quinta-feira, maio 31, 2007

Dispositivo de Combate Incêndios Florestais

Este ano vai ser um ano crítico a nível de incêndios florestais, o Instituto de Metrologia prevê um Verão mais quente que os verões anteriores, aliado ao facto que no ano passado pouco ou nada ardeu, porque São Pedro simplesmente ajudou, estão lançados todas as condições para existência de grandes incêndios em Portugal.

No dispositivo de combate a aos incêndios Florestais atribuído aos Bombeiros pouco ou nada se alterou em relação ao ano passado, este ano em pleno Verão existem:



- Equipas de Combate a Incêndios Florestais ECIN, 751 viaturas com 3.755 Bombeiros
- Equipas Logísticas de Apoio ao Combate ELAC, viaturas 284 com 568 Bombeiros
- Grupos de Reforço (Não constituído a partir das ECIN) 39 viaturas e 6 27 Bombeiros
- Equipas Helitransportadas 16 Helicópteros 170 homens
- Pessoal de Apoio Logístico 176 Bombeiros
- Pessoal de Apoio Meios Aéreos 180 Homens
- Comandantes de Permanência às Operações 111 Comandantes
Soma 1.054 equipas, 5.056 Bombeiros e 1.173 viaturas

Este ano o Governo ira pagar a cada Bombeiro 1,75 a hora a cada Bombeiro para incorporar as guarnições da viaturas que pertencem ao DFCI, sendo as outras guarnições das outras viaturas que não fazem parte do DFCI totalmente gratuitas para o Governo, assim o governo ira gastar nos três meses de Verão só em tripulações cerca de 20 milhões de euros, uma valor insignificante para a quantidade de elementos envolvidos no DFCI.

O valor pago a hora “1.75 euros” a cada elemento, independente da sua formação ou capacidade física, toda a gente recebera o mesmo desde que esteja afectos aos veículos que fazem parte do DFCI, um valor que faz que a maioria dos Bombeiros com formação e capacidades para estarem nesses grupos optam por não darem disponibilidades, cumprem o seu normal serviço voluntário gratuitamente como fazem durante todo o ano e se recusam a dar mais do seu tempo de laser para o DFCI.

Os Grupos ECIN e ELAC são importantes para operacionalidade de um corpo de Bombeiros, mas actualmente um perigo, porque os valores pagos não motiva ninguém para os efectuar, e na falta de elementos referenciados para escalar nesses grupos, muitos comando optam por colocar pessoas sem referências nesses grupos, um problema grave, quer a nível de segurança e de operacionalidade.
O SNBPC tem conhecimento disso, e tira contrapartidas politica disso, investindo noutras identidades, alegando a falta de operacionalidade e eficácia grupos existentes nos Corpos de Bombeiros, situação criada e fundamentada pelo próprio SNBPC.

quinta-feira, maio 24, 2007

Ambulância de Suporte Imediato de Vida

O ministro António Fernando Correia de Campos , veio inventar um novo tipo de ambulância, “Ambulância de Suporte Imediato de Vida (SIV) ”, um tipo de ambulância que nem existe no decreto-lei que rege o transporte de doentes. As tripulações SIV serão constituídas somente por um Enfermeiro e um TAE, técnico de emergência médica, reconhecido legalmente por TAS, Tripulante de Ambulância de Socorro.

Essa viatura ira custar cerca de 7000 mil euros mensalmente aos contribuintes, somente em ordenados, fora os subsídios, consumíveis, veiculo etc. Iram ser criadas onde o Ministro andou a fechar Urgências, uma maneira inteligente para calar o povo, mas nas Cidades de Lisboa, Porto e Coimbra também foram contempladas com esse tipo de viaturas, o que mostra alguns interesses pessoais, políticos e de organizações por de traz do projecto das SIV, porque nestas cidades não existem falta de meios de socorro nem de unidades de saúdes.

As SIV não passam de uma simples ambulância de socorro, iguais a muitas outras existentes pelo país fora, porque para qualquer profissional entendido na matéria no Pré-Hospitalar, reconhece que um TAS e ou Enfermeiro são insuficientes tecnicamente nas maiorias das situações de emergência, toda a gente sabe disso, até o Ministro Ferreira Campos sabe disso, para se proteger adicionou no projecto das SIV umas linhas interessantes: … As ambulâncias SIV são mais um meio disponível que poderá ser usado em conjunto com as ambulâncias de socorro….

Eu como Tripulante de Ambulância de Socorro, me recusarei a sair com uma ambulância de socorro para dar apoio a uma SIV, porque as ambulâncias de socorro são para socorrer, e não servem para serem usadas como veículo de apoio das SIV, me recusarei a ser usado somente para ajudar na evacuação do doente para a SIV, não faz parte das minhas competências como TAS ser usado somente para transportar ou carregar o doente, transportar sim, doentes avaliados, socorridos e estabilizados e transportados por mim e pela minha tripulação ou com o apoio de uma VMER, para a ambulância onde eu presto serviço e não para uma SIV.

Se os senhores Enfermeiros se por acaso pensaram um dia em usarem os Tripulantes de Ambulância de Socorro como “maqueiros” e enganam-se redondamente, porque iram ter uma forte oposição e problemas graves no terreno. Os enfermeiros verão brevemente como é difícil ser Tripulantes de Ambulância, terão de socorrer e transportar os doentes, muitos deles com mais de 100 quilos, e o peso será dividido somente por dois, e eram contrair calos nas mãos, hérnia discais, lombalgias, etc. Esses e outros problemas iram ser comuns, problemas que normalmente não existem dentro dos Hospitais ou nos Centros de Saúde, onde os enfermeiros quase têm o estatuto de Senhores Doutores.

terça-feira, maio 22, 2007

Bombeiros cobram o dobro ao estado pelos serviços de ambulância

Uma notícia publicada recentemente no prestigiado Jornal de Noticias, onde se lê “ Bombeiros Cobram o Dobro pelos Serviço de Ambulância”, noticia que mostra uma falta de rigor jornalístico por parte quem publicou.
È verdade que alguns corpos de Bombeiros cabram o dobro por serviço, muitos deles cabram o transporte a ARS e se por acaso tiverem numero de INEM, o que é raro hoje em dia, cabram o mesmo serviço ao INEM, duplicando assim o valor recebido. Uma situação ilegal e reprovável perante os acordos existentes, mas é uma situação rara e pontual no país.
Mas o jornalista não aprofundou o tema, fez uma redundância sobre os motivos que algumas associações de Bombeiros optam por fazer tal ilegalidade. Actualmente o valor pago por qualquer transporte de ambulância, seja serviço de consulta, urgência ou emergência é pago a 40 cêntimos por quilómetro, quer pela ARS quer pelo o INEM, onde o INEM em alguns caso tem acordo com algumas associações de Bombeiros, coloca um veículo e responsabiliza-se pela sua manutenção e dá um subsídio de 1300 euros por mês, como mais um euro por serviço efectuado com numero INEM, para gastos com o material. Mais de 75% dos corpos de Bombeiros existentes a nível nacional, não tem acordo com o INEM, nem recebem mais qualquer verba alem do que recebem por serviço efectuado com as suas próprias ambulâncias.
Assim talvez o Sr. jornalista tenha a bondade de explicar no futuro, como se consegue executar um serviço de socorro ou manter uma tripulação de uma ambulância com 40 cêntimos por quilómetro, cumprindo as imposições legais do regulamento de transporte de doentes.

domingo, maio 20, 2007

Formação dos Bombeiros Portugueses




A Escola Nacional de Bombeiros “ENB ”é uma associação privada sem fins lucrativos, tendo como associados fundadores o ex. Serviço Nacional de Bombeiros “ SNB” e a liga Nacional de Bombeiros.
Reconhecida como de utilidade pública, a ENB concretiza diariamente uma parceria entre o estado e a sociedade civil, tendo como objectivo a formação e desenvolvimento e aperfeiçoamento dos Bombeiros de todo o País.

Nos últimos dois anos a ENB tem reduzido progressivamente a formação dos Bombeiros Portugueses em todas as vertentes formativas, em 2003 administrou 1686 cursos de diversas áreas, em 2004 administrou 870 cursos, sendo o ano de 2006 e 2007 piores que os anos anteriores, onde a formação em certas árias é inexistente ou insignificante para as necessidades reais dos Bombeiros Portugueses.

A ENB actualmente esta a falhar na formação dos Bombeiros Portugueses, anda a administrar formação a empresas e com a agravante ainda de ser obrigada a dar formação aos GIPS da GNR, Caneirinhos, Sapadores florestais, EPI, que levou a esgotar a capacidade de formação durante os próximos anos em determinadas áreas.

Situação que esta dignar os Bombeiros a nível Nacionais, que se vêem privados de receber formação credenciada nos núcleos formativos da ENB, núcleos esses frequentemente usados para formação de outras identidades menos pelos os Bombeiros Portugueses.

sexta-feira, maio 18, 2007

Ministro António Costa

O Ministro António Costa que liderava o Ministério da Administração Interna “ MAI” abandonou o cargo para se candidatar a Câmara Municipal de Lisboa.
Uma situação de pura negligencia politica, porque o MAI é um ministério vital para a segurança interna dos cidadãos, envolvendo os serviços de segurança pública e os serviços de protecção civil. Serviços que estão a ser alvo de reestruturações complexas e polémicas por parte do MAI, onde se espera aprovação de vários diplomas legais por parte da assembleia da república, onde o Sr. Ministro devia esclarecer os deputados os diplomas apresentados pelo seu Ministério.
Este ano se espera um Verão quente e problemático a nível dos incêndios florestais, onde se esperava uma estabilidade politica no MAI, e se esperava para ver os resultados no terreno das novas medidas na defesa da floresta. Mas o Sr. António Costa não quis ficar até ao Verão para ver os resultados das suas politica, não quis ficar queimado politicamente como Portugal ficara queimado de norte a sul.

quinta-feira, abril 26, 2007

Equipas de Primeira Intervenção EPI



O Governo e as Câmaras Municipais vão pagar em partes iguais 16 milhões de euros para terem prontas, até 2009, 200 Equipas de Primeira Intervenção (EPI) em situações de socorro e emergência, anunciou hoje o ministro da Administração Interna.


Cada equipa é formada por cinco elementos, sendo que quatro elementos terão de ser recrutados no universo de bombeiros do quadro activo e o quinto do universo dos chefes ou sub-chefes do quadro activo ou quadro de comando.

Estes bombeiros terão de ter formação específica, a cargo da Escola Nacional de Bombeiros.
Em cada corpo de bombeiros terá de existir uma bolsa de bombeiros voluntários devidamente formados e articulados, disponíveis para uma eventual substituição.


Dificilmente se entende quais são as verdadeiras intenções do governo nessa matéria, porque não regulamenta nada para o que esta a se propor a criar, nem regulamentam nada para o que já foi criado. Porque actualmente existem dezenas de equipas EPI de Norte a Sul do país financiadas a 100% pelas Câmaras Municipais. EPI criadas através de protocolos com as associações de Bombeiros, constituídas por Bombeiros provenientes do quadro activo e auxiliar, que se vão juntar a uma dezena de milhares de profissionais, que são contratadas e suportados financeiramente pelas associações de Bombeiros, para exercerem profissionalmente actividade em diversas área do socorro, pessoas com formação especializadas a condizer com a função que ocupam. São profissionais na área do socorro, que aguardam a dezenas de anos um por diploma legal que regulamente as suas actividades profissionais.

A criação de mais de 200 EPI constituídas por 5 elementos é sempre melhor do que nada, mas são tecnicamente insuficientes para suprimir as maiorias das ocorrências existentes, levando a que não exista padrões de seguranças mínimas. Serão mais de 1000 Bombeiros com contrato precário a juntar aos quase uma dezena de milhar existentes em Portugal, e depois nada garante que esses elementos estarão afectos unicamente ao serviço de socorro, porque a maioria deles andaram a fazer tudo, menos serviço de socorro.

Outra coisa é a possibilidade se inserir elementos de Comando nesses grupos, serão Comandantes sem tropas, e por ordens superiores os Comandantes não podem ser chefes de equipas de veículos de combate, assim nas melhores hipóteses a única operacionalidade desses grupos, ficara circunscrita a tripulação de uma ambulância de socorro ou de transporte, tudo vai depender da formação desses elementos.

Outra particularidade interessante foi na forma encontrada para a substituição dos elementos desses grupos quando forem de ferias, licença, baixa ou em formação “Em cada corpo de bombeiros terá de existir uma bolsa de bombeiros voluntários devidamente formados e articulados, disponíveis para uma eventual substituição” espero que esses elementos não sejam pagos com valores idênticos ao ECIN e os ELAC, porque assim as melhores hipóteses é lá ter somente bombeiros de 3 classe, se não forem cadetes e aspirantes. Em relação a formação dos elementos de substituição, é supostamente os Bombeiros Portugueses tenham formação a condizer com o seu posto e funções, porque se não for assim não deviam ser Bombeiros, porque serão eles que iram assegurar o socorro depois do horário do funcionamento dos grupos de profissionais, se assim não for, algo muito grave se passa com a formação dos Bombeiros em Portugal.
O que nasce torto dificilmente se endireita



terça-feira, abril 24, 2007

Um País de Pinheiros e de Cepos


O socorro em Portugal somente existe para o combate aos incêndios florestais. Em pleno verão existirão mais de 1269 equipas de combate, 6.065 homens, 1271 viaturas e quase uma centena de meios aéreos para o combate a incêndios Florestais.

O dispositivo criado somente no Verão que devia existir durante todo o ano, porque em Portugal não existe somente Florestas, existe pessoas, bens pessoais e públicos que necessitam de ser protegidos em caso de algo de anormal ocorrer. Mais de 99% dos corpos de Bombeiros não tem homens em premência 24 horas sobre 24 horas para fazer face a um incêndio urbano ou outra coisa mais complicada. Actualmente somente existem recursos para as primeiras necessidades, e mesmo nessas situações a maioria das vezes os recursos são insuficientes.

O Governo acaba de anunciar a criação de 200 equipas de primeira intervenção até 2009,a serem colocadas nos corpos de Bombeiros com falta de efectivos voluntários, com o único objectivo de estarem disponíveis para o serviço de socorro a população. Somente trabalham das 9h00 as 17H00 de segunda a sexta-feira e esses elementos só efectuaram serviço de voluntário se quiserem, pelas palavras do secretário de estado Ascenso Simões, ser profissional num corpos de Bombeiros não é sinónimo ser voluntário. O que me leva a pensar que depois ou antes dessa hora não existe situações de socorro em Portugal. O mais grave e ver normalmente depois esses elementos subsidiados com o dinheiros públicos andarem a fazer coisas que não deviam fazer, desde consultas, transportes de doentes, etc.
Situação que actualmente afecta os grupos já criados já a alguns anos em dezenas de Corpos de Bombeiros Voluntários, subsidiados a 100% pelas câmaras Municipais, e mais recentemente com os grupos dos Caneirinhos, onde não existe um diploma legal que regulamente essa actividade e nem quem fiscalize o que andam a fazer ou oriente esses profissionais.

Com tais politicas, o socorro em Portugal está somente dependente dos nossos Santos Padroeiros, que a vários anos trabalham arduamente para que nada de anormal ocorra em Portugal, e mesmo que ocorra tudo vai depender da sorte.

quinta-feira, abril 19, 2007

Desfibrilhação Automatica Externa



O Instituto Português de Cardiologia, a associação enfermeiros e dos Bombeiros, vem defender que devia ser obrigatório a existência de desfibrilhadores automáticos externos, mais conhecidos por DAE, em todos recintos públicos com grande concentração de pessoas.

O tema dos DAE é polémico e controverso, actualmente 99% das ambulâncias de socorro existente no País não possuem esse equipamento, estamos a falar de meios de intervenção de socorro que tem uma grande probabilidade encontrar situações de RCP, onde a aplicação do DAE é um elo importante na cadeia do RCP. O equipamento não existe porque a lei Portuguesa diz que aplicação do DAE é um acto médico, logo os socorristas não o podem aplicar mesmo que ele exista na ambulância.

Alteração a lei sobre aplicação do DAE, por pessoas não médicos, implica a existência de credenciação aos elementos que o iram aplicar o DAE, como tem que existir uma motorização de qualidade como um médico responsável pelo projecto. Situação torna esse projecto inviável financeiramente, motivado pelo o custo do equipamento e dos consumíveis.

È de estranhar que tais associações queiram que o DAE seja aplicado por leigos, se ainda não foi possível ultrapassar o impasse da aplicação do DAE pelas tripulações das ambulâncias de socorro, que são pessoas formadas e credenciadas na área do socorro Pré-Hospitalar.

quarta-feira, março 28, 2007

O lado Negro da emergência em Portugal


Muitas das vezes o cidadão desconhece completamente com funciona a estrutura de socorro de emergência pré-hospitalar em Portugal, muitas das vezes somente queremos ser socorridos quando algo de anormal nos acontece, mas desconhecemos completamente o que esta por detrás do socorro.
Quem coordena?
Quem deve fazer o quê?
Como é financiada a estrutura?

Em Portugal o INEM é responsável pela coordenação e financiamento do sistema, coordena os serviços através das centrais CODU, onde são recebidas as chamadas de socorro vias linha 112.

O INEM ao receber as chamadas de socorro acciona os meios de socorro a condizer com a situação desde meios próprios, dos Bombeiros ou da CVP.

Actualmente o INEM tem 182 ambulâncias distribuídas pelos corpos de Bombeiros e tem cerca de 37 ambulâncias próprias. O INEM paga uma verba mensal aos corpos de Bombeiros, que da em média cerca de 34 euros diários por ambulância, mas esse mesmo instituto gasta diariamente cerca de 311 euros diariamente com cada ambulância própria.

Uma verba de 34 euros por dia não dá para manter uma equipa de 3 homens 24 sobre 24 horas todo ano, assim o sistema vive somente a custa de mão obra voluntária, que ano a pós ano é cada vez mais reduzida, onde o INEM sabe do real custo de se ter uma ambulância ao serviço, 311 euros por dia, mesmo assim dificilmente cumpre o regulamento de transporte de doentes elaborado por esse instituto

Fora desse financiamento ficam mais de 200 corpos de Bombeiros e mais de uma dezena de núcleos da CVP, que não tem qualquer ambulância cedida pelo INEM nem recebem qualquer verba, como de mais de 1000 ambulâncias existentes em Portugal, que não recebem qualquer financiamento para estarem disponíveis para INEM ou para o socorro dos cidadãos, que o INEM e a população diariamente usam ao seu bem dispor.

Uma situação complexa, porque alem desse subsídio insignificante dado pelo o INEM a alguns corpos de Bombeiros, não existe outro subsídio de outra instituição governamental para manter esse serviço, um serviço essencial a população, onde muitas das vezes para manter a operacionalidade desses meios as identidades vêm obrigadas de rentabilizar esses meios, fazendo serviços fora do âmbito do socorro, ficando muito meios e tripulações indisponíveis para o socorro.

Com um método de gestão assim, provavelmente menos de 1% das ambulâncias existentes em Portugal terão equipas permanentes para poderem sair ao minuto para situações de socorro, ficando as restantes ambulâncias parqueadas sem tripulações, onde a sua saída não é fiável, é flutuante, dependente do serviço de voluntário, onde em muitas zonas é reduzido ou inexistente, onde muitas das vezes essas pessoas não tem formação nem qualificações regulamentares para poderem actuar.

quinta-feira, março 22, 2007

A galinha dos ovos de Ouro



Cerca de 200 mil euros foi quanto cobrou o ex-vice presidente dos EUA, Al Gore, cobrou pela conferência sobre o ambiente a Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição.
Com a crise económica vivida em Portugal, onde o desemprego e o trabalho precário continuam a aumentar, vem a Associação de Empresas de Distribuição, onde a maioria dos seus associados contribuem para a precariedade laboral no seu sector em Portugal, pagar essa exorbitância a Al Gore para assistirem a uma conferência sobre alterações climatéricas e as suas consequências, um tema que pouco deve interessar a essa associação, porque no sector de transportes em Portugal, ambiente é um tema tabu, é caro é pouco lucrativo, se tal associação não sabe onde gastar o dinheiro dos seus associados, bem podia distribuir pelas ONG ambientais nacionais, para desenvolver projectos concretos na defesa do ambiente em Portugal.

Al Gore descobriu a galinha dos ovos de ouro, anda de país em País a dar conferencias sobre as alterações climatéricas e as suas consequenciais, alterações essas que a décadas ONG ambientais vem consecutivamente alertando os governos dos seus países para tomarem medidas urgentes em politicas ambientais e alertando as suas consequências de uma forma gratuita e permanente.

Se Al Gore estivesse mesmo preocupado com o Ambiente, nada levava para ser ouvido por quem o quisesse ouvir, e permitiria de forma gratuita a emissão do seu filme “ a verdade inconveniente ” nas televisões de todo Mundo e tentava que o seu país América assinasse e cumprisse o tratado de Quioto, porque o seu País é um dos principais poluidores mundiais.

segunda-feira, março 19, 2007

Os super soldados





Nos últimos anos tem existido uma revolução a nível da segurança e a nível do socorro.

Actualmente a GNR esta se a tornar numa super força nacional, dependente directamente do MAI e do Primeiro-Ministro tem tido uma grande evolução nos últimos anos, e se tem consecutivamente introduzindo em vários estruturas e serviços praticados por outras identidades. Isso só é possível com um investimento de milhões de euros, dinheiro esse normalmente negado identidades que actualmente que prestam esses serviços que a GNR vai prestar no futuro, lançando algumas desconfianças em muitas organizações, quer na imparcialidade das politicas governamentais para esse sector quer na verdadeira missão da GNR no futuro.

Situação teve início com a ida da GNR para o Iraque a mando do Primeiro-Ministro, quando confrontado com a recusa do Presidente da República em mandar tropas Portuguesas para o Iraque sem o oval da ONU, onde o Primeiro-ministro numa clara afronta ao Presidente da Republica mandou a GNR para o Iraque, uma força dependente dele, colocando Portugal numa situação indelicada perante a comunidade internacional, aliando-se aos EUA, numa invasão militar contra a um País soberano que é o Iraque sem o oval da ONU, uma forma indirecta de declaração de guerra.

Em 2005 MAI inseriu a GNR no SNBPC, criando os GIPS Grupo de Protecção e Socorro, uma força vocacionada para a prevenção e intervenção de primeira linha em Incêndios Florestais, acidentes com matérias perigosas, inundações sismos e outras catástrofes ou acidentes graves, uma missão que é das competências dos Bombeiros Portugueses, um sector dependente do MAI, que ano a pôs ano vê uma clara redução verbas pelo MAI, que implica a operacionalidade dos Bombeiros no terreno, onde os Bombeiros vêm com desconfiança a entrada da GNR no sistema de socorro, uma força sem qualquer vocação na área do socorro.

Em 2005 a GNR entrou no Ministério do Ambiente ficando com o Serviço e Protecção da Natureza e do Ambiente ( SEPNA)e aglutinou os seus elementos e as suas competências, quer a nível da vigilância, fiscalização do território nacional defesa do meio ambiente.

Em 2005 a GNR entrou também na área da competência da Policia Marítima, com a fiscalização da orla costeira, quer a nível da fiscalização da pesca lúdica, com o patrulhamento terrestre da costa Portuguesa, competências que eram da Policia Marítima.

Em 2006 a GNR a GNR prepara-se para ocupar as maiorias das áreas da responsabilidade da PSP, como já entrou na área da investigação criminal da responsabilidade da Policia Judiciaria, (PJ) e prepara-se para entrar em outras áreas fulcrais num país democrático.

Em 2006, a GNR ira receber formação para pilotar helicópteros para socorro, uma competência que devia ser da nossa força aérea Portuguesa, uma força que alem de ter excelentes pilotos, muito deles não conseguem atingir os limites de oras de voo recomendados para estarem operacionais, muitas das vezes por falta de aeronaves ou de combustível

Normalmente os Portugueses tem uma memoria fraca, esquecem-se facilmente do passado, e em relação ao passado da GNR é obscuro, principalmente antes de 1974, porque uma força militar que se preze e leal aos seus superiores e cumpre cegamente as ordens dadas superiormente, mesmo que essas ordens sejam contra aos direitos dos cidadão nacionais.
Actualmente não deve faltar muito para a GNR ter outras obrigações, coisas mais altas e fulcrais para ter mais poder, como tomar o poder máximo, o governo.

terça-feira, janeiro 30, 2007

As mortes ocorridas em Odmira




As duas mortes ocorridas em Odemira no espaço de duas semanas vem lançar uma polémica da falta da assistência médica em certas zonas de Portugal.

No meu ponto de vista a alegada da falta da assistência médica como resultado das mortes ocorridas em Odemira são falsas e sem qualquer fundamento.

O centro de saúde de Odemira tem serviço de emergência e de urgência e esta aberto 24 horas, para isso tem um quadro de pessoal quer médicos, enfermeiros auxiliares e administrativos permanentemente, para poderem receber situações emergentes e não emergentes ocorridas dentro do concelho de Odemira, que são socorridas pelos os Bombeiros locais e transportadas para esse centro de saúde, a mando do Ministério da Saúde.

A nível do socorro Pré hospitalar em Odemira é da responsabilidade dos Bombeiros Voluntários de Odemira, que são accionados através da central de Emergência de Lisboa ou das chamadas efectuadas directamente para o seu quartel, em ambas situações fazem sair os seus próprios meios de socorro, com finalidade de fazerem avaliação das vítimas e efectuar os procedimentos de socorro adequados a situação e transportar a vitima a unidade de saúde de Odemira. Onde os socorristas passaram a informação recolhida no local, avaliação e os actos de socorro praticados ao médico de serviço. Em situações mais graves terão apoio da VMER do Hospital de Beja, o que muitas das vezes não acontece, porque o tempo de transporte da vítima até ao centro de saúde de Odemira é menos do que a chegada da VMER do Hospital de Beja ao local da ocorrência.

A final o que falhou?

No meu entender o problema esta dentro das quatro paredes do centro de saúde de Odemira, se esse centro tem ou não tem capacidade em receber situações emergentes ou seja doentes graves do exterior?
Se tem capacidade, devia ter estabilizado os doentes e depois dar o seguimento a transferência dos respectivos doentes para uma unidade hospitalar referenciada.
Porquê é que não o fez?
Na primeira situação existiu certamente uma negligência grave, 6 horas para se preparar uma transferência de um doente crítico é muito tempo, na segunda situação talvez não existiu capacidade de estabilizar o doente, morreu antes de ser evacuado, porque os enfartes matam, e os médicos não fazem milagres.
Outra questão é se os médicos e enfermeiros do centro de saúde tem formação na área da emergência para receber esses doentes, estatiza-los e prepara-los para evacuarem para outra unidade hospitalar, como fazem as equipas da VMERs no Pré-Hospitalar.
Se o centro de saúde não tem equipas com formação e equipamento, porque é que recebe doentes graves, sabendo que não tem capacidade para os receber?
Será que não estaremos perante de um problema Nacional grave? Onde a maioria dos Centros de Saúde, SAP, CATUS, e Hospitais existente no País com urgências abertas aos cidadãos diariamente e que recebem situações graves não tem equipamento nem formação técnica para receber doentes emergentes.

O ministro, quer criara mais VMERs e inventar outro apoio, unidade rápidas intermédias de suporte de vida, constituídas por enfermeiros e tripulantes de ambulância, para quê?
O que falhou foi a estabilização do doente no centro de saúde e o apoio do centro de saúde na evacuação do doente para outra unidade hospitalar. Seria mais económico reforçar o quadro de pessoal dos centros de saúde com serviço de urgência e lhe dar formação a condizer com a sua função, para poderem estabilizar os doentes que recebem nos seus centros de saúde

Neste momento é difícil de arranjar médicos e enfermeiros para as unidades hospitalar fora dos grandes centros urbanos, dificilmente ira arranjar médicos e enfermeiros para aquilo que quer criar, e se já é difícil manter o que já existe, basta ver as centenas de horas por mês que as VMERs estão inoperacionais por falta de tripulação e de equipamento a nível nacional, principalmente a que existe em Beja.

Mais uma vez estamos a tentar remediar o sistema em vez de resolver o problema pela raiz.

sexta-feira, janeiro 26, 2007

Central de Emergência Médica

A central de emergência médica, actualmente faz um péssimo serviço Publico. Normalmente o acesso a essa central é demorado, e depois de varias tentativas a chamada inicialmente é atendida por um agente da PSP, que depois de varias perguntas transfere a chamada para a central de emergência da responsabilidade do INEM.

Na central de emergência somos sujeitos a varias perguntas para se definir prioridades, e o tipo de meios de socorro a activar a condizer com a situação.

O problema normalmente é o resultado final de todo o processo da chamada, onde normalmente a central de emergência, deixa de ser central de emergência e passa a ser central das Paginas Amarelas, ao mandar ligar os cidadãos para a central de Bombeiros e se não souber o numero eles facultam o numero, para o cidadão ligar se quiser ser socorrido ou ser transportado a urgência Hospitalar.

Ma se ligar-mos para uma central de socorro dos Bombeiros a maioria deles mandam ligar o utente para a central de emergência novamente, porque as ambulâncias de socorro dos Bombeiros devem ser accionada directamente pela central de emergência, como manda o INEM , porque o seu presidente diz que a coordenação e da responsabilidade do INEM, e o outro tipo de ambulância existente nos Bombeiros são ambulância de transporte, normalmente são usadas para fazerem consultas ou altas hospitalares, normalmente existe a necessidade de fazer marcação com um dia de antecedência ou esperar por varias horas pela sua disponibilidade, e essas ambulâncias não podem efectuara nem serviço de emergência nem serviço de urgência, por ordem do próprio INEM. Assim é muito estranho a central de emergência mandar ligar para os cidadãos para os Bombeiros.

Os corpos de Bombeiros muitas confrontados com tal negligência por parte da central de emergência vêm-se na obrigação de accionarem as suas ambulâncias de socorro. Idênticas as ambulâncias do INEM, só muda mesmo a cor, e muitas das vezes são obrigados a cobrarem serviço ao cidadão. Pagar para ser socorrido, o que vai contra a lei nacional, onde um cidadão tem o direito de ser socorrido e transportado gratuitamente a unidade de saúde, situação motivada pela recusa do accionamento das ambulâncias de socorro por parte da central de emergência da responsabilidade do INEM, que com tal atitude foge da responsabilidade do pagamento do socorro e transporte do cidadão Penso que essa atitude é mais uma forma do Ministério da Saúde e poupar mais uns bons milhões de euros.

Mas se por acaso a central de emergência entender enviar ambulância para socorrer o cidadão, acciona quer as ambulâncias próprias ou acciona as ambulâncias de socorro dos Bombeiros, as mesmas que são accionadas pelos os Bombeiros quando a central de emergência se recusa accionar uma ambulância ao cidadão, uma situação irónica e ridícula o que mostra uma grande falta de respeito pelos seus cidadãos quer por quem socorre.

Com tais procedimentos e atitudes referidos anteriormente, dificilmente poderá existir coordenação dos meios de socorro existente em Portugal, e por muita sorte não morrem centenas de cidadãos diariamente com tais procedimentos, o que me admira muito como é possível o governo tolerar tal atitude de um instituto público e como pactua com tais procedimentos ilegais.

segunda-feira, janeiro 15, 2007

Poluição dos nossos rios e ribeiras



Durante décadas viemos assistir em Portugal vários atentados Ambientais praticados por pessoas sem escrúpulos.

Actualmente é normal existir descargas de poluentes em vários rios Nacionais, actos ilegais praticados Industrias transformadoras, Químicas, Agropecuárias, etc.

Como é possível existir pessoas que poluem os rios e linhas de águas com os desperdícios das suas actividades comerciais, muitos desses desperdícios são um atentado Ambiental e um atentado a Saúde Pública, com consequências graves a curto, médio e a longo prazo.

Actualmente é da responsabilidade do SEPNA “ Serviço de Protecção a Natureza e do Ambiente “, que funciona na dependência do Comando da Guarda nacional republicana “GNR” fazer fiscalizar na área da protecção pelo cumprimento das disposições legais regulamentares referentes a conservação e protecção da Natureza e do Meio Ambiente.

Essa actual estrutura agora remodelada não esta a funcionar correctamente, como nunca funcionou, porque os atentados ambientais continuam acontecer frequentemente, sem nunca se saber quem os praticou, porque as autoridades têm falta de formação e equipamento para tal missão, e apresentam uma inércia operacional, preocupando-se mais com outras actividades mais lucrativas e rentáveis para a identidade que servem, do que fazerem se preocuparem para aquilo que motivou a sua existência.


Os atentados ambientais afectam toda a gente, devia ser obrigatório a divulgação das pessoas responsáveis por eles, e a justiça devia ser severa e implacável. Mas não é isso que acontece no País, as coisas acontecem e continuam acontecer, muitas das vezes os culpados são conhecidos por todos, mas nada lhe acontece, parece que são impunes a justiça,

sexta-feira, janeiro 12, 2007

Guerra aberta entre a PSP e GNR


Guerra aberta entre a PSP e GNR


Uma comissária da PSP de Leiria em baixa médica foi apanhada com uma taxa elevada de alcoolemia, cerca de 2g/l. de álcool no sangue após de se ter envolvido num acidente de transito.
Claro que é uma falta de dignidade por parte desta agente da autoridade, principalmente de uma oficial da PSP, andar a conduzir sobre efeito do álcool, porque um agente de autoridade tem que dar o exemplo de cidadania, e certamente a agente de autoridade em causa ira sofrer as consequências, quer por parte da justiça Portuguesa quer por parte da instituição da PSP.

Mas durante todo o processo a GNR não fica isenta de culpas, como foi possível vir a publico uma situação que devia ser mantida em sigilo profissional por parte da GNR?
Uma situação que sempre seguiria um processo legal, e não devia a vir a publico pelo motivo de não denegrir a imagem da PSP perante os cidadãos.

Certamente não foi a PSP que denunciou a situação a comunicação social, a denuncia veio de alguém de dentro da GNR, como tem acontecido ultimamente, onde os agentes de autoridade vêm a publico divulgar situações que deviam ser mantidas pelo sigilo profissional, principalmente os agentes da GNR, que ultimamente denunciam situações de carência particular envolvendo elementos de outras forças de segurança ou de identidades com alguma importância perante a nossa sociedade.

Qual é o objectivo de passar essa informações para a comunicação social?
Que interesses existe por de traz disso?
Certamente agravara mais o mal-estar existente entre os operacionais da PSP e da GNR, e a imagem da PSP ficou denegrida perante os cidadãos. Assim a GNR marcou mais um ponto na guerra conhecida do domínio da segurança em Portugal entre a GNR e a PSP.

Como cidadão Português em nada benefício ser informado pela comunicação social de situações irregulares e particulares praticadas por cidadãos pertencentes a certas instituições, principalmente da área da segurança e socorro, porque bons e mal existem em todos lado, e acredito que a instituições em causa punem severamente os seus elementos infractores que infringem a lei e os seus regulamentos quer quando estão de serviço quer de folga, salvaguardando sempre o nome da Instituição e quem por lá trabalha.

terça-feira, janeiro 09, 2007

Relógio de Ponto

Relógio de Ponto

O Ministro da Saúde, António Fernando Correia de Campos, anda a querer substituir os actuais livros de ponto do Serviço Nacional de Saúde, um controle que não passa de uma simples assinatura numa sebenta efectuada por esses profissionais a entrada e a saída do seu serviço, a moda dos primórdios do século passado, que define quem trabalhou e quem não trabalhou naquele dia.

O actual ministro quer substituir os tais livros por sistema de ponto recentes, normalmente usados por qualquer empresa em Portugal, para poder controlar o trabalho dos seus funcionários.

Claro que está a existir uma forte oposição por parte de alguns profissionais do serviço Nacional de Saúde, principalmente dos médicos, que não gostam do inovador sistema de ponto, porque a maioria dos médicos não cumpre o seu horário de trabalho, porque é difícil de se estar em dois ou mais lugares ao mesmo tempo, mas muitos conseguem fazer o milagre da multiplicação das horas, conseguem estar em vários sítios ao mesmo tempo e acumulando ambos vencimentos.

Penso que o Sr. Ministro está a tomar uma medida certa, esta a tentar por cobro a uma situação de décadas, onde todos têm conhecimento do que se passa, mas ninguém tentou põe cobro a situação, porque quem cumpre não teme, mas também não é só exigir, porque o Sr. Ministro tem que cumprir com as suas obrigações com esse funcionários, porque se existem muito que não cumprem o seu horário de trabalho, por outro lado existem muitos outros cumprem o seu horário de trabalho na intriga e fazem muitas horas para alem do seu horário trabalho normal sem receberem qualquer compensação por essas horas.

Assim se aplique os respectivos relógios de ponto em todos estabelecimentos de saúde pertencentes ao SNS.

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Naufragio do Bolama


Naufrágio do Bolama

Depois de 16 anos o naufrágio do Bolama, ainda esta envolto em grande mistério, foi a 1 de Dezembro de 1991, naufragou próximo ao Cabo Espichel, e jaze a 116 metros de profundidade, sendo o tumulo da totalidade da sua tripulação, 30 homens, um deles o genro do empresario Salvador Caetano, homem mais rico de Portugal na altura.

Um mistério que deixa no ar muitas questões, principalmente a actuação da Marinha Portuguesa, que levou 2 meses para detectar o barco e que nunca explicou a origem do naufrágio nem buraco existente no casco.

Porque é que não foi emitido nenhum pedido de socorro, e porque não foi usado pela tripulação qualquer meio ou equipamento salva-vidas?

Porque as identidades competentes na altura não deixaram retirar o respectivo barco do fundo, porque na altura existia tecnologia para isso e existia familiares que pagavam para que o barco fosse removido e fossem recuperados os corpos dos antes queridos.

Essa e outras questões ficaram por explicar na altura.

Tenho impressão que aquele barco estava condenados a um fim trágico, agora de quem a foi a culpa, certamente de Neptuno não foi, mas quem foi certamente é um peixe graúdo, que dominava com os seus tentáculos muita gente em Portugal.