terça-feira, janeiro 09, 2007

Relógio de Ponto

Relógio de Ponto

O Ministro da Saúde, António Fernando Correia de Campos, anda a querer substituir os actuais livros de ponto do Serviço Nacional de Saúde, um controle que não passa de uma simples assinatura numa sebenta efectuada por esses profissionais a entrada e a saída do seu serviço, a moda dos primórdios do século passado, que define quem trabalhou e quem não trabalhou naquele dia.

O actual ministro quer substituir os tais livros por sistema de ponto recentes, normalmente usados por qualquer empresa em Portugal, para poder controlar o trabalho dos seus funcionários.

Claro que está a existir uma forte oposição por parte de alguns profissionais do serviço Nacional de Saúde, principalmente dos médicos, que não gostam do inovador sistema de ponto, porque a maioria dos médicos não cumpre o seu horário de trabalho, porque é difícil de se estar em dois ou mais lugares ao mesmo tempo, mas muitos conseguem fazer o milagre da multiplicação das horas, conseguem estar em vários sítios ao mesmo tempo e acumulando ambos vencimentos.

Penso que o Sr. Ministro está a tomar uma medida certa, esta a tentar por cobro a uma situação de décadas, onde todos têm conhecimento do que se passa, mas ninguém tentou põe cobro a situação, porque quem cumpre não teme, mas também não é só exigir, porque o Sr. Ministro tem que cumprir com as suas obrigações com esse funcionários, porque se existem muito que não cumprem o seu horário de trabalho, por outro lado existem muitos outros cumprem o seu horário de trabalho na intriga e fazem muitas horas para alem do seu horário trabalho normal sem receberem qualquer compensação por essas horas.

Assim se aplique os respectivos relógios de ponto em todos estabelecimentos de saúde pertencentes ao SNS.

quinta-feira, janeiro 04, 2007

Naufragio do Bolama


Naufrágio do Bolama

Depois de 16 anos o naufrágio do Bolama, ainda esta envolto em grande mistério, foi a 1 de Dezembro de 1991, naufragou próximo ao Cabo Espichel, e jaze a 116 metros de profundidade, sendo o tumulo da totalidade da sua tripulação, 30 homens, um deles o genro do empresario Salvador Caetano, homem mais rico de Portugal na altura.

Um mistério que deixa no ar muitas questões, principalmente a actuação da Marinha Portuguesa, que levou 2 meses para detectar o barco e que nunca explicou a origem do naufrágio nem buraco existente no casco.

Porque é que não foi emitido nenhum pedido de socorro, e porque não foi usado pela tripulação qualquer meio ou equipamento salva-vidas?

Porque as identidades competentes na altura não deixaram retirar o respectivo barco do fundo, porque na altura existia tecnologia para isso e existia familiares que pagavam para que o barco fosse removido e fossem recuperados os corpos dos antes queridos.

Essa e outras questões ficaram por explicar na altura.

Tenho impressão que aquele barco estava condenados a um fim trágico, agora de quem a foi a culpa, certamente de Neptuno não foi, mas quem foi certamente é um peixe graúdo, que dominava com os seus tentáculos muita gente em Portugal.