segunda-feira, janeiro 15, 2007

Poluição dos nossos rios e ribeiras



Durante décadas viemos assistir em Portugal vários atentados Ambientais praticados por pessoas sem escrúpulos.

Actualmente é normal existir descargas de poluentes em vários rios Nacionais, actos ilegais praticados Industrias transformadoras, Químicas, Agropecuárias, etc.

Como é possível existir pessoas que poluem os rios e linhas de águas com os desperdícios das suas actividades comerciais, muitos desses desperdícios são um atentado Ambiental e um atentado a Saúde Pública, com consequências graves a curto, médio e a longo prazo.

Actualmente é da responsabilidade do SEPNA “ Serviço de Protecção a Natureza e do Ambiente “, que funciona na dependência do Comando da Guarda nacional republicana “GNR” fazer fiscalizar na área da protecção pelo cumprimento das disposições legais regulamentares referentes a conservação e protecção da Natureza e do Meio Ambiente.

Essa actual estrutura agora remodelada não esta a funcionar correctamente, como nunca funcionou, porque os atentados ambientais continuam acontecer frequentemente, sem nunca se saber quem os praticou, porque as autoridades têm falta de formação e equipamento para tal missão, e apresentam uma inércia operacional, preocupando-se mais com outras actividades mais lucrativas e rentáveis para a identidade que servem, do que fazerem se preocuparem para aquilo que motivou a sua existência.


Os atentados ambientais afectam toda a gente, devia ser obrigatório a divulgação das pessoas responsáveis por eles, e a justiça devia ser severa e implacável. Mas não é isso que acontece no País, as coisas acontecem e continuam acontecer, muitas das vezes os culpados são conhecidos por todos, mas nada lhe acontece, parece que são impunes a justiça,

sexta-feira, janeiro 12, 2007

Guerra aberta entre a PSP e GNR


Guerra aberta entre a PSP e GNR


Uma comissária da PSP de Leiria em baixa médica foi apanhada com uma taxa elevada de alcoolemia, cerca de 2g/l. de álcool no sangue após de se ter envolvido num acidente de transito.
Claro que é uma falta de dignidade por parte desta agente da autoridade, principalmente de uma oficial da PSP, andar a conduzir sobre efeito do álcool, porque um agente de autoridade tem que dar o exemplo de cidadania, e certamente a agente de autoridade em causa ira sofrer as consequências, quer por parte da justiça Portuguesa quer por parte da instituição da PSP.

Mas durante todo o processo a GNR não fica isenta de culpas, como foi possível vir a publico uma situação que devia ser mantida em sigilo profissional por parte da GNR?
Uma situação que sempre seguiria um processo legal, e não devia a vir a publico pelo motivo de não denegrir a imagem da PSP perante os cidadãos.

Certamente não foi a PSP que denunciou a situação a comunicação social, a denuncia veio de alguém de dentro da GNR, como tem acontecido ultimamente, onde os agentes de autoridade vêm a publico divulgar situações que deviam ser mantidas pelo sigilo profissional, principalmente os agentes da GNR, que ultimamente denunciam situações de carência particular envolvendo elementos de outras forças de segurança ou de identidades com alguma importância perante a nossa sociedade.

Qual é o objectivo de passar essa informações para a comunicação social?
Que interesses existe por de traz disso?
Certamente agravara mais o mal-estar existente entre os operacionais da PSP e da GNR, e a imagem da PSP ficou denegrida perante os cidadãos. Assim a GNR marcou mais um ponto na guerra conhecida do domínio da segurança em Portugal entre a GNR e a PSP.

Como cidadão Português em nada benefício ser informado pela comunicação social de situações irregulares e particulares praticadas por cidadãos pertencentes a certas instituições, principalmente da área da segurança e socorro, porque bons e mal existem em todos lado, e acredito que a instituições em causa punem severamente os seus elementos infractores que infringem a lei e os seus regulamentos quer quando estão de serviço quer de folga, salvaguardando sempre o nome da Instituição e quem por lá trabalha.

terça-feira, janeiro 09, 2007

Relógio de Ponto

Relógio de Ponto

O Ministro da Saúde, António Fernando Correia de Campos, anda a querer substituir os actuais livros de ponto do Serviço Nacional de Saúde, um controle que não passa de uma simples assinatura numa sebenta efectuada por esses profissionais a entrada e a saída do seu serviço, a moda dos primórdios do século passado, que define quem trabalhou e quem não trabalhou naquele dia.

O actual ministro quer substituir os tais livros por sistema de ponto recentes, normalmente usados por qualquer empresa em Portugal, para poder controlar o trabalho dos seus funcionários.

Claro que está a existir uma forte oposição por parte de alguns profissionais do serviço Nacional de Saúde, principalmente dos médicos, que não gostam do inovador sistema de ponto, porque a maioria dos médicos não cumpre o seu horário de trabalho, porque é difícil de se estar em dois ou mais lugares ao mesmo tempo, mas muitos conseguem fazer o milagre da multiplicação das horas, conseguem estar em vários sítios ao mesmo tempo e acumulando ambos vencimentos.

Penso que o Sr. Ministro está a tomar uma medida certa, esta a tentar por cobro a uma situação de décadas, onde todos têm conhecimento do que se passa, mas ninguém tentou põe cobro a situação, porque quem cumpre não teme, mas também não é só exigir, porque o Sr. Ministro tem que cumprir com as suas obrigações com esse funcionários, porque se existem muito que não cumprem o seu horário de trabalho, por outro lado existem muitos outros cumprem o seu horário de trabalho na intriga e fazem muitas horas para alem do seu horário trabalho normal sem receberem qualquer compensação por essas horas.

Assim se aplique os respectivos relógios de ponto em todos estabelecimentos de saúde pertencentes ao SNS.

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Naufragio do Bolama


Naufrágio do Bolama

Depois de 16 anos o naufrágio do Bolama, ainda esta envolto em grande mistério, foi a 1 de Dezembro de 1991, naufragou próximo ao Cabo Espichel, e jaze a 116 metros de profundidade, sendo o tumulo da totalidade da sua tripulação, 30 homens, um deles o genro do empresario Salvador Caetano, homem mais rico de Portugal na altura.

Um mistério que deixa no ar muitas questões, principalmente a actuação da Marinha Portuguesa, que levou 2 meses para detectar o barco e que nunca explicou a origem do naufrágio nem buraco existente no casco.

Porque é que não foi emitido nenhum pedido de socorro, e porque não foi usado pela tripulação qualquer meio ou equipamento salva-vidas?

Porque as identidades competentes na altura não deixaram retirar o respectivo barco do fundo, porque na altura existia tecnologia para isso e existia familiares que pagavam para que o barco fosse removido e fossem recuperados os corpos dos antes queridos.

Essa e outras questões ficaram por explicar na altura.

Tenho impressão que aquele barco estava condenados a um fim trágico, agora de quem a foi a culpa, certamente de Neptuno não foi, mas quem foi certamente é um peixe graúdo, que dominava com os seus tentáculos muita gente em Portugal.