos nas bermas da estrada.

Outra situação das limpezas de pavimento é que ninguém quer assumir os custos existentes, quer as companhias de Seguros, Câmaras Municipais, SNBPC ou o Instituto de Estradas de Portugal, se recusam pagar por este serviço praticado, porque para se cumprir as normas da CEE sobre remoção e limpeza de produtos químicos do meio ambiente, existe a necessidade de se aplicar dissolúveis nos hidrocarbonetos e remover todos os produtos resultantes da operação de limpeza, quer líquido ou sólidos, que devem ser transportados em veículos próprios para centrais de tratamentos e reciclagem, o que faz que esse serviço seja caro e dispendioso.

quinta-feira, setembro 27, 2007

Bombeiro apanhado a conduzir ambulância com uma taxa de alcoolemia elevada




Um Bombeiro dos Voluntários de Vinhais foi detido ontem pela GNR de Vila Real por conduzir uma ambulância, com dois doentes, com uma taxa de alcoolemia de 1.4. A detenção ocorreu no IP4, a seis quilómetros de Vila Real. O detido tem 29 anos, é casado e assalariado da corporação.

É de elogiar os Soldados da GNR por terem mandado parar e fiscalizado o condutor de uma ambulância, e de terem apanhado o Bombeiro a violar a lei, e certamente já andaria a violar a lei a algum tempo, abusando da cordialidade existente entre as identidades.

Os agentes de autoridade nacionais devem por de parte a cordialidade entre identidades, e fiscalizarem todos os veículos prioritários existentes, quer dos Bombeiros, CVP, INEM, quando não se apresentem marcha de socorro ou quando detectem algum abuso. Porque se não existir fiscalização por parte das autoridades originara existência de abusos, quer por parte das instituições ou por parte das tripulações, como aconteceu.

domingo, setembro 16, 2007

Uma breve opinião sobre o caso de Torres Novas

Um homem de 69 anos e o filho de 41 morreram de paragem cardio respiratória no passado mês de Maio, na Lamarosa. O socorro terá chegado tarde demais devido a um encadeamento de erros do INEM e dos Bombeiros Voluntários de Torres Novas. É a conclusão de um relatório da Inspecção-geral das Actividades de Saúde
O relatório da inspecção-geral das actividades da saúde aponta culpas a serviço de emergência médica e aos Bombeiros nesse caso.
Comunicado o I.G.A.S


Em relação a triagem efectuada pelo operador da central do CODU-INEM, cometeu dois erros consecutivos, não conseguiu recolher a informação que podia definir era uma situação de transporte urgente primário ou transporte urgente secundário e considerou que era secundário, onde em caso de dúvida devia ser sempre considerado uma situação de transporte primário, depois errou novamente, em vez de dar o número de telefone dos Bombeiros de Torres Novas, deu o número dos Bombeiros de Coruche, onde existe também uma localidade com o mesmo nome da origem da chamada de socorro.

Em relação aos Bombeiros, a tripulação da primeira ambulância cometeram o erro de não ter informado imediatamente o CODU quando depararam como uma situação PCR, mas a segunda ambulância informou da situação ao CODU, mas teve como resposta iniciar o transporte das vítimas em suporte básico de vida até a unidade hospitalar, sem acompanhamento médico, porque a VMER estava indisponível, situação que é omissa no comunicado a imprensa do IGAS, que lança duvidas na eficácia das redes de VMERs existentes no país, como são usadas e mantidas quer pelos CODU-INEM quer pelos Hospitais,
Outra situação que não esta clarificada, se os Bombeiros cumpriram o regulamento de transporte de doentes, se foram accionadas ambulâncias de socorro como é informado pelo comandante dos Bombeiros, mesmo sejam ambulância dos Bombeiros, legalmente tem que existir um TAT e um TAS, nunca sendo o TAS o condutor do veículo, o incumprimento dessa norma é uma clara violação a lei e punida criminalmente a identidade de socorro pelo incumprimento do diploma que regulamenta o transporte de doentes.

Em relação ao INEM, tem que definir o que entende por transporte urgente secundário, e quem tem a responsabilidade legal de suportar os custos desse transporte e do efectuar, porque a norma de mandar ligar o cidadão numa situação de transporte urgente secundário para os Bombeiros ou para a CVP é ilegal perante a lei nacional, que necessita de ser clarificada, porque essa situação não leva em conta:

· Se a identidade local prestadora de socorro tem capacidade de fazer esse serviço em tempo útil para a situação clínica do doente?
· Se a pessoa que necessita de ser transportada a uma urgência hospitalar, tem capacidade monetária de suportar a despesa do transporte?
· Que esse serviço não põe em causa o socorro na zona?
· Que tipo de meios que devem ser utilizado para efectuar esse tipo de serviço?
· Qual a unidade de saúde deve ser transportado o doente, Hospital, CATUS, SAP ou centro de saúde local?

São questões que devem ser pensadas antes de tomar decisões em casos de transporte urgentes secundários.
Assim no caso de Torres Novas é mais um problema estrutural do SIEM, onde a indefinição de normas e de procedimentos nas diversas fazes do sistema, levam que os meios humanos cometam erros básicos, fazem que casos idênticos a Torres Novas acontecem frequentemente a nível nacional, onde a grande maioria nunca chega a ser investigada nem denunciada as identidades oficiais.

quinta-feira, agosto 30, 2007

Alteração nas Tripulações das Ambulâncias de Socorro

A portaria nº402 de 10 de Abril 2007, vem alterar a constituição das tripulações das ambulâncias de socorro. Anteriormente as ambulâncias de socorro eram tripuladas por 3 elementos, 2 elementos com os cursos de tripulante de ambulância de transporte TAT e um elemento com o curso de ambulância de socorro TAS, nunca podendo o elemento TAS ser o condutor da viatura, onde a actual portaria alterou as tripulações somente para dois elementos, um elemento com o curso de TAT e outro com o curso TAS nunca podendo ser o TAS o condutor da viatura.

Com alteração da portaria em relação as tripulações, vem-se regulamentar uma ilegalidade, passando a ser legal o que era ilegal anteriormente, em vez de se criara condições para que as identidades pudessem cumprir o regulamento de transporte de doentes, alterou-se o regulamento as necessidades das identidades, que prestam socorro em Portugal.

Essa alteração poderá ter consequências graves na prestação nos cuidados de primeiros socorros por parte dessas equipas das ambulâncias, porque a maioria das técnicas existentes, para serem correctamente executadas terão de ser efectuadas no mínimo por 3 elementos com formação, para comprovar basta ver os protocolos de actuação de nos manuais de formação actuais do INEM ou da ENB, onde se ensina os formandos a aplicação das técnicas com três elementos e depois se obriga esses mesmos profissionais a executar as técnicas no terreno somente com dois elementos.

Por de traz disso tudo está novamente o INEM, que dá exemplos de outros Países, onde as tripulações das ambulâncias são constituídas somente por dois elementos, mas se esqueceu de dizer que existe um apoio de outros meios de socorro no local e a maioria dos cidadãos desses países tem cursos de primeiros socorros, uma situação fora da realidade portuguesa, onde as tripulações actuam isoladas, e se chega a ser avô sem nunca ter ouvido falar e praticar actos de primeiros socorros.

Outra realidade do nosso País é que a maioria das identidades que efectuam socorro Pré Hospitalar em Portugal não cumpre o regulamento de transporte de doentes, quer o INEM, Bombeiros ou CVP, é fácil de ver ambulâncias de socorro somente ser tripuladas por TAT em Portugal, uma situação grave de Saúde Pública, situação somente acontece por falta de fiscalização. O incumprimento da lei existe porque as identidades não têm capacidades financeiras para cumprir o actual regulamento de transporte de doentes, motivado pela falta de subsídios ou pelos preços pagos por serviço, somente 40 cêntimos ao quilómetro. O INEM e o SNS sabem disso, e não pode exigir nem fiscalizar aquilo que economicamente é impossível de existir.

terça-feira, agosto 14, 2007

O nosso Serviço Nacional de Saúde e a nossa Justiça no seu melhor


A Inspecção-Geral das Actividades em Saúde (IGAS) decidiu suspender, por noventa dias, a chefe do serviço de ginecologia da unidade de Mirandela do Centro Hospitalar do Nordeste, por considerar que a obstetra actuou de forma negligente no trabalho de parto de uma criança, que nasceu no hospital de Mirandela, em Fevereiro de 2003, e que veio a ficar com paralisia cerebral e uma incapacidade de 95%. A mesma entidade decidiu arquivar o processo disciplinar relativo à enfermeira assistente e o Ministério Público (MP) também arquivou o inquérito relativo a este caso. Os pais do pequeno Gonçalo vão solicitar a abertura da instrução deste processo.

Um caso lamentável, onde se dificilmente se fará justiça algum dia.

Uma punição de 90 dias, para uma médica que no seu horário de trabalho, se ausentou do seu serviço sem motivo prévio e um processo disciplinar a uma enfermeira por violação dos deveres gerais de zelo e lealdade, que viu no final a serem retiradas as acusações por falta de provas.

Uma criança que pagou um preço demasiado alto pela a falta de respeito, que esses profissionais de saúde lidaram com o seu nascimento.

Um sistema de cooperativismo entre essas duas classes, onde dificilmente se faz prova de alguma coisa alguma.

O nosso Serviço Nacional de Saúde e a nossa Justiça no seu melhor.

sábado, julho 21, 2007

Comunicado da APBV
« em: Julho 18, 2007, 03:28:44 pm »

LAMENTÁVEL - Tal como já havíamos transmitido ao Senhor Presidente da Republica, aquando da audiência que nos concedeu, Portugal é um País diferente de todos os outros. Há mais de 600 anos que milhares de Homens e Mulheres prestam voluntariamente, com brio e abnegação um serviço à Nação. São BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS!Esses Homens e Mulheres arriscam as suas vidas para a defesa de pessoas e bens, sacrificam as suas vidas familiar, pessoal e profissional e, em contrapartida, são usados e abusados gratuitamente.

A APBV tem percorrido um trajecto penoso. São muitos os que nos apelidam de inimigos, que fazem tudo por tudo para denegrirem a nossa imagem e, não menos importante, tentam aniquilar esta Associação. Sempre nos pautamos pela defesa e dignificação dos Bombeiros Voluntários, pelo bom-senso, pelo respeito, pela cordialidade. Preocupamo-nos em discutir os assuntos em sede própria e não deitarmos mais lenha para a fogueira. Contrariamente, alguns que tanto apregoam servir os bombeiros (?), defender os bombeiros (?) desgastam ainda mais a imagem já desgastada, dos Soldados da Paz.

Uma vez que o Estatuto Social do Bombeiro pouco ou nada beneficia os Bombeiros Voluntários, fizemos a recolha de assinaturas para a entrega de uma petição que visava, e visa, a alteração do tão aclamado Estatuto. Foi inqualificável o que se passou! Chegou-se ao cúmulo de se rasgarem páginas já assinadas, afirmando-se que a APBV é contra uma determinada instituição. Quem o fez prejudicou os seus próprios bombeiros e, pior, desrespeitou a vontade dos subscritores.

Em 2006 entregamos, em audiência, ao Senhor Dr. Jaime Gama - Presidente da Assembleia da Republica - a petição. Apesar dos inúmeros entraves, foi subscrita por milhares de Bombeiros. Solicitávamos, e solicitamos, um conjunto de regalias para os Bombeiros Voluntários, seus cônjuges e filhos, bem como para os dirigentes das associações detentoras de corpos de bombeiros.

Solicitamos, por diversas vezes, audiências com o Senhor Ministro da Administração Interna. O mesmo teve sempre a amabilidade de nos responder que havia remetido o pedido de audiência para o seu Secretário de Estado da Administração Interna. Apesar dos vários pedidos de audiência, o Senhor Secretário de Estado nunca nos recebeu, muito menos nos deu qualquer resposta aos nossos pedidos de audiência.

Sempre afirmamos que nós, Bombeiros Voluntários, conhecemos muitas das dificuldades e dos problemas e, como tal, temos a solução para muitos deles. Assim, elaboramos um dossier com um conjunto de propostas com vista a serem contempladas no Regime Jurídico dos Bombeiros. Entregamos uma cópia desse dossier ao Senhor Presidente da Autoridade Nacional da Protecção Civil. O Senhor Secretário de Estado da Administração Interna, uma vez mais, não esteve disponível para nos receber, pelo que fizemos a entrega do dossier ao seu Chefe de Gabinete.

Com a aprovação da nova legislação, os Bombeiros Voluntários são penalizados.

Reduziu-se o tempo de bonificação para efeitos de aposentação de 25 para 15%;

Os bombeiros voluntários só têm direito ao reembolso das propinas e das taxas de inscrição da frequência do ensino superior público;

Questiona-se:Porquê esta redução de 10%?

Por que motivo, aqueles bombeiros que se vêem forçados a ingressar no ensino privado por não terem possibilidades de frequentarem um local de ensino público pela simples razão de a sua localização ser distante, não têm direito a reembolso, mesmo parcial, das propinas e das taxas de inscrição?

Por que razão muitas das nossas propostas não foram contempladas, quando as mesmas visavam dignificar e engrandecer os Bombeiros Voluntários e contribuírem para a resolução de muitos problemas?
Muito se tem falado, e com razão: Os Bombeiros Voluntários estão a atravessar uma situação dramática, senão vejamos:

São inúmeras as queixas que nos chegam de Bombeiros Voluntários;

São muitos os bombeiros sujeitos a processos disciplinares com contornos pouco claros. Muitos deles são punidos injustamente;

Muitos são os bombeiros que se vêem forçados a recorrer aos tribunais e a custearem as despesas;

Vários comandantes e/ou elementos do Comandos são forçados a demitirem-se;

Existem exames de promoção aos postos imediatos que são um autêntico escândalo;

Alguns bombeiros são beneficiados em detrimento de outros;Cada vez existem mais bombeiros a demitirem-se por se sentirem perseguidos e/ou desmotivados;Infelizmente, existem bombeiros que foram vítimas de acidentes e não têm dinheiro para pagarem as despesas de tratamento;Na maioria dos casos os valores para despesas de tratamento são irrisórios;

Existem familiares de bombeiros falecidos ou vítimas de acidentes no cumprimento da sua missão que enviam cartas para os Corpos de Bombeiros a pedirem ajuda financeira;A formação não chega a todos os corpos de bombeiros e quando chega é a conta-gotas;

Existem milhares de bombeiros que compram o seu fardamento e equipamentos de protecção individual;

Muitos Bombeiros Voluntários esperam meses para receberem as verbas que lhe são devidas quando estiveram ao serviço do ECIN ou ELAC;

Dessas mesmas verbas são descontadas as refeições, diminuindo-as substancialmente;Muitos, mas muitos mais casos poderiam ser apontados.Muitas vezes interrogo-me: Será que vale a pena ser Bombeiro Voluntário?

Valerá a pena os bravos Soldados da Paz serem sujeitos a tantas injustiças quando prestam um serviço ao Estado e à sociedade, sem nada receberem em troca?

O que aconteceria se num determinado dia todos os Bombeiros Voluntários decidissem dedicar esse mesmo dia às suas famílias?

Certamente que o socorro ficaria extremamente debilitado.Os Bombeiros Voluntários são disciplinados, prestaram um juramento, são um exemplo a ser apontado. São Homens e Mulheres que amam o próximo, que sentem uma enorme paixão e orgulho por desempenharem tão nobre missão. Como tal, os Bombeiros Voluntários têm de ser dignificados e, acima de tudo, merecem ser respeitados;

Concluo que não há interesse em que os Bombeiros Voluntários sejam ouvidos.

Esta crise que está a afectar os Bombeiros Voluntários, não honra a memória de todos aqueles que serviram esta causa ao longo de mais de seis séculos, muito menos, a memória dos Bombeiros que tombaram no cumprimento da sua missão.

Ao contrário de outros, nenhum dirigente desta Associação é remunerado;Os dirigentes desta Associação são Bombeiros Voluntários;Esta Associação não recebe quaisquer subsídios ou benesses;

Deslocamo-nos nas nossas viaturas;Não temos motoristas particulares;

Não temos cartões de crédito;

Custeamos muitas das despesas da Associação.

Sempre dizemos e reafirmamos:Queremos estar…

Por Bem!
Por Todos!
Existimos para Unir e não para dividir!
Somos Bombeiros Voluntários!

Paulo JesusPresidente da Direcção da APBV - Associação Portuguesa dos Bombeiros Voluntários

domingo, junho 24, 2007

A nova urgência do Hospital de São José reabriu

Custou cerca de dois milhões de euros, levou quase dois nos a remodelar a urgência do Hospital de São José, que levou durante esse tempo doentes e pessoal técnico de saúde trabalhassem num anexo dentro dos Hospital, com poucas ou nenhumas condições.

A nova urgência abrira com a introdução da triagem Manchester, uma tentativa de acabar com as falsas urgências, que atingem cerca de 100 a 120 das 500 urgências que esse hospital recebe diariamente.
As situações não urgentes iram ser encaminhadas para os sistemas públicos de saúde, ficando somente no hospital os doentes graves.

O que acontecer ira ser uma grande revulsão nos serviços de urgência da Capital, onde os Hospitais se vêem obrigados a receber e tratar qualquer doente da sua área, onde raramente se recusam a entrada de um doente por vários motivos éticos e económicos.

Com o tempo riremos ver se realmente as coisas iram mudar no Hospital, iremos ver se a triagem funciona e os doentes não emergentes se iram para o sistema publico de saúde, porque se nos outros hospitais nada funciona.

domingo, junho 10, 2007

Quites de Combate a Incêndios Florestais

O Governo ira gastar cerca de 8 milhões de euros na aquisição de quites de combate a incêndios florestais para serem distribuídos as Juntas de Freguesia.
Em Portugal nos últimos anos qualquer pessoa pode combater incêndios florestais, uma actividade que alguns anos eram da competência dos Bombeiros e das identidades oficiais que estavam directamente ligadas a protecção e defesa floresta, começou a ser dispersa por varias identidades alheias ao socorro e ao combate a incêndios, chegando ao ponto de se gastar milhões de euros em quites de combate a incêndios Florestais para serem distribuídos pelas juntas de freguesia.
A distribuição dos quites de incêndios pelas juntas de freguesia é um risco, quer a nível operacional quer a nível da segurança, descurou-se completamente a formação dos elementos que iram operar com os respectivo equipamentos, serão operados por simples funcionários das Juntas das freguesia, sem qualquer formação nem competências a nível do socorro, iram trabalhar isolados por contra própria fora de qualquer sistema de comando operacional, iram certamente por a sua vida em risco e de quem depois tem o dever de os ir salvar, situação que ira originar um aumento da mortalidade provocada pelos incêndios florestais, que ano a pós ano tem aumentado com mais incidência a nível dos civis.
Actualmente a defesa e o combate aos incêndios florestais ou o socorro as populações em Portugal esta se a tornar uma anarquia total, onde cada um faz o que quer e como quer, tenta-se contornar os problemas em vez de tentar os resolver os problemas definitivamente, assim se gastam milhões de euros com medidas e projectos sem qualquer viabilidade técnica, verbas que deviam ser investidas nas identidades que foram criadas para esses objectivos
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quinta-feira, maio 31, 2007

Dispositivo de Combate Incêndios Florestais

Este ano vai ser um ano crítico a nível de incêndios florestais, o Instituto de Metrologia prevê um Verão mais quente que os verões anteriores, aliado ao facto que no ano passado pouco ou nada ardeu, porque São Pedro simplesmente ajudou, estão lançados todas as condições para existência de grandes incêndios em Portugal.

No dispositivo de combate a aos incêndios Florestais atribuído aos Bombeiros pouco ou nada se alterou em relação ao ano passado, este ano em pleno Verão existem:



- Equipas de Combate a Incêndios Florestais ECIN, 751 viaturas com 3.755 Bombeiros
- Equipas Logísticas de Apoio ao Combate ELAC, viaturas 284 com 568 Bombeiros
- Grupos de Reforço (Não constituído a partir das ECIN) 39 viaturas e 6 27 Bombeiros
- Equipas Helitransportadas 16 Helicópteros 170 homens
- Pessoal de Apoio Logístico 176 Bombeiros
- Pessoal de Apoio Meios Aéreos 180 Homens
- Comandantes de Permanência às Operações 111 Comandantes
Soma 1.054 equipas, 5.056 Bombeiros e 1.173 viaturas

Este ano o Governo ira pagar a cada Bombeiro 1,75 a hora a cada Bombeiro para incorporar as guarnições da viaturas que pertencem ao DFCI, sendo as outras guarnições das outras viaturas que não fazem parte do DFCI totalmente gratuitas para o Governo, assim o governo ira gastar nos três meses de Verão só em tripulações cerca de 20 milhões de euros, uma valor insignificante para a quantidade de elementos envolvidos no DFCI.

O valor pago a hora “1.75 euros” a cada elemento, independente da sua formação ou capacidade física, toda a gente recebera o mesmo desde que esteja afectos aos veículos que fazem parte do DFCI, um valor que faz que a maioria dos Bombeiros com formação e capacidades para estarem nesses grupos optam por não darem disponibilidades, cumprem o seu normal serviço voluntário gratuitamente como fazem durante todo o ano e se recusam a dar mais do seu tempo de laser para o DFCI.

Os Grupos ECIN e ELAC são importantes para operacionalidade de um corpo de Bombeiros, mas actualmente um perigo, porque os valores pagos não motiva ninguém para os efectuar, e na falta de elementos referenciados para escalar nesses grupos, muitos comando optam por colocar pessoas sem referências nesses grupos, um problema grave, quer a nível de segurança e de operacionalidade.
O SNBPC tem conhecimento disso, e tira contrapartidas politica disso, investindo noutras identidades, alegando a falta de operacionalidade e eficácia grupos existentes nos Corpos de Bombeiros, situação criada e fundamentada pelo próprio SNBPC.